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Informações Básicas
TipoSmartphone
MarcaSony
LinhaXperia
ModeloL1 16GB
ChipsDual Chip
CoresBranco, Preto, Rosa
Câmera
Câmera Traseira13.0 Megapixels
Funções da CâmeraFoco Automático, Zoom de 3x
Câmera Frontal5.0 Megapixels Frontal
Funções Câmera FrontalLente Grande-Angular
Tela
Tamanho da Tela5.5 polegadas
DefiniçãoHD
Hardware
ProcessadorMediaTek MT6737T
NúcleosQuad-Core (4 Núcleos)
Memória Interna16 GB
Memória RAM2 GB RAM
EntradasMicroSDXC, USB Type-C
Software
Sistema OperacionalAndroid
VersãoNougat
Características e Conectividade
Internet4G, Wi-Fi
RecursosBluetooth 4.2, NFC
Bateria
Bateria2620 mAh
Dimensões
Largura74 mm
Altura151 mm
Profundidade8,7 mm
Peso180 g
Por Colaborador em 28/06/2017
Xperia L1 foca na tela grande

Smartphone de entrada da Sony traz 5,5 polegadas e belas imagens, mas fica devendo na bateria

Prós
  • Tela de 5,5 polegadas apresenta belas imagens

  • Desempenho bom para tarefas leves
Contras
  • Bateria poderia ser melhor

Buscando atingir um público mais abrangente, a Sony lança um smartphone de configurações de entrada, preço mais acessível, câmeras com bons cliques e telona de 5,5 polegadas. Estamos falando do Xperia L1. Quer saber mais sobre ele? Confira tudo nos parágrafos abaixo.

Buscando atingir um público mais abrangente, a Sony lança um smartphone de configurações de entrada, preço mais acessível, câmeras com bons cliques e telona de 5,5 polegadas. Estamos falando do Xperia L1. Quer saber mais sobre ele? Confira tudo nos parágrafos abaixo.

Armazenamento, conectividade, tela e design

Geralmente, modelos mais básicos não costumam oferecer muito espaço. E é exatamente isso que encontramos no Xperia L1. São apenas 16 GB de armazenamento interno, o que é consumido muito rápido com alguns apps instalados. Pelo menos, dá para inserir um cartão microSD de até 256 GB. Inclusive, é possível transferir os aplicativos para o cartão de memória.

Outro detalhe é que esse modelo é dual chip (nanoSIM), mas não divide o slot com o cartão microSD. Claro que o 4G se faz presente, e tem a clássica companhia do Bluetooth 4.2, GPS com GLONASS, NFC e já oferece a interface USB-C.

Na parte do design, a Sony continua na linha quadradona. Com bordas e traseira toda de plástico, a construção não traz nenhum charme, mas com acabamento fosco e áspero, pelo menos as marcas de dedos não ficam aparentes, além do telefone não escorregar das mãos.

Particularmente, não achei o L1 dos mais confortáveis de segurar nas mãos. Ele é um pouco mais espesso que os modelos atuais (8,7 mm) e ligeiramente pesadinho (180 gramas). Disponível em 3 cores (branco, preto e rosa), sentimos falta do botão de disparo da câmera, tão característico nos smartphones da Sony. Outro detalhe é a leve saliência na lente da câmera traseira, mas que não deve causar nenhum problema durante o uso. Não é possível retirar a bateria do celular e o acesso aos chips e cartão microSD é feito por uma tampinha na lateral.

Equipado com uma tela de 5,5 polegadas e resolução HD, o Xperia L1 apresenta belas imagens, principalmente para quem curte filmes e séries. As cores são ótimas, mas não tão vibrantes quanto outros modelos da marca (mas isso não é algo negativo). O ângulo de visão é amplo e o brilho é bom, possibilitando boa visualização em locais bem iluminados. O vidro possui proteção contra riscos e arranhões. No quesito sonoro, o alto-falante é potente, mas claro que falta melhor definição. Uma falha da Sony é não incluir um fone de ouvido na embalagem. A justificativa é que as pessoas já possuem seus próprios fones e estão acostumados, não necessitando de um novo. Desculpinha que não colou e não vai colar nunca.

Geralmente, modelos mais básicos não costumam oferecer muito espaço. E é exatamente isso que encontramos no Xperia L1. São apenas 16 GB de armazenamento interno, o que é consumido muito rápido com alguns apps instalados. Pelo menos, dá para inserir um cartão microSD de até 256 GB. Inclusive, é possível transferir os aplicativos para o cartão de memória.

Outro detalhe é que esse modelo é dual chip (nanoSIM), mas não divide o slot com o cartão microSD. Claro que o 4G se faz presente, e tem a clássica companhia do Bluetooth 4.2, GPS com GLONASS, NFC e já oferece a interface USB-C.

Na parte do design, a Sony continua na linha quadradona. Com bordas e traseira toda de plástico, a construção não traz nenhum charme, mas com acabamento fosco e áspero, pelo menos as marcas de dedos não ficam aparentes, além do telefone não escorregar das mãos.

Particularmente, não achei o L1 dos mais confortáveis de segurar nas mãos. Ele é um pouco mais espesso que os modelos atuais (8,7 mm) e ligeiramente pesadinho (180 gramas). Disponível em 3 cores (branco, preto e rosa), sentimos falta do botão de disparo da câmera, tão característico nos smartphones da Sony. Outro detalhe é a leve saliência na lente da câmera traseira, mas que não deve causar nenhum problema durante o uso. Não é possível retirar a bateria do celular e o acesso aos chips e cartão microSD é feito por uma tampinha na lateral.

Equipado com uma tela de 5,5 polegadas e resolução HD, o Xperia L1 apresenta belas imagens, principalmente para quem curte filmes e séries. As cores são ótimas, mas não tão vibrantes quanto outros modelos da marca (mas isso não é algo negativo). O ângulo de visão é amplo e o brilho é bom, possibilitando boa visualização em locais bem iluminados. O vidro possui proteção contra riscos e arranhões. No quesito sonoro, o alto-falante é potente, mas claro que falta melhor definição. Uma falha da Sony é não incluir um fone de ouvido na embalagem. A justificativa é que as pessoas já possuem seus próprios fones e estão acostumados, não necessitando de um novo. Desculpinha que não colou e não vai colar nunca.

Câmeras e bateria

A Sony não costuma decepcionar quando o assunto são suas câmeras. E no Xperia L1, o resultado é bom, mas nada de outro mundo. Com 13 megapixels e abertura f/2.2, tudo aqui foi feito para apontar e clicar. Até dá para ativar um modo manual, mas os ajustes são muito limitados. Nos testes, as fotografias ficam ótimas em ambientes de luz natural. Já quando a foto é noturna ou a iluminação se torna escassa, o ruído fica muito visível e a qualidade cai bastante. Mas ainda sim dá para quebrar o galho. As filmagens seguem o mesmo padrão, mas não contam com estabilização. Sobre a resolução, eles são captados em full HD.

Com a câmera frontal de 5 megapixels e abertura também de f/2.2, o smartphone traz um sensor grande-angular e os cliques também são melhores durante a luz do dia ou em locais bem iluminados. O problema segue sendo quando o dia cai ou em um lugar escuro. Aí não tem milagre. Vídeos são captados em full HD, mas sem estabilização também.

Não menos importante, a bateria é um dos quesitos que mais os consumidores prestam atenção. Com 2620 mAh, realizamos todo o teste padrão com o Xperia L1 (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos, 1 hora de música com volume em 70 por cento e 10 minutos no YouTube) e o resultado não foi lá essas coisas. Ao final, restavam apenas 19%, um número baixo e que deve precisar de uma carga adicional durante o dia caso o uso seja mais intenso.

A Sony não costuma decepcionar quando o assunto são suas câmeras. E no Xperia L1, o resultado é bom, mas nada de outro mundo. Com 13 megapixels e abertura f/2.2, tudo aqui foi feito para apontar e clicar. Até dá para ativar um modo manual, mas os ajustes são muito limitados. Nos testes, as fotografias ficam ótimas em ambientes de luz natural. Já quando a foto é noturna ou a iluminação se torna escassa, o ruído fica muito visível e a qualidade cai bastante. Mas ainda sim dá para quebrar o galho. As filmagens seguem o mesmo padrão, mas não contam com estabilização. Sobre a resolução, eles são captados em full HD.

Com a câmera frontal de 5 megapixels e abertura também de f/2.2, o smartphone traz um sensor grande-angular e os cliques também são melhores durante a luz do dia ou em locais bem iluminados. O problema segue sendo quando o dia cai ou em um lugar escuro. Aí não tem milagre. Vídeos são captados em full HD, mas sem estabilização também.

Não menos importante, a bateria é um dos quesitos que mais os consumidores prestam atenção. Com 2620 mAh, realizamos todo o teste padrão com o Xperia L1 (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos, 1 hora de música com volume em 70 por cento e 10 minutos no YouTube) e o resultado não foi lá essas coisas. Ao final, restavam apenas 19%, um número baixo e que deve precisar de uma carga adicional durante o dia caso o uso seja mais intenso.

Especificações, desempenho e benchmarks

O Xperia L1 conta com um processador quad-core MediaTek MT6737T de 1,45 GHz e 2 GB de RAM, o que indica a proposta desse aparelho. Voltado para aplicações simples, o telefone manda bem com multitarefa (mais de 10 apps em segundo plano não prejudicaram o desempenho) e até jogos se saíram bem. Claro que os gráficos são reduzidos para melhor fluidez, mas pelo menos dá para se divertir com Asphalt 8 e Real Racing 3.

No sistema operacional, o Android 7.0 Nougat se faz presente, assim como a famosa customização da Sony. Tudo bem simples de mexer e organizar. Não tem segredo.

E para quem gosta de comparações, realizamos testes com 4 programas de benchmarks sintéticos, que geram resultados absolutos e facilitam na comparação entre os modelos. Utilizamos Antutu, 3DMark, PCMark e Geekbench 4. Apenas lembrando que quanto maior o resultado, melhor.

Para facilitar, eis os resultados obtidos pelo Xperia L1:

- Antutu: 38.341 pontos

- PCMark: 4.216 pontos (Work 1.0) e 3.197 pontos (Work 2.0)

- 3DMark: 6.627 pontos (Ice Storm Unlimited) e 179 pontos (Sling Shot Extreme)

- Geekbench: 658 pontos (Single-core) e 1.819 pontos (Multi-core)

Apenas no quesito comparação, eis os resultados obtidos pelo Quantum MUV Up, que traz especificações semelhantes:

- Antutu: 34.956 pontos

- PCMark: 4.178 pontos (Work 1.0) e 3.075 pontos (Work 2.0)

- 3DMark: 5.270 pontos (Ice Storm Unlimited) e 202 pontos (Sling Shot Extreme)

- Geekbench: 619 pontos (Single-core) e 1.895 pontos (Multi-core)

Pelos benchmarks, é nítido que se trata de um modelo básico. Não esperávamos nada além desses resultados. Na comparação com seu rival, é perceptível um empate técnico.

O Xperia L1 conta com um processador quad-core MediaTek MT6737T de 1,45 GHz e 2 GB de RAM, o que indica a proposta desse aparelho. Voltado para aplicações simples, o telefone manda bem com multitarefa (mais de 10 apps em segundo plano não prejudicaram o desempenho) e até jogos se saíram bem. Claro que os gráficos são reduzidos para melhor fluidez, mas pelo menos dá para se divertir com Asphalt 8 e Real Racing 3.

No sistema operacional, o Android 7.0 Nougat se faz presente, assim como a famosa customização da Sony. Tudo bem simples de mexer e organizar. Não tem segredo.

E para quem gosta de comparações, realizamos testes com 4 programas de benchmarks sintéticos, que geram resultados absolutos e facilitam na comparação entre os modelos. Utilizamos Antutu, 3DMark, PCMark e Geekbench 4. Apenas lembrando que quanto maior o resultado, melhor.

Para facilitar, eis os resultados obtidos pelo Xperia L1:

- Antutu: 38.341 pontos

- PCMark: 4.216 pontos (Work 1.0) e 3.197 pontos (Work 2.0)

- 3DMark: 6.627 pontos (Ice Storm Unlimited) e 179 pontos (Sling Shot Extreme)

- Geekbench: 658 pontos (Single-core) e 1.819 pontos (Multi-core)

Apenas no quesito comparação, eis os resultados obtidos pelo Quantum MUV Up, que traz especificações semelhantes:

- Antutu: 34.956 pontos

- PCMark: 4.178 pontos (Work 1.0) e 3.075 pontos (Work 2.0)

- 3DMark: 5.270 pontos (Ice Storm Unlimited) e 202 pontos (Sling Shot Extreme)

- Geekbench: 619 pontos (Single-core) e 1.895 pontos (Multi-core)

Pelos benchmarks, é nítido que se trata de um modelo básico. Não esperávamos nada além desses resultados. Na comparação com seu rival, é perceptível um empate técnico.

Conclusão

O Sony Xperia L1 não é o celular dos sonhos. Claro que ele está posicionado em uma faixa mais básica e por isso não devemos esperar grandes coisas. Com configurações de entrada, até que o smartphone da Sony consegue obter bons resultados, principalmente com multitarefa. Até alguns joguinhos mais pesados rodaram, mas é bom salientar que os gráficos estavam reduzidos.

A tela talvez seja o maior destaque. Com 5,5 polegadas e resolução HD (bem que poderia ser full HD), as imagens se mostraram ótimas, além de bom ângulo de visão, ideal para quem curte ver filmes e séries pelo celular. O design é sóbrio, mas não trouxe a ergonomia esperada.

E para quem curte tirar fotos, as câmeras cumprem bem o seu papel quando a iluminação é abundante. Caso falte luz, o resultado ficará bem abaixo das expectativas para um aparelho da Sony. Já a bateria não chega a decepcionar, mas poderia ser melhor.

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