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Smartphone Asus ZenFone 3 ZE552KL 64GB
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9/10 (Baseado em 284 avaliações)
Avaliação do Especialista
Prós
  • Desempenho excelente

  • Design com corpo metálico

  • Armazenamento de sobra

  • Tela com qualidade excelente

  • Câmera com belos cliques

  • Autonomia resistente

Ler a avaliação completa
Por Colaborador em 26/10/2016
Asus Zenfone 3: o que era bom, conseguiu ficar melhor

Novo smartphone é uma agradável evolução da geração anterior, que agora traz ótimo acabamento, câmera de qualidade e bateria duradoura

Prós
  • Desempenho excelente

  • Design com corpo metálico

  • Armazenamento de sobra

  • Tela com qualidade excelente

  • Câmera com belos cliques

  • Autonomia resistente

Contras
  • Slot compartilhado para chips 4G e cartão microSD

Cerca de um atrás, a Asus trazia ao mercado uma de suas maiores apostas no setor de smartphone: o Zenfone 2. E realmente o telefone foi um sucesso no quesito custo/benefício, pois apresentava ótimo desempenho por um preço super competitivo. Mas, como não dá para viver apenas do passado, era preciso chegar ainda mais forte, principalmente com concorrentes de peso ao seu lado. E no review de hoje vamos falar do Zenfone 3, o novo queridinho da empresa taiwanesa. Todos os detalhes vocês conferem nos parágrafos a seguir.

Cerca de um atrás, a Asus trazia ao mercado uma de suas maiores apostas no setor de smartphone: o Zenfone 2. E realmente o telefone foi um sucesso no quesito custo/benefício, pois apresentava ótimo desempenho por um preço super competitivo. Mas, como não dá para viver apenas do passado, era preciso chegar ainda mais forte, principalmente com concorrentes de peso ao seu lado. E no review de hoje vamos falar do Zenfone 3, o novo queridinho da empresa taiwanesa. Todos os detalhes vocês conferem nos parágrafos a seguir.

Especificações, desempenho e benchmarks

Para deixar claro, a Asus trará dois modelos ao Brasil. Um com 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento e outro com 4 GB de RAM e 64 GB de espaço interno. E é justamente esse último que chegou às nossas mãos (modelo ZE552KL). O processador Snapdragon 625 Octa-Core de 2 GHz e arquitetura 64-bit vem acompanhado dos 4 GB de RAM, GPU Adreno 506, Android 6 Marshmallow (garantia de atualização para o Nougat, mas sem data definida) e interface ZenUI 3.0, que exige um certo aprendizado para novos usuários.

Em nossos testes, notamos bom desempenho ao realizar diversas tarefas, seja navegando pelos menus ou transitando entre os aplicativos. Deixamos vários deles abertos e não sentimos queda de desempenho. Nos joguinhos, os gráficos se mostraram excelentes, mas pequenos engasgos aconteceram quando muitos apps estavam abertos em segundo plano. Nesse caso, é só fechar tudo para não prejudicar a jogabilidade.

Para facilitar a comparação entre os smartphones, realizamos testes com benchmarks sintéticos, que geram resultados absolutos. Utilizamos os quatro programas de sempre: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark.

No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o Zenfone 3 marcou 62757 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o telefone chegou aos 40289 pontos. No terceiro teste, onde processador gráfico é estressado ao máximo, o celular atingiu 8112 pontos no modo extreme e 13868 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela.

Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades cotidianos do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O modelo da Asus anotou 6749 pontos na versão 1.0 do teste e 4689 pontos na versão 2.0 do teste.

Apenas como referência, eis os resultados de outros três smartphones, um topo de linha (Moto Z) e um de entrada (Vibe B):

Moto Z: 132.343 pts (Antutu), 41.261 pts (Quadrant), 25.656 pontos no modo unlimited (3DMark) e 7.327 pts (PCMark).

Vibe B: 23.434 pts (Antutu), 7.126 pts (Quadrant), 2.653 pontos no modo unlimited (3DMark) e 2.839 pts (PCMark).

Com esses resultados, é perceptível que se trata de um modelo intermediário avançado, pois não deixa nada a desejar a aparelhos mais premium.

Para deixar claro, a Asus trará dois modelos ao Brasil. Um com 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento e outro com 4 GB de RAM e 64 GB de espaço interno. E é justamente esse último que chegou às nossas mãos (modelo ZE552KL). O processador Snapdragon 625 Octa-Core de 2 GHz e arquitetura 64-bit vem acompanhado dos 4 GB de RAM, GPU Adreno 506, Android 6 Marshmallow (garantia de atualização para o Nougat, mas sem data definida) e interface ZenUI 3.0, que exige um certo aprendizado para novos usuários.

Em nossos testes, notamos bom desempenho ao realizar diversas tarefas, seja navegando pelos menus ou transitando entre os aplicativos. Deixamos vários deles abertos e não sentimos queda de desempenho. Nos joguinhos, os gráficos se mostraram excelentes, mas pequenos engasgos aconteceram quando muitos apps estavam abertos em segundo plano. Nesse caso, é só fechar tudo para não prejudicar a jogabilidade.

Para facilitar a comparação entre os smartphones, realizamos testes com benchmarks sintéticos, que geram resultados absolutos. Utilizamos os quatro programas de sempre: Antutu, Quadrant, 3DMark e PCMark.

No primeiro, que mede o processamento aritmético e gráfico, o Zenfone 3 marcou 62757 pontos. No Quadrant, que mede a capacidade de processamento em aparelhos Android, o telefone chegou aos 40289 pontos. No terceiro teste, onde processador gráfico é estressado ao máximo, o celular atingiu 8112 pontos no modo extreme e 13868 pontos no modo unlimited. Nesse último, o desempenho geral é analisado e mensurado (CPU, GPU e memória) e não há limites de taxa de atualização da tela.

Já no PCMark, são realizados testes que mensuram o desempenho do telefone em atividades cotidianos do dia-a-dia, como navegação, reprodução de vídeo, escrita em editores de texto e edição de imagens. O modelo da Asus anotou 6749 pontos na versão 1.0 do teste e 4689 pontos na versão 2.0 do teste.

Apenas como referência, eis os resultados de outros três smartphones, um topo de linha (Moto Z) e um de entrada (Vibe B):

Moto Z: 132.343 pts (Antutu), 41.261 pts (Quadrant), 25.656 pontos no modo unlimited (3DMark) e 7.327 pts (PCMark).

Vibe B: 23.434 pts (Antutu), 7.126 pts (Quadrant), 2.653 pontos no modo unlimited (3DMark) e 2.839 pts (PCMark).

Com esses resultados, é perceptível que se trata de um modelo intermediário avançado, pois não deixa nada a desejar a aparelhos mais premium.

Armazenamento, conectividade, tela e design

Conforme falamos no início desse review, são 64 GB de armazenamento, dos quais 52,66 GB estão disponíveis para o usuário. Para quem quer ainda mais espaço, a Asus disponibiliza um slot para cartão microSD de até 2 TB.

Esse é mais um modelo com opção de dois chips, mas que utiliza o famoso slot compartilhado com o microSD. Significa que ou usa dois chips de operadora ou um chip e o cartão microSD. Não gostamos nem um pouco disso. Mesmo assim, o 4G é garantido e vem acompanhado de Wi-Fi padrão 802.11b/g/n/ac Dual Band, Wi-Fi Direct e Bluetooth 4.2.

Construído em uma única peça de metal, o Zenfone 3 deixou de lado o plástico da versão passada. Ao invés da curvatura presente no Zenfone 2, agora possui vidro com proteção Gorilla Glass 2.5D (na frente e atrás) e oleofóbica (daquelas que diminui as marcas de dedo – o que não foi bem o que aconteceu, pois ficou uma meleca). Por causa das bordas curvas, a ergonomia também está melhorada. As laterais são todas de alumínio, com detalhes prateados, devido ao Diamond Cut, um corte em 40º. Na aparência geral, lembra o Galaxy S6, da Samsung.

Se não contarmos a protuberância da câmera, o smartphone possui apenas 6,16 milímetros de espessura, bem fininho. Já com a câmera, essa medida sobe para 7,69 mm. O Zen 3 pesa 155 gramas e vem em 3 cores: dourado, branco e preto safira, com uma tonalidade meio azulada. Outro detalhe é o vidro Safira, que protege a câmera, ainda mais resistente que o Gorilla Glass.

Algo novo na família é a presença do conector USB-C, mas a Asus não dispensou o P2 para fone de ouvido (que também acompanha a embalagem). Outro detalhe que não está sendo anunciado, mas foi confirmado pela empresa, é que o telefone é resistente a respingos e poeira. Ou seja, pode até tomar uma pequena chuva que não vai estragar. Só não vai nadar, nem jogar na farinha, né?

Com o áudio, o alto-falante está posicionado ao lado do USB-C e o som é potente, mas com baixa qualidade. Bom mesmo é o fone, bastante competente, com boa imersão e isolamento competente.

Outra novidade é o leitor de impressões digitais. Com ótima precisão e velocidade de reconhecimento, ele desbloqueia o telefone mesmo com a tela desligada e em qualquer posição. A integração com outros apps continua presente, como bancos. Os dois toquinhos na tela para ligar e desligar continuam presentes.

Com 5,5 polegadas e resolução full HD, as imagens transmitidas pela tela do Zenfone são muito bonitas. Com tecnologia Super IPS, o ângulo de visão é amplo, o brilho é ótimo e permite boa visualização mesmo em locais bem iluminados e as cores são equilibradas. Não chega a ser superior ao Super AMOLED, mas os resultados agradam.

Os botões do Android ficam posicionados abaixo da tela e são sensíveis ao toque. Dois pontos: eles não retroiluminados (o que achamos ruim – mesmo a Asus justificando que as pessoas decoram a posição) e estão invertidos (Voltar do lado esquerdo e Multitarefa do direito). Mas isso é costume.

Conforme falamos no início desse review, são 64 GB de armazenamento, dos quais 52,66 GB estão disponíveis para o usuário. Para quem quer ainda mais espaço, a Asus disponibiliza um slot para cartão microSD de até 2 TB.

Esse é mais um modelo com opção de dois chips, mas que utiliza o famoso slot compartilhado com o microSD. Significa que ou usa dois chips de operadora ou um chip e o cartão microSD. Não gostamos nem um pouco disso. Mesmo assim, o 4G é garantido e vem acompanhado de Wi-Fi padrão 802.11b/g/n/ac Dual Band, Wi-Fi Direct e Bluetooth 4.2.

Construído em uma única peça de metal, o Zenfone 3 deixou de lado o plástico da versão passada. Ao invés da curvatura presente no Zenfone 2, agora possui vidro com proteção Gorilla Glass 2.5D (na frente e atrás) e oleofóbica (daquelas que diminui as marcas de dedo – o que não foi bem o que aconteceu, pois ficou uma meleca). Por causa das bordas curvas, a ergonomia também está melhorada. As laterais são todas de alumínio, com detalhes prateados, devido ao Diamond Cut, um corte em 40º. Na aparência geral, lembra o Galaxy S6, da Samsung.

Se não contarmos a protuberância da câmera, o smartphone possui apenas 6,16 milímetros de espessura, bem fininho. Já com a câmera, essa medida sobe para 7,69 mm. O Zen 3 pesa 155 gramas e vem em 3 cores: dourado, branco e preto safira, com uma tonalidade meio azulada. Outro detalhe é o vidro Safira, que protege a câmera, ainda mais resistente que o Gorilla Glass.

Algo novo na família é a presença do conector USB-C, mas a Asus não dispensou o P2 para fone de ouvido (que também acompanha a embalagem). Outro detalhe que não está sendo anunciado, mas foi confirmado pela empresa, é que o telefone é resistente a respingos e poeira. Ou seja, pode até tomar uma pequena chuva que não vai estragar. Só não vai nadar, nem jogar na farinha, né?

Com o áudio, o alto-falante está posicionado ao lado do USB-C e o som é potente, mas com baixa qualidade. Bom mesmo é o fone, bastante competente, com boa imersão e isolamento competente.

Outra novidade é o leitor de impressões digitais. Com ótima precisão e velocidade de reconhecimento, ele desbloqueia o telefone mesmo com a tela desligada e em qualquer posição. A integração com outros apps continua presente, como bancos. Os dois toquinhos na tela para ligar e desligar continuam presentes.

Com 5,5 polegadas e resolução full HD, as imagens transmitidas pela tela do Zenfone são muito bonitas. Com tecnologia Super IPS, o ângulo de visão é amplo, o brilho é ótimo e permite boa visualização mesmo em locais bem iluminados e as cores são equilibradas. Não chega a ser superior ao Super AMOLED, mas os resultados agradam.

Os botões do Android ficam posicionados abaixo da tela e são sensíveis ao toque. Dois pontos: eles não retroiluminados (o que achamos ruim – mesmo a Asus justificando que as pessoas decoram a posição) e estão invertidos (Voltar do lado esquerdo e Multitarefa do direito). Mas isso é costume.

Câmeras e bateria

Mas se tem um ponto que a Asus melhorou bastante em relação à geração anterior, foi com suas câmeras. Com 16 megapixels, abertura f/2.0 (o que permite maior entrada de luz) e sensor da Sony, a qualidade nos cliques é notável. A começar pelo sensor de cores, localizado acima do flash, que permite uma captura mais fiel das cores clicadas. O foco a laser também permite uma rápida focagem do objeto, agilizando a fotografia.

Outro detalhe é a estabilização óptica (OIS), que funciona muito bem, evitando pequenos tremores nos vídeos, principalmente. O flash duplo tem dois tons que equilibram melhor as cores quando a luz fica mais escassa. As gravações possuem resolução máxima 4K, mas podem ser configuradas para full HD a 30 ou 60 quadros por segundo.

No modo Manual, o usuário tem a opção de ajustar ISO, velocidade do obturador, exposição e temperatura de cor, além do foco, claro. E não se esqueça do HDR, hein? Nos modos, o Zenfone 3 traz diversas opções: embelezamento, cena noturna, GIF, panorâmica, câmera lenta, time lapse, entre outros. De um modo geral, os resultados são bacanas, mas é para ser usado mais para diversão do que para algo sério.

Com 8 megapixels, os resultados da câmera frontal também são bastante satisfatórios. Com abertura f/2.0, as imagens se mostraram bem equilibradas e boa qualidade. Alguns modos estão presentes, como o Pouca Luz, Gif, Cena Noturna, entre outros. Full HD é a resolução máxima para os vídeos.

Outra coisa que melhorou bastante em relação a geração anterior foi sua autonomia. Com capacidade de 3000 mAh, realizamos nosso teste padrão de bateria (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube). Ao final, ainda restavam 47%, um resultado excelente.

Bacana também que a Asus trouxe um carregador com a tecnologia Quickcharge 1.0, que permite boa velocidade na hora de dar um up na bateria, além do USB-C também ajudar nesse quesito. O telefone ainda conta com modos de economia de energia, até mesmo desativando quase todas as funções para momentos de emergência.

Mas se tem um ponto que a Asus melhorou bastante em relação à geração anterior, foi com suas câmeras. Com 16 megapixels, abertura f/2.0 (o que permite maior entrada de luz) e sensor da Sony, a qualidade nos cliques é notável. A começar pelo sensor de cores, localizado acima do flash, que permite uma captura mais fiel das cores clicadas. O foco a laser também permite uma rápida focagem do objeto, agilizando a fotografia.

Outro detalhe é a estabilização óptica (OIS), que funciona muito bem, evitando pequenos tremores nos vídeos, principalmente. O flash duplo tem dois tons que equilibram melhor as cores quando a luz fica mais escassa. As gravações possuem resolução máxima 4K, mas podem ser configuradas para full HD a 30 ou 60 quadros por segundo.

No modo Manual, o usuário tem a opção de ajustar ISO, velocidade do obturador, exposição e temperatura de cor, além do foco, claro. E não se esqueça do HDR, hein? Nos modos, o Zenfone 3 traz diversas opções: embelezamento, cena noturna, GIF, panorâmica, câmera lenta, time lapse, entre outros. De um modo geral, os resultados são bacanas, mas é para ser usado mais para diversão do que para algo sério.

Com 8 megapixels, os resultados da câmera frontal também são bastante satisfatórios. Com abertura f/2.0, as imagens se mostraram bem equilibradas e boa qualidade. Alguns modos estão presentes, como o Pouca Luz, Gif, Cena Noturna, entre outros. Full HD é a resolução máxima para os vídeos.

Outra coisa que melhorou bastante em relação a geração anterior foi sua autonomia. Com capacidade de 3000 mAh, realizamos nosso teste padrão de bateria (10 fotos, 5 minutos de gravação de vídeo, 15 minutos de visualização de fotos e vídeos, 3 horas de navegação [internet e redes sociais], 30 minutos de ligações, 30 minutos de GPS, 20 minutos de jogos e 10 minutos no YouTube). Ao final, ainda restavam 47%, um resultado excelente.

Bacana também que a Asus trouxe um carregador com a tecnologia Quickcharge 1.0, que permite boa velocidade na hora de dar um up na bateria, além do USB-C também ajudar nesse quesito. O telefone ainda conta com modos de economia de energia, até mesmo desativando quase todas as funções para momentos de emergência.

Conclusão

É preciso tirar o chapéu para o bom trabalho da Asus. A evolução do filho querido da fabricante taiwanesa foi notável. A começar pelo design, que deixou de lado o plástico e agora adotou um corpo metálico com sua frente e traseira cobertas por vidros Gorilla Glass.

O desempenho foi muito bom com qualquer aplicativo e a interface teve melhorias em relação à versão anterior. O armazenamento interno traz espaço de sobra e a tela proporciona ótima qualidade com qualquer conteúdo. Isso sem falar na câmera que agora conta com sensor da Sony e entrega resultados superiores a geração anterior e até de alguns de seus concorrentes.

Por último, a autonomia da bateria melhorou bastante e vai resistir bem a um dia de uso numa boa. Nossa única ressalva fica para o slot compartilhado entre os chips 4G e o cartão microSD.

10/10 Recomendo este produto
Verificado
10/10 Recomendo este produto
Avaliação Geral98%Recomendam a compra
9/10Baseado em 284 avaliações
Aspectos Positivos
  • Câmera
  • Custo-Benefício
  • Design
  • Display
  • Facilidade de Uso
  • Funções e Características
  • Duração da Bateria
  • Durabilidade
Pontos de Atenção
  • Desempenho
  • Som
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