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    Smartphone Motorola Moto Z XT1650 Power and Sound Editioninfo

    • Chips: Dual Chip
    • Câmera Traseira: 13.0 Megapixels
    • Tamanho da Tela: 5.5 polegadas
    • Nota: 7/10 Baseado em 9 avaliações
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      Preços

      Avaliação do Especialista

      Moto Z é o melhor smartphone modular (até agora)

      <p>A Lenovo deu um tiro certeiro com o Moto Z. E n&atilde;o &eacute; por causa de sua alta performance, ou do design premium e bastante fino, ou da tela Super AMOLED ou talvez da bateria duradoura. A fabricante conseguiu absorver e desenvolver melhor (at&eacute; agora) o conceito dos m&oacute;dulos, aqui chamados de Moto Snaps, e juntar ao seu smartphone premium.</p> <p>Muito f&aacute;cil de encaixar e usar, os primeiros modelos oferecem boas funcionalidades, desde adicionar mais tempo de bateria ou transformando o telefone em um projetor. O kit b&aacute;sico, composto por um bumper, Moto Shell Style e Incipio offGRID Power Pack &eacute; um bom pacote e, pelo conjunto da obra, oferece o melhor custo/benef&iacute;cio da categoria de telefones topo de linha, em nossa humilde opini&atilde;o.</p> <p>Mas mesmo com essa m&aacute;quina, encontramos alguns pequenos escorreg&otilde;es. Compartilhar slot de chip com microSD &eacute; algo que n&atilde;o engolimos. Quem tem mania com limpeza vai sofrer com as marcas de dedos na traseira. E pode parecer estranho ter a sali&ecirc;ncia da c&acirc;mera. Isso &eacute; amenizado com o uso dos snaps. S&oacute; que tira a beleza do telefone.</p>

      Informações Básicas

      • TipoSmartphone
      • MarcaMotorola
      • LinhaMoto Z
      • ModeloXT1650
      • SériePower and Sound Edition
      • ChipsDual Chip

      Câmera

      • Câmera Traseira13.0 Megapixels
      • Funções da CâmeraEstabilização Óptica de Imagem, Filma em 4K, Flash Duplo, Foco Automático a Laser, Zoom de 8x
      • Câmera Frontal5.0 Megapixels Frontal
      • Funções Câmera FrontalFlash, Modo Noturno

      Tela

      • Tamanho da Tela5.5 polegadas
      • Tipo de TelaSUPER AMOLED
      • Resolução2560 x 1440 Pixels

      Hardware

      • ProcessadorQualcomm Snapdragon 820
      • NúcleosQuad-Core (4 Núcleos)
      • Velocidade do Processador1.8 GHz
      • Memória Interna64 GB
      • Memória RAM4 GB RAM
      • EntradasMicroSD, USB Type-C

      Software

      • Sistema OperacionalAndroid
      • VersãoMarshmallow

      Características e Conectividade

      • Internet4G, Wi-Fi
      • RecursosBluetooth 4.1, NFC, Sensor de Impressão Digital
      • ProteçãoGorilla Glass, Nanorrevestimento resistente a Respingos D'Água

      Bateria

      • Bateria2600 mAh

      Dimensões

      • Largura75,3 mm
      • Altura153,3 mm
      • Profundidade5,1 mm
      • Peso136 g
      Ver mais detalhes

      Moto Z é o melhor smartphone modular (até agora)

      Celular da Lenovo traz desempenho pesado, mas se destaca mesmo pela versatilidade dos Moto Snaps

      por em 26/8/2016

      Prós:

      • Os Moto Snaps dão outra cara para o smartphone e são fáceis de usar
      • Desempenho excelente
      • Design premium
      • Bateria (com o Snap acoplado) traz ótima autonomia
      • Alta capacidade de armazenamento
      • Tela Super AMOLED apresenta belas imagens

      Contras:

      • Slot microSD é compartilhado com o 2º espaço para o chip 4G
      • Marcas de dedos ficam impressas na traseira do Moto Z
      • Sem a Style Shell ou os outros Snaps, o smartphone fica com a câmera ‘exposta’

      Quando começamos a ler notícias sobre telefones modulares, ficamos empolgados por uma remota possibilidade de poder montar smartphones conforme nossos gostos. Calma, ainda não chegamos nesse nível, mas pudemos ter uma amostra desses módulos com o LG G5 SE, já testado por nós. O problema que, o que parecia ser interessante, não foi muito bem executado pela empresa sul-coreana.

      Eis que agora chega às nossas mãos o novo telefone topo de linha da Lenovo. Estamos falando do Moto Z, que traz como principal atrativo seus Moto Snaps, acessórios modulares que podem ser colocados e retirados rapidamente, sem qualquer dificuldade. Sem mais delongas, todos os detalhes você confere nos parágrafos a seguir.

      Especificações, desempenho e benchmarks

      O Moto Z, diferente dos seus concorrentes (Samsung e LG), trouxe o melhor processador, assim como no mercado americano, mas com uma pequena diferença. O quad-core Snapdragon é o 820, só que por aqui a frequência máxima é de 1,8 GHz, enquanto nos EUA chega aos 2,2 GHz. Ok, na prática pode não apresentar muita diferença, mas a longo prazo fica difícil afirmar se o telefone poderá ter problemas com futuros Snaps. De resto, tudo maravilhoso. São 4 GB de RAM, GPU Adreno 530 e um alto desempenho que não deixa dúvidas. O Android ainda é o 6.0.1 Marshmallow, quase não traz customizações (tirando os recursos Moto que falaremos mais a frente) e deve ser atualizado para o 7.0 Nougat. Na hora dos testes, deixamos mais de 15 aplicativos abertos ao mesmo tempo e não tivemos qualquer problema ao transitar entre eles. Não se preocupe com o aquecimento do telefone, pois isso também não aconteceu. E na hora da jogatina, tudo ocorreu conforme o esperado. Seja com jogos simples ou mais exigentes, a experiência foi excelente e os gráficos apresentaram qualidade máxima. Por último, mas não menos importante, rodamos alguns testes com benchmarks sintéticos, que geram resultados absolutos e ajudam na comparação entre os smartphones. Utilizamos os quatro programas de sempre: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark. No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o Moto Z marcou sonoros 132343 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o telefone chegou aos 41261 pontos. No terceiro teste, onde processador gráfico é estressado ao máximo, o celular atingiu o limite no modo extreme e 25656 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela. Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades cotidianos do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O modelo da Lenovo anotou 7327 pontos. Esses números indicam ótimos resultados. Compare com outros modelos para ter uma referência: Moto Z: 132.343 pts (Antutu), 41.261 pts (Quadrant), 25.656 pontos no modo unlimited (3DMark) e 7.327 pts (PCMark). Moto G 4 Play: 28.952 pts (Antutu), 14.072 pts (Quadrant), 4.426 pontos no modo unlimited (3DMark) e 4.111 pts (PCMark). Vibe B: 23.434 pts (Antutu), 7.126 pts (Quadrant), 2.653 pontos no modo unlimited (3DMark) e 2.839 pts (PCMark).

      Armazenamento, conectividade, tela e design

      Se existe algo que não dá para reclamar que falta no Moto Z é o armazenamento. Aqui são 64 GB de espaço (pouco mais de 53 GB estão livres para uso) e ainda há um slot para cartão microSD, que comporta modelos de até 2 TB.

      E, pelo jeito, os fabricantes resolveram adotar a opção de dois chips para seus smartphones. E com esse modelo da Lenovo não foi diferente. Dotado de conectividade 4G, o usuário terá que fazer uma escolha (e isso não nos agradou): ou utiliza dois chips ou um nanoSIM e um microSD. Isso porque o segundo slot é compartilhado. Poxa, Moto Z...

      Continuando, não falta nada em conectividade: Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac dual band (2.4 GHz + 5 GHz), Bluetooth 4.1, GPS assistido e NFC. Pena que para quem curte rádio FM, esse modelo não conta com esse recurso. Já o leitor biométrico possui ótima sensibilidade e agora também bloqueia o telefone.

      A gente nem precisa gastar muitas linhas para falar da tela do Moto Z. Isso porque, além das 5,5 polegadas e da resolução Quad HD, a tecnologia utilizada é o Super AMOLED, o que proporciona cores vibrantes, contraste marcante e brilho intenso. Mesmo em ambientes muito iluminados, a visualização é bacana. A sensibilidade da tela é ótima e a resposta aos toques é bastante veloz. E os botões do Android fazem parte do visor.

      Já no design, o Moto Z é lindão. Com moldura e corpo interno em alumínio aeronáutico e parte traseira em aço inoxidável, são duas as combinações de cores disponíveis: branco e dourado ou preto e grafite. Mesmo muito bonito, é bom já se acostumar com marcas de dedos engordurados na parte de trás.

      O destaque também vai para a finura. São apenas 5,2 milímetros de espessura, tornando-o (até o momento) o smartphone premium mais fino do mundo. Além disso, as 136 gramas não incomodam durante o manuseio. Manuseio, aliás, que é bem tranquilo, mas que exige um certo cuidado devido as grandes dimensões. Mas se tem algo que não gostamos foi a parte inferior, onde está localizado o leitor biométrico. A borda é muito grande. Poderia ser melhor aproveitada. Ah, e ainda tem a questão da câmera traseira, com aquela protuberância, que não é das mais agradáveis.

      Uma (grande) mudança foi a retirada do conector para fones de ouvido. Agora, tudo se conecta via USB-C. A Lenovo até incluiu um adaptador, até porque o fone continua sendo P2. Nada é muito prático, pois fica um fio pendurado. E se esse adaptador quebrar... E quanto à qualidade sonora, o fone é apenas regular. Já o alto-falante, localizado na parte frontal, é potente e aparentou maior qualidade.

      Moto Ações, Moto Snaps, câmeras e bateria

      Algo que já estava presente em alguns smartphones da marca, agora voltou com tudo: as Moto Ações. As básicas já estavam presentes, como agitar para ativar a lanterna e girar o pulso para ligar a câmera. Só que as demais funções estão de volta, como a Moto Tela (basta aproximar a mão do telefone para visualizar as notificações), deslizar para reduzir a tela, pegue para silenciar toque, tela alerta (o visor segue ativo enquanto você estiver olhando pra ela) e vire para não perturbe (basta colocar o telefone com a tela para baixo para silenciar notificações e chamadas).

      Mas o grande barato no Moto Z é ser modular. E a Lenovo achou um jeito bem prático com os Moto Snaps, acessórios que grudam ao telefone através de imãs e oferecem mais recursos para os usuários. A principio são 5 opções disponíveis, mas a empresa promete que todos os Snaps que forem lançados a partir de agora também serão compatíveis com o Moto Z.

      Dos 5 modelos, apenas não testamos a Hasselblad True Zoom, um módulo que transforma o telefone em uma câmera com 10x de zoom óptico e flash xênon, além de personalizações no software da câmera, podendo, inclusive, fotografar em formato RAW. Na parte física, o usuário ainda ganhar um disparador e controle de zoom. Deve chegar ao mercado em Outubro.

      Para começar, temos as Style Shells, que são as capinhas traseiras em 3 cores (Couro Preto, Madeira Arena e Madeira Iúna). Em seguida, a Incipio offGRID Power Pack (cores preta e branca), uma bateria que adiciona 2220 mAh a carga do smartphone (falaremos mais sobre a duração de bateria nos testes de autonomia). O usuário ainda pode escolher entre dois modos de uso: padrão (mantém a bateria do telefone em 100%, e vai usando a do Snap) ou modo de eficiência (segura a bateria em 80% do telefone e usa a do Snap).

      A JBL Sound Boost Speakers, que transforma o Moto Z em uma pequena caixa de som, proporciona melhor qualidade na hora de agitar uma festinha ou dar um clima no jantar. Notamos um som mais apurado, com graves e médios mais presentes e equilibrados, além de ótima potência no volume máximo (são 6W). Com bateria interna própria (1000 mAh), após 2 horas de reprodução de músicas, ainda restavam 85%.

      Por último temos o Insta-Share Projector, um projetor capaz de espelhar a tela do celular, ideal para ver filmes ou mostrar fotos e vídeos para a família. Pena que a bateria não dura muito. Com apenas uma hora de autonomia, o aparelho até continua funcionando, mas aí será preciso utilizar a bateria do Moto Z. E segundo a Lenovo, é possível gerar projeções de até 70 polegadas. Em nossos testes, o que vimos foram resultados razoáveis em locais com pouca luz. Já na escuridão total, a experiência é ótima, com boa definição. Assistir Netflix em uma tela gigante foi muito prático.

      E como os Moto Snaps tem bateria própria, é possível checar o nível de carga de cada um deles pressionando um pequeno botão. Atualizações de software são feitas com autorização do usuário ao plugar o Snap ao telefone. E fique tranquilo quanto aos conectores estarem expostos. Segundo a Lenovo, a interface dos Moto Snaps é composta por um conector com diversos pinos que são banhados a ouro para oferecer um contato mais eficiente e ao mesmo tempo serem resistentes a oxidação. Além disto, os contatos ficam inativos até que um Moto Snap seja detectado e o circuito do conector tem proteções contra sobre-corrente para evitar que o aparelho seja danificado nestas situações.

      Com 13 megapixels, o Moto Z traz uma protuberância traseira, chamada câmera. Brincadeiras à parte, fizemos testes em diferentes condições de iluminação e gostamos do que vimos. Não é nada de outro mundo, mas os cliques apresentam boa qualidade, com cores vibrantes e bom equilíbrio entre brilho e contraste. Mesmo nas imagens noturnas, os detalhes são marcantes e agradam. O flash duplo entrega melhor equilíbrio para as cores e a focagem laser é veloz. Tudo isso é colaborado muito também pela abertura de f/1.8, que permite maior entrada de luz, gerando maior estabilidade.

      E falando em estabilidade, o sensor oferece estabilização óptica (OIS) e os resultados são ótimos, tanto com imagens, quanto com vídeos. Nas filmagens, é possível capturar até a resolução Ultra HD (4K) e full HD a 60 quadros por segundo. Para quem quer se divertir, ainda temos o modo Panorâmico (que não é tão legal assim) e o modo Câmera Lenta (HD a 120 quadros por segundo). Nesse último, fizemos algumas palhaçadas e o resultado ficou bacana, bem fluído. E para os fotógrafos de plantão, o Modo Profissional traz ajustes manuais de exposição, ISO, velocidade do obturador, balanço de branco e foco.

      A câmera frontal traz 5 megapixels e também possui flash, ótimo para dar um up nas selfies. Os vídeos possuem resolução máxima full HD e tem melhor resultado em ambientes bem iluminados (mas o flash pode salvar em locais escuros, mas com o objeto/pessoa próximo ao telefone).

      E no quesito bateria, o Moto Z se saiu bem graças ao Snap PowerPack. A capacidade do smartphone é de 2600 mAh, enquanto que a do PowerPack é de 2220 mAh. Somados, são 4820 mAh, uma super capacidade. Por isso, não esperávamos nada além de um ótimo resultado.

      Fizemos nosso teste padrão (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube). Ao final, a bateria externa já tinha se esgotado, mas a principal ainda restavam 60%. Ou seja, dá para usar a vontade que a bateria não vai acabar durante o dia.

      Mas se mesmo assim você utilizar absurdamente, o Moto Z conta com a tecnologia TurboPower que, segundo a Lenovo, garante mais 7 horas de autonomia com apenas 15 minutos na tomada. Em nossos testes, colocamos o celular na tomada com 35% e após 45 minutos, o telefone chegou aos 95%.

      Conclusão

      A Lenovo deu um tiro certeiro com o Moto Z. E não é por causa de sua alta performance, ou do design premium e bastante fino, ou da tela Super AMOLED ou talvez da bateria duradoura. A fabricante conseguiu absorver e desenvolver melhor (até agora) o conceito dos módulos, aqui chamados de Moto Snaps, e juntar ao seu smartphone premium.
      Muito fácil de encaixar e usar, os primeiros modelos oferecem boas funcionalidades, desde adicionar mais tempo de bateria ou transformando o telefone em um projetor. O kit básico, composto por um bumper, Moto Shell Style e Incipio offGRID Power Pack é um bom pacote e, pelo conjunto da obra, oferece o melhor custo/benefício da categoria de telefones topo de linha, em nossa humilde opinião.
      Mas mesmo com essa máquina, encontramos alguns pequenos escorregões. Compartilhar slot de chip com microSD é algo que não engolimos. Quem tem mania com limpeza vai sofrer com as marcas de dedos na traseira. E pode parecer estranho ter a saliência da câmera. Isso é amenizado com o uso dos snaps. Só que tira a beleza do telefone.

      Avaliações dos Consumidores ( 9 )

      rick2809
      deu a nota:
           5 de 10
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      Vai um conselho: NÃO COMPREM NA SARAIVA !!!!

      Vai um conselho: NÃO COMPREM NA SARAIVA !!!!
      Comprei celular que chegou com defeito de recepção de sinais, enviei imediatamente para troca. SARAIVA informou que não pode proceder a troca, pois eu tinha quebrado a trava do chip.
      Não quebrei nenhuma trava, e por que não analisar a possibilidade da trava ter sido quebrada na SARAIVA após o retorno. Por que não acreditar na palavra de um cliente idôneo.
      Instalar um chip no celular não é nada complexo para ninguém, nem pra eu como engenheiro. Se tivesse quebrado trava e utilizasse de má fé como afirmam teria enviado o produto para a troca informando que recebi o produto quebrado !!!!
      Mas não adianta não querem escutar os argumentos, não consegue falar com supervisor/ gerente que poderia refletir sobre a decisão ( só atendentes te atendem e só respondem o que for determinado ), não recebem e-mails pelo atendimento@saraiva.com ( servidor responde haver problema na entrega ???? ) , reclamações pelo site não são respondidos formalmente . Vou ter que consertar o celular ( perdi a garantia ) por um dano causado no retorno do celular para a SARAIVA. Então Vai um conselho : NÃO COMPREM NA SARAIVA !

      Positivo13Negativo2
      Jailson Sousa
      deu a nota:
           5 de 10
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      Excelente: Inovador e Atualizado | Smartphone Premium Top de Linha Atualidade

      Em uso há 5 dias, constatei a excelente: inovação e atualização - únicas, (Lenovo | Motorola), disponíveis em um Smartphone Premium ?Top de Linha? da atualidade, lançado "fabricado" no mercado, até o presente momento, inclusive, o mais interessante por sua capacidade modular ?Moto Snaps? ou "Moto Mods", com design e software atualizados (Android 7.0 Nougat), destacando-se ainda, por sua performance, tais como: hardware potente, desempenho considerável (Processador Snadragon 820, 4 GB de RAM e Memória Interna de 64 GB: expansível via microSD em até 2 TB), acabamento leve e ultrafino (Aliás, o mais fino do mundo com apenas 5,19 mm de espessura e peso de 136 g), tela Super Amoled de 5,5 Quad HD e, apresentando algumas das próximas tendências tecnológicas. Recomendo, o investimento! (Acima de R$2.500,00). Jailson Sousa.

      Positivo3Negativo0
      Gustavo Petit De C. Botelho
      deu a nota:
           1 de 10
      Não recomendo este produto

      Moto Z ebra com assistencia pessima!

      Celular Risca a toa, bateria não dura 1 dia, lente da camera estourou sozinha, da assistencia cada vez ele volta pior e ainda fui acusado de furto de um cabo micro USB e da caixinha do aparelho de empréstimo(sendo que este vem com USB-C ou seja nem tendo utilidade) Fora que o atendimento personalizado MotoZ foi na cozinha/estoque! Pesquise na internet, vários casos dele estourar inteiro até abaixo assinados para recall! Extremamente Frágil! E ainda a Motorola se omite e não devolve o dinheiro!

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      Gustavo Petit De C. Botelho
      deu a nota:
           1 de 10
      Não recomendo este produto

      Moto Z ebra de Cristal

      Sou extremamente cuidadoso com meu MotoZ, coloquei película na frente assim que percebi que mesmo sendo falado ser gorilla glass ela teve um pequeno risco, coloquei capa anti impacto que envolve todo ele e não deixa com que tela ou vidro da camera encoste em nada, tenho até plugue para não entrar sujeira na entrada de fone.

      Porem ontem a noite fui ver uma notificação no meu celular que estava em cima da mesa e ao virar ele vi que o vidro da camera simplesmente estilhaçou inteiro, fazendo diversos raios do centro as bordas.

      Não entendi pq nunca vi isso na minha vida, o celular ficou em cima de uma mesa plana o tempo todo! e simplesmente estilhaçou em milhares de partes o vidro da camera. mesmo com a capa que não deixa este vidro encostar na superfície.

      Aconteceu com mais alguém isso? Fiquei completamente desapontado com a Motorola/Lenovo, primeiro pq nunca vi gorilla glass riscar, segundo pq nunca vi vidros estourarem de celulares, ainda mais sobrando pó de vidro em cima da mesa que tive que limpar para não me machucar.

      Fiquei triste pq falo tão bem do aparelho para todos, pela sua configuração e aparência. Mas infelizmente parece feito de cristal, não da para deixar sequer numa mesa mesmo estando com

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      Franco Rodrigues
      deu a nota:
           5 de 10
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      Máquina de Ponta

      Celular incrível com o Android 7.0 Nougat ... está mais interativo e inteligente que nunca !
      1 semana com ele, mas baixei os jogos mais pesados e ele roda fácil.Câmera boa também, mas pode melhorar. Agora, se gostar de jogos (principalmente 3D) o snap power é indispensável, pois a bateria desce rápido que nem o capeta. Nas funções normais, ela até que dura, quase um dia. Os snaps são sem comentários...A JBL é incrível e fez uma caixinha muito boa...som limpo e alto. A Bateria extra é muito útil também, não tem como ficar na mão. Pra quem olha para o futuro, a ausência da saída de fones não chega a ser um ponto negativo...afinal já temos os fones bluetooth e os de saída usb-c prestes a chegar no mercado. Minha única crítica é a bateria do telefone, que poderia ser de 3000Mah. Com tantos recursos, ela poderia durar mais. Mas não deixa de ser uma ótima compra.

      Positivo0Negativo0

      Histórico de Preço

      R$ 2.474,10

      Bom momento para comprar

      Preço AtualR$ 2.474,10
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