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Smartphone Alcatel Idol 3 4.7 16GB
Ícone de Favorito

8/10 (Baseado em 53 avaliações)
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Informações Básicas
TipoSmartphone
MarcaAlcatel
ModeloIdol 3 4.7 16GB
ChipsDual Chip
Câmera
Câmera Traseira13.0 Megapixels
Funções da CâmeraDetector de Rosto, HDR, Panorama, Posição Geográfica
Câmera Frontal5.0 Megapixels Frontal
Tela
Tamanho da Tela4.7 polegadas
Tipo de TelaIPS LCD
Resolução1280 X 720 Pixels
Hardware
ProcessadorQualcomm Snapdragon 410
NúcleosQuad-Core (4 Núcleos)
Velocidade do Processador1.2 GHz
Memória Interna16 GB
EntradasFone de Ouvido
Software
Sistema OperacionalAndroid
VersãoLollipop
Características e Conectividade
Internet4G, Wi-Fi
RecursosMP3 Player, NFC, Rádio
Bateria
Bateria2000 mAh
Dimensões
Largura65,9 mm
Altura134,6 mm
Profundidade7,5 mm
Peso110 g
Por Colaborador em 14/12/2015
Alcatel Idol 3: reversibilidade da tela não é seu único destaque

Além da boa qualidade do hardware, novo modelo da empresa conta com design compacto e simétrico, respeitando o conceito de reversibilidade trazido como diferencial

Prós
  • Boa qualidade da tela

     

  • Hardware de ponta

     

  • Conexão 4G

     

  • Design diferenciado

Contras
  • Não é expansível

     

  • Bateria com pouca autonomia

No início de 2015, a Alcatel apresentou o Idol 3 para o mercado europeu. O Brasil, é claro, não poderia ficar de fora e recebeu o aparelho no terceiro trimestre deste ano. No lançamento, foram apresentadas duas versões: uma com tela de 4.7 polegadas e outra com 5.5 polegadas e características mais robustas. Nesse review, analisaremos a versão mais compacta, que tem como diferencial a total reversibilidade do painel. Confira mais informações a seguir.

Acabamento, tela e teclado

Logo de cara, é possível perceber que o design do Idol 3 não é um mero detalhe. Os detalhes que envolvem o acabamento do aparelho também reproduzem a ideia de reversibilidade trazida para o painel. Por isso, se o olharmos horizontalmente, podemos perceber que seu corpo é totalmente simétrico. Mas não é isso que o torna um design prático. E com praticidade, nos referimos à capacidade do modelo em se tornar compacto e prático durante o uso cotidiano. E é justamente na união de dois pontos - portabilidade e beleza - que torna um Idol 3 um bom modelo nesse quesito. Como a bateria não é removível, o Idol 3 não permite aberturas traseiras, o que acaba transferindo o slot para os dois chips para a lateral do modelo. Para inseri-lo, basta utilizar uma pequena peça que já vem inclusa ao modelo para abrir. A inserção dos chips também é bem simples e intuitiva. Apesar de ser feito de plástico, o modelo não deixa a desejar na resistência. Com bordas arredondadas, seu entorno conta com duas faixas metalizadas que dão um bom toque ao aparelho, saindo da sobriedade que impõe sua traseira, que é praticamente lisa. No aspecto ergonômico, o modelo também não deixa a desejar. Como o aparelho possui 4.7 polegadas de tela, ele acaba se tornando ergonômico independentemente do tamanho das mãos. Suas medidas são fatores que ratificam essa análise - são 13,46 cm de altura por 6,59 cm de largura por apenas 0,76 cm de espessura. O único ponto negativo nessa usabilidade é a localização dos botões. O power, que é encontrado na lateral esquerda do modelo, pode ser bem incômodo para os usuários destros, como eu. Isso porque, na maioria das vezes, nós acabamos usando o polegar para acionar o botão liga/desliga ou até mesmo para verificar notificações por exemplo. Mas, no caso do Idol 3, ele se encontra num local bem difícil e que nos obriga a usar o indicador, o que não é tão prático assim. Felizmente, o Idol 3 conta com um recurso que permite ligar a tela do smartphone com apenas dois toques no painel, o que minimiza esse problema. Com tecnologia IPS e resolução HD, as 4.7 polegadas da tela são dignas de uma experiência diferenciada para a categoria. Assim como outros aparelhos intermediários, o Idol 3 não apresenta muitos segredos nesse quesito. A qualidade das imagens, no geral, é bem satisfatória e é possível arriscar alguns filmes e séries sem se decepcionar. A tecnologia IPS e a própria densidade de pixels são fatores que justificam os elogios. Apesar de não ser uma novidade, a primeira é sempre bem-vindo em aparelhos intermediários, já que são responsáveis por dar maior ângulo de visão ao usuário sem perder a qualidade de imagens, além de reproduzir cores com maior vivacidade em relação às telas com tecnologia TFT. Já o segundo fator, sua densidade de 312 pixels por polegadas, também é uma característica comum para a sua faixa de mercado, mas que não pode ser minimizado. Na prática, a boa experiência é praticamente idêntica a de aparelhos com 5 polegadas, como o Moto G da terceira geração (que conta com densidade até menor que a do Idol 3). Mesmo não sendo o maior display do mercado, o smartphone não deixa a desejar na experiência com o teclado. Ele é bem confortável e com bom tempo de resposta, o que auxilia na hora de digitar longos textos. Infelizmente, o Idol 3 não conta com o recurso Swype, o que acaba sendo um ponto negativo no aparelho.

Configuração e desempenho, benchmarks, conectividade e memória interna

O Idol 3 conta com processador Quad-core Snapdragon 410 com 1.2 GHz, memória RAM de 1.5 GB, 16 GB de memória interna e GPU Adreno 306. O sistema já conta com a versão atualizada do Android, a 5.0.2, o que é comum para os smartphones lançados atualmente. O hardware, mesmo não sendo de ponta, traz boa fluidez para o uso básico do modelo. Ele consegue rodar praticamente todas as aplicações sem dificuldades. Em um caso ou outro - principalmente em jogos -, o aplicativo travou e teve de ser reiniciado. Mas acredito que seja um caso esporádico. No geral, mesmo com muitas tarefas em segundo plano, as aplicações se desenvolveram satisfatoriamente. Mas é claro, o hardware ainda tem suas limitações e, quando muitas tarefas estão abertas simultaneamente, ele tende a ter maiores dificuldades para abrir e fechar novos aplicativos. Mas o destaque vai para a interface aplicada no Idol 3. O Android, é claro, não é puro, mas bem pouco customizado. Alguns aplicativos nativos, como jogos e serviços da Alcatel, podem ser desinstalados, o que deixa o menu ainda mais limpo. A barra de notificações superior - na qual você tem acesso ao Wi-Fi, redes, entre outros serviços - é igual a do Android puro, que já bem simples e intuitiva. Mas o ponto principal da interface é a fluidez. Mesmo com muitas tarefas simultâneas, o acesso a funções e menus não fica comprometido, garantindo a boa usabilidade do sistema. Nos testes sintéticos, com os Benchmarks, instalamos três programas: o Antutu, PCMark e 3DMark. Em todos, o Idol 3 apresentou resultados condizentes com a sua categoria. Por exemplo, no Antutu, benchmark que mede o processamento aritmético e gráfico, o modelo fez 22.251 pontos. Vale ressaltar que, quanto maior a pontuação, mais positivo será o resultado. Já no PC Mark, que cria um cenário mais cotidiano de uso, como navegação na internet, edição de textos e reprodução de vídeo, o Idol 3 marcou 3328 pontos. Por fim, no 3D Mark - que visa a análise da GPU do modelo -, o aparelho ficou com 5234, 4353 e 2546 pontos nos testes Ice Storm, Ice Storm Unlimited e Ice Storm Extreme, que basicamente se referem às avaliações básica, intermediária e avançada. Assim como outros modelos intermediários recém-lançados, o Idol 3 conta com conectividade condizente com os padrões atuais e já vem com conexão 4G, além do suporte a dois chips, que é um diferencial bem valorizado no mercado brasileiro. Além disso, conta com NFC, GPS, Rádio FM, Bluetooth 4.0 e Wi-Fi 802.11 b/g/n. A conexão 4G, no entanto, só funciona no SIM 1. Em outras palavras, é necessário que você coloque o chip com o melhor plano de dados justamente como prioritário, já que, no segundo, a conexão automaticamente cai para o padrão 2G. Realmente, um conjunto bem sólido e à altura de seus concorrentes. Entretanto, o Idol 3 acaba pecando em um ponto tão essencial quanto a conectividade como um todo: a capacidade de memória interna. Os 16 GB disponíveis são suficientes a princípio. Aliás, para aparelhos desse porte, o número é até razoável. O problema está na falta de suporte a cartões micro SD. Dessa forma, com o tempo, será inevitável ter que abdicar de alguns aplicativos, fotos, vídeos e músicas.

Áudio, câmeras e bateria

O Idol 3 também se destaca pela ótima qualidade de seus alto-falantes, além dos fones de ouvido disponibilizados pela empresa. Ambos são oferecidos pela JBL, tradicional marca de sistemas sonoros. Com potência total de 3 W (sendo dois alto-falantes com 1.5 W em cada extremidade do aparelho), o aparelho fornece qualidade sonora satisfatória mesmo com volumes mais elevados. É claro que seu uso é mais indicado para assistir a algum vídeo ou arriscar alguma música de vez em quando, mas nada muito além disso. Para ouvir música com qualidade, certamente o mais recomendado é utilizar os fones de ouvido. O acessório, que conta com três tipos de borracha, é do tipo intra-auricular e oferece ótima qualidade. Sabe aquelas músicas que possuem batidas diversas, com misto de graves, médios e agudas? O fone de ouvido da JBL consegue dar fidelidade e boa distribuição na reprodução desses tons. E isso é um ponto muito importante. E se você quer arriscar algumas mixagens mais simples, o Idol 3 ainda oferece um software bem básico para criar algumas faixas. O intuito dele, é claro, está bem longe de ser profissional, mas é bem divertido e dá para ficar um bom tempo arriscando algumas criações. É possível ajustar o volume entre as músicas, aplicar alguns efeitos sonoros, nivelar as batidas por minutos de músicas com tempos diferentes entre si, entre outras funções. Já o sistema de câmeras não apresenta muitos segredos, o que é bem comum em aparelhos intermediários. Assim como a tela, esse é um quesito muitas vezes pouco explorado em termos de novidades. A ideia aqui é trazer o básico (com relativa qualidade) para que o usuário possa fazer alguns cliques interessantes, principalmente com boa qualidade de luz. E é justamente isso que vemos na prática. O Idol 3 conta com câmera traseira de 13 MP que possui foco automático e flash de LED. Tanto as suas fotos quanto os vídeos (que são feitos até em resolução full HD) seguem a fórmula mencionada: em locais com boa luminosidade, é possível render bons cliques. Em locais mal iluminados, não se pode dizer que as produções são ruins, mas certamente estão um pouco longe de um patamar com ótima qualidade. Nesses casos, é possível perceber principalmente a falta de nitidez de objetos mais escuros e a falta de vivacidade de algumas cores. A câmera frontal, com 5 MP e capaz de filmar em full HD, também segue a mesma linha. Nada a ser exaltado, mas também sem elementos que justifiquem críticas mais severas. No entanto, a grande virtude nesse quesito reside no próprio software destinado a ele. A interface não só é bem intuitiva como é bem fluida, o que é fator muito importante quando nos referimos à fotografia, que em determinados casos exige certa agilidade. Os cliques são quase instantâneos e a escolha de alguns recursos é bem rápida. Aqui, vale destacar a presença do HDR, da foto panorâmica e da possibilidade de criar um time lapse. Tendo como base todos os quesitos anteriores, é possível chegar a essa altura já considerando o Idol 3 uma boa opção de smartphone intermediário. No entanto, a bateria é o grande "calcanhar de Aquiles" do produto da Alcatel. Com 2000 mAh de carga, o número se mostra insuficiente para um dia inteiro de uso mais intenso, que é um cenário bem aceitável se considerarmos o potencial de seus componentes. Como é comum em nossas avaliações, cumprimos uma série de tarefas a fim de verificar qual seria a autonomia aproximada do Idol 3. Retiramos o aparelho pela manhã e, para iniciar, tiramos 10 fotos e gravamos um vídeo de 5 minutos. Após isso, visualizamos todos os resultados por mais 15 minutos. Após isso, rodamos o GPS por mais 30 minutos, além de fazer chamadas no total de 30 minutos e navegar pela Internet (portais, redes sociais e demais sites) por cerca de 3 horas. Por fim, rodamos alguns jogos por 20 minutos e exibimos alguns vídeos no YouTube por mais 10 minutos. No final da avaliação, restavam apenas 7% da bateria, o que é uma marca abaixo da média. Claro, é necessário destacar que o brilho do painel esteve ajustado em 50% a todo o momento (o que permitiu um uso bem confortável do celular), o Wi-Fi esteve ligado constantemente, assim como a sincronização das redes sociais. Mas isso é algo comum e até esperado para um smartphone dessa categoria. Portanto, esse infelizmente é um ponto fraco no modelo.

Conclusão
A característica que torna o Idol 3 distinto dos demais aparelhos é, sem dúvidas, a reversibilidade da tela. Honestamente, o recurso não é tão revolucionário assim e, sozinho, não justifica a aquisição do smartphone. Mas sozinho. Isso porque o Idol 3, no restante, é um aparelho bem coerente com a sua categoria e que traz bons atributos básicos, embora tenha alguns deslizes, como a baixa autonomia da bateria. Para um smartphone intermediário sem tanto foco midiático como o Moto G ou o Zenfone 5, o Alcatel Idol 3 se mostra uma boa alternativa para quem deseja um smartphone compacto e com bom desempenho.
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Avaliação Geral88%Recomendam a compra
8/10Baseado em 53 avaliações
Aspectos Positivos
  • Design
  • Display
  • Facilidade de Uso
  • Funções e Características
  • Câmera
  • Custo-Benefício
  • Durabilidade
Pontos de Atenção
  • Som
Aspectos Negativos
  • Duração da Bateria
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