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Para que serve o leitor de impressões digitais no smartphone?

Antes restrito ao mercado mais premium de smartphones, o recurso agora está presente até em linhas básicas e com vários recursos disponíveis

  • Por: João Henrique Furtado SilvaJoão Henrique Furtado Silva04/08/2017
  • 04/08/2017

O leitor de impressões digitais chegou ao mundo dos smartphones timidamente, mas, aos poucos, vai ganhando espaço e novas funcionalidades no mundo mobile. Além de apenas mais um modo fácil de desbloquear o smartphone, o sensor agora também está integrado com outras plataformas de uso, como bancos e até sistemas de pagamentos.

Utilidade

Quando nós pensamos em leitor de impressões digitais, o primeiro recurso que vem à nossa mente é o desbloqueio da tela. Assim como há padrões de desenhos e sequências numéricas, as empresas também apostam no cadastramento biométrico como mais uma forma de garantir a segurança no bloqueio de seu smartphone. E isso tem uma razão bem simples e que nos remete às velhas aulas de biologia: cada pessoa possui digitais distintas e, dessa forma, o desbloqueio se torna impossível.

Mas isso acaba englobando o uso mais básico do sensor. Assim como outros recursos, o leitor de impressões digitais foi se tornando mais maduro no universo mobile e abriu novas possibilidades de uso, sempre buscando aumentar a segurança no universo digital.

Hoje, existem aplicativos que servem como uma central de senhas, como é o caso do LastPass e o 1Password, que são locais onde os usuários podem armazenar todas as suas senhas de uma forma mais segura e organizada. É claro que a exigência de segurança nesses aplicativos deve ser alta e, para isso, o leitor de impressões digitais foi mais uma forma utilizada pelos desenvolvedores para garantir uma camada de proteção extra. Dessa forma, o acesso ao app também pode ser feito por meio do sensor.

Os dois maiores sistemas operacionais de smartphones não poderiam deixar de lado o recurso para também garantir a segurança em suas lojas virtuais. Tanto o Google Play quanto a App Store utilizam o leitor de impressões digitais como uma forma de aprovação de compras online. A partir do cadastramento biométrico e de um cartão de crédito, você pode utilizar o sensor.

Além disso, aplicações como o Samsung Pay e o Apple Pay também já estão integradas com o serviço de biometria. Para quem não conhece, os dois serviços utilizam o NFC do smartphone (aliado ao cadastro de um cartão de crédito no aparelho) para validar compras em máquinas convencionais de cartões. Em palavras mais simples, você pode realizar compras com seu cartão de crédito apenas com o smartphone. Por uma questão de segurança, os pagamentos realizados por esses serviços buscam utilizar a impressão digital como uma forma extra de proteger o sistema contra fraudes e, dessa forma, garantir a integridade de cartões e sistemas bancários.

Aliás, os bancos também são outros atuantes no serviço de biometria. Todos nós já vimos que, hoje, muitos bancos utilizam o leitor de impressões digitais como uma forma de acesso a contas bancárias em caixas eletrônicos, certo? No mundo mobile, alguns bancos, como é o caso do Bradesco, já utilizam o sensor de smartphones como uma forma extra de segurança e também como validação de algumas funções em seus aplicativos para celulares.

Para quem quer adquirir um novo smartphone com o recurso, confira a nossa lista com cinco indicações de faixas de preço distintas.

Moto G5

Foi-se o tempo em que o leitor de impressões digitais era um privilégio dos aparelhos mais robustos. A exemplo de outras tecnologias, o sensor também está chegando nas categorias mais em conta do mercado e, em 2017, o Moto G5 é um dos smartphones escolhidos. Nele, o leitor está posicionado na parte frontal do modelo, logo abaixo da tela.

No aparelho da Motorola, o desbloqueio é feito rapidamente, mas também há uma novidade trazida pela empresa. Em sua quinta geração, o Moto G também resolveu centralizar toda a usabilidade do sistema no botão Home. Nele, você consegue voltar páginas, acessar aplicativos abertos em segundo plano só com movimentos básicos do leitor de impressões digitais, além, é claro, de bloquear e desbloquear o aparelho.

Quanto ao smartphone como um todo, o Moto G5 pode ser considerado um modelo voltado para o custo-benefício. Seu hardware consegue atender demandas mais básicas com facilidade e aguentar alguns jogos mais robustos. O conjunto de câmeras também rende bons cliques, exceto em ambientes mais escuros. A bateria, por fim, rende boas horas de uso fora das tomadas.

Veja os preços

Quantum MUV Up

O MUV Up é uma alternativa quando o assunto é custo-benefício. Ao contrário do Moto G5, o aparelho da Quantum conta com um leitor de impressões digitais na parte de trás, o que pode parecer bem estranho no começo, mas que é algo fácil de se acostumar. O tempo de resposta também é positivo e o desbloqueio, bem rápido.

Quanto à experiência geral do modelo da Quantum, não espere um desempenho fora do comum, mas, dentro de sua categoria, o MUV Up entrega uma fluidez dentro das expectativas. Ou seja, é um celular para quem deseja um modelo mais básico e que preza pelo custo-benefício.

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Asus Zenfone 3

Em uma categoria acima, temos o Zenfone 3, o aparelho da Asus. A exemplo do MUV Up, seu leitor de impressões digitais também fica na traseira e funciona muito bem. Além disso, o Zenfone 3 também oferece ótimas características para um smartphone da sua categoria, como seu conjunto de câmeras. Outro ponto de destaque no aparelho é seu design, um misto de vidro e metal que dá um toque diferenciado ao modelo da Asus.

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Samsung Galaxy S8 e iPhone 7

Em uma categoria top de linha, temos o maior duelo do mundo do smartphones: o Galaxy S8 e o iPhone 7.

A posição do leitor de digitais do Galaxy S8 sofreu várias críticas por estar em um local não muito ergonômico. Certo ou errado, o fato é que o desbloqueio por digitais também está presente no modelo top de linha da empresa sul-coreana e, na prática, tem um ótimo tempo de resposta. Além disso, o smartphone da Samsung também dá suporte ao Samsung Pay sobre o qual falamos anteriormente.

Já o iPhone 7 traz a disposição clássica de gerações anteriores da marca. O Touch ID, que é a denominação utilizada pela Apple para seu sensor biométrico, também conta com um ótimo tempo de resposta, mas localiza-se na parte frontal inferior do aparelho. Também vale ressaltar que o Apple Pay é compatível com o modelo.

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