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Fernando Cacciatore de Garcia nos dá, em "Como escrever a história do Brasil: miséria e grandeza", uma visão de quanto foi aparada ou distorcida a história do país. Em seu texto, o autor nos traz conceitos novos, que nunca orientaram a historiografia brasileira que nos acostumamos a ter diante dos olhos: a lusofilia, a identificação com o opressor, a ativíssima Inquisição entre nós, a ideologia do fracasso, os mitos da influência dos degredados, o do fracasso das capitanias hereditárias, os em torno de D. João VI, a ausência do índio, do negro, dos miseráveis, dos cristãos novos e dos imigrantes como agentes históricos importantes, e muitos outros. Revê ele vários desses "mitos e vezos" de nossa historiografia, os quais impedem o amadurecimento dos brasileiros e, por isso, do Brasil como nação, por não termos podido ainda criar uma historiografia e uma ideologia próprias e de acordo com o novo tamanho do país; uma historiografia que expresse nossos sucessos ao longo dos séculos e uma ideologia apenas brasileira com valor universal, mas que sirva em primeiro lugar para nós mesmos. O livro tem potencial para transformar-se em texto importante para os estudos em cursos superiores de história.