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Informações Básicas
TipoSmartphone
MarcaMotorola
LinhaMoto G
Modelo5 Plus XT1683 32GB
ChipsDual Chip
CoresAzul Safira, Ouro, Platinum
Câmera
Câmera Traseira12.0 Megapixels
Funções da CâmeraAuto HDR, Detector de Rosto, Filma em 4K, Flash, Foco Automático, Posição Geográfica
Câmera Frontal5.0 Megapixels Frontal
Tela
Tamanho da Tela5.2 polegadas
Tipo de TelaAMOLED
Resolução1920 x 1080 Pixels
DefiniçãoFull HD
Hardware
ProcessadorQualcomm Snapdragon 625
NúcleosOcta-Core (8 Núcleos)
Velocidade do Processador2.0 GHz
Memória Interna32 GB
Memória RAM2 GB RAM
EntradasMicroSD
Software
Sistema OperacionalAndroid
VersãoNougat
Características e Conectividade
Internet4G, Wi-Fi
RecursosBluetooth 4.2, NFC, Rádio, Wi-Fi Direct
ProteçãoGorilla Glass 3, Repelente à Água
Bateria
Bateria3000 mAh
Dimensões
Largura74 mm
Altura150,2 mm
Profundidade7,9 mm
Peso155 g
Por Colaborador em 20/04/2017
Moto G5 Plus é uma das melhores escolhas em sua faixa de preço

O smartphone da Lenovo traz acabamento premium, bom desempenho, além de um display de qualidade e bateria com boa autonomia. Câmeras, no entanto, são apenas razoáveis

Prós
  • Bom desempenho

  • Bateria com boa duração

  • Acabamento mais premium

  • Moto Ações
Contras
  • Câmeras são apenas razoáveis

O Moto G5 Plus é a nova aposta da Lenovo para o mercado de smartphones que custam até 1500 reais. Nessa geração, o aparelho conta com um acabamento repaginado e com detalhes inspirados nas linhas mais premium da marca. Além disso, ele conta com um upgrade em seu processador e agora conta com um Qualcomm Snapdragon 625. Confira mais detalhes nos parágrafos a seguir.

O Moto G5 Plus é a nova aposta da Lenovo para o mercado de smartphones que custam até 1500 reais. Nessa geração, o aparelho conta com um acabamento repaginado e com detalhes inspirados nas linhas mais premium da marca. Além disso, ele conta com um upgrade em seu processador e agora conta com um Qualcomm Snapdragon 625. Confira mais detalhes nos parágrafos a seguir.

Acabamento e tela

No design, a Lenovo optou por fazer várias mudanças na quinta geração do Moto G. A traseira, que possuía um material emborrachado e texturizado no Moto G4 Plus, agora é feita de metal. A câmera, antes um pouco mais discreta, agora empresta toda a estética vista nos aparelhos mais premium da marca, como o Moto Z Play e o Moto Z convencional.

Quanto à presença dos botões, não há grandes novidades na disposição deles no aparelho, mas há uma grande mudança na usabilidade que o botão Home agora traz ao usuários. Até a geração passada, o pequeno quadrado que se localizava na parte da frente do Moto G Plus era restrito à leitura de impressões digitais e de forma alguma permitia com que você navegasse no sistema do aparelho.

Agora, o botão Home pode ser utilizado de duas formas. Por meio de uma configuração no aplicativo “Moto Ações” do aparelho, você pode transferir todas as usabilidades básicas de um smartphone - como abrir aplicativos recentes, acessar a tela principal do aparelho e utilizar o comando “voltar” - apenas com o botão principal do aparelho. Para acessar apps em segundo plano, basta deslizar o dedo para a direita. Para voltar uma tela, basta fazer o movimento para a esquerda. Se você segurá-lo por algum tempo, o Moto G5 Plus será bloqueado. Para desbloquear, é só colocar o dedo no pequeno espaço.

Particularmente, no começo, eu fiquei um pouco confuso com essa usabilidade. Mas, com o tempo - e maior naturalidade com o sistema - pude perceber o quão positivo essa mudança poderia trazer, já que, com essa transferência de usabilidade, um pouco do espaço da tela seria economizado. Isso porque, em grande parte dos smartphones, a marca opta por colocar essas teclas de usabilidade na própria interface do aparelho.

Mas, caso você prefira optar pelo método antigo de utilizar o aparelho, é só desabilitar essa função no aplicativo “Moto Ações” do aparelho. Simples e prático.

Fechando o conjunto de botões do aparelho, encontramos o tradicional Power na lateral direita, acompanhado do ajuste de volume do smartphone. Essa disposição é bastante confortável e dá para acionar os botões com apenas uma das mãos sem problema algum. Falando nisso, a ergonomia é outro ponto positivo do aparelho. O Moto G5 Plus consegue se encaixar muito bem nas mãos e seu tamanho não é grande o suficiente para que você tenha que utilizar duas mãos no dia a dia. O material também traz boa aderência e, durante meu tempo de uso, não tive problemas com escorregões.

A bateria não é removível e, por conta disso, é necessário utilizar uma pequena peça que já vem junta ao aparelho para acessar a gaveta de chips do Moto G5 Plus, que se encontra em sua lateral superior. Nessa mesma bandeja, é possível inserir dois chips de telefonia padrão Nano SIM e um cartão micro SD de até 128 GB. A boa notícia é que o local para o segundo chip e a entrada para a expansão da memória não são compartilhados. Em outras palavras, o smartphone poderá ter uma segunda linha de telefone e mais memória ao mesmo tempo sem nenhum problema.

Na parte de baixo do aparelho encontramos uma tradicional micro USB e uma entrada P2, que também dá suporte à antena de TV digital e que já vem inclusa na caixa do Moto G5 Plus.

Em números, o Moto G5 Plus conta com 15,02 cm de altura por 7,4 cm de largura. A espessura varia de 0,77 a 0,97 cm por conta da sua câmera, que é ligeiramente protuberante. O seu peso é de 155 gramas, o que não incomoda durante o dia a dia.

No mercado, o Moto G5 Plus está disponível em duas cores: platinum e ouro, que foi a amostra que testamos do aparelho da Lenovo.

A tela do Moto G5 Plus possui 5.2 polegadas e resolução Full HD (1920 x 1080 pixels). O vidro que reveste a parte da frente é um Gorilla Glass 3 - o que dá certa proteção contra riscos na tela - e a tecnologia que a Lenovo colocou no aparelho é a TFT IPS, que é capaz de dar uma boa qualidade de imagem ao reproduzir cores. O nível de brilho também é bastante positivo e, no geral, o Moto G5 Plus não sofre muito com reflexos de luzes em sua tela. Claro, dá para perceber que algo está iluminando o display, mas não é algo que vá te atrapalhar ao assistir algum conteúdo ou navegar por sites, por exemplo. O espaço também é bem suficiente tanto para leitura quanto para assistir vídeos no YouTube.

No design, a Lenovo optou por fazer várias mudanças na quinta geração do Moto G. A traseira, que possuía um material emborrachado e texturizado no Moto G4 Plus, agora é feita de metal. A câmera, antes um pouco mais discreta, agora empresta toda a estética vista nos aparelhos mais premium da marca, como o Moto Z Play e o Moto Z convencional.

Quanto à presença dos botões, não há grandes novidades na disposição deles no aparelho, mas há uma grande mudança na usabilidade que o botão Home agora traz ao usuários. Até a geração passada, o pequeno quadrado que se localizava na parte da frente do Moto G Plus era restrito à leitura de impressões digitais e de forma alguma permitia com que você navegasse no sistema do aparelho.

Agora, o botão Home pode ser utilizado de duas formas. Por meio de uma configuração no aplicativo “Moto Ações” do aparelho, você pode transferir todas as usabilidades básicas de um smartphone - como abrir aplicativos recentes, acessar a tela principal do aparelho e utilizar o comando “voltar” - apenas com o botão principal do aparelho. Para acessar apps em segundo plano, basta deslizar o dedo para a direita. Para voltar uma tela, basta fazer o movimento para a esquerda. Se você segurá-lo por algum tempo, o Moto G5 Plus será bloqueado. Para desbloquear, é só colocar o dedo no pequeno espaço.

Particularmente, no começo, eu fiquei um pouco confuso com essa usabilidade. Mas, com o tempo - e maior naturalidade com o sistema - pude perceber o quão positivo essa mudança poderia trazer, já que, com essa transferência de usabilidade, um pouco do espaço da tela seria economizado. Isso porque, em grande parte dos smartphones, a marca opta por colocar essas teclas de usabilidade na própria interface do aparelho.

Mas, caso você prefira optar pelo método antigo de utilizar o aparelho, é só desabilitar essa função no aplicativo “Moto Ações” do aparelho. Simples e prático.

Fechando o conjunto de botões do aparelho, encontramos o tradicional Power na lateral direita, acompanhado do ajuste de volume do smartphone. Essa disposição é bastante confortável e dá para acionar os botões com apenas uma das mãos sem problema algum. Falando nisso, a ergonomia é outro ponto positivo do aparelho. O Moto G5 Plus consegue se encaixar muito bem nas mãos e seu tamanho não é grande o suficiente para que você tenha que utilizar duas mãos no dia a dia. O material também traz boa aderência e, durante meu tempo de uso, não tive problemas com escorregões.

A bateria não é removível e, por conta disso, é necessário utilizar uma pequena peça que já vem junta ao aparelho para acessar a gaveta de chips do Moto G5 Plus, que se encontra em sua lateral superior. Nessa mesma bandeja, é possível inserir dois chips de telefonia padrão Nano SIM e um cartão micro SD de até 128 GB. A boa notícia é que o local para o segundo chip e a entrada para a expansão da memória não são compartilhados. Em outras palavras, o smartphone poderá ter uma segunda linha de telefone e mais memória ao mesmo tempo sem nenhum problema.

Na parte de baixo do aparelho encontramos uma tradicional micro USB e uma entrada P2, que também dá suporte à antena de TV digital e que já vem inclusa na caixa do Moto G5 Plus.

Em números, o Moto G5 Plus conta com 15,02 cm de altura por 7,4 cm de largura. A espessura varia de 0,77 a 0,97 cm por conta da sua câmera, que é ligeiramente protuberante. O seu peso é de 155 gramas, o que não incomoda durante o dia a dia.

No mercado, o Moto G5 Plus está disponível em duas cores: platinum e ouro, que foi a amostra que testamos do aparelho da Lenovo.

A tela do Moto G5 Plus possui 5.2 polegadas e resolução Full HD (1920 x 1080 pixels). O vidro que reveste a parte da frente é um Gorilla Glass 3 - o que dá certa proteção contra riscos na tela - e a tecnologia que a Lenovo colocou no aparelho é a TFT IPS, que é capaz de dar uma boa qualidade de imagem ao reproduzir cores. O nível de brilho também é bastante positivo e, no geral, o Moto G5 Plus não sofre muito com reflexos de luzes em sua tela. Claro, dá para perceber que algo está iluminando o display, mas não é algo que vá te atrapalhar ao assistir algum conteúdo ou navegar por sites, por exemplo. O espaço também é bem suficiente tanto para leitura quanto para assistir vídeos no YouTube.

Hardware, desempenho e conectividade

Por dentro, o Moto G5 Plus traz um processador Octa-core Snapdragon 625 de 2 GHz, além de 2 GB de memória RAM e GPU Adreno 506. O Android já está atualizado, para a versão 7.0, conhecida como Nougat. A exemplo de aparelhos anteriores da Lenovo, a interface é pouco customizada, aproximando-se bastante da experiência pura que o Android oferece.

O sistema inteiro funciona muito bem, aliás. Todas as funcionalidades foram acessadas sem travamentos ou algo do gênero. Os menus são facilmente carregados, assim como acessar o software da câmera e algumas das funções disponíveis pelo Moto Ações. Ao abrir aplicativos, no geral, o Moto G5 Plus também não teve dificuldades. Com redes sociais, navegadores ou jogos mais leves, o smartphone da Lenovo teve bom desempenho com tudo. Agora, ao rodar alguns games mais pesados, como Real Racing 3, ele demorou um pouco mais para deixar tudo em pleno funcionamento, mas é algo que já é esperado para a sua categoria e que também é visto em outros aparelhos com essa faixa de preço. Mas, deixando claro, não é nada que comprometa o desempenho do jogo (que foi muito bom, diga-se de passagem).

Os resultados, aliás, foram tão bons que chamaram a atenção quando comparados com o Zenfone 3, um notável concorrente nessa categoria. O aparelho da Asus até conseguiu abrir o jogo com mais rapidez, mas, na tela de carregamento, demorou muito mais para abrir o jogo de fato e deixar tudo em pleno funcionamento. Fizemos três testes e os resultados foram os seguintes:

1º teste

Moto G5 Plus - 11 segundos para o Real Racing 3 estar em pleno funcionamento

Zenfone 3 - 33 segundos

 

2º teste

Moto G5 Plus - 10 segundos

Zenfone 3 - 29 segundos

 

3º teste

Moto G5 Plus - 10 segundos

Zenfone 3 - 28 segundos

A GPU também teve destaque, deixando jogos com uma boa qualidade gráfica sem perder a fluidez.

Em termos de conectividade, o Moto G5 Plus traz 32 GB de armazenamento, pelo menos segundo as suas especificações técnicas. Na prática, no entanto, a realidade é um pouco diferente. Isso porque o Android ocupa exatos 7,41 GB da memória total do aparelho. Fazendo algumas contas, chegamos ao valor de 24,59 GB disponíveis de fato ao usuário para que ele instale aplicativos, guarde suas fotos e vídeos, entre outras funções. Não é um número ruim, mas que pode ser fator limitante caso você instale muitos aplicativos no smartphone. É possível conectar um cartão micro SD de até 128 GB, mas infelizmente não dá para transferir os aplicativos para a memória externa. Uma pena.

Complementando a parte de conexões, o Moto G5 Plus possui GPS, Wi-Fi 802.11 a/b/g/n e  NFC.

Por dentro, o Moto G5 Plus traz um processador Octa-core Snapdragon 625 de 2 GHz, além de 2 GB de memória RAM e GPU Adreno 506. O Android já está atualizado, para a versão 7.0, conhecida como Nougat. A exemplo de aparelhos anteriores da Lenovo, a interface é pouco customizada, aproximando-se bastante da experiência pura que o Android oferece.

O sistema inteiro funciona muito bem, aliás. Todas as funcionalidades foram acessadas sem travamentos ou algo do gênero. Os menus são facilmente carregados, assim como acessar o software da câmera e algumas das funções disponíveis pelo Moto Ações. Ao abrir aplicativos, no geral, o Moto G5 Plus também não teve dificuldades. Com redes sociais, navegadores ou jogos mais leves, o smartphone da Lenovo teve bom desempenho com tudo. Agora, ao rodar alguns games mais pesados, como Real Racing 3, ele demorou um pouco mais para deixar tudo em pleno funcionamento, mas é algo que já é esperado para a sua categoria e que também é visto em outros aparelhos com essa faixa de preço. Mas, deixando claro, não é nada que comprometa o desempenho do jogo (que foi muito bom, diga-se de passagem).

Os resultados, aliás, foram tão bons que chamaram a atenção quando comparados com o Zenfone 3, um notável concorrente nessa categoria. O aparelho da Asus até conseguiu abrir o jogo com mais rapidez, mas, na tela de carregamento, demorou muito mais para abrir o jogo de fato e deixar tudo em pleno funcionamento. Fizemos três testes e os resultados foram os seguintes:

1º teste

Moto G5 Plus - 11 segundos para o Real Racing 3 estar em pleno funcionamento

Zenfone 3 - 33 segundos

 

2º teste

Moto G5 Plus - 10 segundos

Zenfone 3 - 29 segundos

 

3º teste

Moto G5 Plus - 10 segundos

Zenfone 3 - 28 segundos

A GPU também teve destaque, deixando jogos com uma boa qualidade gráfica sem perder a fluidez.

Em termos de conectividade, o Moto G5 Plus traz 32 GB de armazenamento, pelo menos segundo as suas especificações técnicas. Na prática, no entanto, a realidade é um pouco diferente. Isso porque o Android ocupa exatos 7,41 GB da memória total do aparelho. Fazendo algumas contas, chegamos ao valor de 24,59 GB disponíveis de fato ao usuário para que ele instale aplicativos, guarde suas fotos e vídeos, entre outras funções. Não é um número ruim, mas que pode ser fator limitante caso você instale muitos aplicativos no smartphone. É possível conectar um cartão micro SD de até 128 GB, mas infelizmente não dá para transferir os aplicativos para a memória externa. Uma pena.

Complementando a parte de conexões, o Moto G5 Plus possui GPS, Wi-Fi 802.11 a/b/g/n e  NFC.

Câmera, bateria e recursos

A câmera traseira do Moto G5 Plus conta com 12 MP de resolução, abertura de f/1.7 e Dual LED Flash com balanceamento de cores. O zoom digital é de 8X e o conjunto também conta com a tecnologia Dual Autofocus Pixel, o que, segundo a marca, garante um foco mais rápido. Quanto aos modos de utilização, sem grandes novidades: a câmera traz HDR, foto panorâmica e câmera lenta. Ele também é capaz de filmar em Full HD a 60 fps ou em 4K, com 30 fps. Já a câmera frontal conta com 5 MP e ângulo aberto.

A utilização do software não trouxe surpresas em relação às últimas gerações. Quando aberto, você encontrará o botão de disparo, além da opção de trocar a câmera em utilização e também um pequeno menu no canto superior que dá acesso às funções de filmagem, panorâmica, câmera lenta e o modo profissional. À esquerda, na interface, estão disponíveis o timer, o flash e a opção HDR.

O modo profissional, aliás, é o meio que a Lenovo resolveu apelidar o tradicional modo manual, no qual permite alterar aspectos mais individuais da foto, como ISO, balanço de branco e foco. O menu é bem fácil de ser explorado, mas a Lenovo poderia ter deixado as opções mais auto-explicativas. Uma alternativa seria uma opção de ajuda em algum canto da tela, na qual a própria interface poderia nos explicar o que cada função realiza ou altera no resultado final da fotografia.

Agora, quanto aos resultados, o Moto G5 Plus tem suas virtudes, assim como algumas fraquezas. Primeiro, há um fator bem curioso. Quando você aponta a câmera para um objeto que deseja registrar, o software mostra uma imagem com qualidade inferior em comparação à produção final.

Por exemplo, se você tirar a foto de um rosto, é bem provável que o resultado final fique muito melhor ao que está sendo mostrado na hora do clique. E isso é um ponto bem negativo, já que você não possui muita referência de como a foto ficará. E esse aspecto fica mais deficitário se considerarmos o modo manual da câmera, no qual, teoricamente, você altera algumas características da câmera para que a foto saia exatamente de acordo com os ajustes que o usuário está aplicando.

O foco é outro ponto de análise. A tecnologia Dual Autofocus Pixel realmente faz um bom trabalho, já que, para objetos gerais, o Moto G5 Plus consegue executar tudo rapidamente. Agora, para focar objetos muito próximos, o aparelho da Lenovo tem muita dificuldade e, até certa distância, não consegue realizar a função. Isso acaba sendo um ponto negativo, principalmente se considerarmos que o Zenfone 3, um dos seus principais concorrentes, consegue fazer isso sem grandes dificuldades.

Agora, em termos de qualidade de imagem, o Moto G5 Plus não deixa a desejar em ambientes abertos. O nível de cores é muito bom, assim como a taxa de contraste e de brilho. Se compararmos novamente com o Zenfone 3, dá para perceber que, no geral, suas fotos ficam com cores mais quentes, enquanto o aparelho da Asus puxa para tons mais frios.

Apesar de conta com uma boa abertura (f/1.7), o Moto G5 Plus não faz milagre em ambientes com pouca luminosidade. Os formatos dos objetos até são captados, mas não é possível ver tudo com bom nível de detalhes. Além disso, a granulação fica bastante evidente nas imagens.

Há ainda um recurso que é bastante prático para quem não tem a mão tão firme na hora de tirar fotos (como eu). Denominada como “Melhor foto”, a funcionalidade faz com que o smartphone inicie uma série de capturas antes e depois do momento em que você de fato clica para tirar uma foto. Dessa forma, o próprio software oferece uma gama de opções para aquela foto e recomenda qual é a melhor para você. A ideia aqui, portanto, é que você não tenha que parar para tirar outra foto em momentos em que algo sai borrado ou alguém fica com os olhos fechados em uma fotografia.

A câmera frontal segue o padrão da principal. Ela consegue captar bons níveis de cores, além de uma gama de detalhes, principalmente em ambientes abertos. Além disso, vale destacar o bom ângulo de visão que a câmera oferece. Em locais com pouca luz, as fotos ficam apenas razoáveis. sem características tão marcantes.

Para aguentar todo o seu potencial, a Lenovo optou por colocar 3000 mAh de carga no Moto G5 Plus. Como sempre, submetemos o aparelho a uma série de aplicações. Primeiramente, tiramos 10 fotos com sua câmera frontal, além de filmar um vídeo com 5 minutos de duração. Depois disso, visualizamos as produções por cerca de 15 minutos. Na próxima etapa, realizamos uma chamada com 30 minutos de duração, além de rodar seu GPS por 15 minutos, executar uma série de jogos por mais 20 minutos e assistir a um vídeo no YouTube por 10 minutos. Na etapa final, escutamos diversas músicas por 1 hora e também navegamos por portais, redes sociais e demais sites por 3 horas. No fim do período, ainda restavam 41% de carga.

Vale lembrar que o Wi-Fi esteve ligado a todo o momento e o display ficou com o brilho ajustado em 50%. Portanto, o Moto G5 Plus provavelmente vai aguentar um dia inteiro de uso fora das tomadas sem problemas, até mesmo para os usuários mais exigentes. Caso você precise, ele também é compatível com carregamento TurboPower. Em nossos testes, ele foi de 3 a 71% em 1 hora de carregamento.

Complementando, o Moto G5 ainda conta com alguns recursos bem comuns nas gerações produzidas pela Motorola. Estamos falando, é claro, do Moto Ações, um conjunto de movimentos com o smartphone que permitem acessar algumas de suas funções. Por exemplo, caso você queira acessar o aplicativo da câmera, basta segurar o aparelho, girar o pulso duas vezes e pronto, o Moto G5 Plus já estará pronto para tirar fotos. É um recurso que já estava presente em outras gerações da Motorola e que, particularmente, acho bem útil para momentos em que você precisa sacar o smartphone rapidamente do bolso para não perder um clique.

Além disso, ele também conta com um movimento para acionar sua lanterna e também silenciar o smartphone (basta colocá-lo com a tela virada para baixo). Para deixar registrado, essas funções podem ser desativadas no aplicativo Moto, que já vem instalado no aparelho.

O Moto Tela é também outro recurso presente no aparelho da Lenovo. Ele funciona da seguinte maneira: quando você retirar o smartphone do bolso (ou levantá-lo da mesa), uma tela escura aparecerá, contendo informações básicas, como horário, data, porcentagem de bateria e notificações de aplicativos. É um recurso também bastante prático mas que funcionava melhor nas gerações anteriores da Motorola, nas quais havia um sensor interno que identifica movimentos sobre a tela e, dessa forma, ativava a tela de notificações sem precisar levantar o aparelho da mesa (como era no Moto X da 2ª geração, por exemplo).

Nessa geração, outra mudança foi a presença da TV digital na linha Plus do Moto G. Antes restrita à versão convencional do aparelho, agora a TV aparece como uma característica exclusiva do segmento Plus do Moto G5 Plus. E o método de uso é o mesmo das gerações passadas: basta inserir uma pequena antena na entrada P2 do aparelho e pesquisar os canais disponíveis. O smartphone é compatível com os padrões 1-seg e full seg e a antena possui uma entrada P2 convencional em uma das pontas.

É um recurso interessante, mas que esbarra no mesmo problema das gerações anteriores: a praticidade. Ainda é bastante questionável o fato de você ter de andar para cá e para lá com a antena guardada na mochila, por exemplo.

A câmera traseira do Moto G5 Plus conta com 12 MP de resolução, abertura de f/1.7 e Dual LED Flash com balanceamento de cores. O zoom digital é de 8X e o conjunto também conta com a tecnologia Dual Autofocus Pixel, o que, segundo a marca, garante um foco mais rápido. Quanto aos modos de utilização, sem grandes novidades: a câmera traz HDR, foto panorâmica e câmera lenta. Ele também é capaz de filmar em Full HD a 60 fps ou em 4K, com 30 fps. Já a câmera frontal conta com 5 MP e ângulo aberto.

A utilização do software não trouxe surpresas em relação às últimas gerações. Quando aberto, você encontrará o botão de disparo, além da opção de trocar a câmera em utilização e também um pequeno menu no canto superior que dá acesso às funções de filmagem, panorâmica, câmera lenta e o modo profissional. À esquerda, na interface, estão disponíveis o timer, o flash e a opção HDR.

O modo profissional, aliás, é o meio que a Lenovo resolveu apelidar o tradicional modo manual, no qual permite alterar aspectos mais individuais da foto, como ISO, balanço de branco e foco. O menu é bem fácil de ser explorado, mas a Lenovo poderia ter deixado as opções mais auto-explicativas. Uma alternativa seria uma opção de ajuda em algum canto da tela, na qual a própria interface poderia nos explicar o que cada função realiza ou altera no resultado final da fotografia.

Agora, quanto aos resultados, o Moto G5 Plus tem suas virtudes, assim como algumas fraquezas. Primeiro, há um fator bem curioso. Quando você aponta a câmera para um objeto que deseja registrar, o software mostra uma imagem com qualidade inferior em comparação à produção final.

Por exemplo, se você tirar a foto de um rosto, é bem provável que o resultado final fique muito melhor ao que está sendo mostrado na hora do clique. E isso é um ponto bem negativo, já que você não possui muita referência de como a foto ficará. E esse aspecto fica mais deficitário se considerarmos o modo manual da câmera, no qual, teoricamente, você altera algumas características da câmera para que a foto saia exatamente de acordo com os ajustes que o usuário está aplicando.

O foco é outro ponto de análise. A tecnologia Dual Autofocus Pixel realmente faz um bom trabalho, já que, para objetos gerais, o Moto G5 Plus consegue executar tudo rapidamente. Agora, para focar objetos muito próximos, o aparelho da Lenovo tem muita dificuldade e, até certa distância, não consegue realizar a função. Isso acaba sendo um ponto negativo, principalmente se considerarmos que o Zenfone 3, um dos seus principais concorrentes, consegue fazer isso sem grandes dificuldades.

Agora, em termos de qualidade de imagem, o Moto G5 Plus não deixa a desejar em ambientes abertos. O nível de cores é muito bom, assim como a taxa de contraste e de brilho. Se compararmos novamente com o Zenfone 3, dá para perceber que, no geral, suas fotos ficam com cores mais quentes, enquanto o aparelho da Asus puxa para tons mais frios.

Apesar de conta com uma boa abertura (f/1.7), o Moto G5 Plus não faz milagre em ambientes com pouca luminosidade. Os formatos dos objetos até são captados, mas não é possível ver tudo com bom nível de detalhes. Além disso, a granulação fica bastante evidente nas imagens.

Há ainda um recurso que é bastante prático para quem não tem a mão tão firme na hora de tirar fotos (como eu). Denominada como “Melhor foto”, a funcionalidade faz com que o smartphone inicie uma série de capturas antes e depois do momento em que você de fato clica para tirar uma foto. Dessa forma, o próprio software oferece uma gama de opções para aquela foto e recomenda qual é a melhor para você. A ideia aqui, portanto, é que você não tenha que parar para tirar outra foto em momentos em que algo sai borrado ou alguém fica com os olhos fechados em uma fotografia.

A câmera frontal segue o padrão da principal. Ela consegue captar bons níveis de cores, além de uma gama de detalhes, principalmente em ambientes abertos. Além disso, vale destacar o bom ângulo de visão que a câmera oferece. Em locais com pouca luz, as fotos ficam apenas razoáveis. sem características tão marcantes.

Para aguentar todo o seu potencial, a Lenovo optou por colocar 3000 mAh de carga no Moto G5 Plus. Como sempre, submetemos o aparelho a uma série de aplicações. Primeiramente, tiramos 10 fotos com sua câmera frontal, além de filmar um vídeo com 5 minutos de duração. Depois disso, visualizamos as produções por cerca de 15 minutos. Na próxima etapa, realizamos uma chamada com 30 minutos de duração, além de rodar seu GPS por 15 minutos, executar uma série de jogos por mais 20 minutos e assistir a um vídeo no YouTube por 10 minutos. Na etapa final, escutamos diversas músicas por 1 hora e também navegamos por portais, redes sociais e demais sites por 3 horas. No fim do período, ainda restavam 41% de carga.

Vale lembrar que o Wi-Fi esteve ligado a todo o momento e o display ficou com o brilho ajustado em 50%. Portanto, o Moto G5 Plus provavelmente vai aguentar um dia inteiro de uso fora das tomadas sem problemas, até mesmo para os usuários mais exigentes. Caso você precise, ele também é compatível com carregamento TurboPower. Em nossos testes, ele foi de 3 a 71% em 1 hora de carregamento.

Complementando, o Moto G5 ainda conta com alguns recursos bem comuns nas gerações produzidas pela Motorola. Estamos falando, é claro, do Moto Ações, um conjunto de movimentos com o smartphone que permitem acessar algumas de suas funções. Por exemplo, caso você queira acessar o aplicativo da câmera, basta segurar o aparelho, girar o pulso duas vezes e pronto, o Moto G5 Plus já estará pronto para tirar fotos. É um recurso que já estava presente em outras gerações da Motorola e que, particularmente, acho bem útil para momentos em que você precisa sacar o smartphone rapidamente do bolso para não perder um clique.

Além disso, ele também conta com um movimento para acionar sua lanterna e também silenciar o smartphone (basta colocá-lo com a tela virada para baixo). Para deixar registrado, essas funções podem ser desativadas no aplicativo Moto, que já vem instalado no aparelho.

O Moto Tela é também outro recurso presente no aparelho da Lenovo. Ele funciona da seguinte maneira: quando você retirar o smartphone do bolso (ou levantá-lo da mesa), uma tela escura aparecerá, contendo informações básicas, como horário, data, porcentagem de bateria e notificações de aplicativos. É um recurso também bastante prático mas que funcionava melhor nas gerações anteriores da Motorola, nas quais havia um sensor interno que identifica movimentos sobre a tela e, dessa forma, ativava a tela de notificações sem precisar levantar o aparelho da mesa (como era no Moto X da 2ª geração, por exemplo).

Nessa geração, outra mudança foi a presença da TV digital na linha Plus do Moto G. Antes restrita à versão convencional do aparelho, agora a TV aparece como uma característica exclusiva do segmento Plus do Moto G5 Plus. E o método de uso é o mesmo das gerações passadas: basta inserir uma pequena antena na entrada P2 do aparelho e pesquisar os canais disponíveis. O smartphone é compatível com os padrões 1-seg e full seg e a antena possui uma entrada P2 convencional em uma das pontas.

É um recurso interessante, mas que esbarra no mesmo problema das gerações anteriores: a praticidade. Ainda é bastante questionável o fato de você ter de andar para cá e para lá com a antena guardada na mochila, por exemplo.

Conclusão

Os quatro pilares de um bom smartphone são: performance, duração de bateria, tela e conjunto de câmeras. O Moto G5 Plus tem bom desempenho em praticamente todas elas, o que é um ponto excelente, se considerarmos a sua faixa de preço. Mas temos que ter em mente que estamos falando de um smartphone com custos de produção ainda limitados.

Por isso, é louvável o trabalho que a Lenovo fez, trazendo um aparelho com um acabamento mais premium (alumínio), uma tela com ótima definição, um desempenho capaz de rodar muitas das tarefas necessárias em um smartphone e uma bateria capaz de aguentar toda essa demanda. Mas as limitações surgem quando o assunto é qualidade de câmeras. É nesse aspecto que vemos que a linha G ainda sofre um pouco mais e deixa o aparelho em um nível mais básico. Nesse caso, a experiência é basicamente a mesma de outros smartphones da mesma categoria: em ambientes claros, boas fotos; em locais escuros, produções mais limitadas.

Apesar desse fator, é inegável que o Moto G5 Plus é uma das melhores escolhas dessa faixa de preço no mercado.

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Avaliação Geral93%Recomendam a compra
9/10Baseado em 233 avaliações
Aspectos Positivos
  • Facilidade de Uso
  • Display
  • Funções e Características
  • Custo-Benefício
  • Design
  • Durabilidade
  • Câmera
  • Duração da Bateria
Pontos de Atenção
  • Desempenho
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