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“Em uma prosa muito segura, Estelle Laure confere a Lucille uma obstinação feroz que a estimula e movimenta. Os personagens são bem construídos, e a autora consegue descrever a adrenalina do amor.” – Publishers Weekly O pai dela surtou e foi internado. A mãe disse que ia viajar por uns dias e nunca mais voltou. Wren, sua irmãzinha, parece bem, mas já está tendo problemas na escola. Lucille tem só 17 anos, e todos os problemas do mundo. Se não conseguir arrumar um emprego para pagar as contas e fingir para os vizinhos que está tudo em ordem, pode perder a guarda da irmã. Sorte a dela ter Eden, uma amiga tão incrível que se dispõe a matar aulas para ajudá-la. Azar o dela se apaixonar perdidamente justo agora, e justo por Digby, o irmão gêmeo de Eden, que é lindo, ruivo... mas comprometido. Essa luz tão brilhante é a história de uma garota que descobre uma grande força dentro de si enquanto aprende que a vida e o amor podem ser imprevisíveis, assustadores e maravilhosos – tudo junto e misturado. *** “Com Essa luz tão brilhante, Estelle Laure se fi rma como umpeso-pesado da literatura. A força de sua escrita é reproduzida em seus personagens, ao mesmo tempo viscerais e corajosos, sem medo de enfrentar as diversas facetas do amor: a surpresa, a superação, a quebra. Este livro é um cobertor confortável em um quarto frio.” – David Arnold, autor de Mosquitolândia “A narrativa soa autêntica, principalmente pela maneira como Lucille luta com suas dores de amor. Há uma boa dose de sarcasmo para equilibrar tantas preocupações e asperezas. Você vai adorar conhecer esta mulher poderosa.” – Atlanta Journal-Constitution “Lucille pode não saber como acabar com um monstro ou matar um bandido, mas ela age como as heroínas vivem e amam na vida real.” – Justine Como é que num dia uma pessoa “ é um componente de decoração na casa (uma mesa bacana, talvez) e no outro passa a ser os canos, a fundação, a viga central sem a qual toda a estrutura desaba? Como é que uma estrela que mal se nota se transforma no sol? Como é que num dia Digby era o irmão reconhecidamente superfofo de Eden e no dia seguinte roubava o ar, causava calafrios e fazia todas as minhas entranhas se contorcerem? Será que são os hormônios? Uma falha na matriz? Resultado do desespero interno e da minha falta de desenvoltura? Já tentei, um milhão de vezes, identifi car o momento em que ele se tornou tão vital, mas não consegui. Só sei que os meus sentimentos idiotas e irritantes comprometeram completamente a minha capacidade de funcionar quando estou perto dele. Quero diminuir o espaço entre nós e me enrolar toda nele. Todo o meu ser iria evaporar, eu acho. É ridículo.