Smartphone LG G6 H870
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7/10 (Baseado em 4 avaliações)
Avaliação do Especialista
Prós
  • Tela grande com imagens excelentes

  • Design sóbrio

  • Ótimo desempenho

  • Câmeras continuam muito boas

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    Tela
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    Característica da TelaProporção de 18:9
    Resolução2880 x 1440 Pixels
    Tipo de TelaQuad HD
    Informações Básicas
    TipoSmartphone
    ChipsSingle Chip
    MarcaLG
    ModeloG6 H870
    Câmera
    Funções da CâmeraLentes Grande-Angular
    Câmera Traseira13.0 Megapixels
    Câmera Frontal5.0 Megapixels Frontal
    Software
    VersãoNougat
    Sistema OperacionalAndroid
    Hardware
    Velocidade do Processador2.35 GHz
    EntradasMicroSD
    ProcessadorQualcomm Snapdragon 821
    Memória RAM4 GB RAM
    Memória Interna32 GB
    NúcleosQuad-Core (4 Núcleos)
    Dimensões
    Peso163 g
    Largura71,9 mm
    Altura148,9 mm
    Profundidade7,9 mm
    Características e Conectividade
    Internet4G
    ProteçãoResistente à Água
    RecursosWi-Fi Direct
    Bateria
    Bateria3230 mAh
    Por Colaborador em 28/06/2017
    LG G6: o gigante acordou?

    Fabricante sul-coreana corrige erros da versão anterior, desiste dos módulos e aposta em uma tela grande. Será que chega para brigar com seus principais rivais?

    Prós
    • Tela grande com imagens excelentes

    • Design sóbrio

    • Ótimo desempenho

    • Câmeras continuam muito boas

    Contras
    • Preço elevado no lançamento

    • Escolha pelo Snapdragon 821 pode ser prejudicial no futuro com possíveis atualizações

    Depois de realizar um ótimo trabalho com o G4, a LG deu uma bela escorregada ao trazer uma versão capada do G5 ao Brasil, com a solução modular nada muito produtiva, o que resultou em um resultado negativo para a empresa em solo canarinho. Com esse aprendizado, a empresa aposta todas suas fichas no novíssimo LG G6, com a esperança de voltar ao patamar dos grandes e duelar com seus principais rivais. Será que ela conseguiu? É isso que vamos descobrir nos parágrafos abaixo.

    Depois de realizar um ótimo trabalho com o G4, a LG deu uma bela escorregada ao trazer uma versão capada do G5 ao Brasil, com a solução modular nada muito produtiva, o que resultou em um resultado negativo para a empresa em solo canarinho. Com esse aprendizado, a empresa aposta todas suas fichas no novíssimo LG G6, com a esperança de voltar ao patamar dos grandes e duelar com seus principais rivais. Será que ela conseguiu? É isso que vamos descobrir nos parágrafos abaixo.

    Especificações, desempenho e benchmarks

    Logo de cara, já podemos questionar a escolha da LG por trazer o Snapdragon 821 ao invés do 835, topo de linha da Qualcomm. Em entrevista, o gerente de produtos Marcelo Santos disse que a empresa gostaria de apresentar o G6 na MWC, feira voltada para smartphones, que acontece todo ano em Barcelona.

    Isto posto, o Snapdragon 821 oferece quatro núcleos (dois a 2,35 GHz e outros dois a 1,6 GHz), 4 GB de RAM (1 GB a mais que o G5 SE) e GPU Adreno 530. Na prática, o desempenho não deixa nada a desejar, seja dividindo a tela em dois e operando aplicativos ao mesmo tempo ou no multitarefa, com mais de 27 apps rodando em segundo plano. Nos games, tudo rodou com qualidade máxima e não notamos queda de frames e travadinhas. É bom citar que não notamos aquecimento em qualquer momento dos testes.

    Agora, o 821 não será um problema frente ao 835, mas daqui a algum tempo, pode ser que a performance comece a ficar um pouco defasada, por causa das atualizações e novos programas que vão exigir cada vez mais do aparelho.

    Quanto ao Android, o LG G6 já traz o Android 7.0 Nougat e a interface da LG não possui o menu com os aplicativos. Todos ficam dispostos nas páginas principais (como acontece no iPhone). Tem quem curta, mas eu não sou um desses. Uma coisa legal e interessante é na exclusão de apps. Eles vão para uma espécie de lixeira e permanecem por lá durante 24 horas. Isso é bom, caso você exclua acidentalmente não perderá nada ao restaurar.

    Como fazemos em todos os testes de celulares, rodamos 4 programas de benchmarks sintéticos, que geram resultados absolutos e facilitam na comparação entre os modelos. Utilizamos Antutu, 3DMark, PCMark e Geekbench 4. Apenas lembrando que quanto maior o resultado, melhor.

    Para facilitar, eis os resultados obtidos pelo LG G6:

    - Antutu: 144.328 pontos

    - PCMark: 6.151 pontos (Work 1.0) e 5.092 pontos (Work 2.0)

    - 3DMark: 29.581 pontos (Ice Storm Unlimited) e 1.957 pontos (Sling Shot Extreme)

    - Geekbench: 1.801 pontos (Single-core) e 4.281 pontos (Multi-core)

    Para comparar, eis os resultados obtidos pelo Galaxy S8+:

    - Antutu: 173.278 pontos

    - PCMark: 5.930 pontos (Work 1.0) e 5.356 pontos (Work 2.0)

    - 3DMark: 28.639 pontos (Ice Storm Unlimited) e 3.252 pontos (Sling Shot Extreme)

    - Geekbench: 2.019 pontos (Single-core) e 6.719 pontos (Multi-core)

    Pelos benchmarks, vemos uma superioridade do S8+, mas na prática, o LG G6 dá conta do recado.

    Logo de cara, já podemos questionar a escolha da LG por trazer o Snapdragon 821 ao invés do 835, topo de linha da Qualcomm. Em entrevista, o gerente de produtos Marcelo Santos disse que a empresa gostaria de apresentar o G6 na MWC, feira voltada para smartphones, que acontece todo ano em Barcelona.

    Isto posto, o Snapdragon 821 oferece quatro núcleos (dois a 2,35 GHz e outros dois a 1,6 GHz), 4 GB de RAM (1 GB a mais que o G5 SE) e GPU Adreno 530. Na prática, o desempenho não deixa nada a desejar, seja dividindo a tela em dois e operando aplicativos ao mesmo tempo ou no multitarefa, com mais de 27 apps rodando em segundo plano. Nos games, tudo rodou com qualidade máxima e não notamos queda de frames e travadinhas. É bom citar que não notamos aquecimento em qualquer momento dos testes.

    Agora, o 821 não será um problema frente ao 835, mas daqui a algum tempo, pode ser que a performance comece a ficar um pouco defasada, por causa das atualizações e novos programas que vão exigir cada vez mais do aparelho.

    Quanto ao Android, o LG G6 já traz o Android 7.0 Nougat e a interface da LG não possui o menu com os aplicativos. Todos ficam dispostos nas páginas principais (como acontece no iPhone). Tem quem curta, mas eu não sou um desses. Uma coisa legal e interessante é na exclusão de apps. Eles vão para uma espécie de lixeira e permanecem por lá durante 24 horas. Isso é bom, caso você exclua acidentalmente não perderá nada ao restaurar.

    Como fazemos em todos os testes de celulares, rodamos 4 programas de benchmarks sintéticos, que geram resultados absolutos e facilitam na comparação entre os modelos. Utilizamos Antutu, 3DMark, PCMark e Geekbench 4. Apenas lembrando que quanto maior o resultado, melhor.

    Para facilitar, eis os resultados obtidos pelo LG G6:

    - Antutu: 144.328 pontos

    - PCMark: 6.151 pontos (Work 1.0) e 5.092 pontos (Work 2.0)

    - 3DMark: 29.581 pontos (Ice Storm Unlimited) e 1.957 pontos (Sling Shot Extreme)

    - Geekbench: 1.801 pontos (Single-core) e 4.281 pontos (Multi-core)

    Para comparar, eis os resultados obtidos pelo Galaxy S8+:

    - Antutu: 173.278 pontos

    - PCMark: 5.930 pontos (Work 1.0) e 5.356 pontos (Work 2.0)

    - 3DMark: 28.639 pontos (Ice Storm Unlimited) e 3.252 pontos (Sling Shot Extreme)

    - Geekbench: 2.019 pontos (Single-core) e 6.719 pontos (Multi-core)

    Pelos benchmarks, vemos uma superioridade do S8+, mas na prática, o LG G6 dá conta do recado.

    Armazenamento, conectividade, tela e design

    Para quem é fã de espaço de sobra aqui nos smartphones, digamos que o G6 é modesto para um topo de linha. São 32 GB de armazenamento interno. Pelo menos, dá para inserir um cartão microSD de até 2 TB e, inclusive, transferir seus aplicativos para ele. Mas fique atento, pois a velocidade para o acesso à esses apps pode ser um pouco mais lento.

    Claro que o 4G está presente, mas no G6 apenas na versão single chip. Nada de dual chip (pelo menos, até agora). No restante, o pacote completo com Wi-Fi padrão ac, NFC, Wi-Fi Direct, DLNA, Miracast, GPS (com A-GPS e um recurso da Qualcomm para uma maior precisão) e Bluetooth 4.2. Comparando com seu concorrente coreano que já traz Bluetooth 5.0, essa é uma pequena desvantagem por não trazer o processador mais moderno. É bom ressaltar que o telefone utiliza o conector USB-C e continua com o conector P2 para fones (que são confortáveis, trazem parte do cabo revestido em tecido, mas da metade pra cima é borracha e aparenta ser frágil).

    E para quem curtiu a novidade dos módulos no LG G5 SE (será que alguém curtiu mesmo?), a LG dá um passo mais seguro e traz um corpo mais sóbrio, porém elegante, deixando a solução modular no passado. Agora, seu corpo traz bordas de alumínio, uma traseira em vidro com proteção Gorilla Glass 5 e está disponível nas cores Platinum e Astro Black. Mas por ser todo de vidro, as famosas digitais darão o ar da graça por lá.

    Ele parece mais quadradão, mas com 7,9 milímetros de espessura e 163 gramas, o telefone se encaixa bem nas mãos e o manuseio é bastante agradável. Agora não há mais aquele calombo traseiro da câmera, um ponto positivo. Além disso, ele é o primeiro smartphone da LG a possuir a certificação IP68, garantindo resistência à água por até 1,5 metro de profundidade e 30 minutos.

    A grande onda do momento são telas grandes e a LG não quis ficar para trás. A empresa oferece uma tela de 5,7 polegadas em um corpo de 5,2 polegadas. Isso significa 80% da parte frontal tomada pelo visor. A resolução aqui também mudou. Com o Quad HD+, agora são 18:9, o que acaba sendo um pequeno problema, pois a maioria dos apps ainda não foram otimizados. Dá para deixar em tela cheia, mas o conteúdo será ligeiramente cortado. Na proteção, o vidro é o famoso Gorilla Glass 3.

    A LG ainda aposta na tecnologia IPS para suas tela e a empresa que melhor aproveita essa tecnologia. Na hora dos testes, o G6 apresenta ótimas imagens, com brilho potente (inclusive permitindo boa visualização em locais muito iluminados), âmplo ângulo de visão, cores equilibradas e nitidez impecável. Seja com textos, fotos ou vídeos, a experiência é bastante agradável. A novidade fica por conta do smartphone ser o primeiro a contar com a certificação Dolby Vision, além do HDR10. Ambas vão oferecer uma gama de cores mais vibrantes e um contraste mais marcante, mesmo não sendo uma tela AMOLED.

    Outro detalhe fica por conta do recurso Always On, que deixa a tela ligada o tempo todo com informações da hora, estado da bateria, notificações recentes, entre outros. O problema é que no IPS LCD, a tela toda fica acesa. É bem sutil, mas isso aumenta o consumo de energia, diferente do AMOLED, onde apenas os pixels que trazem informação são acesos. Ah, o botão liga/desliga segue na mesma posição de sucesso das versões anteriores e conta com um leitor biométrico que funciona muito bem.

    Para quem é fã de espaço de sobra aqui nos smartphones, digamos que o G6 é modesto para um topo de linha. São 32 GB de armazenamento interno. Pelo menos, dá para inserir um cartão microSD de até 2 TB e, inclusive, transferir seus aplicativos para ele. Mas fique atento, pois a velocidade para o acesso à esses apps pode ser um pouco mais lento.

    Claro que o 4G está presente, mas no G6 apenas na versão single chip. Nada de dual chip (pelo menos, até agora). No restante, o pacote completo com Wi-Fi padrão ac, NFC, Wi-Fi Direct, DLNA, Miracast, GPS (com A-GPS e um recurso da Qualcomm para uma maior precisão) e Bluetooth 4.2. Comparando com seu concorrente coreano que já traz Bluetooth 5.0, essa é uma pequena desvantagem por não trazer o processador mais moderno. É bom ressaltar que o telefone utiliza o conector USB-C e continua com o conector P2 para fones (que são confortáveis, trazem parte do cabo revestido em tecido, mas da metade pra cima é borracha e aparenta ser frágil).

    E para quem curtiu a novidade dos módulos no LG G5 SE (será que alguém curtiu mesmo?), a LG dá um passo mais seguro e traz um corpo mais sóbrio, porém elegante, deixando a solução modular no passado. Agora, seu corpo traz bordas de alumínio, uma traseira em vidro com proteção Gorilla Glass 5 e está disponível nas cores Platinum e Astro Black. Mas por ser todo de vidro, as famosas digitais darão o ar da graça por lá.

    Ele parece mais quadradão, mas com 7,9 milímetros de espessura e 163 gramas, o telefone se encaixa bem nas mãos e o manuseio é bastante agradável. Agora não há mais aquele calombo traseiro da câmera, um ponto positivo. Além disso, ele é o primeiro smartphone da LG a possuir a certificação IP68, garantindo resistência à água por até 1,5 metro de profundidade e 30 minutos.

    A grande onda do momento são telas grandes e a LG não quis ficar para trás. A empresa oferece uma tela de 5,7 polegadas em um corpo de 5,2 polegadas. Isso significa 80% da parte frontal tomada pelo visor. A resolução aqui também mudou. Com o Quad HD+, agora são 18:9, o que acaba sendo um pequeno problema, pois a maioria dos apps ainda não foram otimizados. Dá para deixar em tela cheia, mas o conteúdo será ligeiramente cortado. Na proteção, o vidro é o famoso Gorilla Glass 3.

    A LG ainda aposta na tecnologia IPS para suas tela e a empresa que melhor aproveita essa tecnologia. Na hora dos testes, o G6 apresenta ótimas imagens, com brilho potente (inclusive permitindo boa visualização em locais muito iluminados), âmplo ângulo de visão, cores equilibradas e nitidez impecável. Seja com textos, fotos ou vídeos, a experiência é bastante agradável. A novidade fica por conta do smartphone ser o primeiro a contar com a certificação Dolby Vision, além do HDR10. Ambas vão oferecer uma gama de cores mais vibrantes e um contraste mais marcante, mesmo não sendo uma tela AMOLED.

    Outro detalhe fica por conta do recurso Always On, que deixa a tela ligada o tempo todo com informações da hora, estado da bateria, notificações recentes, entre outros. O problema é que no IPS LCD, a tela toda fica acesa. É bem sutil, mas isso aumenta o consumo de energia, diferente do AMOLED, onde apenas os pixels que trazem informação são acesos. Ah, o botão liga/desliga segue na mesma posição de sucesso das versões anteriores e conta com um leitor biométrico que funciona muito bem.

    Câmeras e bateria

    O que já havia feito bastante sucesso no G5, a LG trouxe de volta aqui no G6. Estou falando das duas câmeras traseiras. Agora ambas possuem 13 megapixels, mas com ligeiras diferenças entre elas. A principal possui abertura f/1.8 (ótima para ambientes escuros, pois a entrada de luz será maior) e ângulo de 71 graus. A secundária é uma grande angular com 125 graus e abertura f/2.4 (nesse caso, sofre em locais mais escuros). Claro que o grande barato é clicar com essa lente mais aberta, pois é como se você estivesse usando uma GoPro, por exemplo.

    Mas os resultados que obtivemos em nossos testes foram ótimos. A LG continua fortíssima para quem curte os ajustes manuais, então dá para fazer fotos caprichadas regulando tudo conforme sua preferência. Mas no geral, os cliques com luz ambiente nem precisamos dizer que a qualidade está impecável. Durante a noite, o nível de ruído é aceitável para um smartphone e as imagens ficam muito boas.

    Durante filmagens, é possível transitar entre as duas lentes de forma muito rápida. Basta tocar no ícone que a mudança é quase instantânea. Além disso, um estabilizador óptico (OIS 2.0) consegue praticamente eliminar os pequenos tremores, deixando tudo fluído. Se você é fã de 4K ou full HD a 60 quadros por segundo, esse modelo também faz. Gosta de câmera lenta? O efeito também fica bacana e dá pra fazer com as duas câmeras a 120 quadros por segundo.

    Achou que o lance da grande angular era exclusivo das câmeras traseiras? Nada disso. A frontal possui apenas 5 megapixels, abertura f/2.2 e ângulo de 100 graus, ajudando a caber mais pessoas em sua selfie. As fotos ficam com ótima qualidade com iluminação abundante, e a noite a qualidade é boa também.

    Sobre a bateria, o LG G6 ganhou um aumento na capacidade e agora possui 3300 mAh. Realizamos todos os testes (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos, 1 hora de música com volume em 70 por cento e 10 minutos no YouTube) e no final ainda restavam 43 por cento, um ótimo resultado. Mas caso não seja suficiente, o carregamento rápido pode dar conta em pouco mais de uma hora e meia.

    O que já havia feito bastante sucesso no G5, a LG trouxe de volta aqui no G6. Estou falando das duas câmeras traseiras. Agora ambas possuem 13 megapixels, mas com ligeiras diferenças entre elas. A principal possui abertura f/1.8 (ótima para ambientes escuros, pois a entrada de luz será maior) e ângulo de 71 graus. A secundária é uma grande angular com 125 graus e abertura f/2.4 (nesse caso, sofre em locais mais escuros). Claro que o grande barato é clicar com essa lente mais aberta, pois é como se você estivesse usando uma GoPro, por exemplo.

    Mas os resultados que obtivemos em nossos testes foram ótimos. A LG continua fortíssima para quem curte os ajustes manuais, então dá para fazer fotos caprichadas regulando tudo conforme sua preferência. Mas no geral, os cliques com luz ambiente nem precisamos dizer que a qualidade está impecável. Durante a noite, o nível de ruído é aceitável para um smartphone e as imagens ficam muito boas.

    Durante filmagens, é possível transitar entre as duas lentes de forma muito rápida. Basta tocar no ícone que a mudança é quase instantânea. Além disso, um estabilizador óptico (OIS 2.0) consegue praticamente eliminar os pequenos tremores, deixando tudo fluído. Se você é fã de 4K ou full HD a 60 quadros por segundo, esse modelo também faz. Gosta de câmera lenta? O efeito também fica bacana e dá pra fazer com as duas câmeras a 120 quadros por segundo.

    Achou que o lance da grande angular era exclusivo das câmeras traseiras? Nada disso. A frontal possui apenas 5 megapixels, abertura f/2.2 e ângulo de 100 graus, ajudando a caber mais pessoas em sua selfie. As fotos ficam com ótima qualidade com iluminação abundante, e a noite a qualidade é boa também.

    Sobre a bateria, o LG G6 ganhou um aumento na capacidade e agora possui 3300 mAh. Realizamos todos os testes (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos, 1 hora de música com volume em 70 por cento e 10 minutos no YouTube) e no final ainda restavam 43 por cento, um ótimo resultado. Mas caso não seja suficiente, o carregamento rápido pode dar conta em pouco mais de uma hora e meia.

    Conclusão

    Depois do fiasco do LG G5 SE aqui no Brasil, o consumidor provavelmente teria motivos para olhar torto para o lançamento da marca em 2017. Só que a fabricante coreana fez uma boa lição de casa e trouxe o G6 com pequenas, mas boas melhorias.

    A começar pelo design, agora mais sóbrio e não mais modular, algo que a LG deixou de lado. Uma pena, pois muita grana foi investida para nada. Mesmo pioneiros, não souberam bem como usar a solução. Outro detalhe é a tela, agora em novo tamanho e nova proporção. A qualidade das imagens segue excelente, principalmente para quem curte filmes e imagens. Ele já possui suporte para HDR10 e Dolby Vision, mas ainda os conteúdos para smartphones não estão disponíveis para a plataforma.

    Falando em imagens, as câmeras traseiras produzem ótimas fotos e o sensor grande-angular é um prato cheio para quem gosta de capturar mais detalhes do ambiente. E a bateria ainda obteve um bom resultado após nossos testes padrão. E só pra lembrar que também ele é o primeiro smartphone da LG que possui certificação IP68, protegendo da água e poeira.

    Em nossas ressalvas, não achamos pontos que possam valer um ponto negativo. Mas vale citar o alto preço de lançamento, principalmente por não trazer o processador mais top da Qualcomm. Uma escolha polêmica, diga-se de passagem, mas que deu conta do recado e não deixa a desejar no dia a dia. O problema pode ser a longo prazo, daqui a alguns anos, com atualizações saindo e o smartphone não dando conta por causa dessa escolha.

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