Ative o Buscapé te Protege GRÁTIS. Suas compras protegidas em até R$ 5mil pelo Buscapé te Protege.

Carregando
Achou caro?
Crie um alerta de preço que a gente avisa você!
Maior preço registrado:R$ 249,90
Menor preço registrado:R$ 74,79
Me avise quando o preço chegar em:
0%
0%
100%
Arraste a barra para controlar o valor do pedido
Informações Básicas
JogoTom Clancy's The Division
PlataformaXbox One
MídiaBlu-Ray
DistribuidoraUbisoft
FabricanteUbisoft
Características
GêneroAção
Por Colaborador em 04/04/2016
Tom Clancys: The Division leva a experiência de shooter e MMORPG a um outro nível

Em uma Nova York envolta em caos, Ubisoft une dois gêneros para trazer uma experiência diferenciada e divertida

Prós
  • Zona Cega e seu modo multiplayer divertido e desafiador

  • Gráficos detalhados e caprichados

  • Customização e upgrades de armas e equipamentos

  • Jogabilidade simples e intuitiva, mas que exige constante afinco

Contras
  • Melhor acabamento em alguns detalhes (reflexos nas janelas)

  • Com o tempo, missões ficam um pouco repetitivas

‘These streets will make you feel brand new...’. A música Empire State of Mind (Jay-Z e Alicia Keys) invoca a melhor das sensações daqueles que vão conhecer a ‘Cidade que Nunca Dorme’. E quem já pisou naquele lugar sabe o quão isso é verdade. E em The Division, da Ubisoft, podemos ver a luta de um povo que foi devastado por um vírus mortal e luta para reconstruir a mística da poderosa Nova York.

A história do game gira em torno de um vírus que foi espalhado pelas notas de dólar durante a Black Friday, a maior data do comércio americano. Com a cidade totalmente devastada e envolta em caos, o que vemos é um típico cenário de guerra, com gangues e criminosos tentando controlar a situação da maneira que melhor convém.

‘These streets will make you feel brand new...’. A música Empire State of Mind (Jay-Z e Alicia Keys) invoca a melhor das sensações daqueles que vão conhecer a ‘Cidade que Nunca Dorme’. E quem já pisou naquele lugar sabe o quão isso é verdade. E em The Division, da Ubisoft, podemos ver a luta de um povo que foi devastado por um vírus mortal e luta para reconstruir a mística da poderosa Nova York.

A história do game gira em torno de um vírus que foi espalhado pelas notas de dólar durante a Black Friday, a maior data do comércio americano. Com a cidade totalmente devastada e envolta em caos, o que vemos é um típico cenário de guerra, com gangues e criminosos tentando controlar a situação da maneira que melhor convém.

O início, jogabilidade e gráficos

O jogo se inicia no Brooklyn e serve como um tutorial para que o jogador se acostume com os comandos e as muitas opções disponíveis no jogo. Logo de cara, algumas missões secundárias auxiliam na ambientação. A princípio, tudo é bem tranquilo e matar os inimigos não é lá muito difícil.

A parada fica séria quando vamos para Manhattan, onde o mapa é bastante extenso e desafiador. Como todo bom e velho MMORPG, cada região é indicada para um nível de jogador (falaremos sobre isso no próximo tópico). E ao caminhar pelas ruas da ilha, podemos perceber que a situação não está nada tranquila, muito menos favorável.

Durante nossa jogatina, não sofremos com travamentos, nem qualquer tipo de atrasos, mas como o game é totalmente online, podem ocorrer algumas quedas. Mas todas as manutenções são avisadas pela Ubisoft para não deixar o fã na mão.

Claro, que é possível completar todas as tarefas ‘all by yourself’, mas também dá para jogar com a galera (até 4 jogadores), seja ela desconhecida com o pessoal que esteja perto de você ou com seus amigos. A diversão estará garantida.

A movimentação é bastante tranquila e acessar o inventário, assim como fazer modificações nos equipamentos, é bem fácil. Só que não existe um pause no game. Por isso, escolha um lugar tranquilo para equipar sua arma ou adicionar reforços a sua roupa. Nunca faça isso no meio de um tiroteio.

Já no quesito gráfico, não temos o que reclamar. Demos um rolê por Nova York (ou o que sobrou dela) e vemos como os detalhes estão bem retratados. Times Square, Quinta Avenida e Madison Square Garden são apenas sombras daquilo que conhecemos. Sombras e reflexos também estão caprichados, mas alguns detalhes passaram batidos. Ao chegar perto de algumas janelas, o reflexo não mostra corretamente o que deveria ser visto.

Um ponto muito interessante é a mudança de clima durante a exploração. O tempo pode estar ensolarado ou o jogador pode pegar uma nevasca fortíssima, onde a visualização fica bastante prejudicada. Uma mesma fase pode ser desafiada em diferentes horas do dia e com climas bem diferentes.

O jogo se inicia no Brooklyn e serve como um tutorial para que o jogador se acostume com os comandos e as muitas opções disponíveis no jogo. Logo de cara, algumas missões secundárias auxiliam na ambientação. A princípio, tudo é bem tranquilo e matar os inimigos não é lá muito difícil.

A parada fica séria quando vamos para Manhattan, onde o mapa é bastante extenso e desafiador. Como todo bom e velho MMORPG, cada região é indicada para um nível de jogador (falaremos sobre isso no próximo tópico). E ao caminhar pelas ruas da ilha, podemos perceber que a situação não está nada tranquila, muito menos favorável.

Durante nossa jogatina, não sofremos com travamentos, nem qualquer tipo de atrasos, mas como o game é totalmente online, podem ocorrer algumas quedas. Mas todas as manutenções são avisadas pela Ubisoft para não deixar o fã na mão.

Claro, que é possível completar todas as tarefas ‘all by yourself’, mas também dá para jogar com a galera (até 4 jogadores), seja ela desconhecida com o pessoal que esteja perto de você ou com seus amigos. A diversão estará garantida.

A movimentação é bastante tranquila e acessar o inventário, assim como fazer modificações nos equipamentos, é bem fácil. Só que não existe um pause no game. Por isso, escolha um lugar tranquilo para equipar sua arma ou adicionar reforços a sua roupa. Nunca faça isso no meio de um tiroteio.

Já no quesito gráfico, não temos o que reclamar. Demos um rolê por Nova York (ou o que sobrou dela) e vemos como os detalhes estão bem retratados. Times Square, Quinta Avenida e Madison Square Garden são apenas sombras daquilo que conhecemos. Sombras e reflexos também estão caprichados, mas alguns detalhes passaram batidos. Ao chegar perto de algumas janelas, o reflexo não mostra corretamente o que deveria ser visto.

Um ponto muito interessante é a mudança de clima durante a exploração. O tempo pode estar ensolarado ou o jogador pode pegar uma nevasca fortíssima, onde a visualização fica bastante prejudicada. Uma mesma fase pode ser desafiada em diferentes horas do dia e com climas bem diferentes.

Subindo de nível e dublagem

Junte elementos de RPG com TPS (Third-Person Shooter – tiro em terceira pessoa, em português). Pronto, temos The Division. E é nesse cenário caótico que os jogadores lutarão em busca de cumprir as missões, do mesmo modo que evoluem seus personagens. Como falei logo acima, a ilha de Manhattan é dividida por zonas que podem ser exploradas a qualquer momento, mas se o jogador não estiver no nível recomendado, as coisas se tornarão bem mais difíceis.

O máximo que pode ser atingido é o Nível 30 e é baseado nisso que o jogador deve fazer seus upgrades de seus três atributos principais: vida, DPS (quantidade de danos por segundo) e potência de habilidade. Armas e diversos itens são recompensas de missões ou que podem ser comprados com os negociantes dentro dos esconderijos seguros.

E esses upgrades são fundamentais para o combate. Porque diferente de um jogo de tiro, um headshot não mata seu inimigo de primeira. Cada personagem tem pontos de vida e vai reduzindo conforme é atingido. Eu confesso que não estou acostumado com isso e não gosto muito dessa experiência, mas quem costuma jogar RPG já sabe como tudo funciona.

Outro detalhe muito importante durante os tiroteios é: use e abuse das coberturas. Aqui elas são fundamentais para não desperdiçar vida, até porque ela não se regenera. Você precisa de kits médicos para restaurar a saúde. E não fique parado. Os inimigos vão se reposicionando , forçando a movimentação constante.

Quanto a dublagem, a Ubisoft caprichou no trabalho e fez um trabalho bastante competente, seja nos diálogos entre personagens, nas vozes das pessoas que estão nas ruas (mas que após algum tempo começa a ficar um pouco repetitivo) e nas transmissões de rádio que informam a situação das missões a serem feitas.

Junte elementos de RPG com TPS (Third-Person Shooter – tiro em terceira pessoa, em português). Pronto, temos The Division. E é nesse cenário caótico que os jogadores lutarão em busca de cumprir as missões, do mesmo modo que evoluem seus personagens. Como falei logo acima, a ilha de Manhattan é dividida por zonas que podem ser exploradas a qualquer momento, mas se o jogador não estiver no nível recomendado, as coisas se tornarão bem mais difíceis.

O máximo que pode ser atingido é o Nível 30 e é baseado nisso que o jogador deve fazer seus upgrades de seus três atributos principais: vida, DPS (quantidade de danos por segundo) e potência de habilidade. Armas e diversos itens são recompensas de missões ou que podem ser comprados com os negociantes dentro dos esconderijos seguros.

E esses upgrades são fundamentais para o combate. Porque diferente de um jogo de tiro, um headshot não mata seu inimigo de primeira. Cada personagem tem pontos de vida e vai reduzindo conforme é atingido. Eu confesso que não estou acostumado com isso e não gosto muito dessa experiência, mas quem costuma jogar RPG já sabe como tudo funciona.

Outro detalhe muito importante durante os tiroteios é: use e abuse das coberturas. Aqui elas são fundamentais para não desperdiçar vida, até porque ela não se regenera. Você precisa de kits médicos para restaurar a saúde. E não fique parado. Os inimigos vão se reposicionando , forçando a movimentação constante.

Quanto a dublagem, a Ubisoft caprichou no trabalho e fez um trabalho bastante competente, seja nos diálogos entre personagens, nas vozes das pessoas que estão nas ruas (mas que após algum tempo começa a ficar um pouco repetitivo) e nas transmissões de rádio que informam a situação das missões a serem feitas.

Zona Cega e o modo PvP

‘Eu sou de ninguém. Eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também’. Esse é praticamente o lema dos jogadores de The Division que adentram a Dark Zone (Zona Cega, em português). A região central da ilha de Manhattan foi a mais afetada pelo vírus e totalmente isolada. E para todos os jogadores que desejam itens mais raros e armas mais poderosas, é extremamente necessário que essa área seja explorada.

Só que existe uma diferença entre o que acontece fora da zona e dentro da zona. Todos aqueles que são seus aliados do lado externo podem ser seus inimigos na Zona Cega. O modo PvP (Player versus Player) é o que tira um pouco da mesmice das missões primárias e secundárias do game.

Além disso, os inimigos também são mais fortes e também irão dificultar sua caminhada pelas ruas e avenidas. Mas é possível formar grupos de até 4 jogadores (amigos ou jogadores que estejam próximos) para derrotá-los. Mas não ache que ser um traidor é só vantagens. Ok, você pega todos os itens coletados do seu rival abatido, mas como um jogo honesto, você fica marcado. E pode ter certeza: ninguém vai ter dó de sentar o dedo no traíra (no bom sentido, claro).

Outro ponto importante é que todos os itens coletados não podem ser usados na mesma hora. É preciso pedir uma extração que leva cerca de dois minutos para acontecer. Ou seja, é necessário resistir bravamente, pois todos saberão que uma extração está acontecendo.

‘Eu sou de ninguém. Eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também’. Esse é praticamente o lema dos jogadores de The Division que adentram a Dark Zone (Zona Cega, em português). A região central da ilha de Manhattan foi a mais afetada pelo vírus e totalmente isolada. E para todos os jogadores que desejam itens mais raros e armas mais poderosas, é extremamente necessário que essa área seja explorada.

Só que existe uma diferença entre o que acontece fora da zona e dentro da zona. Todos aqueles que são seus aliados do lado externo podem ser seus inimigos na Zona Cega. O modo PvP (Player versus Player) é o que tira um pouco da mesmice das missões primárias e secundárias do game.

Além disso, os inimigos também são mais fortes e também irão dificultar sua caminhada pelas ruas e avenidas. Mas é possível formar grupos de até 4 jogadores (amigos ou jogadores que estejam próximos) para derrotá-los. Mas não ache que ser um traidor é só vantagens. Ok, você pega todos os itens coletados do seu rival abatido, mas como um jogo honesto, você fica marcado. E pode ter certeza: ninguém vai ter dó de sentar o dedo no traíra (no bom sentido, claro).

Outro ponto importante é que todos os itens coletados não podem ser usados na mesma hora. É preciso pedir uma extração que leva cerca de dois minutos para acontecer. Ou seja, é necessário resistir bravamente, pois todos saberão que uma extração está acontecendo.

Conclusão

A Ubisoft fez um ótimo trabalho ao juntar elementos de shooter e MMORPG no mesmo game. The Division consegue divertir ambos os gamers que curtem tanto um gênero como o outro. Envolto em um ambiente caótico, o jogo traz gráficos caprichados e belíssimos (mesmo que alguns detalhes poderiam ser melhores, como reflexos reais nas janelas), jogabilidade afiada e modo PvP multiplayer divertidíssimo. A dublagem é outra questão bacana, mostrando que os estúdios definitivamente já colocaram o público gamer brasileiro num grau de importância ainda maior.

Pode ter certeza de uma coisa: muitas horas serão gastas nesse jogo. Claro que algumas coisas se tornarão repetitivas com o decorrer da jogatina e algumas poucas quedas dos servidores atrapalham a experiência, mas nada que manche o resultado final de The Division. Talvez não seja eleito o jogo do ano, mas que será um dos melhores de 2016, isso será.

Matérias Relacionadas

Este produto ainda não possui avaliações.

Seja o primeiro a avaliar.

Avaliação Geral
Seja o primeiro a avaliar