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Smartphone Motorola Moto G 4 Play XT1603 16GB
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8/10 (Baseado em 304 avaliações)
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Informações Básicas
TipoSmartphone
MarcaMotorola
LinhaMoto G
Modelo4 Play XT1603 16GB
ChipsDual Chip
CoresDourado, Preto
Câmera
Câmera Traseira8.0 Megapixels
Funções da CâmeraAuto HDR, Estabilização Automática, Filma em HD, Flash, Panorama
Câmera Frontal5.0 Megapixels Frontal
Funções Câmera FrontalFlash da Tela
Tela
Tamanho da Tela5.0 polegadas
Resolução1280 X 720 Pixels
DefiniçãoHD
Hardware
ProcessadorQualcomm Snapdragon 410
NúcleosQuad-Core (4 Núcleos)
Velocidade do Processador1.2 GHz
Memória Interna16 GB
Memória RAM2 GB RAM
EntradasFone de Ouvido, Micro USB, MicroSD
Software
Sistema OperacionalAndroid
VersãoMarshmallow
Características e Conectividade
Internet4G, Wi-Fi
RecursosBluetooth 4.1
ProteçãoNanorrevestimento à Prova D'Água
Bateria
Bateria2800 mAh
Dimensões
Largura72 mm
Altura144,4 mm
Profundidade9,9 mm
Peso137 g
Por Colaborador em 25/08/2016
Moto G 4 Play é o mais básico da família, mas faz bonito

Smartphone traz 2 GB de RAM, boa autonomia de bateria e visor com ótimas imagens

Prós
  • Bom desempenho

  • Bateria duradoura (mais o rápido carregamento)

  • Tela com ótimas imagens

Contras
  • Câmera deixa a desejar em baixa luminosidade

  • Quase todos os recursos do Moto Ações foram limados

Quando a Lenovo trouxe a nova linha de smartphones G 4, três modelos foram apresentados aos consumidores. Nós já testamos o Moto G 4 e o Moto G 4 Plus, dois aparelhos mais poderosos. Buscando atingir uma faixa mais popular, eis que chega às nossas mãos o Moto G 4 Play, um celular humilde de configurações, mas que conta com 2 GB de RAM, tela em alta definição e bateria com alta duração. Confira todos os detalhes nos parágrafos abaixo.

Quando a Lenovo trouxe a nova linha de smartphones G 4, três modelos foram apresentados aos consumidores. Nós já testamos o Moto G 4 e o Moto G 4 Plus, dois aparelhos mais poderosos. Buscando atingir uma faixa mais popular, eis que chega às nossas mãos o Moto G 4 Play, um celular humilde de configurações, mas que conta com 2 GB de RAM, tela em alta definição e bateria com alta duração. Confira todos os detalhes nos parágrafos abaixo.

Especificações, desempenho e benchmarks

Mesmo com tantos celulares utilizando chips mais potentes (e também mais novos), o G 4 Play ainda aposta no Snapdragon 410 (quad-core de 1,2 GHz). A diferença aqui é a presença dos 2 GB de RAM, que garante maior fluidez na execução de tarefas, seja na transição entre menus, telas ou aplicativos. O Android embarcado é o 6.0.1 (Marshmallow) e não traz customizações, o que ajuda ainda mais nessa boa experiência.

Durante nossos testes, o desempenho desse Moto nos deixou bastante satisfeitos. Seja com muitos apps abertos (deixamos mais de 15 em segundo plano e não sentimos nenhuma queda na performance), ao abrir, fechar ou transitar entre eles ou durante a jogatina. Com games casuais, como Fruit Ninja e Subway Surfers, tudo rolou numa boa. Com os mais pesados, como Real Racing 3 e Mortal Kombat X, é possível notar uma diminuição leve na qualidade dos gráficos por uma melhor jogabilidade. Mesmo assim, o resultado é ótimo.

Claro que não deixamos de rodamos os testes com benchmarks sintéticos, que geram resultados absolutos e ajudam na comparação entre os smartphones. Utilizamos os quatro programas de sempre: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark.

No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o G 4 Play marcou apenas 28952 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o telefone chegou aos 14072 pontos. No terceiro teste, o processador gráfico foi estressado ao máximo e o celular atingiu 2560 pontos no modo extreme e 4426 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela.

Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades cotidianos do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O modelo da Lenovo anotou 4111 pontos.

Sabemos que os números não indicam o real poder de processamento do smartphone, mas é possível ter uma noção que estamos falando de um telefone básico.

Mesmo com tantos celulares utilizando chips mais potentes (e também mais novos), o G 4 Play ainda aposta no Snapdragon 410 (quad-core de 1,2 GHz). A diferença aqui é a presença dos 2 GB de RAM, que garante maior fluidez na execução de tarefas, seja na transição entre menus, telas ou aplicativos. O Android embarcado é o 6.0.1 (Marshmallow) e não traz customizações, o que ajuda ainda mais nessa boa experiência.

Durante nossos testes, o desempenho desse Moto nos deixou bastante satisfeitos. Seja com muitos apps abertos (deixamos mais de 15 em segundo plano e não sentimos nenhuma queda na performance), ao abrir, fechar ou transitar entre eles ou durante a jogatina. Com games casuais, como Fruit Ninja e Subway Surfers, tudo rolou numa boa. Com os mais pesados, como Real Racing 3 e Mortal Kombat X, é possível notar uma diminuição leve na qualidade dos gráficos por uma melhor jogabilidade. Mesmo assim, o resultado é ótimo.

Claro que não deixamos de rodamos os testes com benchmarks sintéticos, que geram resultados absolutos e ajudam na comparação entre os smartphones. Utilizamos os quatro programas de sempre: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark.

No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o G 4 Play marcou apenas 28952 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o telefone chegou aos 14072 pontos. No terceiro teste, o processador gráfico foi estressado ao máximo e o celular atingiu 2560 pontos no modo extreme e 4426 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela.

Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades cotidianos do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O modelo da Lenovo anotou 4111 pontos.

Sabemos que os números não indicam o real poder de processamento do smartphone, mas é possível ter uma noção que estamos falando de um telefone básico.

Armazenamento, conectividade, tela e design

Bom, uma coisa é obrigação. Um celular Android (de entrada) tem que ter no mínimo 16 GB de armazenamento. E nisso o Moto G 4 Play não decepciona. Tudo bem que apenas 10,96 GB estão livres para uso, mas se isso não for suficiente, é possível inserir um cartão microSD de até 128 GB para guardar seus arquivos.

Nessa categoria é muito comum encontrarmos modelos dual-chip e foi exatamente o que encontramos. Claro que o 4G não poderia ficar de fora, muito menos as conexões básicas, como Wi-Fi 802.11n, GPS e Bluetooth 4.1. Outras presenças – e que me agradam bastante – são o rádio FM e a TV digital. Pena que no caso da TV o sinal ainda seja o 1seg, que traz baixa resolução e não aproveita a tela HD do G 4 Play.

E já que falamos nela, esse é um dos grandes destaques do smartphone de entrada da família Moto. A tela LCD de 5 polegadas conta com resolução de 1280 por 720 pixels e o ângulo de visão é amplo. As cores são vibrantes, com brilho e contraste bem equilibrados. Mas tome cuidado com luz incidindo na tela, pois nesse caso a visualização ficará bastante prejudicada.

Sobre o famoso Moto Ações, praticamente tudo foi limado aqui. Nem mesmo os movimentos para abrir a câmera e ativar a lanterna estão presentes. Pelo menos restou a Moto Tela, que avisa com ícones as notificações dos aplicativos. Ainda dá para diminuir o tamanho da tela para facilitar o manuseio em alguma situação específica.

Seguindo a linha da família G 4, o Play traz um corpo bastante semelhante aos seus irmãos, com bordas arredondadas e traseira texturizada, que oferece melhor pegada. O modelo que testamos (com TV digital) traz duas capinhas, nas cores roxa e preta. E marcas de dedos são bastante comuns na tela. A gordura fica bastante perceptível.

Suas bordas são plásticas na cor prateada (ou grafite) e na parte traseira a câmera e o flash são levemente protuberantes. Na lateral direita, temos o botão liga/desliga e controle de volume. Embaixo, o microUSB. Em cima, P2 para fone de ouvido. Na parte frontal, câmera, sensor de proximidade e luminosidade e alto-falante (que serve para ligações e para a multimídia). E para um celular com TV, o falante frontal é bacana, pois fica direcionado a você. E o áudio é bacana, mas com pouca qualidade.

Suas medidas? 14,4 cm de largura, 7,2 cm de altura e 0,99 centímetros de espessura. Peso? 137 gramas. Não vai incomodar nem no bolso, nem na mão.

Bom, uma coisa é obrigação. Um celular Android (de entrada) tem que ter no mínimo 16 GB de armazenamento. E nisso o Moto G 4 Play não decepciona. Tudo bem que apenas 10,96 GB estão livres para uso, mas se isso não for suficiente, é possível inserir um cartão microSD de até 128 GB para guardar seus arquivos.

Nessa categoria é muito comum encontrarmos modelos dual-chip e foi exatamente o que encontramos. Claro que o 4G não poderia ficar de fora, muito menos as conexões básicas, como Wi-Fi 802.11n, GPS e Bluetooth 4.1. Outras presenças – e que me agradam bastante – são o rádio FM e a TV digital. Pena que no caso da TV o sinal ainda seja o 1seg, que traz baixa resolução e não aproveita a tela HD do G 4 Play.

E já que falamos nela, esse é um dos grandes destaques do smartphone de entrada da família Moto. A tela LCD de 5 polegadas conta com resolução de 1280 por 720 pixels e o ângulo de visão é amplo. As cores são vibrantes, com brilho e contraste bem equilibrados. Mas tome cuidado com luz incidindo na tela, pois nesse caso a visualização ficará bastante prejudicada.

Sobre o famoso Moto Ações, praticamente tudo foi limado aqui. Nem mesmo os movimentos para abrir a câmera e ativar a lanterna estão presentes. Pelo menos restou a Moto Tela, que avisa com ícones as notificações dos aplicativos. Ainda dá para diminuir o tamanho da tela para facilitar o manuseio em alguma situação específica.

Seguindo a linha da família G 4, o Play traz um corpo bastante semelhante aos seus irmãos, com bordas arredondadas e traseira texturizada, que oferece melhor pegada. O modelo que testamos (com TV digital) traz duas capinhas, nas cores roxa e preta. E marcas de dedos são bastante comuns na tela. A gordura fica bastante perceptível.

Suas bordas são plásticas na cor prateada (ou grafite) e na parte traseira a câmera e o flash são levemente protuberantes. Na lateral direita, temos o botão liga/desliga e controle de volume. Embaixo, o microUSB. Em cima, P2 para fone de ouvido. Na parte frontal, câmera, sensor de proximidade e luminosidade e alto-falante (que serve para ligações e para a multimídia). E para um celular com TV, o falante frontal é bacana, pois fica direcionado a você. E o áudio é bacana, mas com pouca qualidade.

Suas medidas? 14,4 cm de largura, 7,2 cm de altura e 0,99 centímetros de espessura. Peso? 137 gramas. Não vai incomodar nem no bolso, nem na mão.

Câmeras e bateria

Diferente dos seus irmãos mais robustos que traziam alguns ajustes mais profissionais, o Moto G 4 Play é bem mais simples. Apontou, focou, fotografou. Por aqui, é possível ativar o HDR, temporizador, escolher a resolução e regular a exposição. Só.

Com 8 megapixels, fizemos alguns testes e as imagens em ambientes claros (luz do dia e escritório) se mostraram com boa qualidade, principalmente nas cores. O problema começa quando a luz começa a ficar escassa. Borrões e ruídos são mais perceptíveis, tanto nos cliques, quanto nos vídeos, além do foco ficar mais lento. E com a câmera principal, é possível gravar em full HD, mas pena que falta estabilização.

A frontal de 5 megapixels segue o mesmo principio. Boa com iluminação, mas deixa a desejar com pouca luz. Ah, e o flash traseiro quebra o galho apenas em objetos/pessoas próximas. Os vídeos também são capturados em full HD, sem estabilização.

E para quem busca um celular mais em conta e que tenha uma bateria que dure o dia inteiro, o Moto G 4 Play manda muito bem. Com 2800 mAh, o resultado foi extremamente positivo.

Fizemos nosso teste padrão (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube) e ao finalizá-lo tínhamos 35% de carga restante. Pode usar numa boa que ele aguenta bem o tranco do dia a dia.

 

Mas se caso você utilizar bastante e precisar de uma recarga, graças à tecnologia de carregamento rápido, conseguimos sair dos 10% para os 100% de bateria em apenas uma hora.

Diferente dos seus irmãos mais robustos que traziam alguns ajustes mais profissionais, o Moto G 4 Play é bem mais simples. Apontou, focou, fotografou. Por aqui, é possível ativar o HDR, temporizador, escolher a resolução e regular a exposição. Só.

Com 8 megapixels, fizemos alguns testes e as imagens em ambientes claros (luz do dia e escritório) se mostraram com boa qualidade, principalmente nas cores. O problema começa quando a luz começa a ficar escassa. Borrões e ruídos são mais perceptíveis, tanto nos cliques, quanto nos vídeos, além do foco ficar mais lento. E com a câmera principal, é possível gravar em full HD, mas pena que falta estabilização.

A frontal de 5 megapixels segue o mesmo principio. Boa com iluminação, mas deixa a desejar com pouca luz. Ah, e o flash traseiro quebra o galho apenas em objetos/pessoas próximas. Os vídeos também são capturados em full HD, sem estabilização.

E para quem busca um celular mais em conta e que tenha uma bateria que dure o dia inteiro, o Moto G 4 Play manda muito bem. Com 2800 mAh, o resultado foi extremamente positivo.

Fizemos nosso teste padrão (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube) e ao finalizá-lo tínhamos 35% de carga restante. Pode usar numa boa que ele aguenta bem o tranco do dia a dia.

 

Mas se caso você utilizar bastante e precisar de uma recarga, graças à tecnologia de carregamento rápido, conseguimos sair dos 10% para os 100% de bateria em apenas uma hora.

Conclusão

Para quem está pensando em comprar um novo smartphone básico, mas que entregue um bom desempenho nas tarefas cotidianas, o Moto G 4 Play oferece uma experiência um pouco superior à geração anterior. Na verdade, a configuração é praticamente idêntica ao Moto G3, com exceção dos 2 GB de RAM, que fazem uma boa diferença na performance final.

Além disso, com um hardware mais simples e uma bateria grande, a autonomia é bastante satisfatória, além de oferecer um carregamento rápido. Ou seja, dificilmente você ficará sem bateria durante o dia. E com uma tela de 5 polegadas, curtir conteúdos diversificados, como textos, fotos e filmes, é bastante tranquilo graças a qualidade do visor, com amplo ângulo de visão.

Uma pena que a maioria dos recursos do Moto Ações foi deixado de lado. Já a câmera que faz boas imagens com muita luz, sofre em condições adversas (noite e locais escuros).

Resumindo: se você tiver um modelo da 3ª geração, principalmente se for com 2 GB de RAM , o upgrade não compensa. Mas para quem quer um bom smartphone de entrada, o G 4 Play é uma boa pedida.

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Avaliação Geral93%Recomendam a compra
8/10Baseado em 304 avaliações
Aspectos Positivos
  • Facilidade de Uso
  • Custo-Benefício
  • Design
  • Display
  • Funções e Características
  • Durabilidade
  • Câmera
  • Duração da Bateria
Pontos de Atenção
  • Desempenho
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