Smartphone Samsung Galaxy S8+ Plus SM-G955 64GB
Ícone de Favorito

9/10 (Baseado em 52 avaliações)
Avaliação do Especialista
Prós
  • Desempenho matador

  • Tela Super AMOLED com excelentes imagens

  • Design repaginado e ergonomia melhorada

  • Recursos de segurança funcionam bem (inclusive para desligar o aparelho)

  • Câmera continua com ótimos cliques

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    Tela
    Tipo de TelaSUPER AMOLED
    Tamanho da Tela6.2
    Resolução1440 x 2960 Pixels
    Informações Básicas
    TipoSmartphone
    MarcaSamsung
    ChipsDual Chip
    ModeloS8+ Plus SM-G955 64GB
    LinhaGalaxy
    Câmera
    Funções da CâmeraFlash Duplo
    Câmera Traseira12.0 Megapixels
    Câmera Frontal8.0 Megapixels Frontal
    Software
    VersãoNougat
    Sistema OperacionalAndroid
    Hardware
    EntradasFone de Ouvido
    NúcleosOcta-Core (8 Núcleos)
    Memória RAM4 GB RAM
    Memória Interna64 GB
    Características e Conectividade
    Internet4G
    ProteçãoA Prova de Água
    RecursosNFC
    Dimensões
    Largura73,4 mm
    Altura159,5 mm
    Peso173 g
    Profundidade8,1 mm
    Bateria
    Bateria3500 mAh
    Por Colaborador em 27/04/2017
    Galaxy S8 Plus: um smartphone quase sem bordas

    Modelo da Samsung possui display gigante em corpo compacto, desempenho forte, design redesenhado e promete ser uma das grandes forças do ano

    Prós
    • Desempenho matador

    • Tela Super AMOLED com excelentes imagens

    • Design repaginado e ergonomia melhorada

    • Recursos de segurança funcionam bem (inclusive para desligar o aparelho)

    • Câmera continua com ótimos cliques

    Contras
    • Leitor de impressões digitais está mal posicionado

    • Nem todos os conteúdos estão prontos para a nova resolução

    Acho que todos temos que concordar que depois de uma crise, a confiança fica um pouco abalada, certo? No caso da Samsung, a questão das explosões com o Galaxy Note 7 deixaram uma pulga atrás da orelha da maioria dos consumidores. Mas uma empresa do porte da gigante sul-coreana virou a página e seguiu em frente. Em sua coletiva de lançamento no Brasil, a fabricante afirmou que aprendeu com os erros. E eis que pudemos passar uma semana com o grande lançamento, o Galaxy S8 Plus. Será que é uma boa evolução e vale o upgrade da geração anterior? Todos os detalhes você confere nos parágrafos a seguir.

    (Mas antes é bom esclarecer uma coisa: o Galaxy S8 e S8 Plus são exatamente o mesmo telefone, se diferenciando apenas em suas dimensões, tamanho de tela - 5,8” contra 6,2” - e capacidade da bateria - 3000 mAh x 3500 mAh. No restante, não muda nada.)

    Acho que todos temos que concordar que depois de uma crise, a confiança fica um pouco abalada, certo? No caso da Samsung, a questão das explosões com o Galaxy Note 7 deixaram uma pulga atrás da orelha da maioria dos consumidores. Mas uma empresa do porte da gigante sul-coreana virou a página e seguiu em frente. Em sua coletiva de lançamento no Brasil, a fabricante afirmou que aprendeu com os erros. E eis que pudemos passar uma semana com o grande lançamento, o Galaxy S8 Plus. Será que é uma boa evolução e vale o upgrade da geração anterior? Todos os detalhes você confere nos parágrafos a seguir.

    (Mas antes é bom esclarecer uma coisa: o Galaxy S8 e S8 Plus são exatamente o mesmo telefone, se diferenciando apenas em suas dimensões, tamanho de tela - 5,8” contra 6,2” - e capacidade da bateria - 3000 mAh x 3500 mAh. No restante, não muda nada.)

    Especificações, desempenho e benchmarks

    Diferentemente dos Estados Unidos, onde o aparelho conta com um processador Snapdragon 835, aqui no Brasil e no resto do mundo a Samsung adotou o octa-core Exynos 8895, onde 4 núcleos trabalham a 2,3 GHz para tarefas de alto desempenho e os outros 4 estão em 1,7 GHz priorizando o baixo consumo. Tanto o Exynos, quando o Snapdragon foram os primeiros chips de 10 nanômetros para aparelhos móveis. Assim como a geração anterior, o S8 Plus traz 4 GB de RAM. A GPU é uma Mali-G71 MP20. Se você não faz ideia se isso é bom ou ruim, vamos mostrar com os nossos testes como esse aparelho se saiu.

    Para tirar qualquer dúvida, o desempenho do Snapdragon e do Exynos são semelhantes. Então não se preocupe. Durante os testes, fizemos de tudo um pouco: jogamos, utilizamos redes sociais, filmamos e tiramos muitas fotos, assistimos filmes e séries, entre outros. Em nenhuma dessas tarefas tivemos qualquer problema. Aliás, deixamos mais de 25 aplicativos abertos em segundo plano e a performance não foi prejudicada. Os games apresentaram a qualidade máxima em seus gráficos, o que deixa a experiência ainda mais bonita e fluida também. Ah, é bom ressaltar que não notamos nenhum aquecimento durante a jogatina ou qualquer outra tarefa.

    Sobre o Android, ele já vem com a versão 7.0 Nougat e a conhecida, porém levemente repaginada, interface da Samsung. Os ícones ficaram mais arredondados e o visual está mais clean e intuitivo. Uma mudança é que não existe mais o ícone para acessar todos os aplicativos. Basta deslizar o dedo para cima na tela principal e voilà!

    Como fazemos em todos os testes de celulares, rodamos 4 programas de benchmarks sintéticos, que geram resultados absolutos e facilitam na comparação entre os modelos. Utilizamos Antutu, 3DMark, PCMark e Geekbench 4. Apenas lembrando que quanto maior o resultado, melhor.

    Para facilitar, eis os resultados obtidos pelo Galaxy S8 Plus:

    - Antutu: 173.278 pontos

    - PCMark: 5.930 pontos (Work 1.0) e 5.356 pontos (Work 2.0)

    - 3DMark: 28.639 pontos (Ice Storm Unlimited) e 3.252 pontos (Sling Shot Extreme)

    - Geekbench: 2.019 pontos (Single-core) e 6.719 pontos (Multi-core)

    Sozinhos, os números não significam nada. Por isso, rodamos os mesmos testes na versão anterior, o Galaxy S7 Edge, e obtivemos os seguintes números:

    - Antutu: 120.442 pontos

    - PCMark: 5.073 pontos (Work 1.0) e 4.587 pontos (Work 2.0)

    - 3DMark: 25.353 pontos (Ice Storm Unlimited) e 1.837 pontos (Sling Shot)

    - Geekbench: 1.448 pontos (Single-core) e 5.643 pontos (Multi-core)

    Diferentemente dos Estados Unidos, onde o aparelho conta com um processador Snapdragon 835, aqui no Brasil e no resto do mundo a Samsung adotou o octa-core Exynos 8895, onde 4 núcleos trabalham a 2,3 GHz para tarefas de alto desempenho e os outros 4 estão em 1,7 GHz priorizando o baixo consumo. Tanto o Exynos, quando o Snapdragon foram os primeiros chips de 10 nanômetros para aparelhos móveis. Assim como a geração anterior, o S8 Plus traz 4 GB de RAM. A GPU é uma Mali-G71 MP20. Se você não faz ideia se isso é bom ou ruim, vamos mostrar com os nossos testes como esse aparelho se saiu.

    Para tirar qualquer dúvida, o desempenho do Snapdragon e do Exynos são semelhantes. Então não se preocupe. Durante os testes, fizemos de tudo um pouco: jogamos, utilizamos redes sociais, filmamos e tiramos muitas fotos, assistimos filmes e séries, entre outros. Em nenhuma dessas tarefas tivemos qualquer problema. Aliás, deixamos mais de 25 aplicativos abertos em segundo plano e a performance não foi prejudicada. Os games apresentaram a qualidade máxima em seus gráficos, o que deixa a experiência ainda mais bonita e fluida também. Ah, é bom ressaltar que não notamos nenhum aquecimento durante a jogatina ou qualquer outra tarefa.

    Sobre o Android, ele já vem com a versão 7.0 Nougat e a conhecida, porém levemente repaginada, interface da Samsung. Os ícones ficaram mais arredondados e o visual está mais clean e intuitivo. Uma mudança é que não existe mais o ícone para acessar todos os aplicativos. Basta deslizar o dedo para cima na tela principal e voilà!

    Como fazemos em todos os testes de celulares, rodamos 4 programas de benchmarks sintéticos, que geram resultados absolutos e facilitam na comparação entre os modelos. Utilizamos Antutu, 3DMark, PCMark e Geekbench 4. Apenas lembrando que quanto maior o resultado, melhor.

    Para facilitar, eis os resultados obtidos pelo Galaxy S8 Plus:

    - Antutu: 173.278 pontos

    - PCMark: 5.930 pontos (Work 1.0) e 5.356 pontos (Work 2.0)

    - 3DMark: 28.639 pontos (Ice Storm Unlimited) e 3.252 pontos (Sling Shot Extreme)

    - Geekbench: 2.019 pontos (Single-core) e 6.719 pontos (Multi-core)

    Sozinhos, os números não significam nada. Por isso, rodamos os mesmos testes na versão anterior, o Galaxy S7 Edge, e obtivemos os seguintes números:

    - Antutu: 120.442 pontos

    - PCMark: 5.073 pontos (Work 1.0) e 4.587 pontos (Work 2.0)

    - 3DMark: 25.353 pontos (Ice Storm Unlimited) e 1.837 pontos (Sling Shot)

    - Geekbench: 1.448 pontos (Single-core) e 5.643 pontos (Multi-core)

    Armazenamento, conectividade, tela e design

    Uma evolução comparada à geração anterior é a capacidade de armazenamento. Enquanto tínhamos 32 GB no S7, aqui na família S8 temos 64 GB nativos, ainda com possibilidade de expandir esse número para mais 256 GB via microSD. Ou seja, espaço aqui não será um problema.

    Outra boa notícia é a presença de dois slots para chips 4G, algo que já não é mais exclusivo em modelos de entrada ou intermediários. No restante, o pacote completo com Wi-Fi padrão ac, GPS, GLONASS, NFC e MST (para uso do Samsung Pay em tarjas magnéticas). Aliás, os novos Galaxy S8 e S8 Plus já oferecem Bluetooth 5.0, os primeiros smartphones com essa tecnologia. Com isso, um maior alcance e duas vezes a velocidade anterior, além de poder conectar dois fones Bluetooth ao mesmo tempo ou dois alto-falantes, sem qualquer atraso no som.

    Agora vamos falar da mudança mais visual do S8 em relação às gerações anteriores: o design. A Samsung chama a nova tela de Display Infinito, o que deixou o aparelho quase sem bordas (83 por cento da parte frontal é só tela). O famoso botão Home físico agora faz parte da tela e um sensor de pressão pode ativá-lo a qualquer momento. Outro detalhe foi a suavização das bordas curvas, que eram um tanto agressivas no S7 Edge. Agora, a pegada está mais suave e mais confortável. Aliás, eu era um dos que não gostava das bordas curvas, mas confesso que no S8 isso não me incomoda mais. Além disso, não há mais aquele calombo da câmera na traseira. Sobre o material, as bordas são de metal, enquanto ele é coberto com vidro Gorilla Glass 5.

    São 8,1 milímetros de espessura e 173 gramas, o que não incomoda tanto no manuseio, quanto carregá-lo no bolso. É bom lembrar que nas dimensões ele é um pouco maior que o S7 Edge, mas oferece uma tela 0,7 polegada maior. Claro que por ser cumpridão, na maioria das vezes é preciso utilizar as duas mãos. O conector USB-C está presente e o P2 para fones de ouvido também continua por aqui. Falando em fone, o modelo da caixa agora é da AKG, uma renomada marca nessa categoria. Logo de cara, a vantagem é que o cabo é revestido por tecido, não deixando que ele se enrole todo. Maaaas, a parte de cima ainda é de borracha, o que pode prejudicar a durabilidade. Por que a Samsung não revestiu tudo em tecido? No quesito sonoro, a definição é boa, com graves marcantes e ótimo isolamento acústico.

    Com a já conhecida tecnologia Super AMOLED, outro destaque fica para a grande tela de 6,2 polegadas, mas que traz uma proporção diferente do comum: 18,5:9. A princípio, isso deve ser um problema, pois até relevamos alguns apps com as tarjas pretas nas abas. O problema é na hora de curtir vídeos. No YouTube, até dá para expandir, mas ele corta algumas partes. Já no Netflix, não tem jeito. Mas a Samsung permite que a maioria dos apps (exceto jogos) preencha toda a tela. Tudo isso via software. Mas é fato que isso deve incomodar os mais exigentes.

    Mas na hora de assistir, ler ou visualizar qualquer conteúdo, o AMOLED oferece uma qualidade excelente. Com resolução de 2960 x 1440 pixels, a gama de cores é enorme, o contraste é marcante, o ângulo de visão é amplo e o brilho é forte, permitindo ótima visualização mesmo durante a luz do sol. É tranquilo afirmar que o S8 tem a melhor tela para a categoria. E com o aumento da tela, os botões do Android agora fazem parte dela. É possível até inverter os botões conforme a sua preferência. Ah, inclusive é possível alterar a resolução do visor. No olhometro, você não verá diferença. Mas essa redução diminui o processamento gráfico, reduzindo também o consumo de energia.

    Quanto aos recursos de segurança, a Samsung moveu a posição do leitor de impressões digitais para a parte traseira do aparelho. E, realmente, não é nada confortável. É preciso fazer um malabarismo para conseguir desbloquear o S8 Plus. Por isso, nem sequer cadastrei meu dedo. Resolvi utilizar o desbloqueio por íris. Lançado no explosivo Note 7, testei apenas na coletiva de lançamento e já tinha gostado bastante. Durante os testes aqui na redação com o S8 Plus, ele funcionou muito bem, inclusive em ambientes escuros, graças ao infravermelho. E até para desligar o smartphone ele pede sua senha. Fundamental caso você seja roubado.

    Além disso, a Samsung trouxe duas novidades. A primeira é o Dex, uma dock que transforma o S8 e o S8 Plus em um computador de mesa. Ele aceita monitor, teclado e mouse. Basta acoplar o celular na dock. Mas como o dispositivo ainda não chegou ao Brasil, não vamos perder muito tempo falando dele aqui.

    A segunda é o Bixby, uma espécie assistente virtual, mas no momento tem mais jeitão de Google Now da Samsung. Os comandos por voz em português ainda não estão disponíveis e não há previsão de finalização. Google Now (aqui chamado de Bixby Home) pois você pode conferir, em um único lugar, sua agenda, galeria de fotos, e-mails e previsão do tempo. Para acessá-lo, é só pressionar o botão dedicado abaixo do controle de volume a qualquer momento.

    Já o Bixby Vision utiliza a câmera do smartphone para encontrar informações sobre vinhos, encontrar sugestões de locais perto de um ponto turístico ou ler um QR Code. Mas pra ser bem sincero, achamos isso totalmente desnecessário.

    Uma evolução comparada à geração anterior é a capacidade de armazenamento. Enquanto tínhamos 32 GB no S7, aqui na família S8 temos 64 GB nativos, ainda com possibilidade de expandir esse número para mais 256 GB via microSD. Ou seja, espaço aqui não será um problema.

    Outra boa notícia é a presença de dois slots para chips 4G, algo que já não é mais exclusivo em modelos de entrada ou intermediários. No restante, o pacote completo com Wi-Fi padrão ac, GPS, GLONASS, NFC e MST (para uso do Samsung Pay em tarjas magnéticas). Aliás, os novos Galaxy S8 e S8 Plus já oferecem Bluetooth 5.0, os primeiros smartphones com essa tecnologia. Com isso, um maior alcance e duas vezes a velocidade anterior, além de poder conectar dois fones Bluetooth ao mesmo tempo ou dois alto-falantes, sem qualquer atraso no som.

    Agora vamos falar da mudança mais visual do S8 em relação às gerações anteriores: o design. A Samsung chama a nova tela de Display Infinito, o que deixou o aparelho quase sem bordas (83 por cento da parte frontal é só tela). O famoso botão Home físico agora faz parte da tela e um sensor de pressão pode ativá-lo a qualquer momento. Outro detalhe foi a suavização das bordas curvas, que eram um tanto agressivas no S7 Edge. Agora, a pegada está mais suave e mais confortável. Aliás, eu era um dos que não gostava das bordas curvas, mas confesso que no S8 isso não me incomoda mais. Além disso, não há mais aquele calombo da câmera na traseira. Sobre o material, as bordas são de metal, enquanto ele é coberto com vidro Gorilla Glass 5.

    São 8,1 milímetros de espessura e 173 gramas, o que não incomoda tanto no manuseio, quanto carregá-lo no bolso. É bom lembrar que nas dimensões ele é um pouco maior que o S7 Edge, mas oferece uma tela 0,7 polegada maior. Claro que por ser cumpridão, na maioria das vezes é preciso utilizar as duas mãos. O conector USB-C está presente e o P2 para fones de ouvido também continua por aqui. Falando em fone, o modelo da caixa agora é da AKG, uma renomada marca nessa categoria. Logo de cara, a vantagem é que o cabo é revestido por tecido, não deixando que ele se enrole todo. Maaaas, a parte de cima ainda é de borracha, o que pode prejudicar a durabilidade. Por que a Samsung não revestiu tudo em tecido? No quesito sonoro, a definição é boa, com graves marcantes e ótimo isolamento acústico.

    Com a já conhecida tecnologia Super AMOLED, outro destaque fica para a grande tela de 6,2 polegadas, mas que traz uma proporção diferente do comum: 18,5:9. A princípio, isso deve ser um problema, pois até relevamos alguns apps com as tarjas pretas nas abas. O problema é na hora de curtir vídeos. No YouTube, até dá para expandir, mas ele corta algumas partes. Já no Netflix, não tem jeito. Mas a Samsung permite que a maioria dos apps (exceto jogos) preencha toda a tela. Tudo isso via software. Mas é fato que isso deve incomodar os mais exigentes.

    Mas na hora de assistir, ler ou visualizar qualquer conteúdo, o AMOLED oferece uma qualidade excelente. Com resolução de 2960 x 1440 pixels, a gama de cores é enorme, o contraste é marcante, o ângulo de visão é amplo e o brilho é forte, permitindo ótima visualização mesmo durante a luz do sol. É tranquilo afirmar que o S8 tem a melhor tela para a categoria. E com o aumento da tela, os botões do Android agora fazem parte dela. É possível até inverter os botões conforme a sua preferência. Ah, inclusive é possível alterar a resolução do visor. No olhometro, você não verá diferença. Mas essa redução diminui o processamento gráfico, reduzindo também o consumo de energia.

    Quanto aos recursos de segurança, a Samsung moveu a posição do leitor de impressões digitais para a parte traseira do aparelho. E, realmente, não é nada confortável. É preciso fazer um malabarismo para conseguir desbloquear o S8 Plus. Por isso, nem sequer cadastrei meu dedo. Resolvi utilizar o desbloqueio por íris. Lançado no explosivo Note 7, testei apenas na coletiva de lançamento e já tinha gostado bastante. Durante os testes aqui na redação com o S8 Plus, ele funcionou muito bem, inclusive em ambientes escuros, graças ao infravermelho. E até para desligar o smartphone ele pede sua senha. Fundamental caso você seja roubado.

    Além disso, a Samsung trouxe duas novidades. A primeira é o Dex, uma dock que transforma o S8 e o S8 Plus em um computador de mesa. Ele aceita monitor, teclado e mouse. Basta acoplar o celular na dock. Mas como o dispositivo ainda não chegou ao Brasil, não vamos perder muito tempo falando dele aqui.

    A segunda é o Bixby, uma espécie assistente virtual, mas no momento tem mais jeitão de Google Now da Samsung. Os comandos por voz em português ainda não estão disponíveis e não há previsão de finalização. Google Now (aqui chamado de Bixby Home) pois você pode conferir, em um único lugar, sua agenda, galeria de fotos, e-mails e previsão do tempo. Para acessá-lo, é só pressionar o botão dedicado abaixo do controle de volume a qualquer momento.

    Já o Bixby Vision utiliza a câmera do smartphone para encontrar informações sobre vinhos, encontrar sugestões de locais perto de um ponto turístico ou ler um QR Code. Mas pra ser bem sincero, achamos isso totalmente desnecessário.

    Câmeras e bateria

    A Samsung deve ter pensado: “hummm, uma das melhores coisas da geração passada era a câmera traseira. Vamos manter do jeito que está”. Claro que poderíamos ver algumas melhorias, mas a qualidade ainda é superior a todos os concorrentes, em nossa opinião. São 12 megapixels, abertura f/1.7 e tecnologia dual pixel, deixando a focagem muito mais rápida.

    Em nossos testes, a qualidade dos cliques se mostrou excelente, ainda mais com boa iluminação. Cores equilibradas, balanço de branco na medida ideal e definição excelente. As filmagens também seguem essa fórmula do sucesso, com estabilidade e até resolução 4K. Câmera lenta atinge gigantescos 970 frames por segundo, resultando em efeitos bem legais. E que tal fotos no escuro, pouca luz ou em ambientes noturnos? Os cliques também ficam ótimos e a qualidade é superior à média da categoria.

    E a câmera frontal que agora possui 8 megapixels e também faz boas fotos com muita ou pouca luz. Muito devido à abertura, que também é de f/1.7, permitindo maior entrada de luz. Filmagens? Ela também grava até em 4K e a estabilização funciona bem. No mais, a interface é intuitiva e ainda dá para aplicar alguns filtros divertidos para descontrair suas fotos. Além disso, as fotos panorâmicas ficaram bacanas.

    No último quesito, aferimos a autonomia do Galaxy S8 Plus. Com 3500 mAh, fizemos nosso teste padrão (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos, 1 hora de música com volume em 70 por cento e 10 minutos no YouTube). No final, restavam 33 por cento, um resultado bacana, o que vai deixar você tranquilo com o uso durante o dia. Mas caso não seja suficiente, o carregamento rápido pode dar conta em pouco mais de uma hora e meia.

    A Samsung deve ter pensado: “hummm, uma das melhores coisas da geração passada era a câmera traseira. Vamos manter do jeito que está”. Claro que poderíamos ver algumas melhorias, mas a qualidade ainda é superior a todos os concorrentes, em nossa opinião. São 12 megapixels, abertura f/1.7 e tecnologia dual pixel, deixando a focagem muito mais rápida.

    Em nossos testes, a qualidade dos cliques se mostrou excelente, ainda mais com boa iluminação. Cores equilibradas, balanço de branco na medida ideal e definição excelente. As filmagens também seguem essa fórmula do sucesso, com estabilidade e até resolução 4K. Câmera lenta atinge gigantescos 970 frames por segundo, resultando em efeitos bem legais. E que tal fotos no escuro, pouca luz ou em ambientes noturnos? Os cliques também ficam ótimos e a qualidade é superior à média da categoria.

    E a câmera frontal que agora possui 8 megapixels e também faz boas fotos com muita ou pouca luz. Muito devido à abertura, que também é de f/1.7, permitindo maior entrada de luz. Filmagens? Ela também grava até em 4K e a estabilização funciona bem. No mais, a interface é intuitiva e ainda dá para aplicar alguns filtros divertidos para descontrair suas fotos. Além disso, as fotos panorâmicas ficaram bacanas.

    No último quesito, aferimos a autonomia do Galaxy S8 Plus. Com 3500 mAh, fizemos nosso teste padrão (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos, 1 hora de música com volume em 70 por cento e 10 minutos no YouTube). No final, restavam 33 por cento, um resultado bacana, o que vai deixar você tranquilo com o uso durante o dia. Mas caso não seja suficiente, o carregamento rápido pode dar conta em pouco mais de uma hora e meia.

    Conclusão

    É fácil afirmar que o Galaxy S8 e S8 Plus já estão na lista dos melhores smartphones de 2017. Parece clichê falar isso, mas é preciso tirar o chapéu para o bom trabalho feito pela Samsung, mesmo depois de toda a polêmica envolvendo o Note 7 e sua bateria explosiva.

    Com a mudança do design e a presença de um display que ocupa quase toda a parte frontal do aparelho, pessoalmente me agradou, pois finalmente tirou os botões físicos e levou tudo para a tela. Sem falar das bordas curvas, que agora estão mais suaves. Além disso, as imagens no Super AMOLED são excelentes e permite ótima experiência com qualquer conteúdo.

    Quanto aos recursos de segurança, o desbloqueio com a Íris funcionou muito bem, mesmo para quem utiliza óculos (nesse caso, levou alguns segundinhos a mais para reconhecer). No caso do leitor de impressões digitais, a posição escolhida foi bem infeliz, o que me desmotivou a usá-lo. E nem precisamos falar muito da câmera, que executa ótimos cliques.

    A ressalva fica para a proporção da tela, o que impede que conteúdos de vídeo (Netflix, por exemplo) e games sejam reproduzidos em tela cheia. Isso sem falar do salgado preço. Mas fique ligado em possíveis ofertas aqui no Buscapé (use o alerta de preço =D).

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    Avaliação Geral90%Recomendam a compra
    9/10Baseado em 52 avaliações
    Aspectos Positivos
    • Câmera
    • Display
    • Design
    • Funções e Características
    • Facilidade de Uso
    • Durabilidade
    • Duração da Bateria
    Aspectos Negativos
    • Custo-Benefício
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