Avaliação do Especialista
Prós
  • Sistema Smart TV

  • Design moderno

Ler a avaliação completa
Informações Básicas
TipoSmart TV
Definição4K Ultra HD
MarcaTCL
LinhaUltra HD 4K
Modelo49P2US
Tam. da Tela49 polegadas
Tipo de TelaLED
Tela
Resolução de Imagem3840 x 2160 Pixel
Recursos e Conexões
FunçõesBloqueio de Canais, Closed Caption, DTVi, Favoritos, Relógio, Sleep, Timer
AplicativosGlobo Play, Netflix, YouTube
Entradas HDMI3 Entradas HDMI
ConexõesLAN, USB, Vídeo Composto, Wi-Fi
Potência de saída16 W
Sistema de SomDolby Audio, Estéreo
Energia
VoltagemBivolt V
Consumo de Energia130 W
Consumo Stand-by0,5 W
Dimensões
Largura1108 mm
Altura644 mm
Profundidade76 mm
Largura com Base1108 mm
Altura com Base702 mm
Profundidade com Base212 mm
Peso com Base11,5 Kg
Por Colaborador em 27/06/2017
TV da TCL surpreende pela boa interface de sua Smart TV

Painel de 49 polegadas, no entanto, deixa a desejar se comparado a alguns de seus concorrentes

Prós
  • Sistema Smart TV

  • Design moderno

Contras
  • Qualidade de imagens não impressiona

  • Controle remoto não é muito ergonômico

Frente a marcas notáveis do mercado, como Philips, Panasonic, Samsung ou LG, a TCL pode não ter o mesmo destaque no mercado nacional, mas isso não diminui sua importância. O modelo 49P2US, de 49 polegadas, chega com um painel com resolução 4K, um sistema de Smart TV bem fluido, entre outras características. Confira mais detalhes a seguir.

Frente a marcas notáveis do mercado, como Philips, Panasonic, Samsung ou LG, a TCL pode não ter o mesmo destaque no mercado nacional, mas isso não diminui sua importância. O modelo 49P2US, de 49 polegadas, chega com um painel com resolução 4K, um sistema de Smart TV bem fluido, entre outras características. Confira mais detalhes a seguir.

Controle remoto e interface

Apesar do formato em barra, o controle remoto da televisão da TCL é bem diferente do convencional. Não por contar com uma função inovadora ou algo do tipo, mas por conta de seu design. Ele é bem fino, o que faz com que sua altura seja maior do que a média. E o que isso significa na prática? Bom, poucos fatores se alteram, mas você provavelmente vai ter que escorrer o controle pela sua mão para ter que acessar uma função que se encontra lá em cima do modelo.

Outra novidade é a presença do botão exclusivo para o Globo Play - além do já tradicional atalho para o Netflix. Segundo a TCL, o televisor é a primeira linha de televisores a contar com o botão para acesso rápido ao app da emissora.

Além disso, o controle traz uma disposição de botões muito parecida com acessórios convencionais, com teclas numéricas, ajuste de volume e mudança de canais, além de outros atalhos. O ponto positivo, no entanto, é que as teclas são bem intuitivas, graças aos ícones bem claros e auto-explicativos que a TCL trouxe ao acessório.

Sua interface Smart TV pode não ser a mais bonita ou inovadora do mercado, mas entrega algo que é muito positivo: fluidez. Até parece esquisito falar isso, mas muitas marcas pecam bastante nesse fator na hora de oferecer um bom sistema operacional nas televisões. E fluidez não é um ponto negativo na P2.

Baseado em um sistema Linux, a interface é bem rápida e responde bem aos comandos do controle remoto, abrindo aplicativos rapidamente, além de navegar sem lags pelos seus menus. Apps como Netflix, YouTube e Globo Play (que acabam sendo os mais convencionais) possuem uma excelente fluidez.

A oferta de aplicativos é bem vasta (bastante mesmo!) e abrange aplicações de diversos países (e, portanto, em diversas línguas). Eles são divididos em categorias convencionais (como esporte e entretenimento) e são bem simples de serem instalados.

Uma vez que você escolhe um novo aplicativo, ele é colocado em uma grade de apps, que são facilmente encontrados por meio de um botão específico no controle remoto. Depois disso, é só desfrutar as funções.

Além de aplicativos, o sistema operacional da P2 também traz uma série de conteúdos audiovisuais on demand para o usuário. Eles derivam de emissoras regionais (nós, por exemplo, assistimos a uma cobertura jornalística do campeonato paraense de futebol) e até é algo bem interessante, mas que acaba sendo desnecessário quando se tem o YouTube já inserido no televisor.

Apesar do formato em barra, o controle remoto da televisão da TCL é bem diferente do convencional. Não por contar com uma função inovadora ou algo do tipo, mas por conta de seu design. Ele é bem fino, o que faz com que sua altura seja maior do que a média. E o que isso significa na prática? Bom, poucos fatores se alteram, mas você provavelmente vai ter que escorrer o controle pela sua mão para ter que acessar uma função que se encontra lá em cima do modelo.

Outra novidade é a presença do botão exclusivo para o Globo Play - além do já tradicional atalho para o Netflix. Segundo a TCL, o televisor é a primeira linha de televisores a contar com o botão para acesso rápido ao app da emissora.

Além disso, o controle traz uma disposição de botões muito parecida com acessórios convencionais, com teclas numéricas, ajuste de volume e mudança de canais, além de outros atalhos. O ponto positivo, no entanto, é que as teclas são bem intuitivas, graças aos ícones bem claros e auto-explicativos que a TCL trouxe ao acessório.

Sua interface Smart TV pode não ser a mais bonita ou inovadora do mercado, mas entrega algo que é muito positivo: fluidez. Até parece esquisito falar isso, mas muitas marcas pecam bastante nesse fator na hora de oferecer um bom sistema operacional nas televisões. E fluidez não é um ponto negativo na P2.

Baseado em um sistema Linux, a interface é bem rápida e responde bem aos comandos do controle remoto, abrindo aplicativos rapidamente, além de navegar sem lags pelos seus menus. Apps como Netflix, YouTube e Globo Play (que acabam sendo os mais convencionais) possuem uma excelente fluidez.

A oferta de aplicativos é bem vasta (bastante mesmo!) e abrange aplicações de diversos países (e, portanto, em diversas línguas). Eles são divididos em categorias convencionais (como esporte e entretenimento) e são bem simples de serem instalados.

Uma vez que você escolhe um novo aplicativo, ele é colocado em uma grade de apps, que são facilmente encontrados por meio de um botão específico no controle remoto. Depois disso, é só desfrutar as funções.

Além de aplicativos, o sistema operacional da P2 também traz uma série de conteúdos audiovisuais on demand para o usuário. Eles derivam de emissoras regionais (nós, por exemplo, assistimos a uma cobertura jornalística do campeonato paraense de futebol) e até é algo bem interessante, mas que acaba sendo desnecessário quando se tem o YouTube já inserido no televisor.

Imagem

Logo de cara, quando retiramos o modelo da caixa, já notamos que algumas cores ficaram lavadas, além dos níveis de preto, que ficaram bastante acinzentados. Após alguns ajustes mais profundos da imagem, conseguimos melhorar a qualidade, mas ainda aquém de alguns televisores concorrentes da mesma faixa de preço. Aqui, também vale ressaltar que os pré-ajustes de imagem da televisão (Dinâmico, Natural, Padrão e Usuário), a princípio, não auxiliaram a melhorar a experiência. Por isso, tivemos que ir nas características ponto a ponto.

Mesmo assim, a experiência geral não foi muito positiva – se considerarmos algumas referências dessa faixa específica de televisores. Não estamos falando que o painel é ruim, mas, pelo preço final do televisor, ele poderia ser muito melhor.

Antes de falarmos sobre nossas impressões nos testes, é bom ressaltar que todos os conteúdos foram exibidos via Netflix com uma resolução que varia de Full HD a 4K (de acordo com a disponibilidade da série ou do filme).

Em nossos testes, rodamos, primeiramente, uma cena de Stranger Things, que nos oferece uma boa referência em termos de contraste e de brilho. As cenas mais escuras ficaram bastante acinzentadas e sem impressionar pela qualidade dos detalhes. Quando tentamos diminuir a luz de fundo do painel, as imagens ficaram melhores. Quando a série exibia cenas mais claras, por outro lado, a experiência foi positiva.

Com conteúdos mais coloridos, como BoJack Horseman e Universidade Monstros, os níveis de cores ficaram razoáveis, sendo que alguns tons ficaram um pouco mais lavados do que alguns concorrentes, mas o desempenho foi muito bom. Com games, a experiência foi honesta. Com FIFA 17 e Star Wars: Battlefront, tanto a imagem quanto o tempo de resposta foram positivos para jogadores casuais.

A TCL não especifica qual é a taxa de atualização do painel, mas, durante o período que testamos o modelo, em nenhum momento tivemos problemas na imagem ou algo que atrapalhasse. Até vimos um ou outro fantasma em imagens mais dinâmicas, mas não foi algo a ponto de nos incomodar.

No geral, o painel da TCL se saiu razoavelmente em nossos testes. Em ambientes claros, você vai ter certa qualidade para assistir a diferentes conteúdos, principalmente aqueles mais escuros. Mas, ao apagar as luzes, é difícil não se incomodar pelos níveis de preto acinzentados ou por algumas imagens mais opacas.

A grande questão é que, na faixa de preço em que ela se encontra, há opções concorrentes com melhor qualidade de imagem, e isso inevitavelmente acaba sendo o pilar quando estamos falando de televisões.

Logo de cara, quando retiramos o modelo da caixa, já notamos que algumas cores ficaram lavadas, além dos níveis de preto, que ficaram bastante acinzentados. Após alguns ajustes mais profundos da imagem, conseguimos melhorar a qualidade, mas ainda aquém de alguns televisores concorrentes da mesma faixa de preço. Aqui, também vale ressaltar que os pré-ajustes de imagem da televisão (Dinâmico, Natural, Padrão e Usuário), a princípio, não auxiliaram a melhorar a experiência. Por isso, tivemos que ir nas características ponto a ponto.

Mesmo assim, a experiência geral não foi muito positiva – se considerarmos algumas referências dessa faixa específica de televisores. Não estamos falando que o painel é ruim, mas, pelo preço final do televisor, ele poderia ser muito melhor.

Antes de falarmos sobre nossas impressões nos testes, é bom ressaltar que todos os conteúdos foram exibidos via Netflix com uma resolução que varia de Full HD a 4K (de acordo com a disponibilidade da série ou do filme).

Em nossos testes, rodamos, primeiramente, uma cena de Stranger Things, que nos oferece uma boa referência em termos de contraste e de brilho. As cenas mais escuras ficaram bastante acinzentadas e sem impressionar pela qualidade dos detalhes. Quando tentamos diminuir a luz de fundo do painel, as imagens ficaram melhores. Quando a série exibia cenas mais claras, por outro lado, a experiência foi positiva.

Com conteúdos mais coloridos, como BoJack Horseman e Universidade Monstros, os níveis de cores ficaram razoáveis, sendo que alguns tons ficaram um pouco mais lavados do que alguns concorrentes, mas o desempenho foi muito bom. Com games, a experiência foi honesta. Com FIFA 17 e Star Wars: Battlefront, tanto a imagem quanto o tempo de resposta foram positivos para jogadores casuais.

A TCL não especifica qual é a taxa de atualização do painel, mas, durante o período que testamos o modelo, em nenhum momento tivemos problemas na imagem ou algo que atrapalhasse. Até vimos um ou outro fantasma em imagens mais dinâmicas, mas não foi algo a ponto de nos incomodar.

No geral, o painel da TCL se saiu razoavelmente em nossos testes. Em ambientes claros, você vai ter certa qualidade para assistir a diferentes conteúdos, principalmente aqueles mais escuros. Mas, ao apagar as luzes, é difícil não se incomodar pelos níveis de preto acinzentados ou por algumas imagens mais opacas.

A grande questão é que, na faixa de preço em que ela se encontra, há opções concorrentes com melhor qualidade de imagem, e isso inevitavelmente acaba sendo o pilar quando estamos falando de televisões.

Acabamento e conectividade

Por fora, a televisão da TCL é muito bonita, digna de um modelo mais de ponta. Seu entorno, apesar de ser feito de plástico, possui um aspecto de metal escovado, o que dá todo um ar diferenciado à televisão. Apesar dos preconceitos quanto ao material, ela não demonstra fragilidade ou a aparência de um produto mal acabado. Pelo contrário, ela é uma televisão digna de seu segmento.

A base, por consequência, também segue o bom padrão do acabamento geral. Ela é formada por duas peças de metal que se encaixam ao produto em suas extremidades. São apenas dois ganchos, mas que são bem firmes a ponto de oferecer a segurança de que o modelo não vá ficar instável ou algo do tipo.

Um ponto curioso é que os botões físicos de navegação não se encontram na parte de trás ou nas extremidades inferiores da televisão, mas logo abaixo da TV na parte central. São apenas três botões que fazem estritamente o essencial para usar a televisão, como trocar a entrada selecionada para exibição (HDMI ou Antena, por exemplo), alterar os canais e mudar o volume. É um tanto estranho você apertá-los sem estar olhando, mas é algo que, depois de algumas tentativas, se torna mais intuitivo.

Com o suporte, as medidas do televisor são as seguintes: 110,8 cm de largura por 70,2 cm de altura por 21,2 cm de espessura. O peso, nesse caso, é de 11,5 kg. Sem a base, os números são 110,8 cm de largura por 64,4 cm de altura por 7,6 cm de espessura. Na realidade, sua grossura possui esse valor por conta dos componentes internos que se localizam na parte inferior traseira da televisão. Na parte de cima, por outro lado, a TV é bem mais fina.

A conectividade também está em um bom número, mas com posicionamento distintos na traseira do televisor. Voltados para esquerda encontramos 3 entradas HDMI, 1 USB 2.0, 1 USB 3.0, além de entrada para fone de ouvido e também 2 coaxiais. Enquanto isso, a entrada para vídeo composto, a saída para áudio digital (óptica) e a interface de rede Ethernet (LAN) estão voltadas para trás.

Digamos que essa composição é bastante positiva, principalmente para aqueles que desejam pendurá-la na parede. Como as principais conexões estão voltadas para a esquerda do televisor, não será um problema conectar aparelhos à TV, mesmo apoiada no suporte para a parede.

Assim como uma série de televisores atuais, a TV da TCL também dá suporte a transmitir conteúdos diretamente do smartphone. Para espelhar um vídeo do YouTube, por exemplo, é necessário conectar a TV e o aparelho em uma mesma rede sem fio, entrar em seu app por meio do smartphone e, a partir disso, surgirá um pequeno ícone no canto superior direito da tela. Basta clicar nele, escolher o modelo da TCL e, pronto, tudo deverá estar em pleno funcionamento.

Além disso, o televisor também conta com o recurso Smart PVR, que permite gravar programas da TV aberta a partir de um dispositivo USB.

Ao todo, o televisor conta com dois alto-falantes de 8 W cada, resultando em uma potência total de 16 W. Na prática, a experiência é apenas razoável. O sistema de som até consegue cumprir seu papel no dia a dia, transmitindo um ou outro conteúdo mais básico, como programas de auditório ou documentários, por exemplo. Mas qualidade não é bem a definição quando pulamos para um conteúdo mais exigente, como um filme de ação ou mesmo músicas repletas de graves no YouTube. Nesses casos, a impressão que tivemos é que os alto-falantes deram uma mínima imersão ao ambiente e pecaram nos níveis de graves. No cotidiano, no entanto, eles darão conta do recado.

Por fora, a televisão da TCL é muito bonita, digna de um modelo mais de ponta. Seu entorno, apesar de ser feito de plástico, possui um aspecto de metal escovado, o que dá todo um ar diferenciado à televisão. Apesar dos preconceitos quanto ao material, ela não demonstra fragilidade ou a aparência de um produto mal acabado. Pelo contrário, ela é uma televisão digna de seu segmento.

A base, por consequência, também segue o bom padrão do acabamento geral. Ela é formada por duas peças de metal que se encaixam ao produto em suas extremidades. São apenas dois ganchos, mas que são bem firmes a ponto de oferecer a segurança de que o modelo não vá ficar instável ou algo do tipo.

Um ponto curioso é que os botões físicos de navegação não se encontram na parte de trás ou nas extremidades inferiores da televisão, mas logo abaixo da TV na parte central. São apenas três botões que fazem estritamente o essencial para usar a televisão, como trocar a entrada selecionada para exibição (HDMI ou Antena, por exemplo), alterar os canais e mudar o volume. É um tanto estranho você apertá-los sem estar olhando, mas é algo que, depois de algumas tentativas, se torna mais intuitivo.

Com o suporte, as medidas do televisor são as seguintes: 110,8 cm de largura por 70,2 cm de altura por 21,2 cm de espessura. O peso, nesse caso, é de 11,5 kg. Sem a base, os números são 110,8 cm de largura por 64,4 cm de altura por 7,6 cm de espessura. Na realidade, sua grossura possui esse valor por conta dos componentes internos que se localizam na parte inferior traseira da televisão. Na parte de cima, por outro lado, a TV é bem mais fina.

A conectividade também está em um bom número, mas com posicionamento distintos na traseira do televisor. Voltados para esquerda encontramos 3 entradas HDMI, 1 USB 2.0, 1 USB 3.0, além de entrada para fone de ouvido e também 2 coaxiais. Enquanto isso, a entrada para vídeo composto, a saída para áudio digital (óptica) e a interface de rede Ethernet (LAN) estão voltadas para trás.

Digamos que essa composição é bastante positiva, principalmente para aqueles que desejam pendurá-la na parede. Como as principais conexões estão voltadas para a esquerda do televisor, não será um problema conectar aparelhos à TV, mesmo apoiada no suporte para a parede.

Assim como uma série de televisores atuais, a TV da TCL também dá suporte a transmitir conteúdos diretamente do smartphone. Para espelhar um vídeo do YouTube, por exemplo, é necessário conectar a TV e o aparelho em uma mesma rede sem fio, entrar em seu app por meio do smartphone e, a partir disso, surgirá um pequeno ícone no canto superior direito da tela. Basta clicar nele, escolher o modelo da TCL e, pronto, tudo deverá estar em pleno funcionamento.

Além disso, o televisor também conta com o recurso Smart PVR, que permite gravar programas da TV aberta a partir de um dispositivo USB.

Ao todo, o televisor conta com dois alto-falantes de 8 W cada, resultando em uma potência total de 16 W. Na prática, a experiência é apenas razoável. O sistema de som até consegue cumprir seu papel no dia a dia, transmitindo um ou outro conteúdo mais básico, como programas de auditório ou documentários, por exemplo. Mas qualidade não é bem a definição quando pulamos para um conteúdo mais exigente, como um filme de ação ou mesmo músicas repletas de graves no YouTube. Nesses casos, a impressão que tivemos é que os alto-falantes deram uma mínima imersão ao ambiente e pecaram nos níveis de graves. No cotidiano, no entanto, eles darão conta do recado.

Conclusão

A 49P2US, da TCL, tinha tudo para ser uma grande alternativa às grandes marcas do mercado brasileiro, como Philips, Panasonic, LG ou Samsung. Seu design é bem moderno e fora do convencional, além da interface Smart TV, que é rápida e fácil de ser utilizada.

Mas, como a categoria é televisão, é inevitável que a qualidade das imagens seja o carro-chefe do veredito de um modelo - tanto para a parte positiva quanto para a negativa. E é aqui que a P2 desliza um pouco. Não é que a qualidade das imagens seja ruim, mas ela poderia ser melhor, considerando a faixa de mercado em que a TV se encontra.

Em nossos testes, alguns conteúdos ficaram com níveis de preto bem acinzentados e algumas cores ficaram um pouco opacas. Após alguns ajustes mais específicos na imagem, a experiência melhorou um pouco, mas ainda sem impressionar.

Matérias Relacionadas