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    Informações Básicas
    TipoSmartphone
    MarcaSony
    LinhaXperia
    ModeloZ5 32GB
    ChipsSingle Chip
    CoresBranco, Ouro, Preto Grafite, Verde
    Câmera
    Câmera Traseira23 Megapixels
    Funções da CâmeraDetector de Rosto, Filma em 4K, Flash, Foco Automático, HDR, Panorama, Posição Geográfica, Zoom de 8x
    Câmera Frontal5.0 Megapixels Frontal
    Tela
    Tamanho da Tela5.2 polegadas
    Tipo de TelaIPS
    Resolução1920 x 1080 Pixels
    Hardware
    ProcessadorQualcomm Snapdragon 810
    NúcleosOcta-Core (8 Núcleos)
    Memória Interna32 GB
    EntradasFone de Ouvido, MHL 3.0
    Software
    Sistema OperacionalAndroid
    VersãoLollipop
    Características e Conectividade
    Internet4G, Wi-Fi
    RecursosBluetooth 4.1, MP3 Player, NFC, Rádio
    ProteçãoA Prova de Água, A Prova de Pó
    Bateria
    Bateria2900 mAh
    Autonomia em Stand-by520 Horas
    Autonomia em Conversação17 Horas
    Dimensões
    Largura72 mm
    Altura146 mm
    Profundidade7,3 mm
    Peso154 g
    Por Colaborador em 19/11/2015
    Sony Xperia Z5 é mais do mesmo, mas com uma câmera top

    Com configurações semelhantes ao Z3+, o novo topo de linha japonês aposta em uma câmera matadora e desempenho forte

    Prós
    • Performance elevada

    • Design traz novos detalhes (traseira em vidro fosco)

    • Tela com ótimas imagens

    • Resistente à água e poeira

    • Câmera traz focagem veloz e ótimos cliques

    Contras
    • Poucas mudanças que justifiquem a atualização em tão pouco tempo (pouco mais de 3 meses)

    Entra ano, passa ano, e a Sony não se cansa de atualizar seu smartphone topo de linha no Brasil. Na verdade, passaram-se pouco mais de três meses entre a chegada do Z3+ e o lançamento do Xperia Z5, sobre o qual falaremos nesse review. Mesmo com muitas semelhanças em relação ao seu irmão mais velho, o novo telefone destaca-se, principalmente, pela câmera, que agora possui 23 megapixels e focagem bastante veloz. Confira todos os detalhes em nossa análise a seguir.

    Entra ano, passa ano, e a Sony não se cansa de atualizar seu smartphone topo de linha no Brasil. Na verdade, passaram-se pouco mais de três meses entre a chegada do Z3+ e o lançamento do Xperia Z5, sobre o qual falaremos nesse review. Mesmo com muitas semelhanças em relação ao seu irmão mais velho, o novo telefone destaca-se, principalmente, pela câmera, que agora possui 23 megapixels e focagem bastante veloz. Confira todos os detalhes em nossa análise a seguir.

    Especificações, desempenho e benchmarks

    Aqui não mudou muita coisa não. O processador continua sendo o Qualcomm Snapdragon 810 octa-core (quad-core 1,5 GHz + quad-core 2 GHz) de arquitetura 64-bit, 3 GB de RAM e GPU Adreno 430. O Android instalado ainda é o 5.1.1 (Lollipop), mas a Sony afirma que a próxima versão, a 6.0 Marshmellow, estará disponível. A interface é aquela já conhecida, com pequenas mudanças no menu de aplicativos. Para organizá-los, basta clicar nos três pontinhos localizados no canto superior direito. E no botão de multitarefas, é possível abrir alguns aplicativos, como calculadora, navegador e temporizador, e continuar navegando ao mesmo tempo por telas e menus.

    Mais uma vez, a Sony insistiu em trazer o Snapdragon 810, que sofre com reclamações por toda a comunidade tecnológica devido ao aquecimento elevado que os dispositivos apresentam. No Z3+, a temperatura quase atingiu os 50 graus em diversas situações. Já no Xperia Z5, notamos uma leve melhora. O responsável por isso, segundo a Sony, é a presença de dois dissipadores de ar, contra apenas um no aparelho anterior.

    Depois de alguns minutos jogando, a temperatura do telefone chegou aos 44 graus. Incomoda? Um pouco, principalmente se você ficar muito tempo com o celular em mãos. Pelo menos, não notamos nenhuma queda de desempenho durante o uso.

    Durante nossos testes, deixamos diversos aplicativos abertos, navegamos por todas as telas, alternamos entre os programas, e a performance se mostrou muito boa. Nos games, a situação continuou positiva, seja nos mais simples, como Crossy Road, ou nos mais pesados, como Modern Combat 5 e Real Racing 3. Nos exigentes, notamos gráficos impecáveis, com bons níveis de detalhes, sombras e nada de queda de frames, proporcionando ótima jogatina.

    Além dos testes corriqueiros, também rodamos os benchmarks sintéticos, que geram números absolutos e ajudam na comparação entre os smartphones. Rodamos quatro programas: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark.

    No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o Xperia Z5 marcou 49994 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o telefone chegou aos 22745 pontos. No terceiro teste, o processador gráfico foi estressado ao máximo e o celular atingiu 10152 pontos no modo extreme e 14119 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela.

    Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O modelo da Sony anotou 5100 pontos.

    Os números não são indicativos reais do total poder de processamento, mas mostram que estamos falando de um smartphone topo de linha. Confira outros resultados e compare os números com diversos aparelhos na página de reviews do Bondfaro.

    Aqui não mudou muita coisa não. O processador continua sendo o Qualcomm Snapdragon 810 octa-core (quad-core 1,5 GHz + quad-core 2 GHz) de arquitetura 64-bit, 3 GB de RAM e GPU Adreno 430. O Android instalado ainda é o 5.1.1 (Lollipop), mas a Sony afirma que a próxima versão, a 6.0 Marshmellow, estará disponível. A interface é aquela já conhecida, com pequenas mudanças no menu de aplicativos. Para organizá-los, basta clicar nos três pontinhos localizados no canto superior direito. E no botão de multitarefas, é possível abrir alguns aplicativos, como calculadora, navegador e temporizador, e continuar navegando ao mesmo tempo por telas e menus.

    Mais uma vez, a Sony insistiu em trazer o Snapdragon 810, que sofre com reclamações por toda a comunidade tecnológica devido ao aquecimento elevado que os dispositivos apresentam. No Z3+, a temperatura quase atingiu os 50 graus em diversas situações. Já no Xperia Z5, notamos uma leve melhora. O responsável por isso, segundo a Sony, é a presença de dois dissipadores de ar, contra apenas um no aparelho anterior.

    Depois de alguns minutos jogando, a temperatura do telefone chegou aos 44 graus. Incomoda? Um pouco, principalmente se você ficar muito tempo com o celular em mãos. Pelo menos, não notamos nenhuma queda de desempenho durante o uso.

    Durante nossos testes, deixamos diversos aplicativos abertos, navegamos por todas as telas, alternamos entre os programas, e a performance se mostrou muito boa. Nos games, a situação continuou positiva, seja nos mais simples, como Crossy Road, ou nos mais pesados, como Modern Combat 5 e Real Racing 3. Nos exigentes, notamos gráficos impecáveis, com bons níveis de detalhes, sombras e nada de queda de frames, proporcionando ótima jogatina.

    Além dos testes corriqueiros, também rodamos os benchmarks sintéticos, que geram números absolutos e ajudam na comparação entre os smartphones. Rodamos quatro programas: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark.

    No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o Xperia Z5 marcou 49994 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o telefone chegou aos 22745 pontos. No terceiro teste, o processador gráfico foi estressado ao máximo e o celular atingiu 10152 pontos no modo extreme e 14119 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela.

    Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O modelo da Sony anotou 5100 pontos.

    Os números não são indicativos reais do total poder de processamento, mas mostram que estamos falando de um smartphone topo de linha. Confira outros resultados e compare os números com diversos aparelhos na página de reviews do Bondfaro.

    Armazenamento, conectividade, tela e design

    Assim como na versão anterior, os 32 GB de armazenamento interno foram mantidos (destes, apenas 22,58 GB estão livres para o usuário). Para se ter uma ideia, nesse espaço é possível armazenar cerca de 25 episódios (45 minutos cada) de seriados em resolução HD, ou 3 mil fotos tiradas na resolução máxima, ou 4,6 mil músicas (5 minutos cada, em média). Mas se você não está satisfeito com esse espaço, é possível inserir um cartão microSD de até 200 GB.

    Falando sobre conexões, o Xperia Z5 traz slot para apenas um chip (na mesma gaveta compartilhada com o cartão microSD), mas que, obviamente, navega em 4G. Além disso, possui Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, Wi-Fi Direct, DLNA, Bluetooth 4.1, GPS (com A-GPS – a recepção foi ótima), MHL e NFC.

    O tamanho e especificações seguem os mesmos desde o longínquo Z2. São 5,2 polegadas IPS LCD, 423 pontos por polegada e imagens excelentes. Brilho bastante destacado, amplo ângulo de visão, contraste equilibrado e cores vibrantes marcam todas as imagens mostradas na tela do smartphones. As tecnologias utilizadas (Triluminos e X-Reality) são as mesmas que os televisores da empresa adotam para otimizar a qualidade final. No caso do Xperia Z5, quem adora curtir vídeos no YouTube ou seriados, vai se esbaldar. Ah, e o vidro frontal ainda é resistente a pequenos riscos e arranhões.

    Durante nossos testes, o manuseio foi bastante tranquilo, com rápida resposta aos comandos. O teclado virtual é espaçoso, permitindo uma digitação tranquila. Os botões do Android fazem parte da tela, mas desaparecem durante jogos e reprodução de vídeos.

    Levemente mais pesado e mais espesso (são 154 gramas e 7,3 milímetros, 10 cm e 0,4 mm a mais, respectivamente, que o Z3+), o Z5 apresenta uma pequena mudança em relação aos antecessores. O vidro traseiro agora é fosco e traz uma aderência um pouco melhor que o vidro liso. Outra vantagem é que as famigeradas impressões digitais deixam de ficar marcadas. As bordas continuam de alumínio e as quinas arredondadas são de plástico.

    O problema é que, um telefone com a traseira toda lisa, será preciso tomar cuidado para que ele não escorregue da sua mão. Dá pra manusear com apenas uma delas? Dá, mas ficará mais fácil se utilizar as duas.

    Na sua construção física, encontramos o microUSB na parte inferior, disparador da câmera, controle de volume e o botão liga/desliga na lateral direita, slot para chip nanoSIM e microSD do lado esquerdo, P2 para fone de ouvido na parte superior, câmera frontal, sensores de proximidade e luminosidade e alto-falantes na parte da frente, além da outra câmera e do flash LED na traseira.

    Assim como na versão anterior, os 32 GB de armazenamento interno foram mantidos (destes, apenas 22,58 GB estão livres para o usuário). Para se ter uma ideia, nesse espaço é possível armazenar cerca de 25 episódios (45 minutos cada) de seriados em resolução HD, ou 3 mil fotos tiradas na resolução máxima, ou 4,6 mil músicas (5 minutos cada, em média). Mas se você não está satisfeito com esse espaço, é possível inserir um cartão microSD de até 200 GB.

    Falando sobre conexões, o Xperia Z5 traz slot para apenas um chip (na mesma gaveta compartilhada com o cartão microSD), mas que, obviamente, navega em 4G. Além disso, possui Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, Wi-Fi Direct, DLNA, Bluetooth 4.1, GPS (com A-GPS – a recepção foi ótima), MHL e NFC.

    O tamanho e especificações seguem os mesmos desde o longínquo Z2. São 5,2 polegadas IPS LCD, 423 pontos por polegada e imagens excelentes. Brilho bastante destacado, amplo ângulo de visão, contraste equilibrado e cores vibrantes marcam todas as imagens mostradas na tela do smartphones. As tecnologias utilizadas (Triluminos e X-Reality) são as mesmas que os televisores da empresa adotam para otimizar a qualidade final. No caso do Xperia Z5, quem adora curtir vídeos no YouTube ou seriados, vai se esbaldar. Ah, e o vidro frontal ainda é resistente a pequenos riscos e arranhões.

    Durante nossos testes, o manuseio foi bastante tranquilo, com rápida resposta aos comandos. O teclado virtual é espaçoso, permitindo uma digitação tranquila. Os botões do Android fazem parte da tela, mas desaparecem durante jogos e reprodução de vídeos.

    Levemente mais pesado e mais espesso (são 154 gramas e 7,3 milímetros, 10 cm e 0,4 mm a mais, respectivamente, que o Z3+), o Z5 apresenta uma pequena mudança em relação aos antecessores. O vidro traseiro agora é fosco e traz uma aderência um pouco melhor que o vidro liso. Outra vantagem é que as famigeradas impressões digitais deixam de ficar marcadas. As bordas continuam de alumínio e as quinas arredondadas são de plástico.

    O problema é que, um telefone com a traseira toda lisa, será preciso tomar cuidado para que ele não escorregue da sua mão. Dá pra manusear com apenas uma delas? Dá, mas ficará mais fácil se utilizar as duas.

    Na sua construção física, encontramos o microUSB na parte inferior, disparador da câmera, controle de volume e o botão liga/desliga na lateral direita, slot para chip nanoSIM e microSD do lado esquerdo, P2 para fone de ouvido na parte superior, câmera frontal, sensores de proximidade e luminosidade e alto-falantes na parte da frente, além da outra câmera e do flash LED na traseira.

    Recursos extras, câmeras e bateria

    Os outros irmãos já possuíam isso e o Xperia Z5 continua o legado. A certificação IP65/68 permite que o telefone fique embaixo d’água por até 30 minutos no máximo a 1,5 metro e resiste à poeira e jatos d’água de baixa pressão de todas as direções. Maaaaaaaaaaaas...... a Sony recomenda não colocar o dispositivo completamente embaixo d'água ou expô-lo à água do mar, água salgada, água com cloro ou líquidos como bebidas. Loucura, não? Mas você pode lavar o telefone na torneira ou tomar chuva com ele, sem problemas. Os conectores P2 e microUSB não são protegidos por tampinhas, mas como são selados internamente, não estragarão em contato com a água.

    O recurso do Remote Play, que foi trazido com o Z3 e permite fazer o streaming dos jogos de PS4 na tela do seu celular, continua presente. Mas sempre confira se o jogo suporta essa função.

    Um último detalhe (e esse é novidade) é a mudança do botão Liga/Desliga. Ele deixou de ser aquela bolinha e agora foi achatado. Pressioná-lo é uma tarefa um tanto ingrata, mas a Sony adicionou um leitor de impressões digitais nele, tornando o desbloqueio algo muito mais fácil. Pena que essa seja sua única função. Não é possível usá-lo com nenhum aplicativo.

    Aqui está a maior mudança em relação à geração anterior. O sensor continua sendo o Exmor RS de 1/2,3” e a lente G grande-angular de 24 mm é também da própria Sony, com abertura f/2,0. Mas a resolução deixou de ser de 20,7 megapixels, presente desde o Xperia Z1, e agora passa a ser de 23 megapixels, permitindo fotos ainda maiores.

    Só que além de fotos maiores, pudemos conferir uma ótima qualidade de imagens, principalmente em ambientes com pouca iluminação. Claro que existe ruído, mas a qualidade é superior a outros smartphones concorrentes no mercado. E quando a iluminação é abundante, aí não precisamos nem nos preocupar.

    As cores se mostraram vibrantes e o equilíbrio entre brilho e contraste é ótimo, seja nos cliques ou nas filmagens. Aliás, a estabilização se mostrou eficaz e permite gravações que anula pequenas tremidas. No modo Manual, é possível ajustar ISO, modo de cena, HDR, balanço de branco e exposição. Nas filmagens, o Xperia Z5 ainda captura em full HD a 60 fps. Além do modo manual, é possível se divertir com recursos de câmera lenta e 4K (nesse caso, a gravação é interrompida caso a temperatura do telefone suba bastante).

    Outro detalhe que chama a atenção é o autofoco. Esse modelo da Sony é extremamente rápido. Segundo a fabricante, basta apenas 0,03 segundo para que o objeto em questão seja focado. E em nossos testes pudemos comprovar essa alta velocidade. Era só apontar e clicar. A foto não saia desfocada. Tudo em menos de meio segundo. Ah, e o disparador  ajuda na experiência de fotografar, pois você se sente com uma câmera fotográfica nas mãos.

    Já a câmera frontal conta com 5 megapixels e uma lente grande-angular de 25 mm. O sensor também é Exmor RS. Os cliques são bons com luz natural, mas sofrem um pouco com a escassez, gerando pequenos ruídos.

    Com 2900 mAh, a Sony continua prometendo que a autonomia da bateria chega a dois dias. Mas dessa vez, ela jogou a real com os consumidores. São dois dias no modo Stamina, onde é possível diminuir o desempenho e desligar dados móveis e Wi-Fi quando a tela está desligada.

    Mas, em nossos testes, a realidade passou muito longe dos dois dias. Tiramos o celular da tomada às 8 horas da manhã com 100% e após realizar tudo (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube), restavam 16% às 5 horas da tarde.

    Sim, nossos testes são um pouco exigentes, mas em nosso caso, ativamos o tal Modo Stamina após isso e conseguimos chegar ao fim do dia com carga. Mas é a realidade que conhecemos nos smartphones de hoje. Usa muito, a bateria vai pro espaço.

    Os outros irmãos já possuíam isso e o Xperia Z5 continua o legado. A certificação IP65/68 permite que o telefone fique embaixo d’água por até 30 minutos no máximo a 1,5 metro e resiste à poeira e jatos d’água de baixa pressão de todas as direções. Maaaaaaaaaaaas...... a Sony recomenda não colocar o dispositivo completamente embaixo d'água ou expô-lo à água do mar, água salgada, água com cloro ou líquidos como bebidas. Loucura, não? Mas você pode lavar o telefone na torneira ou tomar chuva com ele, sem problemas. Os conectores P2 e microUSB não são protegidos por tampinhas, mas como são selados internamente, não estragarão em contato com a água.

    O recurso do Remote Play, que foi trazido com o Z3 e permite fazer o streaming dos jogos de PS4 na tela do seu celular, continua presente. Mas sempre confira se o jogo suporta essa função.

    Um último detalhe (e esse é novidade) é a mudança do botão Liga/Desliga. Ele deixou de ser aquela bolinha e agora foi achatado. Pressioná-lo é uma tarefa um tanto ingrata, mas a Sony adicionou um leitor de impressões digitais nele, tornando o desbloqueio algo muito mais fácil. Pena que essa seja sua única função. Não é possível usá-lo com nenhum aplicativo.

    Aqui está a maior mudança em relação à geração anterior. O sensor continua sendo o Exmor RS de 1/2,3” e a lente G grande-angular de 24 mm é também da própria Sony, com abertura f/2,0. Mas a resolução deixou de ser de 20,7 megapixels, presente desde o Xperia Z1, e agora passa a ser de 23 megapixels, permitindo fotos ainda maiores.

    Só que além de fotos maiores, pudemos conferir uma ótima qualidade de imagens, principalmente em ambientes com pouca iluminação. Claro que existe ruído, mas a qualidade é superior a outros smartphones concorrentes no mercado. E quando a iluminação é abundante, aí não precisamos nem nos preocupar.

    As cores se mostraram vibrantes e o equilíbrio entre brilho e contraste é ótimo, seja nos cliques ou nas filmagens. Aliás, a estabilização se mostrou eficaz e permite gravações que anula pequenas tremidas. No modo Manual, é possível ajustar ISO, modo de cena, HDR, balanço de branco e exposição. Nas filmagens, o Xperia Z5 ainda captura em full HD a 60 fps. Além do modo manual, é possível se divertir com recursos de câmera lenta e 4K (nesse caso, a gravação é interrompida caso a temperatura do telefone suba bastante).

    Outro detalhe que chama a atenção é o autofoco. Esse modelo da Sony é extremamente rápido. Segundo a fabricante, basta apenas 0,03 segundo para que o objeto em questão seja focado. E em nossos testes pudemos comprovar essa alta velocidade. Era só apontar e clicar. A foto não saia desfocada. Tudo em menos de meio segundo. Ah, e o disparador  ajuda na experiência de fotografar, pois você se sente com uma câmera fotográfica nas mãos.

    Já a câmera frontal conta com 5 megapixels e uma lente grande-angular de 25 mm. O sensor também é Exmor RS. Os cliques são bons com luz natural, mas sofrem um pouco com a escassez, gerando pequenos ruídos.

    Com 2900 mAh, a Sony continua prometendo que a autonomia da bateria chega a dois dias. Mas dessa vez, ela jogou a real com os consumidores. São dois dias no modo Stamina, onde é possível diminuir o desempenho e desligar dados móveis e Wi-Fi quando a tela está desligada.

    Mas, em nossos testes, a realidade passou muito longe dos dois dias. Tiramos o celular da tomada às 8 horas da manhã com 100% e após realizar tudo (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube), restavam 16% às 5 horas da tarde.

    Sim, nossos testes são um pouco exigentes, mas em nosso caso, ativamos o tal Modo Stamina após isso e conseguimos chegar ao fim do dia com carga. Mas é a realidade que conhecemos nos smartphones de hoje. Usa muito, a bateria vai pro espaço.

    Conclusão

    Não sabemos exatamente qual é a estratégia da Sony ao lançar outro telefone topo de linha em tão pouco tempo. Tanto que as mudanças encontradas no Xperia Z5 são poucas em relação ao Z3+. A maior delas é a câmera, que traz uma resolução maior e qualidade excelente nos cliques.

    No restante, nada diferente do que esperávamos. Alto desempenho, aliado a uma pequena diminuição da temperatura (algo positivo se comparado ao Z3+), design premium agora com traseira de vidro fosca, que não deixa mais as marcas chatas das impressões digitais, tela IPS com belas imagens e resistência à água e poeira.

    Por isso tudo, julgamos totalmente desnecessário a troca de aparelhos, caso você tenha um Xperia Z3+ (até pelo preço que você deve ter pago e por esse novo custar o olho da cara). Mas se você é fã dos produtos Sony e quer ter um modelo com uma câmera de qualidade, vá em frente.

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    Avaliação Geral96%Recomendam a compra
    9/10Baseado em 28 avaliações
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