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Smartphone Lenovo Vibe B
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7/10 (Baseado em 70 avaliações)

Produto Indisponível

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Informações Básicas
TipoSmartphone
MarcaLenovo
ModeloVibe B
ChipsDual Chip
CoresDourado, Preto
Câmera
Câmera Traseira5.0 Megapixels
Funções da CâmeraFilma em HD
Câmera Frontal2.0 Megapixels Frontal
Tela
Tamanho da Tela4.5 polegadas
Tipo de TelaTFT-LCD
Resolução854 x 480 Pixels
Hardware
ProcessadorMediatek MT6735M
NúcleosQuad-Core (4 Núcleos)
Velocidade do Processador1 GHz
Memória Interna8 GB
Memória RAM1 GB RAM
EntradasFone de Ouvido, MicroSD
Software
Sistema OperacionalAndroid
VersãoMarshmallow
Características e Conectividade
Internet4G, Wi-Fi
Bateria
Bateria2000 mAh
Dimensões
Largura66 mm
Altura134 mm
Peso147 g
Por Colaborador em 03/10/2016
Vibe B, o smartphone básico (até demais) da Lenovo

Celular traz configurações simples e é indicado para quem não quer gastar muito

Prós
  • Bom desempenho com tarefas básicas e jogos simples

  • Boa duração de bateria

Contras
  • Tela com baixa qualidade

  • Câmeras não produzem boas fotos

  • Apenas 8 GB de espaço interno

Antes de começar o review, vamos deixar uma coisa bem clara. Somos bastante críticos quanto aos smartphones, mas temos que posicionar nossas críticas conforme a categoria que o modelo está inserido. Bom, dito isso, você lerá a seguir a análise do Vibe B, o novo aparelho de entrada da Lenovo. Ele é um modelo bastante simples e que nos faz questionar o porquê dessa decisão. Será que vale a pena baixar tanto a qualidade, já que, até agora, a empresa tem feito bons celulares? Será que isso pode, de certa forma, manchar a boa reputação? É o que veremos a seguir.

Antes de começar o review, vamos deixar uma coisa bem clara. Somos bastante críticos quanto aos smartphones, mas temos que posicionar nossas críticas conforme a categoria que o modelo está inserido. Bom, dito isso, você lerá a seguir a análise do Vibe B, o novo aparelho de entrada da Lenovo. Ele é um modelo bastante simples e que nos faz questionar o porquê dessa decisão. Será que vale a pena baixar tanto a qualidade, já que, até agora, a empresa tem feito bons celulares? Será que isso pode, de certa forma, manchar a boa reputação? É o que veremos a seguir.

Câmeras e bateria

Outra coisa que foi bastante sacrificada no smartphone foram as câmeras. Com 5 megapixels, o resultado só fica bom em locais com luz natural. Mesmo dentro do escritório, as fotos apresentam ruídos e qualidade baixa. Os vídeos são gravados em HD e não oferece qualquer tipo de estabilização. Para locais com pouca luz, as imagens ficam ainda mais deficientes. Nossa recomendação: use apenas e se não tiver uma máquina melhor por perto. Já a frontal possui apenas 2 megapixels e tira selfies com o sinal de V. É possível fazer alguns ajustes, mas o lance por aqui é deixar tudo no automático mesmo.

Com 2000 mAh e com todo esse conjunto básico já citado anteriormente, já esperávamos um bom resultado.

Executamos todos os nossos testes padrão: 10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube . Tiramos o Vibe B da tomada às 10 horas da manhã com 100% e ao final dos testes, a autonomia ainda mostrava 30 % restante. Ou seja, mesmo com um uso mais intenso, o smartphone da Lenovo aguente bem o tranco. Se você utilizar pouco, em um uso ainda mais casual, fique tranquilo, pois vai sobrar carga ao final do dia.

Outra coisa que foi bastante sacrificada no smartphone foram as câmeras. Com 5 megapixels, o resultado só fica bom em locais com luz natural. Mesmo dentro do escritório, as fotos apresentam ruídos e qualidade baixa. Os vídeos são gravados em HD e não oferece qualquer tipo de estabilização. Para locais com pouca luz, as imagens ficam ainda mais deficientes. Nossa recomendação: use apenas e se não tiver uma máquina melhor por perto. Já a frontal possui apenas 2 megapixels e tira selfies com o sinal de V. É possível fazer alguns ajustes, mas o lance por aqui é deixar tudo no automático mesmo.

Com 2000 mAh e com todo esse conjunto básico já citado anteriormente, já esperávamos um bom resultado.

Executamos todos os nossos testes padrão: 10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube . Tiramos o Vibe B da tomada às 10 horas da manhã com 100% e ao final dos testes, a autonomia ainda mostrava 30 % restante. Ou seja, mesmo com um uso mais intenso, o smartphone da Lenovo aguente bem o tranco. Se você utilizar pouco, em um uso ainda mais casual, fique tranquilo, pois vai sobrar carga ao final do dia.

Armazenamento, conectividade, tela e design

Um dos pontos mais críticos desse celular da Lenovo é o espaço para armazenamento. São apenas 8 GB, sendo que apenas 4,4 GB estão livres para o uso. Para se ter uma ideia, além dos aplicativos já pré-instalados, conseguimos baixar 18 apps (8 jogos, 5 benchmarks e 5 variados – Buscapé, Spotify, Waze, Netflix e Instagram), tirar 29 fotos, capturar 4 telas e gravar 4 vídeos, restando pouco mais de 220 MB na memória. Para os tempos atuais, é quase inadmissível ter um telefone com tão pouco espaço nativo. Pelo menos, dá para inserir cartão microSD de até 32 GB. E mesmo basicão, o Vibe B já possui conexão 4G e ainda tem slots para dois chips. E para quem quiser baixar apps mais rapidamente, existe uma opção para usar o 4G mais Wi-Fi ao mesmo tempo.

Outro detalhe que foi bastante sacrificado é a tela. Com 4,5 polegadas, resolução de 854 por 480 pixels e tecnologia LCD TFT, o que vimos deixa a desejar. Além da baixa definição, os reflexos incomodam e prejudicam a visualização, principalmente em locais bem iluminados. O ângulo de visão é bastante restrito e as cores não são vibrantes. Curtir seu filme ou seriado favorito aqui? Só se não houver outra opção mesmo.

Outro problema fica na digitação, pois a precisão não é das melhores, principalmente por causa da tela pequena. Já os botões do Android são sensíveis ao toque e apresentaram falha (pararam de funcionar – só voltou após bloquear e desbloquear o telefone)

Com um design bastante simples, o Vibe B abriu mão dos materiais mais premium. Aqui, vai no plástico mesmo. Dentro da embalagem, existe a opção de duas cores da tampa traseira: dourada e preta. Elas oferecem uma textura que permite melhor pegada.  Com 0,9 centímetros de espessura e 147 gramas, as pequenas dimensões permitem o manuseio com apenas uma das mãos. O acesso à bateria, cartão microSD e chips microSIM são feitos com a retirada da tampa traseira.

No quesito sonoro, os fones de ouvido e o alto-falante apresentam qualidade apenas razoável.

Um dos pontos mais críticos desse celular da Lenovo é o espaço para armazenamento. São apenas 8 GB, sendo que apenas 4,4 GB estão livres para o uso. Para se ter uma ideia, além dos aplicativos já pré-instalados, conseguimos baixar 18 apps (8 jogos, 5 benchmarks e 5 variados – Buscapé, Spotify, Waze, Netflix e Instagram), tirar 29 fotos, capturar 4 telas e gravar 4 vídeos, restando pouco mais de 220 MB na memória. Para os tempos atuais, é quase inadmissível ter um telefone com tão pouco espaço nativo. Pelo menos, dá para inserir cartão microSD de até 32 GB. E mesmo basicão, o Vibe B já possui conexão 4G e ainda tem slots para dois chips. E para quem quiser baixar apps mais rapidamente, existe uma opção para usar o 4G mais Wi-Fi ao mesmo tempo.

Outro detalhe que foi bastante sacrificado é a tela. Com 4,5 polegadas, resolução de 854 por 480 pixels e tecnologia LCD TFT, o que vimos deixa a desejar. Além da baixa definição, os reflexos incomodam e prejudicam a visualização, principalmente em locais bem iluminados. O ângulo de visão é bastante restrito e as cores não são vibrantes. Curtir seu filme ou seriado favorito aqui? Só se não houver outra opção mesmo.

Outro problema fica na digitação, pois a precisão não é das melhores, principalmente por causa da tela pequena. Já os botões do Android são sensíveis ao toque e apresentaram falha (pararam de funcionar – só voltou após bloquear e desbloquear o telefone)

Com um design bastante simples, o Vibe B abriu mão dos materiais mais premium. Aqui, vai no plástico mesmo. Dentro da embalagem, existe a opção de duas cores da tampa traseira: dourada e preta. Elas oferecem uma textura que permite melhor pegada.  Com 0,9 centímetros de espessura e 147 gramas, as pequenas dimensões permitem o manuseio com apenas uma das mãos. O acesso à bateria, cartão microSD e chips microSIM são feitos com a retirada da tampa traseira.

No quesito sonoro, os fones de ouvido e o alto-falante apresentam qualidade apenas razoável.

Especificações, desempenho e benchmarks

Equipado com um processador quad-core Mediatek MT6735 de 1 GHz e apenas 1 GB de RAM, o modesto smartphone já conta com o Android Marshmallow 6.0, o que contribui para a boa fluidez na transição entre telas e menus. Mas não se iluda achando que tudo será mil maravilhas, pois é melhor nem exigir muito deste pequeno. Ao mudar entre apps, a velocidade é aceitável, mas não recomendamos deixar muitos deles abertos ao mesmo tempo, senão o desempenho será prejudicado.

Nos games, resolvemos nem instalar os mais exigentes, pois além de não ter muito espaço (falaremos sobre isso mais tarde), o telefone não possui essa proposta. Por isso, brincamos com títulos mais simples, como Subway Surfers e Jetpack Joyride. O desempenho foi bastante satisfatório e a diversão está garantida. Com jogos mais populares, como Pokémon Go e Clash Royale, tudo normal também, a não ser pela realidade aumentada que não funcionou no primeiro game.

Como sempre, rodamos alguns benchmarks sintéticos para gerar números absolutos e ajudar na comparação entre os smartphones. Utilizamos quatro programas: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark.

No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o Vibe B marcou 23434 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o smartphone chegou aos 7126 pontos. No terceiro teste, o processador gráfico foi estressado ao máximo e o celular atingiu 1682 pontos no modo extreme e 2653 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela.

Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades cotidianos do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O modelo da TP-Link anotou 2839 pontos.

Apenas como referência, eis os resultados de outros dois smartphones, um topo de linha (Moto Z) e um de básico/intermediário (Moto G 4 Play):

<em>Moto Z:</em> 132.343 pts (Antutu), 41.261 pts (Quadrant), 25.656 pontos no modo unlimited (3DMark) e 7.327 pts (PCMark).

<em>Moto G 4 Play:</em> 28.952 pts (Antutu), 14.072 pts (Quadrant), 4.426 pontos no modo unlimited (3DMark) e 4.111 pts (PCMark).

Com isso, é possível ter uma noção de onde se encontra o Vibe B. Um resultado fraco, mas condizente com o potencial de seu hardware.

Equipado com um processador quad-core Mediatek MT6735 de 1 GHz e apenas 1 GB de RAM, o modesto smartphone já conta com o Android Marshmallow 6.0, o que contribui para a boa fluidez na transição entre telas e menus. Mas não se iluda achando que tudo será mil maravilhas, pois é melhor nem exigir muito deste pequeno. Ao mudar entre apps, a velocidade é aceitável, mas não recomendamos deixar muitos deles abertos ao mesmo tempo, senão o desempenho será prejudicado.

Nos games, resolvemos nem instalar os mais exigentes, pois além de não ter muito espaço (falaremos sobre isso mais tarde), o telefone não possui essa proposta. Por isso, brincamos com títulos mais simples, como Subway Surfers e Jetpack Joyride. O desempenho foi bastante satisfatório e a diversão está garantida. Com jogos mais populares, como Pokémon Go e Clash Royale, tudo normal também, a não ser pela realidade aumentada que não funcionou no primeiro game.

Como sempre, rodamos alguns benchmarks sintéticos para gerar números absolutos e ajudar na comparação entre os smartphones. Utilizamos quatro programas: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark.

No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o Vibe B marcou 23434 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o smartphone chegou aos 7126 pontos. No terceiro teste, o processador gráfico foi estressado ao máximo e o celular atingiu 1682 pontos no modo extreme e 2653 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela.

Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades cotidianos do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O modelo da TP-Link anotou 2839 pontos.

Apenas como referência, eis os resultados de outros dois smartphones, um topo de linha (Moto Z) e um de básico/intermediário (Moto G 4 Play):

<em>Moto Z:</em> 132.343 pts (Antutu), 41.261 pts (Quadrant), 25.656 pontos no modo unlimited (3DMark) e 7.327 pts (PCMark).

<em>Moto G 4 Play:</em> 28.952 pts (Antutu), 14.072 pts (Quadrant), 4.426 pontos no modo unlimited (3DMark) e 4.111 pts (PCMark).

Com isso, é possível ter uma noção de onde se encontra o Vibe B. Um resultado fraco, mas condizente com o potencial de seu hardware.

Conclusão

Explorando a categoria de smartphones de entrada pela primeira vez, a Lenovo até que fez um bom trabalho. Claro que com as configurações trazidas pelo Vibe B não dava para esperar grandes feitos.

Mesmo assim, para quem não quer gastar muito, mas procura um telefone com boa performance para tarefas básicas e boa duração de bateria, essa pode ser uma boa escolha.

Mas saiba que os pontos negativos são significativos também. Sua tela de baixa resolução tem qualidade fraca (sofre com reflexos e ângulo de visão limitado), as câmeras sofrem em condições onde falta iluminação e os 8 GB de armazenamento não dão nem pro gasto. Isso sem falar que os botões do Android, frequentemente, paravam de funcionar ou começavam a ‘dar a louca’ e auto pressionavam-se. Era preciso bloquear e desbloquear o telefone para voltar ao normal. Um sério problema.

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Avaliação Geral82%Recomendam a compra
7/10Baseado em 70 avaliações
Aspectos Positivos
  • Design
  • Custo-Benefício
  • Facilidade de Uso
  • Funções e Características
  • Display
  • Durabilidade
  • Duração da Bateria
  • Câmera
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