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Smartphone Motorola Moto Z Play XT1635
Ícone de Favorito

Avaliação do Especialista

Moto Z Play vem para consertar aquilo que o Moto Z deixou para trás

Prós

  • Bateria de 3510 mAh, maior que a do Moto Z

  • Dual Chip convencional, ou seja, dois slots para os chips e mais um para o Micro SD

  • Bom conjuntos de câmeras

  • Moto Snaps são muito fáceis de usar

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Informações Básicas
TipoSmartphone
MarcaMotorola
LinhaMoto Z
ModeloPlay XT1635
Câmera
Câmera Traseira16.0 Megapixels
Funções da CâmeraFilma em 4K
Câmera Frontal5.0 Megapixels Frontal
Funções Câmera FrontalFlash
Tela
Tamanho da Tela5.5 polegadas
Tipo de TelaSUPER AMOLED
Resolução1920 x 1080 Pixels
DefiniçãoFull HD
Hardware
ProcessadorQualcomm Snapdragon 625
NúcleosOcta-Core (8 Núcleos)
Velocidade do Processador2.0 GHz
Memória Interna32 GB
Memória RAM3 GB RAM
EntradasFone de Ouvido
Software
Sistema OperacionalAndroid
VersãoMarshmallow
Características e Conectividade
Internet4G
RecursosBluetooth 4.0
ProteçãoNanorrevestimento resistente a Respingos D'Água
Bateria
Bateria3510 mAh
Dimensões
Largura76,4 mm
Altura156,4 mm
Profundidade6,9 mm
Peso165 g
Por Colaborador em 23/11/2016

Moto Z Play vem para consertar aquilo que o Moto Z deixou para trás

Modelo mais econômico conta com entrada P2, Dual-Chip convencional e bateria muito maior

Prós

  • Bateria de 3510 mAh, maior que a do Moto Z

  • Dual Chip convencional, ou seja, dois slots para os chips e mais um para o Micro SD

  • Bom conjuntos de câmeras

  • Moto Snaps são muito fáceis de usar

Contras

  • Parte traseira reúne muitas marcas de dedo

  • Protuberância da câmera traseira é muito incômoda

Dentro de alguns quesitos, o Moto Z, modelo de ponta da Lenovo, foi bastante elogiado, especialmente os Moto Snaps que, diferente do LG G5, são muito mais fáceis de usar. Porém, como já era esperado, eles não eram de fato úteis para o dia a dia, com exceção da bateria extra, que poderia complementar muito bem a carga do Moto Z. 

Mas, eis que a Lenovo resolveu “inovar”: o Moto Z não traz conexão P2, e sim um adaptador para os fones de ouvido; outro ponto bem criticado foi a questão do slot para dois chips híbrido, ou seja, você teria de escolher entre um celular dual chip ou mais espaço com um micro SD. O Moto Z Play vem para corrigir tudo isso: sim, ele tem P2; sim, ele traz slot para dois chips e um outro para o Micro SD e, sim, a bateria - por si só, sem snap nenhum - é maior do que a do Moto Z. 

Posto isso, confira o review completo do Moto Z Play abaixo: 

Dentro de alguns quesitos, o Moto Z, modelo de ponta da Lenovo, foi bastante elogiado, especialmente os Moto Snaps que, diferente do LG G5, são muito mais fáceis de usar. Porém, como já era esperado, eles não eram de fato úteis para o dia a dia, com exceção da bateria extra, que poderia complementar muito bem a carga do Moto Z. 

Mas, eis que a Lenovo resolveu “inovar”: o Moto Z não traz conexão P2, e sim um adaptador para os fones de ouvido; outro ponto bem criticado foi a questão do slot para dois chips híbrido, ou seja, você teria de escolher entre um celular dual chip ou mais espaço com um micro SD. O Moto Z Play vem para corrigir tudo isso: sim, ele tem P2; sim, ele traz slot para dois chips e um outro para o Micro SD e, sim, a bateria - por si só, sem snap nenhum - é maior do que a do Moto Z. 

Posto isso, confira o review completo do Moto Z Play abaixo: 

Desempenho e Snaps

Equipado com o Snapdragon 625, o Moto Z Play consegue realizar praticamente qualquer tarefa, mesmo com muitos apps abertos ao mesmo tempo. 
 
Nos nossos testes, o processador de 2.0 GHz aguentou bem aplicações pesadas, como o game "Unkilled" e sequer suou, graças  aos 3 GB de RAM que  também fazem um bom trabalho, principalmente para abrir e fechar apps, além de melhorar o desempenho do aparelho quando há muitos apps rodando simultaneamente. A GPU utilizada pelo Moto Z Play é a Adreno 506, que lida bem com os gráficos da tela Full HD. 
 
Diferente do Moto Z normal, a Lenovo não inclui, na caixa, nenhum Moto Snap. Você só pode adquiri-los separadamente mesmo e nós testamos quase todos para o review do Moto Z, que você pode conferir aqui. (http://www.buscape.com.br/smartphone-motorola-moto-z-xt1650-power-edition)
 
"Quase todos" porque havia faltado a Hasselbald True Zoom, que é o Snap para a câmera do Moto Z ou do Moto Z Play. Com ela é possível dar zoom de até 10X e utilizar um flash Xenon. Além disso, ela altera algumas configurações da câmera, podendo, inclusive, tirar fotos em formato RAW. 
 
O grande problema da Hassebald é mesmo a ergonomia, já que é o maior e mais pesado desenvolvido para o Moto Z. Não consideramos o Snap necessário, já que a câmera do Moto Z Play, que abordaremos em seguida, já é suficiente para tirar boas fotos.

Equipado com o Snapdragon 625, o Moto Z Play consegue realizar praticamente qualquer tarefa, mesmo com muitos apps abertos ao mesmo tempo. 
 
Nos nossos testes, o processador de 2.0 GHz aguentou bem aplicações pesadas, como o game "Unkilled" e sequer suou, graças  aos 3 GB de RAM que  também fazem um bom trabalho, principalmente para abrir e fechar apps, além de melhorar o desempenho do aparelho quando há muitos apps rodando simultaneamente. A GPU utilizada pelo Moto Z Play é a Adreno 506, que lida bem com os gráficos da tela Full HD. 
 
Diferente do Moto Z normal, a Lenovo não inclui, na caixa, nenhum Moto Snap. Você só pode adquiri-los separadamente mesmo e nós testamos quase todos para o review do Moto Z, que você pode conferir aqui. (http://www.buscape.com.br/smartphone-motorola-moto-z-xt1650-power-edition)
 
"Quase todos" porque havia faltado a Hasselbald True Zoom, que é o Snap para a câmera do Moto Z ou do Moto Z Play. Com ela é possível dar zoom de até 10X e utilizar um flash Xenon. Além disso, ela altera algumas configurações da câmera, podendo, inclusive, tirar fotos em formato RAW. 
 
O grande problema da Hassebald é mesmo a ergonomia, já que é o maior e mais pesado desenvolvido para o Moto Z. Não consideramos o Snap necessário, já que a câmera do Moto Z Play, que abordaremos em seguida, já é suficiente para tirar boas fotos.
Equipado com o Snapdragon 625, o Moto Z Play consegue realizar praticamente qualquer tarefa, mesmo com muitos apps abertos ao mesmo tempo. 
 
Nos nossos testes, o processador de 2.0 GHz aguentou bem aplicações pesadas, como o game "Unkilled" e sequer suou, graças  aos 3 GB de RAM que  também fazem um bom trabalho, principalmente para abrir e fechar apps, além de melhorar o desempenho do aparelho quando há muitos apps rodando simultaneamente. A GPU utilizada pelo Moto Z Play é a Adreno 506, que lida bem com os gráficos da tela Full HD. 
 
Diferente do Moto Z normal, a Lenovo não inclui, na caixa, nenhum Moto Snap. Você só pode adquiri-los separadamente mesmo e nós testamos quase todos para o review do Moto Z, que você pode conferir aqui. (http://www.buscape.com.br/smartphone-motorola-moto-z-xt1650-power-edition)
 
"Quase todos" porque havia faltado a Hasselbald True Zoom, que é o Snap para a câmera do Moto Z ou do Moto Z Play. Com ela é possível dar zoom de até 10X e utilizar um flash Xenon. Além disso, ela altera algumas configurações da câmera, podendo, inclusive, tirar fotos em formato RAW. 
 
O grande problema da Hassebald é mesmo a ergonomia, já que é o maior e mais pesado desenvolvido para o Moto Z. Não consideramos o Snap necessário, já que a câmera do Moto Z Play, que abordaremos em seguida, já é suficiente para tirar boas fotos.

Câmera e Bateria

A câmera do Moto Z Play sofreu algumas alterações frente ao Moto Z, até pela faixa de preço mais baixa do modelo em questão. Porém, a Lenovo caprichou com o que pôde. O conjunto de lentes agrada bastante, até mesmo para quem pensa em trocar o Moto X Play pelo Z Play.

 

Com 16 MP e abertura de f/2.0, o Moto Z Play tira ótimas fotos em ambientes abertos, com cores vivas e boa saturação. O software também não deixa a desejar, já que conta com modo manual bastante completo, disparo contínuo, modo HDR automático e o modo panorama. Outro ponto positivo da câmera é o foco automático a laser, que captura momentos mais rapidamente. Porém, nos vídeos, que podem ser gravados até em 4K a 30 fps, não há estabilização óptica, o que pode ser um ponto fora da curva, já que muitos outros aparelhos dessa faixa de preço trazem esse recurso, mas não é um que atrapalha a experiência de forma brusca.

 

Como era de se esperar, a câmera do Z Play sofre mais em ambientes noturnos, mas, ainda sim, as fotos são muito boas e apresentam pouquíssimos ruídos.

 

Já a câmera frontal traz um flash LED para auxiliar com as fotos noturnas, mas, fora isso, não traz nenhum tipo de recurso especial: faz boas selfies, principalmente em ambientes bem iluminados.

 

De longe, a característica mais destacável do Moto Z Play é a bateria de 3510 mAh.. A Lenovo realmente investiu nesse quesito e consegue entregar tudo o que promete. Nos nossos testes, que consiste em realizar diversas tarefas durante o dia, tais como ver vídeos por 20 minutos, jogar por mais vinte, navegar nas redes sociais por três horas, fazer ligações, usar o GPS por trinta minutos, ouvir música por mais uma hora e tirar fotos, o Moto Z Play aguentou essa tomada restando ainda 63% de carga, o que é uma média altíssima.

 
Não satisfeito, usei o Z Play como aparelho pessoal e é possível, mesmo usando o aparelho com mais frequência, ficar dois dias sem precisar carregá-lo, o que é um feito impressionante.

A câmera do Moto Z Play sofreu algumas alterações frente ao Moto Z, até pela faixa de preço mais baixa do modelo em questão. Porém, a Lenovo caprichou com o que pôde. O conjunto de lentes agrada bastante, até mesmo para quem pensa em trocar o Moto X Play pelo Z Play.

Com 16 MP e abertura de f/2.0, o Moto Z Play tira ótimas fotos em ambientes abertos, com cores vivas e boa saturação. O software também não deixa a desejar, já que conta com modo manual bastante completo, disparo contínuo, modo HDR automático e o modo panorama. Outro ponto positivo da câmera é o foco automático a laser, que captura momentos mais rapidamente. Porém, nos vídeos, que podem ser gravados até em 4K a 30 fps, não há estabilização óptica, o que pode ser um ponto fora da curva, já que muitos outros aparelhos dessa faixa de preço trazem esse recurso, mas não é um que atrapalha a experiência de forma brusca.

Como era de se esperar, a câmera do Z Play sofre mais em ambientes noturnos, mas, ainda sim, as fotos são muito boas e apresentam pouquíssimos ruídos.

Já a câmera frontal traz um flash LED para auxiliar com as fotos noturnas, mas, fora isso, não traz nenhum tipo de recurso especial: faz boas selfies, principalmente em ambientes bem iluminados.

De longe, a característica mais destacável do Moto Z Play é a bateria de 3510 mAh.. A Lenovo realmente investiu nesse quesito e consegue entregar tudo o que promete. Nos nossos testes, que consiste em realizar diversas tarefas durante o dia, tais como ver vídeos por 20 minutos, jogar por mais vinte, navegar nas redes sociais por três horas, fazer ligações, usar o GPS por trinta minutos, ouvir música por mais uma hora e tirar fotos, o Moto Z Play aguentou essa tomada restando ainda 63% de carga, o que é uma média altíssima.

 
 
 
 
 
Não satisfeito, usei o Z Play como aparelho pessoal e é possível, mesmo usando o aparelho com mais frequência, ficar dois dias sem precisar carregá-lo, o que é um feito impressionante.

Design, Tela e Conectividade

É curioso como o Moto Z Play, mesmo não sendo, parece uma versão mais bem elaborada que o Moto Z normal. Por exemplo, enquanto a versão mais cara não traz conector P2 e obriga o usuário a usar um adaptador de fones de ouvido, o Moto Z Play conta com o conector de fones de ouvido logo ao lado do conector de energia (o que, infelizmente, é um ponto positivo no mercado atual). Outra mudança foi a traseira de vidro (Gorilla Glass 4), que, apesar de também reunir muitas marcas de dedo, é mais fácil de limpar e dá uma aparência mais elegante ao modelo. Na parte da frente, a Lenovo decidiu colocar o logo Moto abaixo do alto falante, o que diminuiu um pouco a borda inferior, dando uma ergonomia melhor. 

Agora, é verdade que o Moto Z Play é ligeiramente mais espesso que o Moto Z, e mais pesado também. Porém, ele entrega uma ótima pegada e traz um design bastante agradável. Contudo, há um ponto em especial que poderia ser melhorado: a lombada da câmera traseira, que só é apagada com a Style Shell (a capinha que a Lenovo manda na caixa), mas se não usar nenhum módulo ou capinha, a protuberância da câmera é desagradável e até mesmo sem sentido pela espessura do aparelho, o que não justifica essa calota enorme na parte traseira, mas, design é design.

No mais, na parte traseira temos os pinos de conexão dos Snaps e na parte da frente há o sensor de digital, que serve tanto para desbloquear quanto para bloquear a tela. 

Não é novidade que a Tela do Moto Z Play é incrivelmente boa. Com 5.5 polegadas tem painel Super AMOLED com resolução de 1920 x 1080p. A qualidade da tela é inquestionável e dá para assistir conteúdo com muita qualidade sem cansar a vista e nem enxergar pixels aparentes. O brilho também é muito bom e, sem dúvidas, se você não for extremamente detalhista, a tela do Z Play vai te agradar. 

A boa novidade é que o Moto Z Play não conta com a bandeja de chips híbrida, ou seja, há espaços para os dois chips e ainda para um Micro SD. No Moto Z a bandeja oferecia dois espaços apenas, sendo assim, você devia escolher entre um modelo dual chip ou mais espaço via Micro SD - obrigado, Lenovo. No mais, o Play traz o conjunto básico dos smartphones tops de linha: NFC, Bluetooth 4.1, GPS, Wi-Fi e 4G. Vale dizer também que as Moto Ações estão presentes e o Moto Z Play conta com 32 GB de armazenamento interno. 

É curioso como o Moto Z Play, mesmo não sendo, parece uma versão mais bem elaborada que o Moto Z normal. Por exemplo, enquanto a versão mais cara não traz conector P2 e obriga o usuário a usar um adaptador de fones de ouvido, o Moto Z Play conta com o conector de fones de ouvido logo ao lado do conector de energia (o que, infelizmente, é um ponto positivo no mercado atual). Outra mudança foi a traseira de vidro (Gorilla Glass 4), que, apesar de também reunir muitas marcas de dedo, é mais fácil de limpar e dá uma aparência mais elegante ao modelo. Na parte da frente, a Lenovo decidiu colocar o logo Moto abaixo do alto falante, o que diminuiu um pouco a borda inferior, dando uma ergonomia melhor. 

Agora, é verdade que o Moto Z Play é ligeiramente mais espesso que o Moto Z, e mais pesado também. Porém, ele entrega uma ótima pegada e traz um design bastante agradável. Contudo, há um ponto em especial que poderia ser melhorado: a lombada da câmera traseira, que só é apagada com a Style Shell (a capinha que a Lenovo manda na caixa), mas se não usar nenhum módulo ou capinha, a protuberância da câmera é desagradável e até mesmo sem sentido pela espessura do aparelho, o que não justifica essa calota enorme na parte traseira, mas, design é design.

No mais, na parte traseira temos os pinos de conexão dos Snaps e na parte da frente há o sensor de digital, que serve tanto para desbloquear quanto para bloquear a tela. 

Não é novidade que a Tela do Moto Z Play é incrivelmente boa. Com 5.5 polegadas tem painel Super AMOLED com resolução de 1920 x 1080p. A qualidade da tela é inquestionável e dá para assistir conteúdo com muita qualidade sem cansar a vista e nem enxergar pixels aparentes. O brilho também é muito bom e, sem dúvidas, se você não for extremamente detalhista, a tela do Z Play vai te agradar. 

A boa novidade é que o Moto Z Play não conta com a bandeja de chips híbrida, ou seja, há espaços para os dois chips e ainda para um Micro SD. No Moto Z a bandeja oferecia dois espaços apenas, sendo assim, você devia escolher entre um modelo dual chip ou mais espaço via Micro SD - obrigado, Lenovo. No mais, o Play traz o conjunto básico dos smartphones tops de linha: NFC, Bluetooth 4.1, GPS, Wi-Fi e 4G. Vale dizer também que as Moto Ações estão presentes e o Moto Z Play conta com 32 GB de armazenamento interno. 

Conclusão

Se o conceito de smartphone modular for do seu interesse, o Moto Z Play é o modelo mais acessível até o momento e se faz uma boa escolha. Contudo, como já falamos no review do Moto Z, os módulos que existem até o momento, para nós, não justifica a preço, já que, com exceção módulo de projetor, são muito específicos e não trazem melhorias extremas. Vale lembrar que, diferente do Moto Z, o Play não conta com módulos na caixa, apenas com o aparelho mesmo.

Fora isso, o Z Play é um ótimo smartphone, com belo design, conector P2 - ufa! -, bandeja de chips convencional, bateria de longa duração e ótimo desempenho. Sendo assim, o Z Play é um smartphone que não decepciona nenhum público e faz jus ao upgrade do Moto X Play para essa nova geração Z. Os pontos negativos ficam mesmo com a sujeira de dedos que a parte traseira do telefone agrupa e a lombada da câmera traseira. 

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Avaliação Geral

95%Recomendam a compra
8/10Baseado em 91 avaliações

Aspectos Positivos

  • Facilidade de Uso
  • Duração da Bateria
  • Display
  • Design
  • Funções e Características
  • Durabilidade
  • Custo-Benefício
  • Câmera

Pontos de Atenção

  • Desempenho

Aspectos Negativos

  • Som
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