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Transforme o S8 em um computador com o Samsung DeX [REVIEW]

Acessório é vendido separadamente e oferece uma nova interface para se ter uma experiência de PC com monitor, mouse, teclado e um Galaxy S8

  • Por: Renan FrizzoRenan Frizzo09/11/2017
  • 09/11/2017

Quem diria que teríamos smartphones tão potentes quanto os computadores do passado, não é mesmo? Já estamos vivendo essa realidade há anos e a Samsung resolveu trazer um acessório que realmente transforma seus celulares topo de linha em um computador de mesa. Estamos falando do DeX e todos os detalhes você confere nos parágrafos abaixo.

Configurando o DeX

A primeira coisa que você vai precisar ao tirar o DeX da caixa é ter um monitor (ou TV), um cabo HDMI, mouse e teclado para começar a operar o sistema. Para ligar o acessório na tomada, use o próprio carregador do S8, já que na caixa não tem cabo algum. Uma dica: caso você possa, é melhor optar por mouse e teclado via Bluetooth. Isso porque o DeX possui apenas duas USBs, então se você gastar as duas com esses periféricos, não poderá plugar um pen drive, por exemplo. Fora isso, ele conta com entrada para cabo de rede e HDMI. Nada de P2 para fone de ouvido (vamos criticar isso mais para baixo).

Com tudo ligado, é só deslizar a tampa que um conector USB-C surge. É ali que você precisa plugar o smartphone da Samsung (pode ser com capinha e tudo - estávamos usando uma oficial da fabricante). Pronto, o sistema abre e já está pronto para uso. Ele se mostra rápido e não precisa realizar nenhuma configuração. Dá para colocar os ícones dos apps que você mais usa na área de trabalho e mudar o fundo de tela.

A interface é um Android otimizado para telas grandes. Ao acessar pela primeira vez, você já tem acesso a todos os aplicativos de seu celular. Lembre-se: tudo o que estiver acessando é do seu smartphone. O DeX não armazena nada. Ele lembra muito o Chromecast e todos os apps abertos ficam em ícones na parte inferior. Na parte inferior, você encontra a bandeja com todos os programas e todos os atalhos de configurações de Wi-Fi, Bluetooth, entre outros. Para desbloquear, é possível utilizar até o reconhecimento de íris normalmente.

Experiência de uso

A experiência foi bastante agradável à primeira vista, acessando os aplicativos de escritório, como o Google Docs e o Sheets. O teclado ABNT é suportado, mas atente-se para colocar no idioma Brasileiro para que todas as letras, acentos e caracteres especiais estejam nos lugares corretos. Um detalhe interessante é que dentro desses serviços é preciso segurar o Shift e arrastar o mouse para selecionar trechos do texto. Já em outros, como os navegadores é só selecionar do modo normal mesmo.

O problema começa quando descobrimos que a imensa maioria dos apps não traz suporte ao DeX, ou seja, eles abrem como se fosse o celular. Instagram, Buscapé, apps de banco e transporte são alguns dos exemplos. É possível em alguns deles deixar no modo paisagem, como Netflix e Facebook, mas não dá para aumentar o tamanho da tela. O Netflix, inclusive, traz um bug estranho, onde a tela vaza das bordas para mostrar as imagens da série ou filme que estiver assistindo (inclusive não consegui ver pelo browser em tela cheia). Já o YouTube é um daqueles que oferecem a tela cheia para curtir seus vídeos.

Aproveitando para falar dos navegadores, o Chrome abre suas páginas em modo mobile, o que força o usuário a ativar o modo desktop nas páginas. No navegador nativo, ele já abre no modo desktop, mas quase sempre ele joga de volta para o Chrome. Mais um detalhe fica para o som, que mesmo com o cabo HDMI que passa áudio e vídeo, ele não envia o áudio para a TV/monitor. O jeito é apelar para caixas ou fones Bluetooth.

Performance

Sobre o desempenho, é possível afirmar que o Galaxy S8 resistiu bravamente a uma demanda forte, com vários aplicativos abertos ao mesmo tempo. Foram poucas as vezes que o celular deu algumas rateadas e tivemos que fechar todos os apps abertos em segundo plano. Para isso, o Galaxy S8 com 6 GB de RAM seja mais indicado, podendo deixar mais aplicativos rodando sem que haja esses engasgos.

Com os joguinhos, a experiência não foi lá muito bom, já que alguns você nem consegue jogar, como o Jetpack Joyride, que necessitam do toque na tela. Mas com outros, como Real Racing 3, é possível até plugar um controle de PS4 e pilotar como se fosse um videogame. Eu disse como se fosse, pois o tamanho da tela é pequena e a experiência é frustrante. São poucos os games que oferecem suporte a tela cheia, mas é fato que com o DeX não foi feito pra isso.

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