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Informações Básicas
TipoSmartphone
MarcaAlcatel
ModeloIdol 4
Câmera
Câmera Traseira13.0 Megapixels
Funções da CâmeraFlash Duplo, Foco Automático, HDR, Panorama, Zoom de 4x
Câmera Frontal8.0 Megapixels Frontal
Funções Câmera FrontalDetector de Rosto, Flash Frontal
Tela
Tamanho da Tela5.2 polegadas
Tipo de TelaIPS
Resolução1920 x 1080 Pixels
DefiniçãoFull HD
Hardware
ProcessadorQualcomm Snapdragon 617
NúcleosOcta-Core (8 Núcleos)
Memória Interna16 GB
Memória RAM3 GB RAM
EntradasFone de Ouvido, MicroSD
Software
Sistema OperacionalAndroid
VersãoMarshmallow
Características e Conectividade
Internet4G, Wi-Fi
RecursosBluetooth 4.2, Carregamento Rápido, MP3 Player, NFC, Rádio
Bateria
Bateria2610 mAh
Autonomia em Stand-by520 Horas
Autonomia em Conversação360 Horas
Dimensões
Largura72 mm
Altura147 mm
Profundidade7,1 mm
Peso130 g
Por Colaborador em 13/04/2017
Idol 4 é o smartphone para quem gosta de música

Smartphone da Alcatel oferece boa qualidade nos alto-falantes e fone de ouvido da JBL, tem bom desempenho, mas esquenta um bocado e bateria não agrada

Prós
  • Bom desempenho com multitarefas e aplicações pesadas

  • Ótima qualidade sonora

  • Tela com boa qualidade

Contras
  • Esquenta bastante

  • Pouco espaço interno

  • Não é dual-chip

  • Bateria deixa a desejar

Cada empresa tem sua estratégia e a Alcatel já deixou bem claro o seu foco no mercado brasileiro de smartphones: aparelhos populares. O Idol 4 vai um pouco além da palavra popular, mas briga no quesito custo/benefício com seus principais rivais, como o Quantum Fly e o G4 Plus. O foco aqui é para quem quer um modelo com ótima qualidade sonora, principalmente pela presença dos fones de ouvido da JBL. Mas será que ele é só isso mesmo? Confira abaixo todos os detalhes.

Cada empresa tem sua estratégia e a Alcatel já deixou bem claro o seu foco no mercado brasileiro de smartphones: aparelhos populares. O Idol 4 vai um pouco além da palavra popular, mas briga no quesito custo/benefício com seus principais rivais, como o Quantum Fly e o G4 Plus. O foco aqui é para quem quer um modelo com ótima qualidade sonora, principalmente pela presença dos fones de ouvido da JBL. Mas será que ele é só isso mesmo? Confira abaixo todos os detalhes.

Especificações, desempenho e benchmarks

Equipado com um processador octa-core Snapdragon 617 de 1,7 GHz, 3 GB de memória RAM e GPU Adreno 405, é confortável afirmar que o Idol 4 dá conta do recado em qualquer tipo de tarefa, mesmo quando está com diversos aplicativos abertos em segundo plano. A customização feita pela Alcatel é leve e não causa nenhum problema ao usuário. O aparelho até traz alguns apps pré-instalados, mas que podem ser desinstalados sem problemas.

Com os games, também não tivemos qualquer restrição, mas claro que nos jogos mais exigentes, você nota um demasiado esforço do celular para entregar o melhor resultado. Com isso, pequenos engasgos são notados, mas nada que atrapalhe a experiência final. Um detalhe fica por conta da alta temperatura. Em diversos cenários (jogos, vídeos e downloads), notamos um aquecimento elevado, chegando a quase 46 graus celsius. O que não é muito legal mesmo.

Como fazemos em todos os testes de celulares, rodamos 4 programas de benchmarks sintéticos, que geram resultados absolutos e facilitam na comparação entre os modelos. Utilizamos os quatro programas de sempre: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark.

No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o Idol 4 marcou 45.051 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o telefone chegou aos 19.008 pontos. No terceiro teste, onde processador gráfico é estressado ao máximo, o celular atingiu 5.360 pontos no modo extreme e 9.683 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela.

Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades cotidianos do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O telefone da Alcatel anotou 5.383 pontos na versão 1.0 do teste e 3.698 pontos na versão 2.0 do teste.

Apenas como referência, eis os resultados de outros três smartphones, um topo de linha (Moto Z), um intermediário avançado (Zenfone 3), um intermediário (Vibe K6) e um de entrada (Vibe B):

Moto Z: 132.343 pts (Antutu), 41.261 pts (Quadrant), 25.656 pts (3DMark – Modo Unlimted) e 7.327 pts (PCMark – Work 1.0).

Zenfone 3: 62.757 pts (Antutu), 40.289 pts (Quadrant), 13.868 pts (3DMark – Modo Unlimted) e 6.749 pts (PCMark – Work 1.0).

Vibe K6: 44.251 pts (Antutu), 20.097 pts (Quadrant), 9.476 pts (3DMark – Modo Unlimted) e 5.036 pts (PCMark – Work 1.0).

Vibe B: 23.434 pts (Antutu), 7.126 pts (Quadrant), 2.653 pts (3DMark – Modo Unlimted) e 2.839 pts (PCMark – Work 1.0).

Com os resultados atingidos pelo Idol 4, o modelo mostra que está posicionado em uma faixa intermediária, mas que entrega um bom desempenho, fazendo frente aos seus concorrentes.

Equipado com um processador octa-core Snapdragon 617 de 1,7 GHz, 3 GB de memória RAM e GPU Adreno 405, é confortável afirmar que o Idol 4 dá conta do recado em qualquer tipo de tarefa, mesmo quando está com diversos aplicativos abertos em segundo plano. A customização feita pela Alcatel é leve e não causa nenhum problema ao usuário. O aparelho até traz alguns apps pré-instalados, mas que podem ser desinstalados sem problemas.

Com os games, também não tivemos qualquer restrição, mas claro que nos jogos mais exigentes, você nota um demasiado esforço do celular para entregar o melhor resultado. Com isso, pequenos engasgos são notados, mas nada que atrapalhe a experiência final. Um detalhe fica por conta da alta temperatura. Em diversos cenários (jogos, vídeos e downloads), notamos um aquecimento elevado, chegando a quase 46 graus celsius. O que não é muito legal mesmo.

Como fazemos em todos os testes de celulares, rodamos 4 programas de benchmarks sintéticos, que geram resultados absolutos e facilitam na comparação entre os modelos. Utilizamos os quatro programas de sempre: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark.

No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o Idol 4 marcou 45.051 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o telefone chegou aos 19.008 pontos. No terceiro teste, onde processador gráfico é estressado ao máximo, o celular atingiu 5.360 pontos no modo extreme e 9.683 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela.

Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades cotidianos do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O telefone da Alcatel anotou 5.383 pontos na versão 1.0 do teste e 3.698 pontos na versão 2.0 do teste.

Apenas como referência, eis os resultados de outros três smartphones, um topo de linha (Moto Z), um intermediário avançado (Zenfone 3), um intermediário (Vibe K6) e um de entrada (Vibe B):

Moto Z: 132.343 pts (Antutu), 41.261 pts (Quadrant), 25.656 pts (3DMark – Modo Unlimted) e 7.327 pts (PCMark – Work 1.0).

Zenfone 3: 62.757 pts (Antutu), 40.289 pts (Quadrant), 13.868 pts (3DMark – Modo Unlimted) e 6.749 pts (PCMark – Work 1.0).

Vibe K6: 44.251 pts (Antutu), 20.097 pts (Quadrant), 9.476 pts (3DMark – Modo Unlimted) e 5.036 pts (PCMark – Work 1.0).

Vibe B: 23.434 pts (Antutu), 7.126 pts (Quadrant), 2.653 pts (3DMark – Modo Unlimted) e 2.839 pts (PCMark – Work 1.0).

Com os resultados atingidos pelo Idol 4, o modelo mostra que está posicionado em uma faixa intermediária, mas que entrega um bom desempenho, fazendo frente aos seus concorrentes.

Armazenamento, conectividade, tela e design

Depois do aquecimento, outra mancada da Alcatel é a baixa quantidade de armazenamento. Nesse modelo, são apenas 16 GB de espaço interno, com apenas 10 GB livres para uso. Com algumas fotos, vídeos e aplicativos, a memória já fica quase cheia. Pelo menos, a fabricante já inclui um cartão microSD de 32 GB para minimizar esse problema.

Diferente de outros modelos da categoria, o Idol 4 não é dual-chip, o que joga contra nessa hora, já que quase todos os rivais contam com esse opcional. Fora isso, o resto é o famoso kit com 4G, Wi-Fi ac, GPS, NFC e Bluetooth 4.2.

Com um ar todo moderno, o design do smartphone da Alcatel agrada. Com medidas enxutas, o celular oferece boa ergonomia. Com 7,1 milímetros de espessura, nosso editor de linha branca, Fernando Ricci, pediu para deixar registrado que por ter um corpo todo liso (frente e traseira de vidro e bordas de alumínio), ele escorrega bastante da mão. A reversibilidade segue presente e é possível utilizá-lo de ambos os lados (alto-falantes e microfones estão presentes nas duas pontas).

Algo que deve confundir os usuários é a posição dos botões. Sabe os Xperia que tem o liga/desliga do lado direito na posição central? Aqui está o Boom-Key, um botão que ativa efeitos sonoros ou pode realizar tarefas como ativar a câmera, tirar fotos (sequenciais, também) ou abrir um aplicativo. Você vai esbarrar nele várias vezes até se acostumar com a verdadeira posição do liga/desliga no Idol 4, do lado esquerdo. Já o controle de volume está no direito, acima do Boom-Key.

No quesito sonoro, eu comemoro a presença de rádio FM (claro que isso não é essencial, mas eu gosto). Mas o destaque vai para os alto-falantes potentes e para o fone da JBL, que entrega uma qualidade superior aos concorrentes e oferece ao usuário uma experiência mais apurada, com graves, médios e agudos bem claros. Além disso, é possível ajustar o som da sua maneira ou de acordo com o conteúdo graças ao Waves MaxxAudio.

O Idol 4 chega muito bem também quando o assunto é sua tela. São 5,2 polegadas e resolução full HD em um painel IPS LCD, que oferece cores vibrantes, um contraste equilibrado e um ângulo de visão amplo. A definição em vídeos, fotos e texto é ótima e a resposta ao toque também. Os botões do Android fazem parte da tela.

Além de tudo já citado, a Alcatel incluiu mais dois extras em sua embalagem: uma proteção de tela e um acessório de realidade virtual com uma faixa elástica para prender na cabeça. É tipo aqueles cardboards, mas esse é construído de plástico. Não é algo muito empolgante, nem há jogos interessantes, mas dá para ver alguns vídeos 360 graus no YouTube.

Depois do aquecimento, outra mancada da Alcatel é a baixa quantidade de armazenamento. Nesse modelo, são apenas 16 GB de espaço interno, com apenas 10 GB livres para uso. Com algumas fotos, vídeos e aplicativos, a memória já fica quase cheia. Pelo menos, a fabricante já inclui um cartão microSD de 32 GB para minimizar esse problema.

Diferente de outros modelos da categoria, o Idol 4 não é dual-chip, o que joga contra nessa hora, já que quase todos os rivais contam com esse opcional. Fora isso, o resto é o famoso kit com 4G, Wi-Fi ac, GPS, NFC e Bluetooth 4.2.

Com um ar todo moderno, o design do smartphone da Alcatel agrada. Com medidas enxutas, o celular oferece boa ergonomia. Com 7,1 milímetros de espessura, nosso editor de linha branca, Fernando Ricci, pediu para deixar registrado que por ter um corpo todo liso (frente e traseira de vidro e bordas de alumínio), ele escorrega bastante da mão. A reversibilidade segue presente e é possível utilizá-lo de ambos os lados (alto-falantes e microfones estão presentes nas duas pontas).

Algo que deve confundir os usuários é a posição dos botões. Sabe os Xperia que tem o liga/desliga do lado direito na posição central? Aqui está o Boom-Key, um botão que ativa efeitos sonoros ou pode realizar tarefas como ativar a câmera, tirar fotos (sequenciais, também) ou abrir um aplicativo. Você vai esbarrar nele várias vezes até se acostumar com a verdadeira posição do liga/desliga no Idol 4, do lado esquerdo. Já o controle de volume está no direito, acima do Boom-Key.

No quesito sonoro, eu comemoro a presença de rádio FM (claro que isso não é essencial, mas eu gosto). Mas o destaque vai para os alto-falantes potentes e para o fone da JBL, que entrega uma qualidade superior aos concorrentes e oferece ao usuário uma experiência mais apurada, com graves, médios e agudos bem claros. Além disso, é possível ajustar o som da sua maneira ou de acordo com o conteúdo graças ao Waves MaxxAudio.

O Idol 4 chega muito bem também quando o assunto é sua tela. São 5,2 polegadas e resolução full HD em um painel IPS LCD, que oferece cores vibrantes, um contraste equilibrado e um ângulo de visão amplo. A definição em vídeos, fotos e texto é ótima e a resposta ao toque também. Os botões do Android fazem parte da tela.

Além de tudo já citado, a Alcatel incluiu mais dois extras em sua embalagem: uma proteção de tela e um acessório de realidade virtual com uma faixa elástica para prender na cabeça. É tipo aqueles cardboards, mas esse é construído de plástico. Não é algo muito empolgante, nem há jogos interessantes, mas dá para ver alguns vídeos 360 graus no YouTube.

Câmeras e bateria

Olha, o foco principal do Idol 4 não é seu conjunto de câmeras, mas pelo menos ele entrega um resultado aceitável. Com 13 megapixels e abertura f/2.0, as fotos entregam bons resultados com luz natural e em locais bem iluminados. O melhor aqui é colocar no automático mesmo e sair clicando. Até tem um modo manual, mas que não faz milagres. As filmagens, feitas em full HD, ficam bacanas e a estabilização digital funciona com pequenos tremores.

O maior problema está quando a luz fica escassa ou em ambientes à noite. Aí a quantidade de ruído aumenta muito e a qualidade se mostrou deficiente. Nem dá para considerar o flash frontal, até porque ele também é o LED de notificação do aparelho.

Com a câmera frontal de 8 megapixels, a fórmula segue a mesma. Por isso, recomendamos cliques com bastante luz. Nas filmagens, não há estabilização. E pra quem curte outros modos, a panorâmica entrega um bom resultado, enquanto a câmera lenta até diverte, mas a resolução é baixa. Tem até um jeito de fazer uma foto 360 graus, mas que só dá para visualizar pelo telefone.

Com 2610 mAh de bateria, realizamos nosso teste padrão (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube). Esperávamos um resultado melhor, mas não foi bem o que vimos. De todos os testes, não conseguimos finalizar a navegação (faltaram 30 minutos), pois a carga do telefone zerou.

Olha, o foco principal do Idol 4 não é seu conjunto de câmeras, mas pelo menos ele entrega um resultado aceitável. Com 13 megapixels e abertura f/2.0, as fotos entregam bons resultados com luz natural e em locais bem iluminados. O melhor aqui é colocar no automático mesmo e sair clicando. Até tem um modo manual, mas que não faz milagres. As filmagens, feitas em full HD, ficam bacanas e a estabilização digital funciona com pequenos tremores.

O maior problema está quando a luz fica escassa ou em ambientes à noite. Aí a quantidade de ruído aumenta muito e a qualidade se mostrou deficiente. Nem dá para considerar o flash frontal, até porque ele também é o LED de notificação do aparelho.

Com a câmera frontal de 8 megapixels, a fórmula segue a mesma. Por isso, recomendamos cliques com bastante luz. Nas filmagens, não há estabilização. E pra quem curte outros modos, a panorâmica entrega um bom resultado, enquanto a câmera lenta até diverte, mas a resolução é baixa. Tem até um jeito de fazer uma foto 360 graus, mas que só dá para visualizar pelo telefone.

Com 2610 mAh de bateria, realizamos nosso teste padrão (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube). Esperávamos um resultado melhor, mas não foi bem o que vimos. De todos os testes, não conseguimos finalizar a navegação (faltaram 30 minutos), pois a carga do telefone zerou.

Conclusão

O Alcatel Idol 4 se esforça para entregar um bom resultado final. E vamos reconhecer que ele consegue. Num mundo onde só as marcas mais fortes reinam, a empresa consegue mostrar um bom aparelho.

Nosso maior destaque vai para os fones de ouvido da JBL que melhoram a experiência audiovisual desse smartphone. No desempenho, o celular respondeu bem a todos os testes, inclusive com muitos aplicativos rodando em segundo plano. Pena que a realidade virtual não convence... =/

Mas os problemas também não podem ser deixados de lado. A começar pela autonomia da bateria, que nem permitiu a finalização dos testes. Os 16 GB internos são amenizados pela presença do microSD de 32 GB, mas a Alcatel não precisava ter economizado nisso. Ser single-chip pode afastar uma parte dos consumidores que justamente buscam esses recursos em modelos de preço mais acessível. E, por último, a temperatura que se eleva bastante durante a maioria das tarefas.

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