Buscapé

Nosso sistema detectou que você está usando um navegador desatualizado

Para uma melhor experiência usando o Buscapé, aconselhamos que atualize o seu navegador para a versão mais recente.
Agradecemos desde já sua compreensão.

Navegue logado e tenha proteção em suas compras. O Buscapé te protege em até R$ 5 mil.

Smartphone Motorola Moto Z XT1650 Power Edition
Ícone de Favorito

Avaliação do Especialista

Moto Z é o melhor smartphone modular (até agora)

Prós

  • Os Moto Snaps dão outra cara para o smartphone e são fáceis de usar

  • Desempenho excelente

  • Design premium

  • Bateria (com o Snap acoplado) traz ótima autonomia

  • Alta capacidade de armazenamento

  • Tela Super AMOLED apresenta belas imagens

Ler a avaliação completa
  • Ver histórico:
Achou caro?
Crie um alerta de preço que a gente avisa você!
Maior preço registrado:R$ 3.399,00
Menor preço registrado:R$ 1.799,99
Me avise quando o preço chegar em:
0%
0%
100%
Arraste a barra para controlar o valor do pedido
Informações Básicas
TipoSmartphone
MarcaMotorola
LinhaMoto Z
ModeloXT1650
SériePower Edition
ChipsDual Chip
Câmera
Câmera Traseira13.0 Megapixels
Funções da CâmeraEstabilização Óptica de Imagem
Câmera Frontal5.0 Megapixels Frontal
Funções Câmera FrontalFlash
Tela
Tamanho da Tela5.5 polegadas
Tipo de TelaSUPER AMOLED
Resolução2560 x 1440 Pixels
Hardware
ProcessadorQualcomm Snapdragon 820
NúcleosQuad-Core (4 Núcleos)
Velocidade do Processador1.8 GHz
Memória Interna64 GB
Memória RAM4 GB RAM
EntradasMicroSD
Software
Sistema OperacionalAndroid
VersãoMarshmallow
Características e Conectividade
Internet4G
RecursosBluetooth 4.1
ProteçãoGorilla Glass
Bateria
Bateria2600 mAh
Dimensões
Largura75,3 mm
Altura153,3 mm
Profundidade5,1 mm
Peso136 g
Por Colaborador em 26/09/2016

Moto Z é o melhor smartphone modular (até agora)

Celular da Lenovo traz desempenho pesado, mas se destaca mesmo pela versatilidade dos Moto Snaps

Prós

  • Os Moto Snaps dão outra cara para o smartphone e são fáceis de usar

  • Desempenho excelente

  • Design premium

  • Bateria (com o Snap acoplado) traz ótima autonomia

  • Alta capacidade de armazenamento

  • Tela Super AMOLED apresenta belas imagens

Contras

  • Slot microSD é compartilhado com o 2º espaço para o chip 4G

  • Marcas de dedos ficam impressas na traseira do Moto Z

  • Sem a Style Shell ou os outros Snaps, o smartphone fica com a câmera ‘exposta’

Quando começamos a ler notícias sobre telefones modulares, ficamos empolgados por uma remota possibilidade de poder montar smartphones conforme nossos gostos. Calma, ainda não chegamos nesse nível, mas pudemos ter uma amostra desses módulos com o LG G5 SE, já testado por nós. O problema que, o que parecia ser interessante, não foi muito bem executado pela empresa sul-coreana.

Eis que agora chega às nossas mãos o novo telefone topo de linha da Lenovo. Estamos falando do Moto Z, que traz como principal atrativo seus Moto Snaps, acessórios modulares que podem ser colocados e retirados rapidamente, sem qualquer dificuldade. Sem mais delongas, todos os detalhes você confere nos parágrafos a seguir.

Quando começamos a ler notícias sobre telefones modulares, ficamos empolgados por uma remota possibilidade de poder montar smartphones conforme nossos gostos. Calma, ainda não chegamos nesse nível, mas pudemos ter uma amostra desses módulos com o LG G5 SE, já testado por nós. O problema que, o que parecia ser interessante, não foi muito bem executado pela empresa sul-coreana.

Eis que agora chega às nossas mãos o novo telefone topo de linha da Lenovo. Estamos falando do Moto Z, que traz como principal atrativo seus Moto Snaps, acessórios modulares que podem ser colocados e retirados rapidamente, sem qualquer dificuldade. Sem mais delongas, todos os detalhes você confere nos parágrafos a seguir.

Armazenamento, conectividade, tela e design

O Moto Z, diferente dos seus concorrentes (Samsung e LG), trouxe o melhor processador, assim como no mercado americano, mas com uma pequena diferença. O quad-core Snapdragon é o 820, só que por aqui a frequência máxima é de 1,8 GHz, enquanto nos EUA chega aos 2,2 GHz. Ok, na prática pode não apresentar muita diferença, mas a longo prazo fica difícil afirmar se o telefone poderá ter problemas com futuros Snaps. De resto, tudo maravilhoso. São 4 GB de RAM, GPU Adreno 530 e um alto desempenho que não deixa dúvidas. O Android ainda é o 6.0.1 Marshmallow, quase não traz customizações (tirando os recursos Moto que falaremos mais a frente) e deve ser atualizado para o 7.0 Nougat. Na hora dos testes, deixamos mais de 15 aplicativos abertos ao mesmo tempo e não tivemos qualquer problema ao transitar entre eles. Não se preocupe com o aquecimento do telefone, pois isso também não aconteceu. E na hora da jogatina, tudo ocorreu conforme o esperado. Seja com jogos simples ou mais exigentes, a experiência foi excelente e os gráficos apresentaram qualidade máxima. Por último, mas não menos importante, rodamos alguns testes com benchmarks sintéticos, que geram resultados absolutos e ajudam na comparação entre os smartphones. Utilizamos os quatro programas de sempre: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark. No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o Moto Z marcou sonoros 132343 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o telefone chegou aos 41261 pontos. No terceiro teste, onde processador gráfico é estressado ao máximo, o celular atingiu o limite no modo extreme e 25656 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela. Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades cotidianos do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O modelo da Lenovo anotou 7327 pontos. Esses números indicam ótimos resultados. Compare com outros modelos para ter uma referência: Moto Z: 132.343 pts (Antutu), 41.261 pts (Quadrant), 25.656 pontos no modo unlimited (3DMark) e 7.327 pts (PCMark). Moto G 4 Play: 28.952 pts (Antutu), 14.072 pts (Quadrant), 4.426 pontos no modo unlimited (3DMark) e 4.111 pts (PCMark). Vibe B: 23.434 pts (Antutu), 7.126 pts (Quadrant), 2.653 pontos no modo unlimited (3DMark) e 2.839 pts (PCMark).

Moto Ações, Moto Snaps, câmeras e bateria

Algo que já estava presente em alguns smartphones da marca, agora voltou com tudo: as Moto Ações. As básicas já estavam presentes, como agitar para ativar a lanterna e girar o pulso para ligar a câmera. Só que as demais funções estão de volta, como a Moto Tela (basta aproximar a mão do telefone para visualizar as notificações), deslizar para reduzir a tela, pegue para silenciar toque, tela alerta (o visor segue ativo enquanto você estiver olhando pra ela) e vire para não perturbe (basta colocar o telefone com a tela para baixo para silenciar notificações e chamadas).

Mas o grande barato no Moto Z é ser modular. E a Lenovo achou um jeito bem prático com os Moto Snaps, acessórios que grudam ao telefone através de imãs e oferecem mais recursos para os usuários. A principio são 5 opções disponíveis, mas a empresa promete que todos os Snaps que forem lançados a partir de agora também serão compatíveis com o Moto Z.

Dos 5 modelos, apenas não testamos a Hasselblad True Zoom, um módulo que transforma o telefone em uma câmera com 10x de zoom óptico e flash xênon, além de personalizações no software da câmera, podendo, inclusive, fotografar em formato RAW. Na parte física, o usuário ainda ganhar um disparador e controle de zoom. Deve chegar ao mercado em Outubro.

Para começar, temos as Style Shells, que são as capinhas traseiras em 3 cores (Couro Preto, Madeira Arena e Madeira Iúna). Em seguida, a Incipio offGRID Power Pack (cores preta e branca), uma bateria que adiciona 2220 mAh a carga do smartphone (falaremos mais sobre a duração de bateria nos testes de autonomia). O usuário ainda pode escolher entre dois modos de uso: padrão (mantém a bateria do telefone em 100%, e vai usando a do Snap) ou modo de eficiência (segura a bateria em 80% do telefone e usa a do Snap).

A JBL Sound Boost Speakers, que transforma o Moto Z em uma pequena caixa de som, proporciona melhor qualidade na hora de agitar uma festinha ou dar um clima no jantar. Notamos um som mais apurado, com graves e médios mais presentes e equilibrados, além de ótima potência no volume máximo (são 6W). Com bateria interna própria (1000 mAh), após 2 horas de reprodução de músicas, ainda restavam 85%.

Por último temos o Insta-Share Projector, um projetor capaz de espelhar a tela do celular, ideal para ver filmes ou mostrar fotos e vídeos para a família. Pena que a bateria não dura muito. Com apenas uma hora de autonomia, o aparelho até continua funcionando, mas aí será preciso utilizar a bateria do Moto Z. E segundo a Lenovo, é possível gerar projeções de até 70 polegadas. Em nossos testes, o que vimos foram resultados razoáveis em locais com pouca luz. Já na escuridão total, a experiência é ótima, com boa definição. Assistir Netflix em uma tela gigante foi muito prático.

E como os Moto Snaps tem bateria própria, é possível checar o nível de carga de cada um deles pressionando um pequeno botão. Atualizações de software são feitas com autorização do usuário ao plugar o Snap ao telefone. E fique tranquilo quanto aos conectores estarem expostos. Segundo a Lenovo, a interface dos Moto Snaps é composta por um conector com diversos pinos que são banhados a ouro para oferecer um contato mais eficiente e ao mesmo tempo serem resistentes a oxidação. Além disto, os contatos ficam inativos até que um Moto Snap seja detectado e o circuito do conector tem proteções contra sobre-corrente para evitar que o aparelho seja danificado nestas situações.

Com 13 megapixels, o Moto Z traz uma protuberância traseira, chamada câmera. Brincadeiras à parte, fizemos testes em diferentes condições de iluminação e gostamos do que vimos. Não é nada de outro mundo, mas os cliques apresentam boa qualidade, com cores vibrantes e bom equilíbrio entre brilho e contraste. Mesmo nas imagens noturnas, os detalhes são marcantes e agradam. O flash duplo entrega melhor equilíbrio para as cores e a focagem laser é veloz. Tudo isso é colaborado muito também pela abertura de f/1.8, que permite maior entrada de luz, gerando maior estabilidade.

E falando em estabilidade, o sensor oferece estabilização óptica (OIS) e os resultados são ótimos, tanto com imagens, quanto com vídeos. Nas filmagens, é possível capturar até a resolução Ultra HD (4K) e full HD a 60 quadros por segundo. Para quem quer se divertir, ainda temos o modo Panorâmico (que não é tão legal assim) e o modo Câmera Lenta (HD a 120 quadros por segundo). Nesse último, fizemos algumas palhaçadas e o resultado ficou bacana, bem fluído. E para os fotógrafos de plantão, o Modo Profissional traz ajustes manuais de exposição, ISO, velocidade do obturador, balanço de branco e foco.

A câmera frontal traz 5 megapixels e também possui flash, ótimo para dar um up nas selfies. Os vídeos possuem resolução máxima full HD e tem melhor resultado em ambientes bem iluminados (mas o flash pode salvar em locais escuros, mas com o objeto/pessoa próximo ao telefone).

E no quesito bateria, o Moto Z se saiu bem graças ao Snap PowerPack. A capacidade do smartphone é de 2600 mAh, enquanto que a do PowerPack é de 2220 mAh. Somados, são 4820 mAh, uma super capacidade. Por isso, não esperávamos nada além de um ótimo resultado.

Fizemos nosso teste padrão (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube). Ao final, a bateria externa já tinha se esgotado, mas a principal ainda restavam 60%. Ou seja, dá para usar a vontade que a bateria não vai acabar durante o dia.

 

Mas se mesmo assim você utilizar absurdamente, o Moto Z conta com a tecnologia TurboPower que, segundo a Lenovo, garante mais 7 horas de autonomia com apenas 15 minutos na tomada. Em nossos testes, colocamos o celular na tomada com 35% e após 45 minutos, o telefone chegou aos 95%.

Algo que já estava presente em alguns smartphones da marca, agora voltou com tudo: as Moto Ações. As básicas já estavam presentes, como agitar para ativar a lanterna e girar o pulso para ligar a câmera. Só que as demais funções estão de volta, como a Moto Tela (basta aproximar a mão do telefone para visualizar as notificações), deslizar para reduzir a tela, pegue para silenciar toque, tela alerta (o visor segue ativo enquanto você estiver olhando pra ela) e vire para não perturbe (basta colocar o telefone com a tela para baixo para silenciar notificações e chamadas).

Mas o grande barato no Moto Z é ser modular. E a Lenovo achou um jeito bem prático com os Moto Snaps, acessórios que grudam ao telefone através de imãs e oferecem mais recursos para os usuários. A principio são 5 opções disponíveis, mas a empresa promete que todos os Snaps que forem lançados a partir de agora também serão compatíveis com o Moto Z.

Dos 5 modelos, apenas não testamos a Hasselblad True Zoom, um módulo que transforma o telefone em uma câmera com 10x de zoom óptico e flash xênon, além de personalizações no software da câmera, podendo, inclusive, fotografar em formato RAW. Na parte física, o usuário ainda ganhar um disparador e controle de zoom. Deve chegar ao mercado em Outubro.

Para começar, temos as Style Shells, que são as capinhas traseiras em 3 cores (Couro Preto, Madeira Arena e Madeira Iúna). Em seguida, a Incipio offGRID Power Pack (cores preta e branca), uma bateria que adiciona 2220 mAh a carga do smartphone (falaremos mais sobre a duração de bateria nos testes de autonomia). O usuário ainda pode escolher entre dois modos de uso: padrão (mantém a bateria do telefone em 100%, e vai usando a do Snap) ou modo de eficiência (segura a bateria em 80% do telefone e usa a do Snap).

A JBL Sound Boost Speakers, que transforma o Moto Z em uma pequena caixa de som, proporciona melhor qualidade na hora de agitar uma festinha ou dar um clima no jantar. Notamos um som mais apurado, com graves e médios mais presentes e equilibrados, além de ótima potência no volume máximo (são 6W). Com bateria interna própria (1000 mAh), após 2 horas de reprodução de músicas, ainda restavam 85%.

Por último temos o Insta-Share Projector, um projetor capaz de espelhar a tela do celular, ideal para ver filmes ou mostrar fotos e vídeos para a família. Pena que a bateria não dura muito. Com apenas uma hora de autonomia, o aparelho até continua funcionando, mas aí será preciso utilizar a bateria do Moto Z. E segundo a Lenovo, é possível gerar projeções de até 70 polegadas. Em nossos testes, o que vimos foram resultados razoáveis em locais com pouca luz. Já na escuridão total, a experiência é ótima, com boa definição. Assistir Netflix em uma tela gigante foi muito prático.

E como os Moto Snaps tem bateria própria, é possível checar o nível de carga de cada um deles pressionando um pequeno botão. Atualizações de software são feitas com autorização do usuário ao plugar o Snap ao telefone. E fique tranquilo quanto aos conectores estarem expostos. Segundo a Lenovo, a interface dos Moto Snaps é composta por um conector com diversos pinos que são banhados a ouro para oferecer um contato mais eficiente e ao mesmo tempo serem resistentes a oxidação. Além disto, os contatos ficam inativos até que um Moto Snap seja detectado e o circuito do conector tem proteções contra sobre-corrente para evitar que o aparelho seja danificado nestas situações.

Com 13 megapixels, o Moto Z traz uma protuberância traseira, chamada câmera. Brincadeiras à parte, fizemos testes em diferentes condições de iluminação e gostamos do que vimos. Não é nada de outro mundo, mas os cliques apresentam boa qualidade, com cores vibrantes e bom equilíbrio entre brilho e contraste. Mesmo nas imagens noturnas, os detalhes são marcantes e agradam. O flash duplo entrega melhor equilíbrio para as cores e a focagem laser é veloz. Tudo isso é colaborado muito também pela abertura de f/1.8, que permite maior entrada de luz, gerando maior estabilidade.

E falando em estabilidade, o sensor oferece estabilização óptica (OIS) e os resultados são ótimos, tanto com imagens, quanto com vídeos. Nas filmagens, é possível capturar até a resolução Ultra HD (4K) e full HD a 60 quadros por segundo. Para quem quer se divertir, ainda temos o modo Panorâmico (que não é tão legal assim) e o modo Câmera Lenta (HD a 120 quadros por segundo). Nesse último, fizemos algumas palhaçadas e o resultado ficou bacana, bem fluído. E para os fotógrafos de plantão, o Modo Profissional traz ajustes manuais de exposição, ISO, velocidade do obturador, balanço de branco e foco.

A câmera frontal traz 5 megapixels e também possui flash, ótimo para dar um up nas selfies. Os vídeos possuem resolução máxima full HD e tem melhor resultado em ambientes bem iluminados (mas o flash pode salvar em locais escuros, mas com o objeto/pessoa próximo ao telefone).

E no quesito bateria, o Moto Z se saiu bem graças ao Snap PowerPack. A capacidade do smartphone é de 2600 mAh, enquanto que a do PowerPack é de 2220 mAh. Somados, são 4820 mAh, uma super capacidade. Por isso, não esperávamos nada além de um ótimo resultado.

Fizemos nosso teste padrão (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube). Ao final, a bateria externa já tinha se esgotado, mas a principal ainda restavam 60%. Ou seja, dá para usar a vontade que a bateria não vai acabar durante o dia.

 

Mas se mesmo assim você utilizar absurdamente, o Moto Z conta com a tecnologia TurboPower que, segundo a Lenovo, garante mais 7 horas de autonomia com apenas 15 minutos na tomada. Em nossos testes, colocamos o celular na tomada com 35% e após 45 minutos, o telefone chegou aos 95%.

Especificações, desempenho e benchmarks

O Moto Z, diferente dos seus concorrentes (Samsung e LG), trouxe o melhor processador, assim como no mercado americano, mas com uma pequena diferença. O quad-core Snapdragon é o 820, só que por aqui a frequência máxima é de 1,8 GHz, enquanto nos EUA chega aos 2,2 GHz. Ok, na prática pode não apresentar muita diferença, mas a longo prazo fica difícil afirmar se o telefone poderá ter problemas com futuros Snaps.

De resto, tudo maravilhoso. São 4 GB de RAM, GPU Adreno 530 e um alto desempenho que não deixa dúvidas. O Android ainda é o 6.0.1 Marshmallow, quase não traz customizações (tirando os recursos Moto que falaremos mais a frente) e deve ser atualizado para o 7.0 Nougat.

Na hora dos testes, deixamos mais de 15 aplicativos abertos ao mesmo tempo e não tivemos qualquer problema ao transitar entre eles. Não se preocupe com o aquecimento do telefone, pois isso também não aconteceu. E na hora da jogatina, tudo ocorreu conforme o esperado. Seja com jogos simples ou mais exigentes, a experiência foi excelente e os gráficos apresentaram qualidade máxima.

Por último, mas não menos importante, rodamos alguns testes com benchmarks sintéticos, que geram resultados absolutos e ajudam na comparação entre os smartphones. Utilizamos os quatro programas de sempre: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark.

No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o Moto Z marcou sonoros 132343 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o telefone chegou aos 41261 pontos. No terceiro teste, onde processador gráfico é estressado ao máximo, o celular atingiu o limite no modo extreme e 25656 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela.

Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades cotidianos do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O modelo da Lenovo anotou 7327 pontos.

Após tudo isso, Mesmo sabendo que Sabemos que os números não indicam o real poder de processamento do smartphone, mas é possível ter uma noção que estamos falando de um telefone básico. Todos os resultados foram excelentes.

O Moto Z, diferente dos seus concorrentes (Samsung e LG), trouxe o melhor processador, assim como no mercado americano, mas com uma pequena diferença. O quad-core Snapdragon é o 820, só que por aqui a frequência máxima é de 1,8 GHz, enquanto nos EUA chega aos 2,2 GHz. Ok, na prática pode não apresentar muita diferença, mas a longo prazo fica difícil afirmar se o telefone poderá ter problemas com futuros Snaps.

De resto, tudo maravilhoso. São 4 GB de RAM, GPU Adreno 530 e um alto desempenho que não deixa dúvidas. O Android ainda é o 6.0.1 Marshmallow, quase não traz customizações (tirando os recursos Moto que falaremos mais a frente) e deve ser atualizado para o 7.0 Nougat.

Na hora dos testes, deixamos mais de 15 aplicativos abertos ao mesmo tempo e não tivemos qualquer problema ao transitar entre eles. Não se preocupe com o aquecimento do telefone, pois isso também não aconteceu. E na hora da jogatina, tudo ocorreu conforme o esperado. Seja com jogos simples ou mais exigentes, a experiência foi excelente e os gráficos apresentaram qualidade máxima.

Por último, mas não menos importante, rodamos alguns testes com benchmarks sintéticos, que geram resultados absolutos e ajudam na comparação entre os smartphones. Utilizamos os quatro programas de sempre: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark.

No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o Moto Z marcou sonoros 132343 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o telefone chegou aos 41261 pontos. No terceiro teste, onde processador gráfico é estressado ao máximo, o celular atingiu o limite no modo extreme e 25656 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela.

Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades cotidianos do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O modelo da Lenovo anotou 7327 pontos.

Após tudo isso, Mesmo sabendo que Sabemos que os números não indicam o real poder de processamento do smartphone, mas é possível ter uma noção que estamos falando de um telefone básico. Todos os resultados foram excelentes.

Conclusão

A Lenovo deu um tiro certeiro com o Moto Z. E não é por causa de sua alta performance, ou do design premium e bastante fino, ou da tela Super AMOLED ou talvez da bateria duradoura. A fabricante conseguiu absorver e desenvolver melhor (até agora) o conceito dos módulos, aqui chamados de Moto Snaps, e juntar ao seu smartphone premium.

Muito fácil de encaixar e usar, os primeiros modelos oferecem boas funcionalidades, desde adicionar mais tempo de bateria ou transformando o telefone em um projetor. O kit básico, composto por um bumper, Moto Shell Style e Incipio offGRID Power Pack é um bom pacote e, pelo conjunto da obra, oferece o melhor custo/benefício da categoria de telefones topo de linha, em nossa humilde opinião.

Mas mesmo com essa máquina, encontramos alguns pequenos escorregões. Compartilhar slot de chip com microSD é algo que não engolimos. Quem tem mania com limpeza vai sofrer com as marcas de dedos na traseira. E pode parecer estranho ter a saliência da câmera. Isso é amenizado com o uso dos snaps. Só que tira a beleza do telefone.

Matérias Relacionadas

Review: Samsung Galaxy S8+
1-seg e Full-seg: conheça os padrões de transmissão de TV digital em smartphones
LG lança novos smartphones da série K no Brasil
LG G6 é lançado no Brasil com preço sugerido de R$ 3.999
10/10 Recomendo este produto
8/10 Recomendo este produto
10/10 Recomendo este produto
10/10 Recomendo este produto
Verificado
10/10 Recomendo este produto

Avaliação Geral

71%Recomendam a compra
8/10Baseado em 14 avaliações

Aspectos Positivos

  • Design
  • Funções e Características
  • Display
  • Facilidade de Uso

Pontos de Atenção

  • Câmera
  • Durabilidade

Aspectos Negativos

  • Duração da Bateria
  • Custo-Benefício
Enviar sua Avaliação