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    Smartphone Sony Xperia Xz Android Tela 5,2 ´, 32gb, 4g, Câmera 23mp Processador Snapdragon 820 Azul

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    Informações Básicas
    TipoSmartphone
    MarcaSony
    LinhaXperia
    ModeloXZ
    ChipsSingle Chip
    CoresAzul Floresta, Platina, Preto Minério
    Câmera
    Câmera Traseira23 Megapixels
    Funções da CâmeraCaptura Rápida, Filma em 4K, Foco Automático, HDR, Zoom de 5x
    Câmera Frontal13.0 Megapixels Frontal
    Tela
    Tamanho da Tela5.2 polegadas
    Resolução1920 x 1080 Pixels
    DefiniçãoFull HD
    Hardware
    ProcessadorQualcomm Snapdragon 820
    NúcleosQuad-Core (4 Núcleos)
    Memória Interna32 GB
    Memória RAM3 GB RAM
    EntradasMicroSD, USB Type-C
    Software
    Sistema OperacionalAndroid
    VersãoMarshmallow
    Características e Conectividade
    Internet4G, Wi-Fi
    RecursosBluetooth 4.2, DLNA, MP3 Player, NFC
    ProteçãoGorilla Glass, Resistente à Água
    Bateria
    Bateria2900 mAh
    Dimensões
    Largura72 mm
    Altura146 mm
    Profundidade8,1 mm
    Peso161 g
    Por Colaborador em 14/10/2016
    Smartphone Xperia XZ abusa das fotos belíssimas

    Celular da Sony traz ótima performance, tela com ótimas imagens, mas o design, apesar de ótimo acabamento, divide opiniões

    Prós
    • Câmera com cliques excelentes

    • Desempenho matador

    • Tela com ótimas imagens

    Contras
    • Design quadradão

    • Fone de ouvido não acompanha a embalagem

    Quando brincávamos que chegaria uma época que a Sony já teria lançado tantos smartphones que acabariam as letras do alfabeto, essa hora chegou. Com o fim da linha Z, acaba de chegar ao mercado brasileiro o novo flagship da marca japonesa, o Xperia XZ. Com um design robusto, inovações na câmera e melhoras na tecnologia da duração da vida útil da bateria, colocamos o celular à prova em nossos testes. Será que ele está pronto para brigar com seus principais concorrentes? É o que vamos descobrir nos parágrafos a seguir.

    Quando brincávamos que chegaria uma época que a Sony já teria lançado tantos smartphones que acabariam as letras do alfabeto, essa hora chegou. Com o fim da linha Z, acaba de chegar ao mercado brasileiro o novo flagship da marca japonesa, o Xperia XZ. Com um design robusto, inovações na câmera e melhoras na tecnologia da duração da vida útil da bateria, colocamos o celular à prova em nossos testes. Será que ele está pronto para brigar com seus principais concorrentes? É o que vamos descobrir nos parágrafos a seguir.

    Especificações, desempenho e benchmarks

    Equipado com um processador quad-core Snapdragon 820 (Dual-core 2,15 GHz Kryo + Dual-core 1,6 GHz Kryo), o usuário não poderá reclamar de falta de desempenho. Talvez questione o porquê de 3 GB de RAM, já que alguns de seus rivais estão oferecendo 4 GB. Mesmo assim, não deixa a desejar. A GPU é a recente Adreno 530 e o sistema operacional ainda é o Android 6.0.1 Marshmallow e a customização é aquela já tão conhecida em celulares da marca japonesa.

    Para transitar entre apps abertos em segundo plano ou iniciar novos aplicativos, não tivemos nenhum problema. Não fechamos quase nenhum deles e o telefone continuou se comportando bem, sem engasgos. Com os jogos, gráficos no máximo e desempenho excelente.

    E para quem gosta de benchmarks, rodamos alguns testes que geram resultados absolutos e ajudam na comparação entre os smartphones. Utilizamos os quatro programas de sempre: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark.

    No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o Xperia XZ marcou ótimos 137438 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o telefone chegou aos 44705 pontos. No terceiro teste, onde processador gráfico é estressado ao máximo, o celular atingiu o limite no modo extreme e 29421 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela.

    Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades cotidianos do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O modelo da Lenovo anotou 6681 pontos.

    Apenas como referência, eis os resultados de outros três smartphones, um topo de linha (Moto Z), um básico/intermediário (Moto G 4 Play) e outro de entrada (Vibe B):

    <strong>Moto Z</strong>: 132.343 pts (Antutu), 41.261 pts (Quadrant), 25.656 pontos no modo unlimited (3DMark) e 7.327 pts (PCMark).

    <strong>Moto G 4 Play</strong>: 28.952 pts (Antutu), 14.072 pts (Quadrant), 4.426 pontos no modo unlimited (3DMark) e 4.111 pts (PCMark).

    <strong>Vibe B</strong>: 23.434 pts (Antutu), 7.126 pts (Quadrant), 2.653 pontos no modo unlimited (3DMark) e 2.839 pts (PCMark).

    Como pode-se ver, o Xperia XZ ainda superou um de seus concorrentes, o Moto Z, nesses testes. 

    Equipado com um processador quad-core Snapdragon 820 (Dual-core 2,15 GHz Kryo + Dual-core 1,6 GHz Kryo), o usuário não poderá reclamar de falta de desempenho. Talvez questione o porquê de 3 GB de RAM, já que alguns de seus rivais estão oferecendo 4 GB. Mesmo assim, não deixa a desejar. A GPU é a recente Adreno 530 e o sistema operacional ainda é o Android 6.0.1 Marshmallow e a customização é aquela já tão conhecida em celulares da marca japonesa.

    Para transitar entre apps abertos em segundo plano ou iniciar novos aplicativos, não tivemos nenhum problema. Não fechamos quase nenhum deles e o telefone continuou se comportando bem, sem engasgos. Com os jogos, gráficos no máximo e desempenho excelente.

    E para quem gosta de benchmarks, rodamos alguns testes que geram resultados absolutos e ajudam na comparação entre os smartphones. Utilizamos os quatro programas de sempre: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark.

    No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o Xperia XZ marcou ótimos 137438 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o telefone chegou aos 44705 pontos. No terceiro teste, onde processador gráfico é estressado ao máximo, o celular atingiu o limite no modo extreme e 29421 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela.

    Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades cotidianos do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O modelo da Lenovo anotou 6681 pontos.

    Apenas como referência, eis os resultados de outros três smartphones, um topo de linha (Moto Z), um básico/intermediário (Moto G 4 Play) e outro de entrada (Vibe B):

    <strong>Moto Z</strong>: 132.343 pts (Antutu), 41.261 pts (Quadrant), 25.656 pontos no modo unlimited (3DMark) e 7.327 pts (PCMark).

    <strong>Moto G 4 Play</strong>: 28.952 pts (Antutu), 14.072 pts (Quadrant), 4.426 pontos no modo unlimited (3DMark) e 4.111 pts (PCMark).

    <strong>Vibe B</strong>: 23.434 pts (Antutu), 7.126 pts (Quadrant), 2.653 pontos no modo unlimited (3DMark) e 2.839 pts (PCMark).

    Como pode-se ver, o Xperia XZ ainda superou um de seus concorrentes, o Moto Z, nesses testes. 

    Armazenamento, conectividade, tela e design

    Quanto ao espaço interno, este Sony traz boa capacidade. São 32 GB de armazenamento (com pouco mais de 21 GB livre para o usuário) e pode ser expandido até 256 GB via microSD.

    Diferente de alguns topos de linha que adotaram a versão dual-chip, o XZ conta com slot para um nanoSIM 4G. Além disso, traz o pacote completo com GPS (mais GLONASS), Miracast, Bluetooth 4.2, DLNA e NFC. É bom lembrar que o leitor biométrico segue presente no botão liga/desliga, na lateral direita do aparelho, e funciona muito bem.

    Quanto ao design, temos uma opinião um pouco diferente do que estamos ouvindo por aí. Com a traseira metalizada (a Sony chama o material de ALKALEIDO), o modelo traz uma construção que lembra muito aqueles aparelhos unibodys. Só que ele é muito grandão, um bocado bruto. Mostrando para algumas pessoas, uma delas disse que parecia um HD externo. Pelo menos, é possível deixar o aparelho em pé (seria isso uma vantagem?). Com 8,1 milímetros de espessura e 161 gramas, o celular não incomoda nos bolsos e mesmo um pouco pesadinho, oferece bom manuseio. Ele vem disponível em 3 cores (prata, preto e azul), e as marcas de dedos continuam levemente visíveis.

    Outra novidade é a presença do conector USB-C, mas a Sony não dispensou a entrada para fone de ouvido. Ou seja, nada de adaptadores e fios pendurados. A Sony também seguiu a tradição e continua oferecendo o disparador para a câmera, que auxilia bastante na hora do clique.

    Na parte do áudio, os alto-falantes frontais otimizam a potência, já que o som sai na direção do usuário. A potência é bacana. Pena que não vem um fone de ouvido na caixa. A justificativa da Sony para isso é que muitas vezes os usuários não usam o que vem na caixa ou que eles já têm um que utilizam mais. Ah, Sony... conta outra, vai?

    A tela de 5,2 polegadas também é belíssima. Com resolução full HD e painel IPS LCD, a Sony traz as tecnologias Triluminos e X-Reality, as mesmas usadas nas TVs da marca japonesa, otimizando a qualidade final com cores vibrantes, contraste mais apurado, amplo ângulo de visão e um ótimo brilho, o que permite boa visualização mesmo em locais mais iluminados.

    O telefone ainda é resistente à água e poeira. Graças a certificação IP65/68, é possível deixar o Xperia XZ submerso por 30 minutos a 1,5 metro de profundidade. Mas a própria fabricante não recomenda esse uso. Ou seja, pode pegar chuva, se cair na piscina tudo bem, mas não vá ficar nadando, nem deixando o aparelho embaixo da água por muito tempo. Vai que, né?

    Quanto ao espaço interno, este Sony traz boa capacidade. São 32 GB de armazenamento (com pouco mais de 21 GB livre para o usuário) e pode ser expandido até 256 GB via microSD.

    Diferente de alguns topos de linha que adotaram a versão dual-chip, o XZ conta com slot para um nanoSIM 4G. Além disso, traz o pacote completo com GPS (mais GLONASS), Miracast, Bluetooth 4.2, DLNA e NFC. É bom lembrar que o leitor biométrico segue presente no botão liga/desliga, na lateral direita do aparelho, e funciona muito bem.

    Quanto ao design, temos uma opinião um pouco diferente do que estamos ouvindo por aí. Com a traseira metalizada (a Sony chama o material de ALKALEIDO), o modelo traz uma construção que lembra muito aqueles aparelhos unibodys. Só que ele é muito grandão, um bocado bruto. Mostrando para algumas pessoas, uma delas disse que parecia um HD externo. Pelo menos, é possível deixar o aparelho em pé (seria isso uma vantagem?). Com 8,1 milímetros de espessura e 161 gramas, o celular não incomoda nos bolsos e mesmo um pouco pesadinho, oferece bom manuseio. Ele vem disponível em 3 cores (prata, preto e azul), e as marcas de dedos continuam levemente visíveis.

    Outra novidade é a presença do conector USB-C, mas a Sony não dispensou a entrada para fone de ouvido. Ou seja, nada de adaptadores e fios pendurados. A Sony também seguiu a tradição e continua oferecendo o disparador para a câmera, que auxilia bastante na hora do clique.

    Na parte do áudio, os alto-falantes frontais otimizam a potência, já que o som sai na direção do usuário. A potência é bacana. Pena que não vem um fone de ouvido na caixa. A justificativa da Sony para isso é que muitas vezes os usuários não usam o que vem na caixa ou que eles já têm um que utilizam mais. Ah, Sony... conta outra, vai?

    A tela de 5,2 polegadas também é belíssima. Com resolução full HD e painel IPS LCD, a Sony traz as tecnologias Triluminos e X-Reality, as mesmas usadas nas TVs da marca japonesa, otimizando a qualidade final com cores vibrantes, contraste mais apurado, amplo ângulo de visão e um ótimo brilho, o que permite boa visualização mesmo em locais mais iluminados.

    O telefone ainda é resistente à água e poeira. Graças a certificação IP65/68, é possível deixar o Xperia XZ submerso por 30 minutos a 1,5 metro de profundidade. Mas a própria fabricante não recomenda esse uso. Ou seja, pode pegar chuva, se cair na piscina tudo bem, mas não vá ficar nadando, nem deixando o aparelho embaixo da água por muito tempo. Vai que, né?

    Câmeras e bateria

    Bom, mas se tem algo que faz a gente tirar o chapéu são as câmeras do Xperia XZ. Frontal e traseira executam um trabalho excelente, tanto em locais com muita luz ou à noite.

    A câmera principal possui 23 megapixels, abertura f/2.0 e traz uma tecnologia de sensor triplo. Além do famoso Exmor RS, um sensor de foco a laser para deixar a focagem mais veloz (é bem rápida mesmo) e o sensor RGBC-IR que entrega cores reais graças a detecção de cores com ajuste a precisão e exposição de cores brancas com base na fonte de luz do ambiente. Tudo muito complicado, né?

    Na prática, com luz natural, artificial, pouca luz ou a noite, a qualidade é surpreendente. Cores vibrantes, ótima nitidez, equilíbrio entre brilho e contraste. Nos vídeos, a estabilização de 5 eixos permite menos trepidação, garantindo ótimas gravações. Ah, e as filmagens são feitas em resolução máxima 4K, mas com opções para full HD a 30 e 60 quadros por segundo.

    Alguns recursos são bem interessantes, como o modo Panorâmico (que fica muito bom) ou o Modo Manual, que permite alterar diversos ajustes manualmente, como ISO, HDR, foco, velocidade do obturador, exposição e balanço de branco.

    A câmera frontal também se mostrou competente com luz abundante ou falta dela. Com 13 megapixels, as imagens ficaram ótimas, com cores, brilho, contraste e saturação bem equilibrados. Os vídeos seguem a mesma linha e oferecem resolução máxima em full HD. É possível fotografar sem pressionar qualquer botão, seja com o temporizador, com a palma da mão ou apenas sorrindo.

    Com a bateria, o Sony Xperia XZ até que se saiu bem. Com 2900 mAh, colocamos o celular japonês à prova. Fizemos nosso teste padrão (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube). Quando findou-se essa extensa sessão, restavam 22% de carga. Um bom resultado, mas que precisa ficar alerta para não ficar sem bateria no final do dia.

    Pensando nisso, a Sony continua oferecendo modos de economia, onde alguns recursos são desativados com a intenção de prolongar a autonomia. O recurso QNovo, segundo a Sony, diz ser capaz de estender o ciclo de vida da bateria. Infelizmente, não dá para testar esse recurso, já que seria necessário um teste de, pelo menos, 1 ano.

    Bom, mas se tem algo que faz a gente tirar o chapéu são as câmeras do Xperia XZ. Frontal e traseira executam um trabalho excelente, tanto em locais com muita luz ou à noite.

    A câmera principal possui 23 megapixels, abertura f/2.0 e traz uma tecnologia de sensor triplo. Além do famoso Exmor RS, um sensor de foco a laser para deixar a focagem mais veloz (é bem rápida mesmo) e o sensor RGBC-IR que entrega cores reais graças a detecção de cores com ajuste a precisão e exposição de cores brancas com base na fonte de luz do ambiente. Tudo muito complicado, né?

    Na prática, com luz natural, artificial, pouca luz ou a noite, a qualidade é surpreendente. Cores vibrantes, ótima nitidez, equilíbrio entre brilho e contraste. Nos vídeos, a estabilização de 5 eixos permite menos trepidação, garantindo ótimas gravações. Ah, e as filmagens são feitas em resolução máxima 4K, mas com opções para full HD a 30 e 60 quadros por segundo.

    Alguns recursos são bem interessantes, como o modo Panorâmico (que fica muito bom) ou o Modo Manual, que permite alterar diversos ajustes manualmente, como ISO, HDR, foco, velocidade do obturador, exposição e balanço de branco.

    A câmera frontal também se mostrou competente com luz abundante ou falta dela. Com 13 megapixels, as imagens ficaram ótimas, com cores, brilho, contraste e saturação bem equilibrados. Os vídeos seguem a mesma linha e oferecem resolução máxima em full HD. É possível fotografar sem pressionar qualquer botão, seja com o temporizador, com a palma da mão ou apenas sorrindo.

    Com a bateria, o Sony Xperia XZ até que se saiu bem. Com 2900 mAh, colocamos o celular japonês à prova. Fizemos nosso teste padrão (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube). Quando findou-se essa extensa sessão, restavam 22% de carga. Um bom resultado, mas que precisa ficar alerta para não ficar sem bateria no final do dia.

    Pensando nisso, a Sony continua oferecendo modos de economia, onde alguns recursos são desativados com a intenção de prolongar a autonomia. O recurso QNovo, segundo a Sony, diz ser capaz de estender o ciclo de vida da bateria. Infelizmente, não dá para testar esse recurso, já que seria necessário um teste de, pelo menos, 1 ano.

    Conclusão

    Abrindo os trabalhos da nova linha de smartphones premium da Sony, o Xperia XZ chega com tudo. Não é preciso nem falar do forte desempenho capaz de rodar tudo e mais um pouco sem qualquer problema. A tela continua oferecendo as tecnologias presentes nos televisores da marca japonesa e entrega ótimos resultados. O novo conjunto de câmeras permite maior qualidade (de dia ou de noite) e maior velocidade na focagem.

    O design, que muitos acham bonito, não nos agradou tanto assim. Mas não pelo acabamento, que esse sim é bacana, mas pela aparência quadradona. Outra coisa ruim é a ausência do fone de ouvido. A justificativa da Sony que as pessoas não utilizam o acessório que vem na caixa não colou...

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    Aspectos Negativos
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