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    Smartphone LG G5 Se 32GB - Prata + Acessório Camera Modular Para Celular Lg G5 Modelo Cbg - 700

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    Informações Básicas
    TipoSmartphone
    MarcaLG
    ModeloG5 SE H840
    CoresDourado, Prata, Titânio
    Câmera
    Câmera Traseira16.0 Megapixels
    Funções da CâmeraDetector de Rosto, Detector de Sorriso, Filma em 2K, Flash, Foco Automático, HDR, Panorama, Posição Geográfica
    Câmera Frontal8.0 Megapixels Frontal
    Funções Câmera FrontalFilma em Full HD, Panorama, Temporizador
    Tela
    Tamanho da Tela5.3 polegadas
    Tipo de TelaIPS LCD
    Resolução2560 x 1440 Pixels
    Hardware
    ProcessadorQualcomm Snapdragon 652
    NúcleosOcta-Core (8 Núcleos)
    Memória Interna32 GB
    Memória RAM3 GB RAM
    EntradasFone de Ouvido
    Software
    Sistema OperacionalAndroid
    VersãoMarshmallow
    Características e Conectividade
    Internet4G, Wi-Fi
    RecursosBluetooh 4.0, NFC, Wi-Fi Direct
    Bateria
    Bateria2800 mAh
    Dimensões
    Largura73,9 mm
    Altura149,4 mm
    Profundidade7,7 mm
    Peso156 g
    Por Colaborador em 01/06/2016
    LG traz G5 SE ao Brasil e agrada pela versatilidade do aparelho

    Mesmo com chip menos poderoso do que a versão original, o G5 SE fica longe de decepcionar, principalmente no quesito câmera, uma vez que as duas câmeras traseiras cumprem um ótimo papel quando o assunto é foto

    Prós
    • Câmera traseira dupla, com lente angular

    • Leitor de impressão digital na parte traseira

    • É o primeiro smartphone modular, dá para colocar acessórios externos

    • Bom desempenho, mesmo com chip, teoricamente, mais fraco

    • Expansão para 2 TB

    Contras
    • A câmera do G5 é ótima, mas ainda não supera a do G4

    Já não é mais novidade para ninguém: a LG trouxe uma outra versão ao Brasil do G5, a SE. Nesta o que muda mesmo é o chip – que passa a ser o Snapdragon 652, contra o 820 da versão comum – e 1 GB a menos de RAM.  

    Mas calma, não precisa fazer barulho. Nos nossos testes, não é uma enorme mudança prática no dia a dia. Não é surpresa dizer que, basicamente, tudo roda no LG G5 SE. A tela de 5.3 polegadas e resolução QHD é muito bonita e as duas câmeras traseiras são um dos pontos fortes do aparelho.

    Agora, a grande surpresa do G5 SE é a ousadia da LG, que deu uma nova roupagem ao seu smartphone e decidiu apostar na tecnologia modular, aquela que você pode trocar uma parte do smartphone por outra. Basta retirar a parte inferior do G5 e colocar qualquer outra no lugar, seja uma câmera, uma bateria ou um sistema de som, e integrar ao smartphone. 

    Essa é uma das grandes apostas futuras do mercado de smartphone e o G5, da LG, é um ótimo primeiro passo, claro que vamos falar mais sobre isso no review completo logo abaixo. 

    Já não é mais novidade para ninguém: a LG trouxe uma outra versão ao Brasil do G5, a SE. Nesta o que muda mesmo é o chip – que passa a ser o Snapdragon 652, contra o 820 da versão comum – e 1 GB a menos de RAM.  

    Mas calma, não precisa fazer barulho. Nos nossos testes, não é uma enorme mudança prática no dia a dia. Não é surpresa dizer que, basicamente, tudo roda no LG G5 SE. A tela de 5.3 polegadas e resolução QHD é muito bonita e as duas câmeras traseiras são um dos pontos fortes do aparelho.

    Agora, a grande surpresa do G5 SE é a ousadia da LG, que deu uma nova roupagem ao seu smartphone e decidiu apostar na tecnologia modular, aquela que você pode trocar uma parte do smartphone por outra. Basta retirar a parte inferior do G5 e colocar qualquer outra no lugar, seja uma câmera, uma bateria ou um sistema de som, e integrar ao smartphone. 

    Essa é uma das grandes apostas futuras do mercado de smartphone e o G5, da LG, é um ótimo primeiro passo, claro que vamos falar mais sobre isso no review completo logo abaixo. 

    Design mudou e para melhor (segundo eu mesmo)

     É até uma polêmica dizer que o G5 é visualmente mais bonito que o G4, mas design é uma questão pessoal e sobre isso, todas as opiniões são aceitáveis. Fato é que a leve curvatura que existia no G4 aqui já não existe mais, o corpo do G5 é estritamente reto, apenas as bordas são arredondadas, o que dá uma pegada melhor ao aparelho, inclusive permite mexer no aparelho com apenas uma das mãos. O G5 SE estará sendo vendido em Prata, Titânio, Ouro e Rosê. 

    A tela de 5. 3 polegadas é bem aproveitada, praticamente não existe bordas nas laterais, apenas na parte de cima, com a câmera frontal, e na parte de baixo, com o logo da LG, o que já acontecia no G4. Para quem gosta, o G5 continua com o sensor infravermelho, para usá-lo como controle remoto, por exemplo. O que gerou muita confusão nos blogs de tecnologia e no YouTube foi a questão do acabamento do aparelho: afinal, o LG G5 é de plástico ou é de metal? Segundo a LG, é de metal, mas há diversos vídeos dizendo que não é bem assim. Bom, pelo que vimos aqui o aparelho é de alumínio e recebe uma mão de tinta metalizada, de fato, ele não é de metal, ao menos o usuário não toca em metal. 

    Agora vamos às mudanças reais: o G5 vem com conector USB-C, aquele que é possível conectar de ambos os lados e faz transferências mais rapidamente, e o já velho Smart Button na parte traseira é agora um leitor de impressão digital (finalmente!), raramente você irá o pressionar, já que o G5 continua com o recurso de tocar duas vezes na tela e acendê-la. Em questões de dimensões o G5 ficou mais fino (8,9 mm) e um pouco mais pesado (157g) do que o G4, que tem 9,8 mm de espessura e pesa 155g.

    A tela do G5 é ligeiramente menor, para ser mais preciso, 0,2 polegadas de diferença para o G4. Mas na prática, não é muito diferente. A resolução é exatamente a mesma, QHD e 554 dpi, ou seja, a qualidade da tela é inquestionável, ótima para ver vídeos, fotos, navegar nas redes sociais ou qualquer outra tarefa. 

    Um problema que já vinha desde o G4 é o reflexo da tela contra a luz. O Swype está presente e o Knock On – dar toques na tela para acender - está presente.

     É até uma polêmica dizer que o G5 é visualmente mais bonito que o G4, mas design é uma questão pessoal e sobre isso, todas as opiniões são aceitáveis. Fato é que a leve curvatura que existia no G4 aqui já não existe mais, o corpo do G5 é estritamente reto, apenas as bordas são arredondadas, o que dá uma pegada melhor ao aparelho, inclusive permite mexer no aparelho com apenas uma das mãos. O G5 SE estará sendo vendido em Prata, Titânio, Ouro e Rosê. 

    A tela de 5. 3 polegadas é bem aproveitada, praticamente não existe bordas nas laterais, apenas na parte de cima, com a câmera frontal, e na parte de baixo, com o logo da LG, o que já acontecia no G4. Para quem gosta, o G5 continua com o sensor infravermelho, para usá-lo como controle remoto, por exemplo. O que gerou muita confusão nos blogs de tecnologia e no YouTube foi a questão do acabamento do aparelho: afinal, o LG G5 é de plástico ou é de metal? Segundo a LG, é de metal, mas há diversos vídeos dizendo que não é bem assim. Bom, pelo que vimos aqui o aparelho é de alumínio e recebe uma mão de tinta metalizada, de fato, ele não é de metal, ao menos o usuário não toca em metal. 

    Agora vamos às mudanças reais: o G5 vem com conector USB-C, aquele que é possível conectar de ambos os lados e faz transferências mais rapidamente, e o já velho Smart Button na parte traseira é agora um leitor de impressão digital (finalmente!), raramente você irá o pressionar, já que o G5 continua com o recurso de tocar duas vezes na tela e acendê-la. Em questões de dimensões o G5 ficou mais fino (8,9 mm) e um pouco mais pesado (157g) do que o G4, que tem 9,8 mm de espessura e pesa 155g.

    A tela do G5 é ligeiramente menor, para ser mais preciso, 0,2 polegadas de diferença para o G4. Mas na prática, não é muito diferente. A resolução é exatamente a mesma, QHD e 554 dpi, ou seja, a qualidade da tela é inquestionável, ótima para ver vídeos, fotos, navegar nas redes sociais ou qualquer outra tarefa. 

    Um problema que já vinha desde o G4 é o reflexo da tela contra a luz. O Swype está presente e o Knock On – dar toques na tela para acender - está presente.

    Desempenho é ótimo e bateria rende um dia

    A bateria foi diminuída de uma geração para outra, agora é de 2800 mAh. Mas a duração é quase a mesma. Se no G4, nos nossos testes mais intensos, o modelo finalizou com 19%, o G5 finalizou com 25%. Essa diferença se dá pelo tempo que o teste durou, sendo um total de 8 horas no G4 e 6 no G5. O que podemos concluir que a bateria é exatamente a mesma, já que a tela e a bateria foram reduzidas.

    Num outro teste, mais informal, usando o G5 como meu próprio celular, a bateria aguentou um dia sem nenhum problema, mas toda noite é necessário carrega-lo. Ou seja, a bateria aguenta um dia inteiro de uso normal, mas se for mais intenso é melhor levar o carregador pra cima e pra baixo. 

    É quase obvio dizer que tudo roda no G5, desde aplicações mais pesadas, tais como jogos, até as mais leves, como redes sociais. Uma coisa curiosa é que o G5 não tem menu, como a maioria dos Android, tudo está nas abas de navegação, como é o no iPhone, o que deixou o celular um pouco mais fácil de usar, na minha visão. 

    Durante nossos testes abrimos mais de 30 aplicativos ao mesmo tempo e tudo rodou numa boa, sem maiores problemas. O que é normal para um modelo com processador Snapdragon 652 Octa-Core de 1.6 GHz e 3 GB de RAM.  O processador do G5, inclusive, superou o do G4 ao menos nos benchmarks, apps para medir sinteticamente o desempenho dos smartphones. O do G4, com seu processador Snapdragon 808, marcou pouco mais de 60 mil pontos no Antutu , enquanto o G5 fez 75849 pontos. 

    Isso já havia sido apontado pela própria Antutu quando ela disponibilizou um ranking dos melhores processadores de smartphones. O 652 tem, segundo esse ranking, o mesmo desempenho do 810.

    O que muito se falou antes do lançamento é que o G5 na versão mais parruda, que NÃO será vendida no Brasil, traz o processador Snapdragon 820, tido como o melhor processador atualmente, e 4 GB de RAM, o que decepcionou bastante alguns consumidores. 

    O leitor de impressões digitais funciona bem e está localizado na parte traseira do smartphone, o que facilita bastante na hora de acender a tela. O recurso Always On Display também está presente – aquele que faz a tela ficar sempre acesa – e é basicamente uma central de notificações 24h, sem gastar tanta bateria. O que é legal é que em ambientes escuros, como em cinemas ou até mesmo no quarto, a luz não é forte, é suficiente para enxergar, mas não incomoda os olhos. 

    De resto, tudo é igual ao G4: O G5 SE conta com 32 GB de armazenamento e entrada para um micro SD de até 2 TB, Wi-Fi, 4G, Bluetooth 4.2, NFC e GPS. 

    A bateria foi diminuída de uma geração para outra, agora é de 2800 mAh. Mas a duração é quase a mesma. Se no G4, nos nossos testes mais intensos, o modelo finalizou com 19%, o G5 finalizou com 25%. Essa diferença se dá pelo tempo que o teste durou, sendo um total de 8 horas no G4 e 6 no G5. O que podemos concluir que a bateria é exatamente a mesma, já que a tela e a bateria foram reduzidas.

    Num outro teste, mais informal, usando o G5 como meu próprio celular, a bateria aguentou um dia sem nenhum problema, mas toda noite é necessário carrega-lo. Ou seja, a bateria aguenta um dia inteiro de uso normal, mas se for mais intenso é melhor levar o carregador pra cima e pra baixo. 

    É quase obvio dizer que tudo roda no G5, desde aplicações mais pesadas, tais como jogos, até as mais leves, como redes sociais. Uma coisa curiosa é que o G5 não tem menu, como a maioria dos Android, tudo está nas abas de navegação, como é o no iPhone, o que deixou o celular um pouco mais fácil de usar, na minha visão. 

    Durante nossos testes abrimos mais de 30 aplicativos ao mesmo tempo e tudo rodou numa boa, sem maiores problemas. O que é normal para um modelo com processador Snapdragon 652 Octa-Core de 1.6 GHz e 3 GB de RAM.  O processador do G5, inclusive, superou o do G4 ao menos nos benchmarks, apps para medir sinteticamente o desempenho dos smartphones. O do G4, com seu processador Snapdragon 808, marcou pouco mais de 60 mil pontos no Antutu , enquanto o G5 fez 75849 pontos. 

    Isso já havia sido apontado pela própria Antutu quando ela disponibilizou um ranking dos melhores processadores de smartphones. O 652 tem, segundo esse ranking, o mesmo desempenho do 810.

    O que muito se falou antes do lançamento é que o G5 na versão mais parruda, que NÃO será vendida no Brasil, traz o processador Snapdragon 820, tido como o melhor processador atualmente, e 4 GB de RAM, o que decepcionou bastante alguns consumidores. 

    O leitor de impressões digitais funciona bem e está localizado na parte traseira do smartphone, o que facilita bastante na hora de acender a tela. O recurso Always On Display também está presente – aquele que faz a tela ficar sempre acesa – e é basicamente uma central de notificações 24h, sem gastar tanta bateria. O que é legal é que em ambientes escuros, como em cinemas ou até mesmo no quarto, a luz não é forte, é suficiente para enxergar, mas não incomoda os olhos. 

    De resto, tudo é igual ao G4: O G5 SE conta com 32 GB de armazenamento e entrada para um micro SD de até 2 TB, Wi-Fi, 4G, Bluetooth 4.2, NFC e GPS. 

    G5 traz um conjunto de três câmeras e é o primeiro com tecnologia modular

    Uma das grandes novidades do modelo é que na parte traseira há duas câmeras: uma de 16 MP, convencional, que já abordaremos a seguir, e outra de 8 MP, grande angular. A maior diferença, obviamente, é o maior campo de visão da câmera grande angular, já que seu ângulo é de 135º. As fotos saem com qualidade excelente, inclusive é possível configurar o ISO, a velocidade do obturador, balanço do branco e outros componentes para melhorar a imagem no modo manual. Um dos problemas notáveis é que é comum ter o dedo “manchando” a imagem, já que o campo de visão é tão grande que muitas vezes a mão acaba atrapalhando, mas isso é questão de prática. 

    É legal tirar esse tipo de fotos em campos abertos, assim dá para colocar tudo na imagem. As filmagens em Full HD podem ser feitas também  com a lente grande angular e é bem parecido com as action cam, como a Go Pro, por exemplo. 

    É possível ainda tirar uma foto usando tanto a lente grande angular quanto a convencional, é o modo Pop Out, mas eu, particularmente, não gostei, as fotos acabam ficando confusas. Um modo de fato interessante é o Múltiplo, que une as três câmeras num mosaico. 

    A outra lente, a de 16 MP, é exatamente igual a do G4. Contudo, pelos nossos testes de comparação entre os dois modelos, a do G4 se aproxima mais do real, ou seja, não exagera tanto nas cores como a do G5. Uma foto do pôr do sol, por exemplo, no G5 é nítida uma maior coloração do céu ou até no laranja do sol, o que não ocorre no G4. Mas ainda sim as fotos superam as expectativas. 

    Na questão dos vídeos o G5 também passa longe de decepcionar. Dá para fazer vídeos em Full HD e em câmera lenta, o que é muito bem feito no G5. A estabilização óptica também se faz presente. 

    A câmera frontal não apresenta novidades, faz o que já sabíamos: boas fotos em 8 MP e filma em Full HD, mas, se nas câmeras traseiras o G5 exagera na cor, na câmera frontal isso é elevado a quarta potência. Para quem gosta de mais brilho, mais cor na pele e etc, isso é ótimo, mas para quem gosta de fotos mais reais, a câmera frontal pode decepcionar um pouco. O recurso Quick Selfie também está presente, basta abrir e fechar a mão quando sinalizado que o celular reconhece os movimentos e tira uma selfie.

    Agora vamos para a grande novidade do modelo: o fato dele ser modular. Mas que raio é isso? Basicamente, a parte de baixo do aparelho pode ser removida para que outra seja colocada no lugar. E é exatamente essa “outra” que dá jogo. 

    Imagine que pode ser colocado uma câmera digital (a CAM Plus), um rádio (Hi-Fi Plus), o LG 360 VR, o aparelho de realidade virtual da LG, ou até mesmo uma nova bateria. Tudo isso só pelo fato dele ser modular. As possibilidades ainda são finitas e caras, uma vez que tudo isso é vendido separadamente e só se sabe que a Anatel homologou a câmera 360º da LG, mas smartphones modulares são uma das apostas do mercado e podem ser mais comuns daqui alguns anos.

    A LG também anunciou que o G5 irá aceitar outros acessórios desenvolvidos por fabricantes concorrentes, agora basta aguardar as novas possibilidades que o G5 irá proporcionar, mas isso já agrada bastante. 

    Uma das grandes novidades do modelo é que na parte traseira há duas câmeras: uma de 16 MP, convencional, que já abordaremos a seguir, e outra de 8 MP, grande angular. A maior diferença, obviamente, é o maior campo de visão da câmera grande angular, já que seu ângulo é de 135º. As fotos saem com qualidade excelente, inclusive é possível configurar o ISO, a velocidade do obturador, balanço do branco e outros componentes para melhorar a imagem no modo manual. Um dos problemas notáveis é que é comum ter o dedo “manchando” a imagem, já que o campo de visão é tão grande que muitas vezes a mão acaba atrapalhando, mas isso é questão de prática. 

    É legal tirar esse tipo de fotos em campos abertos, assim dá para colocar tudo na imagem. As filmagens em Full HD podem ser feitas também  com a lente grande angular e é bem parecido com as action cam, como a Go Pro, por exemplo. 

    É possível ainda tirar uma foto usando tanto a lente grande angular quanto a convencional, é o modo Pop Out, mas eu, particularmente, não gostei, as fotos acabam ficando confusas. Um modo de fato interessante é o Múltiplo, que une as três câmeras num mosaico. 

    A outra lente, a de 16 MP, é exatamente igual a do G4. Contudo, pelos nossos testes de comparação entre os dois modelos, a do G4 se aproxima mais do real, ou seja, não exagera tanto nas cores como a do G5. Uma foto do pôr do sol, por exemplo, no G5 é nítida uma maior coloração do céu ou até no laranja do sol, o que não ocorre no G4. Mas ainda sim as fotos superam as expectativas. 

    Na questão dos vídeos o G5 também passa longe de decepcionar. Dá para fazer vídeos em Full HD e em câmera lenta, o que é muito bem feito no G5. A estabilização óptica também se faz presente. 

    A câmera frontal não apresenta novidades, faz o que já sabíamos: boas fotos em 8 MP e filma em Full HD, mas, se nas câmeras traseiras o G5 exagera na cor, na câmera frontal isso é elevado a quarta potência. Para quem gosta de mais brilho, mais cor na pele e etc, isso é ótimo, mas para quem gosta de fotos mais reais, a câmera frontal pode decepcionar um pouco. O recurso Quick Selfie também está presente, basta abrir e fechar a mão quando sinalizado que o celular reconhece os movimentos e tira uma selfie.

    Agora vamos para a grande novidade do modelo: o fato dele ser modular. Mas que raio é isso? Basicamente, a parte de baixo do aparelho pode ser removida para que outra seja colocada no lugar. E é exatamente essa “outra” que dá jogo. 

    Imagine que pode ser colocado uma câmera digital (a CAM Plus), um rádio (Hi-Fi Plus), o LG 360 VR, o aparelho de realidade virtual da LG, ou até mesmo uma nova bateria. Tudo isso só pelo fato dele ser modular. As possibilidades ainda são finitas e caras, uma vez que tudo isso é vendido separadamente e só se sabe que a Anatel homologou a câmera 360º da LG, mas smartphones modulares são uma das apostas do mercado e podem ser mais comuns daqui alguns anos.

    A LG também anunciou que o G5 irá aceitar outros acessórios desenvolvidos por fabricantes concorrentes, agora basta aguardar as novas possibilidades que o G5 irá proporcionar, mas isso já agrada bastante. 

    Conclusão

    É, a gente sabe que a LG não trouxe a versão mais potente do G5, mas sim o G5 SE. Mas não precisa chorar, o processador Snapdragon 652 faz bonito e até melhor que o G4, que traz o 808. O desempenho do aparelho é um dos melhores atualmente e basicamente tudo roda. 

    O design mudou e está diferentão, o que agradou alguns e decepcionou outros, já que a curvatura da tela desapareceu e o G5 aparenta estar mais arredondado do que o G4, mas isso é questão de gosto. O que mudou mesmo é que o Smart Button agora é um leitor de impressão digital, que funciona bem. A bateria é o que deixa mais a desejar, já que dificilmente vai durar mais de um dia de uso normal.  

    A câmera mudou, ao menos no conjunto de câmeras, que agora são três: as duas convencionais e uma lente grande angular, com ângulo de 135°. As fotos são excelentes e os recursos são completos, mas em comparação ao G4 a câmera puxa mais cores, exagerando na tonalidade das paisagens. A tecnologia modular dá uma gama maior de possibilidades, mas temos que esperar a LG divulgar os aparelhos que vão vir ao Brasil. 

    Em poucas palavras, o G5 SE é uma atualização do G4, traz uma tela mais colorida, um software diferente, um conjunto de câmeras “mais completo” e desempenho melhor. É um smartphone top de linha completo, que dificilmente irá desapontar, mas se você já tem o G4 não é necessário fazer a troca, agora, se você está a procura de um bom smartphone para realizar qualquer tarefa, boa câmera e a tecnologia modular te chama a atenção, o G5 pode ser a melhor escolha. 

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    8/10Baseado em 31 avaliações
    Aspectos Positivos
    • Câmera
    • Facilidade de Uso
    • Funções e Características
    • Design
    • Display
    Pontos de Atenção
    • Duração da Bateria
    • Custo-Benefício
    • Durabilidade
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