Micro System / Mini System

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Guia de compra de Micro System / Mini System |Todos os guias de compra
Formação
Como sei a potência do som?
Como decidir por um som?
Quais são as mídias e formatos compatíveis com um mini system?
Qual é a diferença entre Mono e Estéreo?

Formação


Como um aparelho de som habitual, um mini system ou micro system são compostos por fontes de áudio, amplificador, caixas-acústicas e cabos. Ideal para pequenos ambientes, os mini system estéreos surgiram como componentes separados, mas evoluíram para aparelhos de uma peça, somente com as caixas acústicas separadas. Compreendemos mais detalhadamente como é formado um mini system:

  • Fontes de áudio: São os leitores de CD, toca-discos, deck de fitas cassetes e até radioreceptor de AM/FM, entre outros. Responsável em ler a informação da mídia e converter em sinal analógico.
  • Amplificadores: A função básica de um amplificador é "pegar" um sinal elétrico de baixa intensidade e ampliá-lo para que seja possível a um alto-falante, embutido na caixa acústica, converter em pressão sonora audível. Isto porque um sintonizador FM, um toca-fitas ou mesmo um CD se fossem ligados diretamente a um alto-falante, emitiriam um som muitíssimo baixo;
  • Caixa-acústica: Gabinete que "amplia" os alto-falantes, para a reprodução de som de alta qualidade.

Como sei a potência do som?



Quando vamos comprar um som nos deparamos com uma oscilação muito grande no que diz respeito a potência, entre modelos da mesma faixa de preço. Considere a expressão entre os audiófilos, “Potência PMPO é estipulada pelo departamento de marketing e não pelo departamento técnico. É uma potência inventada.” Normalmente nem o vendedor sabe, somente repassa o que está expresso na embalagem do produto, mas vale ressaltar essa diferença.

  • RMS - é a sigla de Root Mean Square, é a potência real do alto falante e também a forma mais conhecida e preferencial de declaração de potência elétrica. E a potência a ser questionada na hora da compra;
  • PMPO – é a sigla para Peak Music Power Output (Potência de saída de pico musical). É a potência máxima que o produto pode chegar em um tempo limitado e sem considerar as distorções sonoras. Muitas vezes os fabricantes utilizam esse valor de potência para chamar a atenção dos consumidores para o produto;
  • IHF – sigla para Institute of High Fidelity, dos Estados Unidos que tentou, em vão, acabar com o problema de falta de padronização na medição e divulgação da potência sonora. Esse padrão foi muito utilizado na década de 70, mas hoje caiu em desuso. A potência IHF costuma ser 35% a 50% maior do que a RMS.

Na sua definição inicial, o valor PMPO representava cerca de 3 vezes o valor RMS, no entanto, como não existe procedimento técnico normalizado, cada fabricante desenvolve seu próprio método para medir a potência de seus equipamentos, de forma que estes valores hoje podem chegar, no caso de alguns aparelhos analisados pelo Inmetro, até 50 vezes o valor RMS e, o que é considerado mais grave, o fator multiplicativo varia de fabricante a fabricante, impossibilitando assim uma comparação entre aparelhos de marcas diversas.

Como decidir por um som?



Com tantas opções no mercado, como decidir a melhor para mim? Primeiramente você deve ter em mente o que deseja (tipo de mídia) ouvir e se esse som ficará restrito a locais fechados ou se vai querer compartilhar com outras pessoas em festas e afins. Decidir que recursos são necessários a você para não pagar por algo que não irá utilizar. Por exemplo, muitos sistemas ainda vêm com toca-fitas, mas cada vez menos pessoas utilizam este tipo de recurso e até o mercado já não comercializa mais fitas cassetes.

Para ajudá-lo na escolha de um som relacionamos algumas características de sons e os seus preços médios. Segue relação:

  • Menos de R$ 430,00 – Mini system pequeno, com gavetas para mais de um cd, toca-fitas básico e mais ou menos 30W RMS de potência dividido nos alto falantes;
  • Mais de R$ 430,00 – Mudará o sistema de som, podendo chegar a cerca de 100W RMS ;
  • Na faixa de R$ 650,00 – Mais potência e mais recursos, como equalização, processamento de som, um duplo toca-fitas lógico com auto-reverso, alto-falantes de três vias e controles remotos básicos;
  • Na faixa dos R$ 1.000 – trocadores de cd´s, pacotes de equalizadores detalhados, duplicação de alta velocidade das fitas, controles remotos completos e amplificadores mais potentes. Além de diversos tipos de mídias compatíveis.

Quais são as mídias e formatos compatíveis com um mini system?



Antigamente os sons diferenciados no mercado eram aqueles que tocavam fita e disco, em seguida, com a invenção do CD os sons completos traziam os três, toca-fitas, toca-discos e CD player, juntos em um só aparelho. Como o tempo passa e junto com ele vem a evolução, hoje não temos mais os famigerados toca-discos e os cassetes também saíram de moda. Com isso abriu-se espaço para o CD e, novamente, com a evolução veio outros tipos de mídias e formatos de reproduções. Hoje ao pesquisar um som temos relacionados, em alguns casos, uma série de siglas correspondentes ao tipo de mídia e formatos compatíveis com o som. Para as mídias, além do CD, podemos relacionar:

  • CD / DVD-R – É o CD virgem. Permite gravação, única, não podendo assim apagar ou editar informações após gravação;
  • CD / DVD-RW – Similar ao anterior, mas permite que seja reeditado a qualquer instante;
  • MD – O Mini disk nada mais é do que um mini cd regravável em uma caixa protetora. Pouco utilizado pelo mercado.

A evolução fez com que os sons reproduzissem formatos de PC, tais como:

  • WMA - Um sistema de codificação/decodificação de áudio desenvolvido pela Microsoft, que tem a mesma qualidade de som de CD e a metade do tamanho de arquivos de MP3;
  • MP3 - Oficialmente conhecido como MPEG1 Audio Layer 3 utiliza um método de compressão avançado para reduzir o tamanho dos arquivos de áudio sem perda de qualidade. Como resultado, um CD MP3 consegue armazenar 10 vezes mais músicas do que um CD convencional.

Qual é a diferença entre Mono e Estéreo?



Ambos são sistemas de gravação e reprodução de som, mas cada um tem sua particularidade:

  • Mono – como seu próprio nome diz, utiliza apenas um canal de som para gravação e reprodução;
  • Estéreo – utiliza-se de dois canais de som (esquerdo e direito) e por isso é mais fiel ao som original.
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