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Informações Básicas
TipoSmartphone
MarcaSony
LinhaXperia
ModeloZ5 Premium 32GB
ChipsSingle Chip
CoresCromado, Ouro, Preto
Câmera
Câmera Traseira23 Megapixels
Funções da CâmeraDetector de Rosto, Filma em 4K, Flash, Foco Automático, HDR, Panorama, Posição Geográfica, Zoom de 8x
Câmera Frontal5.0 Megapixels Frontal
Tela
Tamanho da Tela5.5 polegadas
Tipo de TelaIPS LCD
Resolução3840 x 2160 Pixels
Hardware
ProcessadorQualcomm Snapdragon 810
NúcleosOcta-Core (8 Núcleos)
Memória Interna32 GB
EntradasFone de Ouvido, MHL 3.0, Micro USB
Software
Sistema OperacionalAndroid
VersãoLollipop
Características e Conectividade
Internet4G, Wi-Fi
RecursosBluetooth 4.1, MP3 Player, NFC, Rádio, Sensor de Impressão Digital, Wi-Fi Direct
ProteçãoA Prova de Água, A Prova de Pó
Bateria
Bateria3430 mAh
Dimensões
Largura76 mm
Altura154,4 mm
Profundidade7,8 mm
Peso181 g
Por Colaborador em 06/04/2016
Sony Xperia Z5 Premium ataca com telona 4K

Com especificações praticamente semelhantes ao Z5, smartphone continua oferecendo desempenho excelente e câmera potente, mas traz a tela 4K como a cereja do bolo (mais um enfeite do que um diferencial)

Prós
  • Desempenho matador

  • Tela apresenta imagens excelentes

  • Resistente à água e poeira

  • Câmera faz belos cliques e é rápido na focagem

Contras
  • Não se justifica a presença da resolução 4K na tela

  • Consumo de bateria elevado durante uso de aplicações pesadas

Anunciado em setembro, o Xperia Z5 Premium foi o primeiro smartphone do mercado a trazer uma tela com resolução 4K. Claro que logo de cara, isso impressiona tanto positiva, quanto negativamente. Com visual e desempenho semelhante ao Xperia Z5, será mesmo que essa resolução faz alguma diferença em um visor tão pequeno?

Logo de cara, uma constatação: o Android Lollipop não traz suporte a resolução 4K. Se você ‘printar’ a tela, verá que está em full HD. O que acontece é um upscaling para a resolução mais alta feita por um conjunto de tecnologias, entre elas o X-Reality PRO. Só que não é tudo do celular que poderá ser conferido em 4K. Estão disponíveis fotos, vídeos, YouTube e Netflix. Outro detalhe é a possibilidade de reproduzir os conteúdos nos televisores, pelo MHL, sem perder a qualidade e desempenho.

Resumindo, conferir conteúdos 4K em uma tela pequena não faz nenhum sentido, até porque telas com resolução full HD já trazem uma densidade de pixels muito alta e superior ao que o olho humano é capaz de perceber.

Anunciado em setembro, o Xperia Z5 Premium foi o primeiro smartphone do mercado a trazer uma tela com resolução 4K. Claro que logo de cara, isso impressiona tanto positiva, quanto negativamente. Com visual e desempenho semelhante ao Xperia Z5, será mesmo que essa resolução faz alguma diferença em um visor tão pequeno?

Logo de cara, uma constatação: o Android Lollipop não traz suporte a resolução 4K. Se você ‘printar’ a tela, verá que está em full HD. O que acontece é um upscaling para a resolução mais alta feita por um conjunto de tecnologias, entre elas o X-Reality PRO. Só que não é tudo do celular que poderá ser conferido em 4K. Estão disponíveis fotos, vídeos, YouTube e Netflix. Outro detalhe é a possibilidade de reproduzir os conteúdos nos televisores, pelo MHL, sem perder a qualidade e desempenho.

Resumindo, conferir conteúdos 4K em uma tela pequena não faz nenhum sentido, até porque telas com resolução full HD já trazem uma densidade de pixels muito alta e superior ao que o olho humano é capaz de perceber.

Recursos extras, câmeras e bateria

Mais algumas igualdades. A começar pela certificação IP65/68 que permite que o Z5 Premium permaneça embaixo d’água por até 30 minutos a 1,5 metro de profundidade e resiste à poeira e jatos d’água de baixa pressão de todas as direções. Porém, contudo, todavia, entretanto........ a Sony recomenda não deixar o dispositivo completamente embaixo d'água ou expô-lo à água do mar, água salgada, água com cloro ou líquidos como bebidas. Afinal ele é resistente, e não à prova d’água. Mas fique tranquilo: atender uma ligação na chuva ou embaixo do chuveiro está liberado. Conectores P2 e microUSB são selados internamente e, mesmo sem tampa, não estragarão em contato com a água.

O Remote Play, que permite fazer o streaming dos jogos de PS4 na tela do seu celular, também segue presente. Mas não esqueça de conferir se o jogo aceita essa função.

Outro detalhe é a mudança do botão Liga/Desliga. Agora a antiga bolinha é um botão comprido e achatado. Como pressioná-lo não é das tarefas mais agradáveis, a Sony inseriu um leitor de impressões digitais nele, deixando o desbloqueio mais fácil. Pena que ele só sirva para isso.

Na parte da câmera, mesmas especificações. Ela conta com um sensor Exmor RS de 1/2,3” e lente G grande-angular de 24 mm, da Sony, com abertura f/2,0. A resolução continua de 23 megapixels, permitindo fotos ainda maiores. A qualidade dos cliques se mostrou excelente. Mesmo em locais com baixa iluminação, a imagem surpreende. O ruído é perceptível, mas o resultado final é muito bom já que estamos falando de um celular. As cores são vivas e o equilíbrio entre brilho e contraste é ótimo, tanto nas gravações, quanto nas fotografias. E a estabilização se mostrou competente e anula pequenas tremidas.

Ativando o modo Manual, é possível regular ISO, modos de cena, HDR, balanço de branco e exposição. Nas filmagens, o Xperia Z5 Premium ainda grava em 4K (mas o clipe pode ser interrompido pelo aumento da temperatura) e full HD a 60 fps.

O autofoco também continua presente e segue extremamente veloz. Segundo a Sony, basta apenas 0,03 segundo para que o objeto em questão seja focado. Nos testes, era só apontar e clicar. E com o disparador, o ato de fotografar fica ainda mais fácil.

A câmera frontal possui 5 megapixels e lente grande-angular de 25 mm. O sensor também é Exmor RS. Os cliques ficam ótimos com luz natural, mas sofrem um pouco em locais com menos iluminação, gerando pequenos ruídos.

Falando de bateria, aqui a capacidade aumentou. São 3430 mAh do Xperia Z5 Premium contra 2900 mAh do Z5. Algo compreensível, já que estamos falando de uma tela 4K, que irá consumir mais bateria.

Realizamos nossos testes padrão: 10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube . Tiramos o aparelho da tomada às 9 horas da manhã com 100% e às 6 horas da tarde restavam 10%. Sim, um resultado como esse já era esperado para um telefone desse porte.

Mais algumas igualdades. A começar pela certificação IP65/68 que permite que o Z5 Premium permaneça embaixo d’água por até 30 minutos a 1,5 metro de profundidade e resiste à poeira e jatos d’água de baixa pressão de todas as direções. Porém, contudo, todavia, entretanto........ a Sony recomenda não deixar o dispositivo completamente embaixo d'água ou expô-lo à água do mar, água salgada, água com cloro ou líquidos como bebidas. Afinal ele é resistente, e não à prova d’água. Mas fique tranquilo: atender uma ligação na chuva ou embaixo do chuveiro está liberado. Conectores P2 e microUSB são selados internamente e, mesmo sem tampa, não estragarão em contato com a água.

O Remote Play, que permite fazer o streaming dos jogos de PS4 na tela do seu celular, também segue presente. Mas não esqueça de conferir se o jogo aceita essa função.

Outro detalhe é a mudança do botão Liga/Desliga. Agora a antiga bolinha é um botão comprido e achatado. Como pressioná-lo não é das tarefas mais agradáveis, a Sony inseriu um leitor de impressões digitais nele, deixando o desbloqueio mais fácil. Pena que ele só sirva para isso.

Na parte da câmera, mesmas especificações. Ela conta com um sensor Exmor RS de 1/2,3” e lente G grande-angular de 24 mm, da Sony, com abertura f/2,0. A resolução continua de 23 megapixels, permitindo fotos ainda maiores. A qualidade dos cliques se mostrou excelente. Mesmo em locais com baixa iluminação, a imagem surpreende. O ruído é perceptível, mas o resultado final é muito bom já que estamos falando de um celular. As cores são vivas e o equilíbrio entre brilho e contraste é ótimo, tanto nas gravações, quanto nas fotografias. E a estabilização se mostrou competente e anula pequenas tremidas.

Ativando o modo Manual, é possível regular ISO, modos de cena, HDR, balanço de branco e exposição. Nas filmagens, o Xperia Z5 Premium ainda grava em 4K (mas o clipe pode ser interrompido pelo aumento da temperatura) e full HD a 60 fps.

O autofoco também continua presente e segue extremamente veloz. Segundo a Sony, basta apenas 0,03 segundo para que o objeto em questão seja focado. Nos testes, era só apontar e clicar. E com o disparador, o ato de fotografar fica ainda mais fácil.

A câmera frontal possui 5 megapixels e lente grande-angular de 25 mm. O sensor também é Exmor RS. Os cliques ficam ótimos com luz natural, mas sofrem um pouco em locais com menos iluminação, gerando pequenos ruídos.

Falando de bateria, aqui a capacidade aumentou. São 3430 mAh do Xperia Z5 Premium contra 2900 mAh do Z5. Algo compreensível, já que estamos falando de uma tela 4K, que irá consumir mais bateria.

Realizamos nossos testes padrão: 10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube . Tiramos o aparelho da tomada às 9 horas da manhã com 100% e às 6 horas da tarde restavam 10%. Sim, um resultado como esse já era esperado para um telefone desse porte.

Armazenamento, conectividade, tela e design

Tudo igual. Também aqui encontramos 32 GB de armazenamento interno. E para ter uma ideia do que é possível armazenar nesse espaço, eis alguns exemplos: cerca de 25 episódios (45 minutos cada) de seriados em resolução HD, ou 3 mil fotos tiradas na resolução máxima, ou 4,6 mil músicas (5 minutos cada, em média). Se isso ainda for pouco, o slot para cartão microSD aceita modelos de até 200 GB.

No quesito das conexões, o pacote segue o mesmo: 4G, Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, Wi-Fi Direct, DLNA, Bluetooth 4.1, GPS (com A-GPS – a recepção foi excelente), MHL e NFC. Single chip, o Z5 Premium compartilha na mesma gaveta o espaço para o SIM e o cartão microSD.

Conforme falamos no início do texto, a resolução 4K não faz diferença a olho nu numa tela desse tamanho. Ainda assim, as imagens são excelentes com qualquer conteúdo. A primeira diferença entre os telefones está no tamanho do visor. Aqui são 5,5 polegadas 4K contra 5,2 polegadas full HD no Z5. O ângulo de visão é amplo, cores vibrantes e contraste marcante dão o tom nesse aparelho. O vidro frontal ainda é resistente a riscos e arranhões.

Nos testes, a resposta aos comandos foi rápida e precisa. Graças ao bom tamanho de tela, o teclado é espaçoso, oferecendo uma digitação tranquila. Os botões do Android são parte da tela e desaparecem durante jogos e reprodução de vídeos.

Outra leve diferença está nas dimensões e peso do Z5 Premium. São 181 gramas (contra 154 g do Z5) e 7,8 milímetros de espessura (0,5 mm a mais que o Z5). O vidro traseiro aqui é totalmente liso e refletivo, diferente do Z5 que trazia um acabamento fosco. Portanto, no Z5 Premium as marcas das digitais voltam a aparecer e engordurar o telefone. As bordas seguem feitas de alumínio e as quinas arredondadas são de plástico. Mas como a traseira é plana, segure firme para que o smartphone não escorregue da sua mão, ok?

Na parte inferior está o microUSB. Do lado direito temos o botão liga/desliga, disparador da câmera e controle de volume. No lado esquerdo encontramos a tampinha que dá acesso ao slot para chip nanoSIM e cartão microSD. Em cima, P2 para fone de ouvido. Na traseira, câmera e flash LED. Na frente, câmera, sensores de proximidade e luminosidade e alto-falantes.

Tudo igual. Também aqui encontramos 32 GB de armazenamento interno. E para ter uma ideia do que é possível armazenar nesse espaço, eis alguns exemplos: cerca de 25 episódios (45 minutos cada) de seriados em resolução HD, ou 3 mil fotos tiradas na resolução máxima, ou 4,6 mil músicas (5 minutos cada, em média). Se isso ainda for pouco, o slot para cartão microSD aceita modelos de até 200 GB.

No quesito das conexões, o pacote segue o mesmo: 4G, Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, Wi-Fi Direct, DLNA, Bluetooth 4.1, GPS (com A-GPS – a recepção foi excelente), MHL e NFC. Single chip, o Z5 Premium compartilha na mesma gaveta o espaço para o SIM e o cartão microSD.

Conforme falamos no início do texto, a resolução 4K não faz diferença a olho nu numa tela desse tamanho. Ainda assim, as imagens são excelentes com qualquer conteúdo. A primeira diferença entre os telefones está no tamanho do visor. Aqui são 5,5 polegadas 4K contra 5,2 polegadas full HD no Z5. O ângulo de visão é amplo, cores vibrantes e contraste marcante dão o tom nesse aparelho. O vidro frontal ainda é resistente a riscos e arranhões.

Nos testes, a resposta aos comandos foi rápida e precisa. Graças ao bom tamanho de tela, o teclado é espaçoso, oferecendo uma digitação tranquila. Os botões do Android são parte da tela e desaparecem durante jogos e reprodução de vídeos.

Outra leve diferença está nas dimensões e peso do Z5 Premium. São 181 gramas (contra 154 g do Z5) e 7,8 milímetros de espessura (0,5 mm a mais que o Z5). O vidro traseiro aqui é totalmente liso e refletivo, diferente do Z5 que trazia um acabamento fosco. Portanto, no Z5 Premium as marcas das digitais voltam a aparecer e engordurar o telefone. As bordas seguem feitas de alumínio e as quinas arredondadas são de plástico. Mas como a traseira é plana, segure firme para que o smartphone não escorregue da sua mão, ok?

Na parte inferior está o microUSB. Do lado direito temos o botão liga/desliga, disparador da câmera e controle de volume. No lado esquerdo encontramos a tampinha que dá acesso ao slot para chip nanoSIM e cartão microSD. Em cima, P2 para fone de ouvido. Na traseira, câmera e flash LED. Na frente, câmera, sensores de proximidade e luminosidade e alto-falantes.

Especificações, desempenho e benchmarks

Nas specs, tudo igual ao seu irmão Z5: processador Qualcomm Snapdragon 810 octa-core (quad-core 1,5 GHz + quad-core 2 GHz) com arquitetura 64-bit, 3 GB de RAM e GPU Adreno 430. O Android instalado ainda é o 5.1.1 (Lollipop), mas a Sony já liberou a atualização para o 6.0 Marshmellow (ainda não disponível durante a produção do review). A interface é a tradicional da Sony, com leves alterações no menu de aplicativos. Para organizar, é só tocar nos três pontinhos localizados no canto superior direito. No botão de multitarefas, é possível abrir alguns aplicativos, como calculadora, navegador e temporizador, e seguir operando por menus e telas ao mesmo tempo.

Assim como no Z5, o Snapdragon 810 segue como o processador e é justamente ele que sofre com críticas por toda a internet graças às altas temperaturas que ele apresenta. Para se ter uma ideia, eram quase 50 graus no Xperia Z3+. Por aqui, o telefone esquentou um pouco menos. Na casa dos 45 graus, ele incomoda um pouco principalmente em jogatinas mais longas. Pelo menos, a performance não é prejudicada.

Durante os testes, deixamos mais de 15 apps abertos, transitamos entre telas e programas e não notamos queda de desempenho. Com os games, tudo seguiu conforme o esperado, seja com os mais leves, como Crossy Road, nos intermediários, como Fruit Ninja, ou nos mais pesados, como Real Racing 3. Em todos, os gráficos se mostraram excelentes e sem queda de frames, com boa experiência.

Juntamente com os testes do dia a dia, rodamos alguns benchmarks sintéticos para gerar números absolutos e ajudar na comparação entre os smartphones. Utilizamos quatro programas: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark.

No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o Xperia Z5 Premium marcou 78518 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o telefone chegou aos 35913 pontos. No terceiro teste, o processador gráfico foi estressado ao máximo e o celular atingiu o máximo de pontos no modo extreme e 26870 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela.

Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades cotidianos do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O modelo da Sony anotou 5062 pontos.

Os números não são indicativos reais do total poder de processamento, mas mostram que estamos falando de mais um smartphone topo de linha.

Nas specs, tudo igual ao seu irmão Z5: processador Qualcomm Snapdragon 810 octa-core (quad-core 1,5 GHz + quad-core 2 GHz) com arquitetura 64-bit, 3 GB de RAM e GPU Adreno 430. O Android instalado ainda é o 5.1.1 (Lollipop), mas a Sony já liberou a atualização para o 6.0 Marshmellow (ainda não disponível durante a produção do review). A interface é a tradicional da Sony, com leves alterações no menu de aplicativos. Para organizar, é só tocar nos três pontinhos localizados no canto superior direito. No botão de multitarefas, é possível abrir alguns aplicativos, como calculadora, navegador e temporizador, e seguir operando por menus e telas ao mesmo tempo.

Assim como no Z5, o Snapdragon 810 segue como o processador e é justamente ele que sofre com críticas por toda a internet graças às altas temperaturas que ele apresenta. Para se ter uma ideia, eram quase 50 graus no Xperia Z3+. Por aqui, o telefone esquentou um pouco menos. Na casa dos 45 graus, ele incomoda um pouco principalmente em jogatinas mais longas. Pelo menos, a performance não é prejudicada.

Durante os testes, deixamos mais de 15 apps abertos, transitamos entre telas e programas e não notamos queda de desempenho. Com os games, tudo seguiu conforme o esperado, seja com os mais leves, como Crossy Road, nos intermediários, como Fruit Ninja, ou nos mais pesados, como Real Racing 3. Em todos, os gráficos se mostraram excelentes e sem queda de frames, com boa experiência.

Juntamente com os testes do dia a dia, rodamos alguns benchmarks sintéticos para gerar números absolutos e ajudar na comparação entre os smartphones. Utilizamos quatro programas: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark.

No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o Xperia Z5 Premium marcou 78518 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o telefone chegou aos 35913 pontos. No terceiro teste, o processador gráfico foi estressado ao máximo e o celular atingiu o máximo de pontos no modo extreme e 26870 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela.

Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades cotidianos do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O modelo da Sony anotou 5062 pontos.

Os números não são indicativos reais do total poder de processamento, mas mostram que estamos falando de mais um smartphone topo de linha.

Conclusão

A Sony é como aquele menino mimado que quer ter tudo do bom e do melhor para ostentar para a galera. Brincadeiras à parte, essa é a única justificativa para a empresa inserir a resolução 4K em sua tela. Até porque são apenas algumas aplicações que utilizam os 3840 por 2160 pixels (fotos, vídeos, YouTube e Netflix). A Sony foi a primeira empresa a trazer essa tecnologia para os smartphones, mas com um tamanho de tela tão pequeno, não achamos necessário tal incremento. Telefones com resolução de tela full HD já são mais que suficientes para uma boa experiência.

Mesmo assim, o desempenho com qualquer aplicação é excelente, a câmera produz ótimas fotos e o design segue o mesmo padrão da família. O porém aqui vai para a bateria, que em nossos testes chegou aos 10% às 18 horas. E não nos esqueçamos do alto preço cobrado pelo smartphone, o que pode afastar possíveis consumidores.

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Avaliação Geral100%Recomendam a compra
9/10Baseado em 16 avaliações
Aspectos Positivos
  • Câmera
  • Custo-Benefício
  • Design
  • Display
  • Funções e Características
  • Durabilidade
  • Facilidade de Uso
  • Duração da Bateria
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