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Ficção Científica do Leste Europeu ( + Brinde ) - 8576574365
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Ficção científica do leste europeu. Nós, escrito por Iêvgueni Zamiátin, é a distopia original que inspirou desde grandes clássicos do gênero – Admirável Mundo Novo, 1984, Laranja Mecânica e Fahrenheit 451 – até livros mais recentes – Divergente e Jogos Vorazes. A obra, esgotada há anos no mercado brasileiro volta em uma edição de luxo com texto traduzido direto do russo e duas leituras complementares. A primeira é uma resenha do livro escrita por George Orwell, autor de 1984, originalmente publicada na revista londrina Tribune em 1946. Orwell ressalta a ousadia política de Nós e indica alguns dos incontáveis aspectos em que Zamiátin inspirou Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley. Há também uma comovente carta enviada por Zamiátin a Stálin, pedindo para sair da União Soviética, onde todas as suas publicações estavam sofrendo perseguição política. “Se eu for verdadeiramente um criminoso que merece punição, não creio que mereça uma punição tão grave quanto a morte literária. Por isso, peço que essa sentença seja comutada pela deportação da URSS”, escreve. Em suas páginas, o autor imaginou um governo totalitário chamado Estado Único que, supostamente pelo bem da sociedade, privou a população de direitos fundamentais como o livre-arbítrio, a individualidade, a imaginação, a liberdade de expressão e o direito à própria vida. Um mundo completamente mecanizado e lógico, onde as pessoas não possuem nomes, mas sim números, e o Estado dita os horários de trabalho, de lazer, de refeições e até de sexo. A trama traz a história de D-503, um engenheiro que vive pleno e feliz (exatamente como ordena o grandioso Estado Único), mas começa a duvidar das próprias convicções ao conhecer uma misteriosa mulher que comete a ousadia de bular regras, e que o contamina com a doença chamada imaginação. Solaris, romance de ficção científica escrito em 1961 pelo polonês Stanislaw Lem. A obra chega ao leitor em uma edição caprichada: texto traduzido por Eneida Favre direto do polonês e um projeto gráfico luxuoso, com capa dura. Stanislaw Lem tornou-se um marco no gênero ao tratar de assuntos delicados, como traumas pessoais, inteligência humana e ciência, com uma grande carga emocional e psicológica envolvida. Ao longo das páginas, o autor conseguiu imaginar cenários vivos com maestria, descrever os empecilhos da comunicação com espécies alienígenas, retratar como a condição humana pode ser incapaz de lidar com o novo e o inexplorado sem causar destruição e ainda levantar discussões: o amor é uma projeção? Qual o lugar da humanidade no universo? Até que ponto as memórias formam uma identidade? E ele tece esses assuntos com uma escrita inteligente e irônica, um dos grandes trunfos da obra. Solaris recebeu três adaptações cinematográficas. O primeiro filme foi gravado em 1968, na Rússia, porém não teve tanta repercussão. Já em 1972, foi lançada a versão mais reconhecida, dirigida por Andrei Tarkovski, que tornou-se um clássico cult e venceu o Grand Prix no Festival de Cannes, umas das categorias mais importantes do evento. Sua versão hollywoodiana, lançada em 2002 e estrelada por George Clooney, teve relativo sucesso de público – gerou cerca d