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4K Ultra HD Sony LED 65 polegadas XBR-65X905C
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2/10 (Baseado em 2 avaliações)

Produto Indisponível

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Informações Básicas
Definição4K Ultra HD
MarcaSony
ModeloXBR-65X905C
Tam. da Tela65 polegadas
Tipo de TelaLED
Tela
Resolução de Imagem3840 x 2160 Pixel
Por Colaborador em 05/07/2016
TV da Sony é um aparelho com quesitos premium, mas que peca na fluidez da navegação

Modelo da série X90C traz boa conectividade, belíssimas imagens e um acabamento diferenciado. Apesar disso, há momentos em que a Android TV demora para processar algumas funções

Prós
  • Qualidade de imagem

  • Espessura de apenas 4,9 mm

Contras
  • Android TV trava com facilidade

Com o modelo X90C, a Sony trouxe ao mercado uma TV com um toque “premium”, em todos os sentidos. Quando a retiramos da caixa, já dá para perceber uma característica peculiar da TV - a espessura da tela. Mas o televisor, é claro, vai além disso e traz uma série de quesitos que justificam essa afirmação. Quer saber quais são? Confira em nosso review a seguir.

Com o modelo X90C, a Sony trouxe ao mercado uma TV com um toque “premium”, em todos os sentidos. Quando a retiramos da caixa, já dá para perceber uma característica peculiar da TV - a espessura da tela. Mas o televisor, é claro, vai além disso e traz uma série de quesitos que justificam essa afirmação. Quer saber quais são? Confira em nosso review a seguir.

Acabamento e conexões

O acabamento do modelo de 65 polegadas da Sony é impecável. E o que mais chama a atenção na TV da empresa é sua espessura da tela, que é de apenas 4,9 mm. Segundo a Sony, esse é um dos melhores dados do mercado e que torna o modelo X90C uma das televisões mais finas hoje existentes. Aliado a isso, temos outro fator: a escolha dos materiais que compõem a TV. Com um misto de plástico com metal, o televisor tem uma pegada mais “premium”, o que chama muito a atenção.

Seu peso é de 23,2 kg sem o suporte. Com ele, o valor sobe para 24 kg. A TV ainda conta com 145,1 cm de largura por 83,5 cm de altura, uma marca aceitável para um televisor com 65 polegadas. Aliás, esse é um detalhe que fará toda a diferença na hora de comprar esse modelo. Se você não tem muito espaço disponível, a TV da Sony pode não ser uma boa escolha, já que você provavelmente não vai conseguir explorar todo o potencial dele se não estiver sentado a uma boa distância do televisor.

As bordas são feitas de alumínio, assim a base, que é composta por duas peças que dão suporte à TV. E esse é um ponto interessante também, já que as bases que fogem do padrão retangular dão um charme diferenciado ao conjunto final.

Conexões não faltam ao produto. São 4 HDMI, 2 entradas de video composto (sendo que uma é lateral e outra se divide com a entrada de video componente na parte de trás do modelo), 2 coaxiais, 1 interface de rede Ethernet (LAN), 3 USB, 1 saída de áudio, 1 saída de áudio digital. Portanto, certamente não será um problema conectar diversos dispositivos à TV.

O acabamento do modelo de 65 polegadas da Sony é impecável. E o que mais chama a atenção na TV da empresa é sua espessura da tela, que é de apenas 4,9 mm. Segundo a Sony, esse é um dos melhores dados do mercado e que torna o modelo X90C uma das televisões mais finas hoje existentes. Aliado a isso, temos outro fator: a escolha dos materiais que compõem a TV. Com um misto de plástico com metal, o televisor tem uma pegada mais “premium”, o que chama muito a atenção.

Seu peso é de 23,2 kg sem o suporte. Com ele, o valor sobe para 24 kg. A TV ainda conta com 145,1 cm de largura por 83,5 cm de altura, uma marca aceitável para um televisor com 65 polegadas. Aliás, esse é um detalhe que fará toda a diferença na hora de comprar esse modelo. Se você não tem muito espaço disponível, a TV da Sony pode não ser uma boa escolha, já que você provavelmente não vai conseguir explorar todo o potencial dele se não estiver sentado a uma boa distância do televisor.

As bordas são feitas de alumínio, assim a base, que é composta por duas peças que dão suporte à TV. E esse é um ponto interessante também, já que as bases que fogem do padrão retangular dão um charme diferenciado ao conjunto final.

Conexões não faltam ao produto. São 4 HDMI, 2 entradas de video composto (sendo que uma é lateral e outra se divide com a entrada de video componente na parte de trás do modelo), 2 coaxiais, 1 interface de rede Ethernet (LAN), 3 USB, 1 saída de áudio, 1 saída de áudio digital. Portanto, certamente não será um problema conectar diversos dispositivos à TV.

Imagem e áudio

A qualidade de imagem da TV da Sony é digna de um modelo top de linha, perdendo apenas para algumas OLEDs da LG. No geral, a experiência é muito positiva mesmo. Os níveis de cor, contraste e brilho são muito bons e é possível ter uma ótima experiência ao assistir a filmes.

Como em outros a TV da marca, o televisor da série X90C conta com as tecnologias Triluminos, X-Reality Pro, entre outras, que, segundo a marca, são fatores que ajudam a melhorar a qualidade da imagem. Para testar, rodamos séries, filmes, além de alguns jogos. Em animações, a experiência foi excelente, com ótimo nível de cores e contraste. Em filmes mais escuros, os resultados também foram bem animadores, mas a impressão que tivemos é que é melhor assistir a tudo com a luz apagada, já que fontes luminosas incidindo diretamente no painel não deixam a imagem tão nítida. E essa foi também a experiência tida com os jogos com imagens mais escuras.

Em relação à taxa de atualização da tela, a Sony trouxe um aparelho com a tecnologia MotionFlow, que promete uma frequência de 960 Hz. Mas sabemos que, na prática, esse valor não condiz com a taxa real do display. Apesar disso, a experiência foi muito boa e a TV não demonstrou os famosos fantasmas de telas com baixa frequência.

O conjunto ainda traz dois óculos para o 3D passivo que a TV oferece. Para os testes, reproduzimos o filme Perdido em Marte. A qualidade foi ótima, com boa noção de profundidade, mas isso também é favorecido pela boa qualidade geral da tela. Além disso, um ponto positivo: o modelo traz mais de um óculos, um fator importante para assistir com outras pessoas.

A tela ainda traz resolução 4K (3840 x 2160 pixels), algo comum em televisores top de linha do mercado. Para os testes, reproduzimos um jogo de futebol via Globosat Play. Realmente, a qualidade é muito bom, mas ainda há dúvidas quanto à real importância do 4K em TVs, já que as diferenças entre essa resolução e a Full HD ainda são mínimas. Além disso, há a questão da velocidade de conexão, já que para reproduzir um filme em 4K é necessário uma banda larga potente.

A qualidade de imagem da TV da Sony é digna de um modelo top de linha, perdendo apenas para algumas OLEDs da LG. No geral, a experiência é muito positiva mesmo. Os níveis de cor, contraste e brilho são muito bons e é possível ter uma ótima experiência ao assistir a filmes.

Como em outros a TV da marca, o televisor da série X90C conta com as tecnologias Triluminos, X-Reality Pro, entre outras, que, segundo a marca, são fatores que ajudam a melhorar a qualidade da imagem. Para testar, rodamos séries, filmes, além de alguns jogos. Em animações, a experiência foi excelente, com ótimo nível de cores e contraste. Em filmes mais escuros, os resultados também foram bem animadores, mas a impressão que tivemos é que é melhor assistir a tudo com a luz apagada, já que fontes luminosas incidindo diretamente no painel não deixam a imagem tão nítida. E essa foi também a experiência tida com os jogos com imagens mais escuras.

Em relação à taxa de atualização da tela, a Sony trouxe um aparelho com a tecnologia MotionFlow, que promete uma frequência de 960 Hz. Mas sabemos que, na prática, esse valor não condiz com a taxa real do display. Apesar disso, a experiência foi muito boa e a TV não demonstrou os famosos fantasmas de telas com baixa frequência.

O conjunto ainda traz dois óculos para o 3D passivo que a TV oferece. Para os testes, reproduzimos o filme Perdido em Marte. A qualidade foi ótima, com boa noção de profundidade, mas isso também é favorecido pela boa qualidade geral da tela. Além disso, um ponto positivo: o modelo traz mais de um óculos, um fator importante para assistir com outras pessoas.

A tela ainda traz resolução 4K (3840 x 2160 pixels), algo comum em televisores top de linha do mercado. Para os testes, reproduzimos um jogo de futebol via Globosat Play. Realmente, a qualidade é muito bom, mas ainda há dúvidas quanto à real importância do 4K em TVs, já que as diferenças entre essa resolução e a Full HD ainda são mínimas. Além disso, há a questão da velocidade de conexão, já que para reproduzir um filme em 4K é necessário uma banda larga potente.

Configurações e controle remoto

A Android TV, atualmente, é o segundo melhor sistema de Smart TVs, perdendo apenas para o WebOS, feito pela LG. No geral, a configuração inicial é bem simples, mas poderia ser ainda mais intuitiva se algumas funções não fossem tão escondidas (ou longe de serem encontradas). O botão para assistir canais abertos, por exemplo, é o “Discover”, enquanto a tecla “TV” leva a um conjunto de canais que funcionam por streaming. Ou seja, mesmo um usuário mais acostumado com tecnologias sentirá certa dificuldade para achar um canal aberto sem ter que desbravar por diversos menus.

Mas a interface é realmente muito bonita. Além de ser bem organizada, a Android TV tem um menu central que dá acesso às principais aplicações, como o YouTube ou o Netflix, além do motor de busca do Google. Mas não se engane com o nome do sistema operacional da televisão. Apesar de ser sincronizada com a Play Store, nem todos os aplicativos mobile estão disponíveis nela. Aliás, as opções não são muito vastas e se restringem a aplicações que já estão presentes em outros sistemas de Smart TVs, como o Globosat Play e o Globo Play.

A diferença aqui é que a televisão ainda conta com alguns jogos famosos no mundo dos smartphones, como o Asphalt 8 e o Crossy Road. O tempo de resposta e a fluidez são muito bons, mas, sinceramente, acho que é algo que será pouco usado no dia a dia. Além disso, é muito mais prático ficar jogando esse tipo de jogos no smartphone do que na própria TV.

Mas o grande ponto deficitário nesse produto é a fluidez dos menus. Algumas funções demoravam segundos para serem abertas e, junto ao fato de que nem sempre você acerta de primeira o menu que deseja, isso acaba irritando a usabilidade geral do modelo. Ponto negativo para a top de linha da Sony.

 A TV traz dois controles remotos, um convencional, em formato de barra e com teclas bem espaçadas e intuitivas, e outro mais prático e moderno. O segundo, chamado de One-Flick Remote, é uma aposta da Sony para utlizar o televisor de forma mais interativa. Ele é minimalista e possui poucos botões, mas tem como destaque um trackpad que ajuda bastante a navegar pela TV. Além disso, ele conta com um microfone interno, para utilizar o sistema de reconhecimento de voz do Google para acessar alguns apps e pesquisas na Internet.

A Android TV, atualmente, é o segundo melhor sistema de Smart TVs, perdendo apenas para o WebOS, feito pela LG. No geral, a configuração inicial é bem simples, mas poderia ser ainda mais intuitiva se algumas funções não fossem tão escondidas (ou longe de serem encontradas). O botão para assistir canais abertos, por exemplo, é o “Discover”, enquanto a tecla “TV” leva a um conjunto de canais que funcionam por streaming. Ou seja, mesmo um usuário mais acostumado com tecnologias sentirá certa dificuldade para achar um canal aberto sem ter que desbravar por diversos menus.

Mas a interface é realmente muito bonita. Além de ser bem organizada, a Android TV tem um menu central que dá acesso às principais aplicações, como o YouTube ou o Netflix, além do motor de busca do Google. Mas não se engane com o nome do sistema operacional da televisão. Apesar de ser sincronizada com a Play Store, nem todos os aplicativos mobile estão disponíveis nela. Aliás, as opções não são muito vastas e se restringem a aplicações que já estão presentes em outros sistemas de Smart TVs, como o Globosat Play e o Globo Play.

A diferença aqui é que a televisão ainda conta com alguns jogos famosos no mundo dos smartphones, como o Asphalt 8 e o Crossy Road. O tempo de resposta e a fluidez são muito bons, mas, sinceramente, acho que é algo que será pouco usado no dia a dia. Além disso, é muito mais prático ficar jogando esse tipo de jogos no smartphone do que na própria TV.

Mas o grande ponto deficitário nesse produto é a fluidez dos menus. Algumas funções demoravam segundos para serem abertas e, junto ao fato de que nem sempre você acerta de primeira o menu que deseja, isso acaba irritando a usabilidade geral do modelo. Ponto negativo para a top de linha da Sony.

 A TV traz dois controles remotos, um convencional, em formato de barra e com teclas bem espaçadas e intuitivas, e outro mais prático e moderno. O segundo, chamado de One-Flick Remote, é uma aposta da Sony para utlizar o televisor de forma mais interativa. Ele é minimalista e possui poucos botões, mas tem como destaque um trackpad que ajuda bastante a navegar pela TV. Além disso, ele conta com um microfone interno, para utilizar o sistema de reconhecimento de voz do Google para acessar alguns apps e pesquisas na Internet.

Conclusão

A TV de 65 polegadas da Sony é um aparelho premium para quem está disposto a desembolsar bastante. O design é impecável, digno de um televisor diferenciado, e, além disso, o modelo conta com ótimas imagens para diferentes tipos de conteúdo. A Android TV, que dá a base do sistema de Smart TV do aparelho, também oferece recursos diversificados e completos, mas peca na fluidez. Mas um ponto positivo fica por conta das conexões oferecidas, que certamente suprirão até mesmo demandas mais exigentes. Portanto, caso você queira uma TV premium para um experiência completa, o modelo da Sony pode ser uma boa escolha.

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Avaliação Geral0%Recomendam a compra
2/10Baseado em 2 avaliações
Pontos de Atenção
  • Design
  • Funções e Características
Aspectos Negativos
  • Qualidade da Imagem
  • Durabilidade
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