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Com traços de Jane Eyre e uma atmosfera gótica, o romance de estréia da inglesa Diane Setterfield se tornou a grande revelação literária de 2006. Ainda em manuscrito, o livro suscitou tamanha curiosidade, que seu passe foi comprado por cerca de 1 milhão de dólares pela editora americana. O investimento valeu a pena. Na primeira semana, a edição chegou ao cobiçado topo da lista de mais vendidos do New York Times. Deixando para trás pesos pesados como Forsyth e Brad Meltzer. Desde 1996, nenhum escritor da terra de Sua Majestade conseguia destronar os americanos em seu quintal. A décima terceira história contém os três ingredientes essenciais a uma história clássica: enredo forte, exploração original de um relacionamento apaixonado e fora do comum (uma sinfonia de irmãos e gêmeos) e uma narradora cuja busca incansável da verdade é sedutora. Uma heroína improvável, sem filhos, eternamente ligada à literatura ― uma paixão absoluta pelos livros permeia a trama. Assim como um ligeiro senso de implausibilidade e de esqueletos dentro de armários, ansiando por libertação. A escritora Vida Winter passou quase seis décadas cuidadosamente arquitetando respostas para a imprensa. Iludir jornalistas e admiradores acerca de sua origem, afastá-los de seu passado enigmático ― tão enigmático quanto sua primeira obra, intitulada Treze contos de mudança e desespero, mas que só continha 12 ― é como uma segunda natureza. Porém, tudo isto está prestes a mudar quando Margaret Lea, biógrafa amadora, recebe uma carta da famosa autora convidando-a a redigir suas memórias. Pela primeira vez, Vida Winter, reclusa e doente, vai contar a verdade. Uma verdade com certo quê de Irmãs Brontë: uma casa isolada em prados enevoados, gêmeos com sua própria linguagem, governantas sisudas. Uma família atormentada por segredos e cicatrizes. Mas poderá Margaret, acostumada a cuidar dos livros no velho antiquário do pai, confiar totalmente em Vida? E terá sido eleita depositária das confidências por mero acaso? A décima terceira história é um romance assombroso, que se tornou um best seller, vendido para mais de 30 países. “Setterfield produziu uma homenagem às heroínas românticas de du Maurier, Collins e das Brontë. Mas não se trata de uma revisão pós-moderna do gênero. Trata-se de uma história gótica contemporânea cujos excessos podem ser perdoados... pela empolgação da narrativa.. .O debut de Setterfield é encantador.”Kirkus Reviews
Classificação
GêneroLiteratura Estrangeira, Literatura Nacional, Romance
SubgêneroRomance Estrangeiro