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Smartphone Motorola Moto G 3ª Geração HDTV XT1544 16GB
Ícone de Favorito

92% Recomendam a compra
Avaliação do Especialista
Prós
  •  4G, dual-chip e TV digital em HD

  •  Desempenho muito bom e certificação IPx7

  •  O serviço Moto Maker está disponível no Brasil

  •  Boa autonomia da bateria

  •  Visual renovado

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Informações Básicas
TipoSmartphone
MarcaMotorola
LinhaMoto G
Modelo3ª Geração HDTV XT1544 16GB
ChipsDual Chip
Câmera
Câmera Traseira13.0 Megapixels
Funções da CâmeraFilma em Full HD
Câmera Frontal5.0 Megapixels Frontal
Tela
Tamanho da Tela5.0 polegadas
Tipo de TelaHD
Resolução1280 X 720 Pixels
Hardware
ProcessadorQualcomm Snapdragon 410
NúcleosQuad-Core (4 Núcleos)
Velocidade do Processador1.4 GHz
Memória Interna16 GB
Memória RAM1 GB RAM
EntradasFone de Ouvido
Software
Sistema OperacionalAndroid
VersãoLollipop
Características e Conectividade
Internet4G
RecursosBluetooth 4.0
ProteçãoResistente à Água
Bateria
Bateria2470 mAh
Dimensões
Largura72,4 mm
Altura142,1 mm
Profundidade11,6 mm
Peso155 g
Por Colaborador em 10/08/2015
Com o Moto G 3ª geração, 4G e TV digital HD estão garantidos

A Motorola fez pequenos ajustes que agradam, como o belo design, a resistência a mergulhos e o desempenho capaz de abrir os aplicativos com facilidade

Prós
  •  4G, dual-chip e TV digital em HD

  •  Desempenho muito bom e certificação IPx7

  •  O serviço Moto Maker está disponível no Brasil

  •  Boa autonomia da bateria

  •  Visual renovado

Contras
  •  Com diversos aplicativos abertos, os games dão algumas tropeçadas

  •  A Motorola poderia ter deixado a câmera lenta de fora

Para que mexer muito em algo que já é muito bom? Isso foi exatamente o que a Motorola fez com o novo Moto G, que chega a sua 3ª geração. O modelo ganhou uma cara renovada, continua dual-chip, agora é resistente à mergulhos e finalmente o serviço Moto Maker desembarcou em terras verde-amarelas. Nesse review, vamos falar do modelo de 16 GB com 1 GB de RAM e TV digital em HD.

Mas antes de começar a análise, vale a pena comentar sobre o Moto Maker que chegou ao Brasil junto com o Moto G. Pelo site, é possível customizar todo o celular, desde a cor frontal, passando pela cor traseira, escolhendo a cor do detalhe, printando uma frase de até 14 caracteres, adquirindo mais capinhas e selecionando uma das quatro configurações do telefone (8 GB, 16 GB, 16 GB com TV ou 16 GB com 2 GB de RAM).

Para que mexer muito em algo que já é muito bom? Isso foi exatamente o que a Motorola fez com o novo Moto G, que chega a sua 3ª geração. O modelo ganhou uma cara renovada, continua dual-chip, agora é resistente à mergulhos e finalmente o serviço Moto Maker desembarcou em terras verde-amarelas. Nesse review, vamos falar do modelo de 16 GB com 1 GB de RAM e TV digital em HD.

Mas antes de começar a análise, vale a pena comentar sobre o Moto Maker que chegou ao Brasil junto com o Moto G. Pelo site, é possível customizar todo o celular, desde a cor frontal, passando pela cor traseira, escolhendo a cor do detalhe, printando uma frase de até 14 caracteres, adquirindo mais capinhas e selecionando uma das quatro configurações do telefone (8 GB, 16 GB, 16 GB com TV ou 16 GB com 2 GB de RAM).

Tela, design e à prova dágua

No design, o novo Moto G possui 155 gramas e não é dos mais fininhos (espessura varia entre 6,1 e 11,6 milímetros), mas a traseira curva permite boa pegada, principalmente unida com as capas texturizadas. Gostamos do novo detalhe onde está localizado a logomarca da Motorola.

 Na parte física, a 3ª geração traz P2 e microfone (em cima), botão liga/desliga e controle de volume (lateral direita), microUSB (embaixo), câmera e flash (atrás) e mais uma câmera e alto-falantes (frente). Ainda dá para retirar a capa traseira e acessar as entradas para os chips e cartão microSD.

 O novo Moto G possui uma diferença em relação ao seu antecessor. Agora, ele traz a certificação IPX7. Antes, o Moto G suportava apenas respingos, mas com o novo modelo você pode deixá-lo na água até 1 metro de profundidade por 30 minutos, no máximo.

 Durante os testes, o telefone até teve seu interior molhado, mas os slots para cartão e chips permaneceram secos. Lembre-se de fechar muito bem a tampa traseira. E fique tranquilo quando ao microUSB e P2, pois eles são selados internamente e não serão danificados.

 Na tela, não tivemos mudança se comparada a 2ª geração. A tela continua sendo IPS, com 5 polegadas e resolução HD (720p). O ângulo de visão é muito bom, assim como as imagens, com cores vibrantes, mas o reflexo incomoda, principalmente em locais com muita iluminação. Para os desastrados, o Gorilla Glass 3 protege o visor que pequenos riscos e arranhões danifiquem o display.

 Não vai faltar espaço para digitar textos no teclado virtual do Moto G. A experiência é agradável e a rápida resposta aos toques ajudou nesse sentido. Se você é fã do Swype, fique tranquilo, pois ele está presente. Ah, e os botões do Android fazem parte da tela (são virtuais).

No design, o novo Moto G possui 155 gramas e não é dos mais fininhos (espessura varia entre 6,1 e 11,6 milímetros), mas a traseira curva permite boa pegada, principalmente unida com as capas texturizadas. Gostamos do novo detalhe onde está localizado a logomarca da Motorola.

 Na parte física, a 3ª geração traz P2 e microfone (em cima), botão liga/desliga e controle de volume (lateral direita), microUSB (embaixo), câmera e flash (atrás) e mais uma câmera e alto-falantes (frente). Ainda dá para retirar a capa traseira e acessar as entradas para os chips e cartão microSD.

 O novo Moto G possui uma diferença em relação ao seu antecessor. Agora, ele traz a certificação IPX7. Antes, o Moto G suportava apenas respingos, mas com o novo modelo você pode deixá-lo na água até 1 metro de profundidade por 30 minutos, no máximo.

 Durante os testes, o telefone até teve seu interior molhado, mas os slots para cartão e chips permaneceram secos. Lembre-se de fechar muito bem a tampa traseira. E fique tranquilo quando ao microUSB e P2, pois eles são selados internamente e não serão danificados.

 Na tela, não tivemos mudança se comparada a 2ª geração. A tela continua sendo IPS, com 5 polegadas e resolução HD (720p). O ângulo de visão é muito bom, assim como as imagens, com cores vibrantes, mas o reflexo incomoda, principalmente em locais com muita iluminação. Para os desastrados, o Gorilla Glass 3 protege o visor que pequenos riscos e arranhões danifiquem o display.

 Não vai faltar espaço para digitar textos no teclado virtual do Moto G. A experiência é agradável e a rápida resposta aos toques ajudou nesse sentido. Se você é fã do Swype, fique tranquilo, pois ele está presente. Ah, e os botões do Android fazem parte da tela (são virtuais).

Especificações técnicas, armazenamento e recursos

A 3ª geração do Moto G traz processador quad-core Snapdragon 410 de 1,4 GHz com arquitetura 64-bit, 1 GB de RAM e GPU Adreno 306. A versão do Android é a Lollipop 5.1.1. Segundo a Motorola, o telefone utiliza a interface pura do sistema, mas para atualizações, o usuário ainda dependerá da fabricante de celulares.

 Nos testes, o desempenho do novo Moto G agradou, se comparado com modelos da sua categoria. Navegamos por telas e menus, abrimos e fechamos aplicativos e a transição entre eles era veloz. Só que com muitos apps abertos em segundo plano, alguns games sofreram com engasgos e até encerramento repentino.

 E já que falamos dos joguinhos, o smartphone da Motorola se saiu muito bem, desde os menos exigentes, como Subway Surfers, até os mais pesados, como Modern Combat 5. A experiência foi fluida e tudo rodou numa boa. Ressaltamos que os gráficos foram reduzidos para que a jogabilidade não fosse prejudicada. Não se esqueça de encerrar todas as aplicações em segundo plano.

 Na parte de armazenamento, esse telefone conta com 16 GB para guardar arquivos variados. Mas se não for suficiente, o slot para cartão microSD aceita modelos de até 32 GB. O usuário ainda encontra na embalagem manuais, cabo USB, carregador e fone de ouvido.

 No quesito de conectividade, o Moto G agora traz o suporte para chips 4G nos dois slots. Isso significa que tanto faz o slot que você insere o chip. No restante, Wi-Fi b/g/n, Bluetooth 4.0 e GPS (com A-GPS e GLONASS) também fazem parte do pacote.

 Presente na geração anterior, o recurso Assist funciona como um assistente pessoal e não permite que notificações e ligações te atrapalhem em determinados momentos do dia.

 São 3 opções: Dormindo, Reunião e Localização. Nos três, é possível silenciar notificações e ligações durante um determinado período. Claro que há exceções, como se alguém te ligar duas vezes em menos de 5 minutos. No modo Reunião, ele sincroniza automaticamente com sua agenda e ativa sempre que você estiver ocupado. Com o Localização, sempre que você chegar ao local marcado ele irá silenciar chamadas e notificações também.

 Com a Moto Tela, as notificações que vão chegando podem ser visualizadas, descartadas ou, se não quiser uma coisa nem outra, você pode apenas desbloquear o telefone apenas deslizando o dedo na tela. E caso você agite o celular, a luz da lanterna é acesa.

Esse modelo ainda conta com TV digital e o melhor de tudo é que o sinal é captado em alta definição, ou seja, em HD. Isso significa que a imagem tem ótima qualidade e que você não vai sofrer para ler o placar do jogo de futebol.

A 3ª geração do Moto G traz processador quad-core Snapdragon 410 de 1,4 GHz com arquitetura 64-bit, 1 GB de RAM e GPU Adreno 306. A versão do Android é a Lollipop 5.1.1. Segundo a Motorola, o telefone utiliza a interface pura do sistema, mas para atualizações, o usuário ainda dependerá da fabricante de celulares.

 Nos testes, o desempenho do novo Moto G agradou, se comparado com modelos da sua categoria. Navegamos por telas e menus, abrimos e fechamos aplicativos e a transição entre eles era veloz. Só que com muitos apps abertos em segundo plano, alguns games sofreram com engasgos e até encerramento repentino.

 E já que falamos dos joguinhos, o smartphone da Motorola se saiu muito bem, desde os menos exigentes, como Subway Surfers, até os mais pesados, como Modern Combat 5. A experiência foi fluida e tudo rodou numa boa. Ressaltamos que os gráficos foram reduzidos para que a jogabilidade não fosse prejudicada. Não se esqueça de encerrar todas as aplicações em segundo plano.

 Na parte de armazenamento, esse telefone conta com 16 GB para guardar arquivos variados. Mas se não for suficiente, o slot para cartão microSD aceita modelos de até 32 GB. O usuário ainda encontra na embalagem manuais, cabo USB, carregador e fone de ouvido.

 No quesito de conectividade, o Moto G agora traz o suporte para chips 4G nos dois slots. Isso significa que tanto faz o slot que você insere o chip. No restante, Wi-Fi b/g/n, Bluetooth 4.0 e GPS (com A-GPS e GLONASS) também fazem parte do pacote.

 Presente na geração anterior, o recurso Assist funciona como um assistente pessoal e não permite que notificações e ligações te atrapalhem em determinados momentos do dia.

 São 3 opções: Dormindo, Reunião e Localização. Nos três, é possível silenciar notificações e ligações durante um determinado período. Claro que há exceções, como se alguém te ligar duas vezes em menos de 5 minutos. No modo Reunião, ele sincroniza automaticamente com sua agenda e ativa sempre que você estiver ocupado. Com o Localização, sempre que você chegar ao local marcado ele irá silenciar chamadas e notificações também.

 Com a Moto Tela, as notificações que vão chegando podem ser visualizadas, descartadas ou, se não quiser uma coisa nem outra, você pode apenas desbloquear o telefone apenas deslizando o dedo na tela. E caso você agite o celular, a luz da lanterna é acesa.

Esse modelo ainda conta com TV digital e o melhor de tudo é que o sinal é captado em alta definição, ou seja, em HD. Isso significa que a imagem tem ótima qualidade e que você não vai sofrer para ler o placar do jogo de futebol.

Câmera e bateria

Aqui pudemos notar um certo aumento no sensor. Com 13 megapixels (na 2ª geração eram apenas 8 MP), agora as fotos ficam maiores, mas a qualidade continua muito boa. O equilíbrio de cores traz fidelidade aos cliques. Quando a luz é suficiente, os cliques agradam. Quando fica escassa, os ruídos são visíveis.

 Quando isso acontecer, utilize o flash. E no Moto G 3ª geração, o flash é duplo. A junção de dois LEDs (tom quente e frio) mais a tecnologia CCT (Dynamic Correlated Color Temperature) permite um ajuste automático entregando maior fidelidade nas cores, detalhe que foi comprovado nos testes.

 Para quem procura por muitos recursos e modos manuais, não é o caso desse modelo. Mas pelo menos ainda possui HDR, controle de foco e exposição, modo noturno (não é lá uma maravilha), temporizador, panorama e fotos sequenciais.

 Para as gravações, os vídeos são captados em full HD (1920 x 1080 pixels) e a qualidade é semelhante as imagens. Bom em lugares com luz e ficam devendo com iluminação escassa. O problema é na câmera lenta (720p), com um resultado fraco, com muitos engasgos.

 A frontal possui 5 megapixels e mantém a tão conhecida regra da iluminação. O problema é quando não a luz não é suficiente. Aí não espere milagre. E nem perca tempo gravando em câmera lenta. O resultado é péssimo.

 O novo Moto G conta com uma bateria de 2470 mAh e para aferir a autonomia, rodamos nosso teste padrão fotografando, gravando vídeos, navegando pela internet e redes sociais, telefonando, utilizando GPS, jogando e reproduzindo músicas e vídeos no YouTube.

 

Retiramos o smartphone da tomada às 9 da manhã e às 6 da tarde ainda restavam 40%. Um ótimo desempenho. Com isso, você pode ficar sossegado que o telefone terá bateria até o final do dia. Lembramos que 4G e Wi-Fi estavam ligadas o tempo todo e o brilho ajustado em 50%.

Aqui pudemos notar um certo aumento no sensor. Com 13 megapixels (na 2ª geração eram apenas 8 MP), agora as fotos ficam maiores, mas a qualidade continua muito boa. O equilíbrio de cores traz fidelidade aos cliques. Quando a luz é suficiente, os cliques agradam. Quando fica escassa, os ruídos são visíveis.

 Quando isso acontecer, utilize o flash. E no Moto G 3ª geração, o flash é duplo. A junção de dois LEDs (tom quente e frio) mais a tecnologia CCT (Dynamic Correlated Color Temperature) permite um ajuste automático entregando maior fidelidade nas cores, detalhe que foi comprovado nos testes.

 Para quem procura por muitos recursos e modos manuais, não é o caso desse modelo. Mas pelo menos ainda possui HDR, controle de foco e exposição, modo noturno (não é lá uma maravilha), temporizador, panorama e fotos sequenciais.

 Para as gravações, os vídeos são captados em full HD (1920 x 1080 pixels) e a qualidade é semelhante as imagens. Bom em lugares com luz e ficam devendo com iluminação escassa. O problema é na câmera lenta (720p), com um resultado fraco, com muitos engasgos.

 A frontal possui 5 megapixels e mantém a tão conhecida regra da iluminação. O problema é quando não a luz não é suficiente. Aí não espere milagre. E nem perca tempo gravando em câmera lenta. O resultado é péssimo.

 O novo Moto G conta com uma bateria de 2470 mAh e para aferir a autonomia, rodamos nosso teste padrão fotografando, gravando vídeos, navegando pela internet e redes sociais, telefonando, utilizando GPS, jogando e reproduzindo músicas e vídeos no YouTube.

 

Retiramos o smartphone da tomada às 9 da manhã e às 6 da tarde ainda restavam 40%. Um ótimo desempenho. Com isso, você pode ficar sossegado que o telefone terá bateria até o final do dia. Lembramos que 4G e Wi-Fi estavam ligadas o tempo todo e o brilho ajustado em 50%.

Conclusão

Mediante o sucesso da 2ª geração, o Moto G de 3ª geração chega com pequenas boas melhorias, mas que irão agradar aos novos consumidores. E com essa nova versão, desembarca o Moto Maker, um serviço que permite deixar o telefone com a sua cara.

 O 4G agora se faz presente em todas as versões, além de também ser dual-chip com suporte em ambos os slots. A proteção contra água e poeira graças a certificação IPx7 é uma adição interessante. O desempenho continuou bacana, permitindo rodar games mais exigentes. E não nos esqueçamos do design, que sofreu uma repaginada, ficando mais descolado. Por último, mas não menos importante, a bateria que dura um dia numa boa. Ah, e esse modelo ainda traz TV digital com resolução HD.

 Mas como tudo tem seus escorregões, o recurso de câmera lenta é bem fraco, sem nenhuma fluidez.

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Avaliação Geral92%Recomendam a compra
8/10Baseado em 466 avaliações
Aspectos Positivos
  • Câmera
  • Facilidade de Uso
  • Display
  • Design
  • Funções e Características
  • Durabilidade
  • Custo-Benefício
  • Duração da Bateria
Pontos de Atenção
  • Resolução
Aspectos Negativos
  • Conectividade
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